Gênero musical e ecossitema autoral criado por Rodrigo Ha-Kohēn. Fundamenta-se na integração entre a Música Cristã Contemporânea (MCC), Música Mizrahi (Muzika Mizrahit) e elementos digitais em contextos progressivos e experimentais, estabelecendo uma base onde tradição e inovação tecnológica coexistem.
Subgênero e vertente instrumental do ecossistema Me'orav. É definido como "A Engenharia por trás do Som Ancestral Digital", onde a performance da flauta Ney é inserida em um Habitat Sonoro moderno, unindo sistemas como o Konnakol e os Maqamat ao design de som digital e ritmos contemporâneos, consolidando a face instrumental e exploratória do ecossistema Me'orav.
Técnica autoral de respiração circular percussiva na flauta Ney. Consiste em uma técnica de articulação que alterna entre os ataques "TK" e "TF", permitindo a ocultação do fôlego e a manutenção de um fluxo sonoro contínuo, adaptando a organicidade do instrumento aos ambientes densos da música digital.
Técnica autoral de modulação tonal aplicada ao Riqq (pandeiro árabe). Através da pressão e deslizamento controlados sobre a membrana, o performer altera a altura do golpe grave (Dumm) em tempo real, conferindo características melódicas e expressivas à percussão rítmica.
Protocolo técnico que rege a evolução de texturas dentro do sistema. Define o Ponto de Fusão, onde a transição entre a pureza étnica e a densidade progressiva ocorre de forma fluida por meio de notas pedais (Drones) e da desconstrução rítmica. Integra o Silêncio Digital, utilizando interrupções súbitas (Glitches) para destacar o contraste entre o vácuo tecnológico e a ressonância natural da flauta.