A marca “Fala SEBRAE!” nasce da intenção de criar uma plataforma acessível, acolhedora e, ao mesmo tempo, energizante — um espaço em que o usuário sente que sua voz não apenas é ouvida, mas gera impacto real. O ponto de partida do processo foi entender como traduzir visualmente uma experiência de diálogo simples, direta e sem barreiras, alinhada à credibilidade do SEBRAE, mas com um tom mais humano e próximo.
A escolha do verbo “Fala” — destacado logo na construção do nome — já estabelece um convite ativo. Seu uso em tom coloquial cria proximidade e abertura, reforçando que a plataforma é um espaço de expressão direta. O ponto de exclamação adiciona energia e sinaliza importância, transformando o ato de dar feedback em algo significativo e valorizado.
O formato que envolve o nome não é um balão de fala tradicional: ele tem o dinamismo de uma explosão, como as usadas em histórias em quadrinhos. Essa forma comunica ação, acontecimento e destaque — uma metáfora visual para o impacto da participação do usuário. Não é apenas feedback: é um evento de transformação.
Tipografia
O desenvolvimento da solução passou por um processo iterativo e prático de prototipação, com foco desde o início na funcionalidade e validação de experiência.
O primeiro protótipo desenvolvido pelo grupo já foi uma versão funcional, criada no Figma Maker.
Ele permitia navegar pelos fluxos principais, simular a postagem de feedbacks, visualizar sugestões, testar interações e compreender a dinâmica da plataforma.
Essa etapa foi essencial porque possibilitou validar rapidamente conceitos centrais, como:
clareza do fluxo de envio de feedback;
entendimento dos status;
percepção de transparência;
engajamento através de likes e comentários;
legibilidade e comportamento da identidade visual.
Após testes internos e ajustes no fluxo, o grupo desenvolveu um segundo protótipo, mais refinado e fiel à versão final da solução. Nesta etapa foram aprimorados:
layout das telas, agora alinhado ao manual da marca;
microinterações (ex.: animações de like, mudança de status);
estrutura de navegação;
páginas de detalhamento de feedback;
experiência do usuário tanto para quem envia quanto para quem modera.
Esse protótipo final serviu como base direta para o desenvolvimento, além da integração com o backend. Assim, o processo de prototipação não foi apenas estético — ele guiou o desenvolvimento técnico e o entendimento completo da solução.