O auto isolamento é utilizado por nós o tempo todo (ou deveria).
“Está tossindo, com febre, pode ser gripe? Não vá à escola, à rua, ao trabalho. Sua criança tem febre e manchas na pele? Pode ser sarampo? Varicela? Mantenha-a em casa, porque a doença pode ser grave para aqueles mais suscetíveis.”
Já o isolamento populacional, entretanto, nos é mais distante, pois ele veio acometido de surtos e pandemias que ocorreram ao longo dos anos que em se tinha outro contexto socioeconômico.
E foi a partir de medidas como isolamento social e higienização que países do mundo inteiro conseguiram conter e achatar a curva de transmissão.
Na tirinha Armandinho explica mudança do pico e o achatamento da curva de contágio de forma simples
Restrição total. Recomendação para que o maior número possível de pessoas fique em isolamento.
Restrição parcial. Recomendação para que o grupo de risco fique em casa e os demais mantenham sua rotina.
SE APRESENTAR ALGUM DOS SINTOMAS:
Descansar,
Beber bastante líquido,
Comer alimentos nutritivos,
Limpe e desinfete as superfícies tocadas,
Fique em um quarto separado do restante dos familiares, e use um banheiro dedicado, se possível.
As vacinas, que tipicamente demoram anos para serem produzidas, estão agora numa corrida para serem disponibilizadas até o inicio do próximo ano. De acordo com a OMS, 163 vacinas estão sendo desenvolvidas ao redor do mundo. Destas, 23 estão em fase clínica, sendo testadas em humanos, e 140 encontram-se em fase pré-clínica. Entre as vacinas em fase pré-clínica, há duas em desenvolvimento no Brasil, uma na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e no Instituto Butantan e outra na Universidade de São Paulo (USP).
É bom lembrarmos que seria a primeira vez na história que um imunizante fica pronto tão rápido, pois até então a vacina mais rápida da história, foi para o surto de ebola, que levou cinco anos para ficar pronta.
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