Áudio livro ou livro falado (em inglês, audiobook ) é uma gravação do conteúdo de um livro narrado em voz alta dentro de um estúdio de gravação ou em outro ambiente com equipamento de gravação. Essa gravação se apresenta em suportes informacionais diversificados, sendo comum ser encontrada em aplicativos ou em CD. Nas décadas de 1980 e 1990, era possível se encontrar audiolivros em fita cassete, entretanto este formato está entrando em desuso. Os formatos de áudio utilizados podem variar entre Mp4, M4a, MP3, WMA ou Ogg, entre outros, gratuitos ou pagos.
As versões pagas são em geral feitas por narradores profissionais e contadores de história. Alguns deles fazem variações de voz. Em alguns casos, também são colocados efeitos sonoros para criar uma ambientação no áudio ou música. Os audiolivros são portanto também uma opção de entretenimento. Podem ser comparados com as radionovelas das décadas de 1940, 1950 e 1960 e com os atuais Podcasts, que têm essa versatilidade no áudio.
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Rádio é um meio ou recurso tecnológico de telecomunicações utilizado para propiciar comunicação por intermédio da transcepção de dados e informações previamente codificadas em sinal eletromagnético que se propaga através do espaço físico material e imaterial.
Uma estação de radiocomunicações é o sistema utilizado para executar contatos à distância entre duas estações. É composta basicamente por um transceptor (transmissor-receptor) de radiocomunicações, uma linha de transmissão e a antena propriamente dita. A este sistema dá-se o nome "sistema irradiante".
A radiodifusão é uma emissão comercial, que ocorre apenas por transmissão de sinais, sem sua transcepção. Geralmente não há recursos disponíveis nas estações que operam em modulação em amplitude (AM): apenas o importante rádio digital, um importante ganho para esse tipo de estação. Recursos tais como som estéreo e Radio Data System (RDS) ainda são exclusividade das estações que operam em modulação em frequência (FM).
O rádio é uma ferramenta pedagógica capaz de colaborar com a construção de diversos saberes, transformando a escola num lugar de troca, de solidariedade, de partilha, de construção coletiva, de interação, de socialização, ampliando as relações de ensino e aprendizagem, além de desenvolver diversas habilidades e competências tanto em alunos, quanto em professores.
fonte: Wikipédia
Construção de pensamento crítico: Um dos benefícios do áudio livro está no fato de que muitas informações são processadas no cérebro simultaneamente enquanto se escuta uma versão em áudio de um livro. Ao ouvir um livro de mistério ou suspense, o cérebro constantemente tenta especular certos resultados e eventos. O cérebro também se esforça para relacionar um evento ao outro, buscando o sentido na história. Tudo isso, por sua vez, aguça a mente e aprimora as habilidades de pensamento crítico e analítico. Vale a pena, inclusive, estimular a aplicação do audiobook em salas de aula ou nos clubes de leitura.
Melhora na pronúncia e na fluência: Enquanto o usuário escuta um áudio livro, pode perceber e aprender como o narrador está pronunciando palavras diferentes. Isso também ajuda a entender como funciona a velocidade de leitura, as pausas, as tensões e as entonações. Isso contribui não só na alfabetização, mas também no estudo de outras línguas.
Gerenciamento de tempo mais eficaz: Uma das vantagens do áudio livro é a possibilidade de aproveitar melhor o tempo com multitarefas: muitas pessoas adoram ouvir audiolivros na academia, caminhando, no transporte público, dirigindo, cozinhando, limpando a casa ou, até mesmo, tomando banho.
Mais memória: Ouvir um áudio livro faz com que o usuário precise lembrar de muitos detalhes: nome dos personagens e suas características, nome dos lugares, a sequência de eventos, conversas importantes, entre outros. A capacidade de reter essas informações continua melhorando conforme mais audiolivros são “consumidos”. Como o cérebro aprende a lembrar as informações da linha da história, também se torna mais fácil lembrar outros detalhes do dia a dia.
Inclusão: Entre as grandes vantagens do audiolivro, uma das mais marcantes é o seu caráter de inclusão. Os audiolivros são um excelente recurso para pessoas com deficiências visuais e outros transtornos de leitura, como dislexia, hiperlexia, entre outros.
Apesar da grande contribuição que essa modalidade de leitura pode trazer as pessoas que necessitam dessa acessibilidade, quando se trata de pessoas que podem decidir o seu estilo de leitura mas adaptado para cada momento, surge algumas desvantagens, pois o audiobook exige uma dose de concentração a mais que o e-book e o livro físico, pois nos dois últimos sua visão esta voltada para as letras, enquanto de no audiobook seus olhos podem vagar por um turbilhão de coisas que podem tirar sua concentração. Portanto, é uma boa ferramenta, mas você precisa está focado no áudio, e apenas nele.
