Veja como foi a premiação
Economista formada na UFRJ e diretora da ONG Nós Mulheres, trabalha na luta contra violência de gênero, e é pesquisadora na área. Também é responsável pelo projeto de extensão Economia e Feminismos, da UFRJ, com pautas sobre o papel da mulher na divisão sexual do trabalho e discussões sobre a diferença salarial de gênero.
Líder do Girl Up Malala, membra do Imagine SUS, movimento que busca disseminar informações sobre a saúde pública brasileira. É estudante de enfermagem apaixonada por ginecologia natural. Com o Girl Up Malala, iniciou uma campanha com rodas de conversa e posts informativos sobre educação sexual, de prevenção de casos de abuso sexual infantis e juvenis.
Gerente das jornadas de inovação e impacto na Think Olga e diretora do filme Chega de Fiu Fiu. Formada em jornalismo, especialista em documentário de cinema e pós-graduada em gestão de inovação social. Atua há dez anos na prevenção da violência de gênero com foco nas mulheres.
A cada dois minutos, uma mulher é vítima de violência doméstica no Brasil (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). Em 2019, pelo Disque 100, foram registradas 86,8 mil ocorrências sobre violações de direitos de crianças ou adolescentes. 17 mil dessas ocorrências eram relacionadas à violência sexual.
Devido à pandemia mundial e ao consequente afastamento de crianças e adolescentes da escola, um fator de risco aumentou: o isolamento em um ambiente hostil. É necessário que o serviços de saúde estejam preparados para prover suporte essencial a sobreviventes de violência baseada em gênero. Além da assistência, muitas outras soluções podem ser trazidas.
Mais do que números, devemos olhar para esse problema social com um olhar humanizado, tendo a consciência da gravidade e dos danos causados no futuro dessas meninas e mulheres. Nesta categoria, então, as participantes devem propor ações de combate e prevenção do abuso sexual e/ou violência doméstica.