Por Larissa
Vamos continuar nossa visita para o universo da seleção, proposto pela tia Kiera.
Eu voltei e com novidades sobre a nossa competição. Agora com apenas 6 garotas na disputa por sua mão (ou coroa não é mesmo?) e com a ELITE formada o nosso príncipe Maxon está mais ansioso para achar a sua querida do que no começo disso tudo. E é nesse livro que os meus nervos atingem o ápice da ansiedade com tanto "preciso de mais tempo" (calma vocês vão me entender) Quem já leu o livro sabe que a nossa ruivinha fala muito essa frase, isso porque ela não consegue se decidir entre o ex (que não é tão ex assim...) e a sua atual paixão, Maxon.
Ao decorrer dos livros, nós percebemos que nosso príncipe tenta fazer de tudo para satisfazer todos os desejos da América, incluindo a sua curiosidade em saber o que é o halloween (já que essa comemoração havia sido banida dos feriados após o surgimento do novo país). Devido a essa curiosidade de longa data, ele a leva em uma biblioteca secreta para descobrirem o significado dessa, até então, extinta comemoração. Eles acharam o que procuravam em um dos diários do fundador do país, Gregory Illéa.
Mais uma vez, para mimar a nossa ruivinha, Maxon sugere uma festa. Mas não qualquer tipo de festa! Seria uma festa de halloween. Com fantasias, músicas, danças, doces e tudo mais... Porém aconteceu algo que ninguém imaginava (lembram da regra que proíbe o envolvimento das selecionadas com qualquer pessoa além do príncipe?) Então... América não foi a única a quebrar essa regra. A loirinha Marlee, favorita do povo, foi encontrada em uma cena comprometedora com o soldado Carter Woodwork ao final da noite festiva. A pena para essa "traição" é a morte. O que será que acontece com esse casal? Qual a reação da América ao saber da situação de sua melhor amiga? (não tenho estrutura para descrever os meus sentimentos diante da cena seguinte. se quiser saber o que acontece, leia.)
Após algumas semanas do trágico ocorrido, mais um triângulo amoroso se forma no palácio, dessa vez estão envolvidos America, Maxon e Kriss (uma das selecionadas que escondia um segredo MUITO grande)
As selecionadas não estão sujeitas apenas as avaliações do nosso príncipe. Elas tem que cumprir algumas tarefas, fazer relatório e alguns projetos (já em treinamento para a vida de princesa), mas dessa vez um projeto que deviria ter o intuito de melhorar a vida dos cidadãos de Illéa vai causar a maior polêmica!!
Mais uma vez a nossa ruivinha mostra que não está de brincadeira nesse trabalho e sugere, Em Rede Nacional, a eliminação das castas.
Naquela mesma noite: um ataque rebelde, segredos revelados e a verdadeira personalidade do rei Clarkson(o pior personagem que já tive o desprazer de conhecer).
Naquela mesma noite, após o jornal oficial America esbarra com Maxon perto da área hospitalar, quando ouvem um grito de aviso. Os rebeldes entraram no palácio. Com uma dificuldade considerável em se locomover o príncipe não consegue chegar ao abrigo da família real, então ele e América entram em um abrigo escondido no corredor. Sem aguentar mais as dores ele pede ajuda a America para tirar a sua camisa e o que ela vê é algo trágico!
"Como aquilo podia ter acontecido? Maxon era o príncipe. Era um nobre, um soberano que vivia isolado dos outros. Estava acima de tudo, às vezes até da lei. Então, como teria ficado coberto de cicatrizes? Lembrei-me, então, do olhar do rei naquela noite. E do esforço de Maxon para esconder seu medo. Como um homem podia fazer isso ao próprio filho?" ( A elite pág.152)
O rei Clarkson castigava o seu próprio filho com chicotadas, agora vocês entendem o por que ninguém gosta dele. Mas o que pode ter acontecido em seu passado para que ele se tornasse esse monstro? Será que ele sempre foi perverso assim? Enquanto a doce rainha? Como ela se apaixonou por esse monstro? (talvez eu conte isso em uma próxima resenha)
Devido a sua proposta, América estava condenada a ir embora e deixar o seu grande amor para trás. Após ao ataque, quando saíram do abrigo eles de despediram, talvez para sempre:
"Maxon umedeceu os lábios, quase hesitante. Era isso. Aquele era o fim. O adeus.
— Você me transformou para sempre. E jamais esquecerei você.
Passei minha outra mão por seu peito e ajeitei seu casaco.
— Não mexa na orelha para se comunicar com mais ninguém. Isso é só meu — eu disse, abrindo um sorriso tenso.
— Muitas coisas são só suas, America." (A Elite pág.162) (choremos...)
Era o fim da tarde quando a nossa ruivinha se preparava para partir, após as despedidas America se dirige a entrada principal...
"Cheguei à porta da frente. Fiz uma pausa. Estava tão acostumada a permanecer do lado dedentro daqueles enormes blocos de madeira que me sentia mal de cruzá-los.
Respirei fundo e segurei na maçaneta.
— America?
Olhei para trás. Maxon estava em pé na outra ponta do corredor." (A Elite pág. 167)
Uma segunda chance.
Uma única oportunidade e
Uma estratégia.
Será que América consegue reconquistar o coração do nosso príncipe??