Henrique Braz Rabboni
O futebol é a prática esportiva mais popular no mundo inteiro sem preconceitos entre classes sociais ou etnias. Esse esporte nada mais é do que a evolução de jogos com bolas praticados por diversas civilizações. O futebol surgiu na Inglaterra, durante o século XIX, e se tornou uma paixão ao redor do mundo, indispensável nas sociedades contemporâneas. Este trabalho analisa a história do futebol e sua evolução ao longo do tempo, indicando a presença do capitalismo nesse esporte, portando retratando grandes patrocínios, marketing e jogadores endossantes. Para a realização desta pesquisa de revisão bibliográfica, foram analisados alguns artigos científicos, bem como as obras de autores como: William Shakespeare e Jonh Lanchester, dentre outros. Também foi realizado um questionário com 116 respondentes. A partir do estudo feito, conclui-se que o futebol está em constante mudança e é usado como uma ferramenta poderosa do marketing, tendo o poder de jogadores endossantes em relações publicitárias.
João Vitor Alencar
O racismo é uma discriminação que está presente desde muito tempo na sociedade. Há muitas consequências negativas que refletem no mundo contemporâneo, como por exemplo a dificuldade de integração na sociedade, em que muitas vezes as pessoas negras são vistas com maus olhos. Este trabalho busca analisar como esse preconceito se reflete nas relações do futebol e para entender como ele se desenvolveu, foi necessário estudar desde o começo: a escravidão, a abolição da escravidão, determinação do que são atos racistas, o racismo estrutural, e, por fim, como ele se desenvolve no futebol. Para a realização desta pesquisa de revisão bibliográfica, foram analisados alguns artigos científicos, bem como as obras de autores como: Mario Filho e Silvio Almeida, dentre outros. Também foi realizado um questionário, respondido por 151 pessoas. Partindo da análise das obras e dos resultados do questionário, foi possível perceber que todas as pessoas têm consciência que o racismo ainda está enraizado sociedade e, consequentemente, no futebol, tendo portanto que desconstruí-lo para que ele não habite na atual e futura sociedade.
Kadu de Alcântara Soares
De quatro em quatro anos, a FIFA organiza a Copa do Mundo e, dentre alguns países participantes, o Brasil ganhou a votação e sediou a Copa em 2014. Eventos esportivos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas incentivam o desenvolvimento social, fazendo com que pessoas se interessem pelo esporte e comecem a praticá-lo, além de gerar empregos e melhorar alguns aspectos econômicos nas determinadas regiões. A Copa também traz melhorias para a mobilidade urbana, reformas nos portos, aeroportos e construção de alguns estádios. Este trabalho analisa os investimentos realizados para que esse evento aconteça e como a Copa do Mundo deixou seu legado no Brasil, além de analisar como os estádios estão nos dias de hoje. Para a realização desta pesquisa de revisão bibliográfica, foram analisados alguns artigos científicos, bem como as obras de autores como: Marcos Vinicius Cardoso, Marcelo Rutowitsch Chimento, Marcelo Weishaupt Proni, Leonardo Oliveira da Silva, dentre outros. Também foi realizado um questionário, respondido por 109 pessoas. A partir da análise das obras e dos resultados do questionário, foi possível observar que houve muita corrupção na realização de algumas obras, alguns estádios ficaram sem uso nos dias atuais e outros ainda funcionam não só para sediar partidas de futebol, mas também para realizar outros eventos. Contudo, percebe-se também que o legado deixado pela Copa do Mundo é bastante positivo para alguns estados, locais em que houve melhorias nos aeroportos e portos. E um pouco negativo para estados em que as obras foram superfaturadas e algumas estão em desuso nos dias de hoje.
Mateus Araujo de Melo Morais
No ambiente esportivo o corpo humano é visualizado como uma máquina, fazendo com que haja a necessidade de extrair cem por cento de rendimento a todo o momento. Mas para isso é preciso ter auxílio da tecnologia, já que naturalmente não é possível alcançar esse objetivo. Contudo, algumas tecnologias não são bem vistas no uso em competições, como o caso de esteroides anabolizantes, que têm uma capacidade absurda de simplesmente ultrapassar o limite do organismo e, por conta disso, é visto como uma prática injusta no esporte. O trabalho busca visualizar a relação entre fisiologia do exercício com o rendimento esportivo, conhecer se o corpo humano funciona melhor em conjunto com a tecnologia, entender se o uso de fármacos sintéticos, como anabolizantes, seria uma maneira de otimizar o rendimento dos atletas e saber se o corpo consegue alcançar o melhor rendimento sem o auxílio da tecnologia. Para realização dessa pesquisa foram analisados artigos científicos de autores como Paulo Rodrigo Pedroso da Silva, Ricardo Danielski, dentre outros. Houve também um questionário respondido por 41 pessoas. A partir dos resultados do questionário e das pesquisas feitas, foi possível observar que muitas pessoas não conhecem uma parte das tecnologias que podem ajudar no aumento do rendimento esportivo e acreditam que sua aplicação não é muito justa no esporte.