Por Larissa
Dessa vez eu que vou dar continuidade as resenhas dessa saga maravilhosa da Sara J. Mass, que eu passei a amar muito. Principalmente agora com a notícia da adaptação para uma série, eu estou num misto de empolgação e medo. Mas voltando à resenha...
Com o final do primeiro livro descobrimos que os humanos podem sim serem feitos Grão-feéricos e agora nossa quebradora de maldições preferida, está em um processo de adaptação ao seu novo corpo, mas seu coração humano ainda está preservado e se despedaçando. Convencida de que é melhor viver com a imortalidade se não puder sentir o peso dos acontecimentos vivenciados em Sob a montanha, porém o Grão-Senhor da corte noturna discorda.
“Rhys me encarou por tanto tempo que me virei para ele
-- Agradeça por seu coração humano Feyre. Tenha piedade daqueles que não sentem nada” (Corte de espinhos e rosas)
Feyre e Tamlin estão vivendo o seu “felizes para sempre” entre tapas e beijos. Nesse livro a personalidade protetora da nossa fera é mais explorada. E, confesso, um pouco conturbada. Aqui vemos os vacilos dele e uma quase redenção. Apesar das brigas e de ainda buscar a confirmação do laço de parceria, Feyre aceita se casar com Tamlin.
O laço de parceria é o laço mais forte entre os feéricos, sendo mais forte até que o laço de casamento. Os machos feéricos podem sentir o laço de parceria, apenas se o outro individuo for feérico também. Contudo, ele não garante que o casal de parceiros seja feliz e apaixonado para sempre. E de acordo com as tradições, os parceiros dão uma festa para que a fêmea ofereça comida para o macho, simbolizando que ela aceita a parceria.
Feyre esta a caminhos do altar, quando algo em sua consciência a faz mudar de ideia...
“Ajude-me, ajude-me, ajude-me, implorei a alguém, qualquer um. Implorei a Lucien, parado na fileira da frente, o olho de metal fixo em mim. Implorei a Ianthe, com o rosto sereno e paciente e adorável dentro daquele capuz. Salve-me, por favor, salve-me. Me tire daqui. Acabe com isso.” ( Corte de Nevoa e fúria)
“Trovão ressoou atrás de mim, como se duas pedras tivessem sido chocadas uma contra outra.
Pessoas gritaram, caindo para trás, e algumas desapareceram imediatamente quando a escuridão irrompeu.
Eu me virei e, em meio a noite que flutuava ao vento, encontrei Rhyssand ajeitando as lapelas de seu casaco preto.
--- Olá, Feyre, querida --- ronronou Rhysand.” (corte de Nevoa e fúria)
Na primeira vez em que li isso, eu era uma completa trouxa, então odiava o Rhys por ter interrompido. Mas quando reli, eu pirei. Gritei e pulei, mas foi de felicidade.
Após isso, Feyre conhece a corte noturna e o circulo intimo. Com isso uma proposta e a revelação do mais novo perigo da trama.
Será que nossa quebradora de maldição vai conseguir impedir a mais nova ameaça que assola seu novo lar? Se quiserem descobrir é só ler o livro. Ou se não se importar com spoilers continue comigo, depois do "Mais Sobre a Autora"!
Sarah J. Maas é a #1 New York Timese autora internacionalmente best-seller da série Court of Thorns and Roses and the Crescent City, bem como a série Throune of Glass. Seus livros foram publicados em mais de trinta e sete línguas. Uma nativa de New York, Sarah vive na Pensilvania com o marido, filho e cachorro. Sarah escreveu seu primeiro livro da série Throune of Glass quando tinha apenas dezesseis anos e seu livro estreia foi publicado em português em 2013.
PS: AMANHÃ INICIAREMOS UM PROJETO NO QUAL ESPERAMOS QUE GOSTEM, POIS ESTAMOS MUITO ANIMADOS!!!! ESPERO QUE VOCÊS APROVEITEM.
Após a chegada de feyre à corte noturna. Rhys lhe propõe um acordo, queria a ajuda dela na iminente guerra contra o rei de Hybern. Isso mesmo, o cara que treinou Amarantha ( Suspiro profundo). Em troca, ele a ajudaria a controlar seus poderes e a ler.
Nossa heroína recebeu poderes dos sete Grãos-Senhores junto com a semente de vida que lhe foi dada em Sob a montanha. E após algumas atitudes de Tamlin, que desencadeou na “fuga” de Feyre. Ela agora mantém residência em Velares, a cidade da luz estelar. (imagino que seja como na imagem acima)
Agora, sendo treinada pelo general da corte noturna, Cassian, e pelo Próprio Grão-Senhor, Feyre encontra um proposito pelo qual viver e começamos a acompanhar sua cura.
Dai vocês me perguntam: Por que mais uma guerra?
Eu lhes respondo: por um idiota achar que não tem território o suficiente para atormentar. Isso mesmo, o rei de Hybern quer expandir seus domínios para as terras humanas. E entre todas as minhas indignações desse livro, está a total falta de noção do Tamlin em fazer um acordo com o rei só pra ter a Feyre de volta. (suspiro profundo e revirada de olho) o cara simplesmente não aceita que levou um pé na bunda.
Feyre também descobre quem é seu parceiro, que a essa altura está evidente para todos né. (Rhysinho) dai vem o capitulo mais famoso no fandom, o cap. 55 e depois disso é só ladeira a baixo. Mas ele é sim o meu preferido da saga. esse livro tem tudo. Romance, Guerra, Brigas, Traição ( que me fez lembrar de Red Quinn) e sobretudo fofocas com o nosso fofoqueiro preferido. O suriel.
Bom, vou ficando por aqui e espero mesmo que tenham gostado. Essa foi uma das resenhas mais difíceis que já fiz.