VOTE AQUI
qualquer pessoa inscrita no simpósio pode votar
FOTOGRAFIAS
Não somente um colírio para os olhos e um descanso para a mente, espaços como este Parque Nacional aumentam o Ecoturismo da região, além de auxiliarem na conservação do local e contribuírem para o aumento de áreas verdes nas cidades. Parque: Parque Nacional do Caracol (Gramado - RS).
A relação entre Ecologia Urbana e comedouros artificiais para aves, é que o uso de comedouros pode estimular a diversidade da avifauna local, gerando um impacto positivo no ecossistema, fornecendo alimento e abrigo para as aves, que por sua vez podem garantir importantes serviços ecossistêmicos, como controle de pragas, polinização e dispersão de sementes. Além disso, a presença de aves em centros urbanos pode proporcionar benefícios culturais e recreativos para a sociedade!
Mestre do Nilo Pereira confeccionando artesanalmente a Rabeca. A confecção de instrumentos atesais do "Fandango", como a "Rabeca", feita artesanalmente cavada com o "enxó", está relacionada com o conhecimento ancestral dos mestres e práticas sustentáveis do uso da "Caixeta", madeira retirada na Mata Atlântica, que rebrota depois de seu corte. O Fandango do litoral do Paraná é tombado como patrimônio imaterial pelo IPHAN. Em homenagem ao Mestre Nilo Pereira, de Guaraqueçaba, que faleceu por complicações da COVID 19 em 2020.
Essa foto foi tirada durante o lockdown no ano de 2020. Na época, eu observava muito a fauna e flora presentes ao redor da minha casa e ficava de olho nas espécies de pássaros que apareciam. Descobri que muitos sabiás-do-campo (Mimus saturninus) moram perto de mim e essa foto representa a Ecologia Urbana, e como a fauna urbana está próxima de nós e interagindo com elementos do nosso cotidiano, exatamente como este Sabiá-do-campo está paradinho na antena do carro da minha mãe.
O instante capturado retrata o voo de uma ave transportando pedaços de plástico encontrados no mar, símbolo visual do entrelaçamento entre a vida selvagem e a urbanização. Assim, o retrato evoca o cerne da ecologia urbana: a resiliência vital para sobrevivência nos ambientes remodelados pela humanidade. O título “horizontes plásticos” advém de uma dualidade, representando tanto o objeto transportado pelo animal, quanto a flexibilidade e adaptabilidade que a vida urbana exige. Esse instante retrata a urgência de redefinir os atos humanos na paisagem urbana, a fim de conquistar uma coexistência mais harmoniosa entre as asas que voam e os horizontes plásticos que moldamos.
A ecologia urbana busca compreender as relações entre os sistemas naturais e as áreas urbanas, as quais quais têm ficado cada vez mais intrínsecas. Desse modo, também fica a reflexão sobre quais são os limites que devem ser respeitados nessa relação e quais os efeitos dela.
O projeto é idealizado pela SPVS com o objetivo de restaurar as florestas do bioma Mata Atlântica. O trabalho é realizado pela comunidade local, desde a coleta das sementes na floresta até o cultivo das mudas, aliando os conhecimentos tradicionais à conservação. A foto mostra o processo de identificação e separação das sementes por espécies. Ao fundo encontram-se mudas desenvolvidas sob os cuidados da comunidade local.
As Araucarias estão presentes em boa parte dos centros urbanos no Sul e parte do Sudeste. Nelas vive uma ave quase imperceptível tanto no tamanho quanto na coloração: Grimpeiro. Essa espécie, assim como a Araucaria está criticamente ameaça de extinção pois passa toda sua vida nas grimpas. Olhe para cima é o nome que escolhi para fotografia, pois só assim podemos ver o Grimpeiro.
Uma árvore de infância ou uma árvore do nosso dia-a-dia carrega muito mais consigo do que imaginamos. Ela é como uma testemunha silenciosa dos nossos momentos, crescendo ao lado de nossas memórias mais antigas e acompanhando nosso percurso na vida. A história de uma árvore vai além de suas raízes e galhos. No meio da pastagem, ela resiste, mais do que um 'enfeite' na paisagem, ela simboliza resistência. Ela enfrenta as estações do ano, os ventos fortes e até mesmo o descuido humano. Árvores são verdadeiras guardiãs da conservação, lembrando-nos da importância de cuidar das maravilhas naturais que nos cercam e da certeza de que todos os seres vivos possuem o direito de crescer e florescer em harmonia.
Essa foto foi tirada em uma triagem de morcegos na reserva natural salto morato, que abriga muitas espécies de morcego, a mamãe morcega se recusou a ir embora pós-triagem e resolveu descansar, evidenciando como o processo é simples, causando pouco estresse aos bichinhos ao mesmo tempo que ajuda em sua conservação.
Esses saguis foram fotografados no parque Barigui, um parque urbano. Porém essa espécie (Callithrix penicillata) não é endêmica de nossa região. Esses animais são provenientes do cerrado, e é invasora aqui no Paraná. Dito isso, destaco a importância de se estudar os impactos que esse animal pode, ou não, causar para outras espécies de nossa região, e maneiras adequadas de manejá-lo e controlar sua população.
A mandaçaia, é uma abelha nativa brasileira. Seu nome é indígina e significa "vigia bonito", foi dado pelo comportamento em que um indivíduo sempre "vigia" a entrada da colméia. É uma espécie que não possui ferrão e faz parte do Projeto Jardim de Mel em Curitiba, que busca preservar abelhas nativas como a jataí, mirim, guaraipo e manduri. Mais de 150 abrigos foram instalados para proteger essas espécies e promover a conscientização sobre sua importância na biodiversidade e polinização.