Abaixo estão algumas das minhas reflexões sobre o porquê eu estudo. E estas reflexões irão nos ajudar a entender o porquê de nós virmos para a escola.
Por que eu estudo?
Passamos cerca de 12 anos em escolas (sem contar a faculdade ou curso), e sempre é ensinado diversos tipos de disciplinas, mas já te perguntaram porque você estuda? Nesse texto, apresentarei a vocês quatro "Ideias Forças" e mais uma ideia proposta por mim para fazer com que você mude o seu pensamento sobre o porquê eu estudo.
De prontidão você responderá, "Eu estudo porque eu vou poder entrar numa boa empresa", ou melhor, "Eu estudo para ganhar um bom salário". Mas a seguir, mostrarei cinco pensamento que fará você repensar o motivo de você estudar.
Começando por Alexandre Dumas, pai (1802-1870), incrível escritor que escreveu diversos livros famosos, como por exemplo "A Tulipa Negra", "Os Três Mosqueteiros", "O Conde de Monte Cristo", "O Homem da Máscara de Ferro", e outros livros famosíssimos. Apresentarei a vocês, uma ideia tirada do livro "O Conde de Monte Cristo", que diz: "Nosso maior tesouro é o nosso conhecimento" e também "A única coisa que não podem nos tirar é o conhecimento".
Essa história se passa quando o personagem principal (Edmund Danté), é acusado injustamente por seu amigo, Ferdnand Mondego, de trair o rei, então, Danté é preso. Quando ele está preso por volta de seus 14 anos de cadeia, já sem esperanças de viver (pois ele havia sido preso por prisão perpétua), aparece um abade chamado Faria, tentando escapar da prisão. Abade lhe pergunta se ele quer ajudar ele a escapar cavando um túnel, e sem muitas esperanças, ele recusa a ajuda. Então Abade lhe faz uma outra proposta: "Eu sei a localização de um tesouro com várias jóias que cada uma daquelas jóias valem uma fortuna!", mas, novamente, Danté recusa. Então Abade faz uma última pergunta, "Se você me ajudar, lhe darei o maior tesouro de todos, e que ninguém nunca lhe roubará", curioso, Danté pergunta para ele "É a liberdade?", Abade responde "Não, porque a liberdade já nos tiraram com a nossa prisão. O que eu quis te dizer, é que eu lhe darei o conhecimento!". Se refletirmos em cima dessa ideia, conseguiremos chegar a uma conclusão. Sem conhecimento, você não é nada. Se ele tivesse aceitado a riqueza, ele não saberia usar de bom proveito aqueles bens, e então, aqueles milhares de dinheiros, seriam iguais a milhares de grãos de areias.
A segunda ideia, é de Friedrich Nietzche (1844-1900), que foi um escritor e filósofo mundialmente conhecido. Irei falar sobre duas ideias que foram mencionadas no livro "Estudos Sobre a Educação".
A primeira ideia é: "Devemos estudar para nós mesmos". Muitos dos alunos só estudam porque são obrigados, mas isso é algo totalmente errado, devemos estudar não pela obrigação, ou, na maioria dos casos, para ser rico, mas "Devemos estudar por amor ao estudo." Eu relaciono os estudos a um relacionamento de um casal, quanto menos damos importância, mais longe ficamos do relacionamento, ou seja, quanto menos damos importância aos estudos, ficamos cada vez mais longe dos estudos, e consequentemente, menos conhecimento temos. Devemos amar os estudos como se nossas vidas dependesse disso, e de fato nossa vida depende dos estudos, sem o estudo não temos conhecimento de nada. Um exemplo bem bobo é de, como vamos cozinhar sem saber como se cozinha? Adianta algo tu saber como é o final sem saber como é o inicio? Devemos amar os estudos com nossas vidas! O estudo é vida!
Já Pedro Demo (1941-...), sociólogo e professor de universidade brasileiro, disse a seguinte frase no livro "Educar pela Pesquisa", "Estudar é um modo de vida". Não devemos estudar só para estudar. E novamente, devemos estudar como se nossas vidas dependessem disso. Em pensamento, cheguei a conclusão que, "O estudo é o vício dos sábios, da mesma forma que as bebidas alcoólicas é o vício dos alcoólatras.
Agora, irei falar sobre um homem "pouco famoso" que escreveu o livro "menos famoso". Estou falando de Antoine de Saint-Exupéry, autor do livro "O Pequeno Príncipe". A ideia que eu vou utilizar desse famosíssimo livro, é: "Nunca abandone uma pergunta".
É meio lógico, mas se abandonarmos uma pergunta, não vamos obter a resposta da pergunta, e sem respostas, não temos conhecimento sobre determinado assunto. O meu professor de Geografia e de Iniciação Científica que participou do meu 8º e 9º ano na escola, Donarte Nunes, sempre dizia, "nenhuma pergunta é burra. Burra é a pessoa que não faz perguntas". Busquem a resposta de suas perguntas, por mais bestas que possam ser, busquem o conhecimento.
Por último, através de vários pensamentos sobre criar uma Ideia Força nova, cheguei na seguinte conclusão: "O importante não é só saber, mas praticar". De que adianta adquirir diversos conhecimentos sobre determinada coisa, mas não saber botar em prática? Pense comigo: você estuda por longos 5 meses sobre xadrez, porem não participa de nenhum jogo. Em um certo dia você pensa "Vou participar de um torneio de xadrez", então você se matricula no torneio e participa do primeiro jogo. Quando o jogo começa, você começa a ficar nervoso, e pelo nervosismo, você começa a cometer gafes no meio da partida, e por conta da pressão e nervosismo, você perde.
O que eu quero dizer é que a prática nunca é igual a teoria, é muito mais fácil saber do que praticar, "falar é fácil, difícil é fazer". Se não colocarmos em pratica o que nós aprendemos, de que adianta tanto conhecimento? Eu finalizo essa redação com a seguinte ideia, "De nada vale o conhecimento sem a prática".
FEITO POR: ELIÉZER VARGAS
Este é Alexandre Dumas, autor do livro "O Conde de Monte Cristo" e também do famosíssimo livro "Os Três Mosqueteiros"
(1802-1870).
(1844-1900).
(1900-1944).
Este é Pedro Demo, sociólogo nascido no Brasil e autor do livro "Educar Pela Pesquisa"
(1941 - ...).