A seguir estará um texto falando a respeito da 3ª etapa do Método Científico:
Na terceira etapa do método científico, nos é apresentada a experimentação, talvez, a etapa mais complicada de ser realizada. A seguir terá uma breve explicação sobre tal assunto.
O experimento é uma etapa em que se determina se esse experimento pode (ou não) ser realizado. “Como assim?” você pode me perguntar. Pensamos assim: há dois exemplos de experimentos, os reais e os mentais.
O experimento real, assim como o nome sugere, pode ser feito no nosso meio, podendo ser um experimento social ou pode ser um mais experimento “científico”. O experimento social normalmente sugere dados estatísticos para chegar a um resultado, como por exemplo o experimento do elevador, que concluiu que, os mais jovens se conformam com mais frequência (mais de 40% das vezes), enquanto os mais velhos têm menos probabilidade de se conformar (entre 14 e 24%, dependendo se são adultos de meia-idade ou de idade avançada, respectivamente). ( Fonte: https://blc.edu/2011/12/bethanys-elevator-experiment-a-case-of-backward-research/) ) Aqui está o link para visualizar o experimento no Youtube: O Poder da Influência Social - Experimento do Elevador YouTube · Fernanda Prado | Planejamento Financeiro 26 de jun. de 2015 .
Já os experimentos científicos, se dão por eventos da natureza, como por exemplo, o experimento da dupla fenda. A experiência da dupla fenda, também conhecida como experiência de Thomas Young (1773 - 1829), é o resultado empírico de uma montagem experimental que utiliza a luz como objeto de estudo na Física. A luz é emitida por uma fonte e passa por duas fendas cuja distância é bem conhecida. São observadas zonas regulares de claro e escuro numa tela detectora. Essas zonas claras e escuras formam um padrão que só pode ser explicada por meio de uma concepção ondulatória da luz. O conceito que explica esse padrão, aplicável para todo fenômeno ondulatório, é conhecido como difração. (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_da_dupla_fenda )
Em contrapartida, há os experimentos mentais. É que nem sempre um experimento pode ser realizado por, talvez, ser antiético ou por não ser humanamente possível. Essas características são o que define um experimento mental, que não é possível ser realizado. Como exemplo, será usado o experimento de Albert Einstein (1879 - 1955) “O Paradoxo dos Irmãos Gêmeos”. O paradoxo dos irmãos gêmeos é um experimento mental da Teoria da Relatividade de Einstein que ilustra como o tempo pode passar de forma diferente para pessoas em movimento relativo. No exemplo, um dos gêmeos viaja pelo espaço em uma nave quase à velocidade da luz, enquanto o outro permanece na Terra. De acordo com a relatividade, o tempo passa mais devagar para quem está em movimento acelerado, de modo que, ao retornar, o gêmeo viajante estará mais jovem que o que ficou na Terra. Esse experimento mostra como a percepção do tempo não é absoluta, mas depende da velocidade e do referencial de cada observador. (Fonte: https://www.britannica.com/science/twin-paradox?utm_source=chatgpt.com )
Vídeo de explicação: https://www.youtube.com/watch?v=-PFT-rfA6io
Com isso concluímos que o experimento pode ser o “divisor de águas” do método científico. Nem sempre um experimento pode ser realizado por, talvez, ser antiético ou por não ser humanamente possível. Essas características definem uma das (senão a) mais difícil etapa do método científico.