A vantagem de se utilizar a rádio na escola pedagogicamente é que ela permite inserir metodologias capazes de colaborar com a formação íntegra e cidadã do aluno, o que leva a ampliação do conhecimento, a concretização da aprendizagem, a melhora da auto-estima e a transformação de informação em saberes.
O rádio tem caráter imediatista em informação, uma vez que é rápida na integração com o público, na intimidade, na facilidade com que trata e discute as questões de interesse da comunidade, e na agilidade com que disponibiliza as informações. Através de sua programação, pode se tornar um ponto de encontro entre os ouvintes.
Sua grande vantagem está no fato de ser essencialmente áudio, não necessitando da utilização de outros sentidos para que se absorva o conteúdo, o que se torna uma ferramenta de inclusão, permitindo a pessoas com deficiência visual a participar como ouvinte do processo de comunicação da rádio.
Na escola, o rádio é uma ferramenta de comunicação que divulga seus acontecimentos e discute os problemas de seu entorno. A rádio escola torna o processo de ensino e aprendizagem mais democrático, no momento em que faz com que o aluno desista do papel de coadjuvante e assuma o papel de protagonista na construção do saber. O aluno envolvido no processo de produção de uma rádio escola se relaciona de forma mais intensa, social e culturalmente com o ambiente ao seu redor, com colegas, professores e demais integrantes da comunidade escolar. Esse envolvimento faz com que o aluno se perceba capaz de transformar e modificar o ambiente no qual está inserido tornando-se um sujeito ativo, inserido no ambiente escolar como um ser que pensa, reflete e age utilizando-se do rádio como uma ferramenta de produção e realização de suas ações.
Um dos grandes problemas da rádio escola é seu custo e manutenção, haja vista que nem todas as escolas ou comunidades educacionais tem recursos para a implementação de uma rádio propriamente dita, além disso outro fator decisivo é quem pode operar o rádio, é preciso ter alguém familiarizado com os equipamentos utilizados e que possa distribuir seu conhecimento para os demais. O que torna muitas vezes inviável ter uma rádio no ambiente educacional, e leva muitas escolas a escolherem outras mídias para se trabalhar com a informação, como o jornal por exemplo.
A comunidade escolar de um colégio da cidade de Itanhaém, no litoral paulista, desenvolve um projeto que cria audiolivros para alunos que não podem ler. Tudo começou a partir da observação de um aluno que, apesar de não compreender o que estava escrito, seguia folheando os contos escritos pelos próprios colegas. Quem começou tudo foi Alessandra Aparecida Sales Cavalcante, coordenadora da escola Maria Aparecida Soares Amêndola, situada em uma das regiões mais pobres da cidade. “Por que não produzimos um audiolivro para ele também ouvir as histórias”?. Alunos de boa vontade e professores com formação musical foram os ingredientes mágicos para o projeto. Iniciativa que não atenderia somente ao adolescente que citamos aqui. A escola tinha mais dez casos de alunos especiais. Sendo assim, os audiolivros produzidos incluiriam todos os colegas com deficiências física, auditiva, mental, visual, síndrome de Down e autistas. Tudo com o uso de livros clássicos e um microfone. [link]
Alunos do Colégio Logosófico de Brasília, com idades entre 10 e 11 anos, criaram um audiobook. O projeto intitulado “Aprender com Fábulas”, desenvolvido em sala de aula, deu origem a 21 histórias inéditas, de autoria dos estudantes. Com isso a ação que era apenas dentro da escola, quebrou essa barreira e foi para fora da escola para beneficiar crianças com deficiência visual. Os estudantes fizeram a entrega do material produzido para os alunos do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais – CEEDV – instituição especializada no atendimento a pessoas cegas, surdocegas e com baixa visão de Brasília. [link]
Em Santarém, cidade ao oeste do estado do Pará, organizações ligadas à igreja católica, inspiradas pelo Movimento de Educação de Base (MEB) e da pedagogia popular do educador Paulo Freire, criaram uma rádio para oferecer aulas aos jovens e adultos analfabetos. Esse modelo durou até os anos 80. Com a ampliação do acesso à escola, o projeto também mudou seu foco. Em vez de aulas, hoje o Projeto Rádio pela Educação traz os estudantes de escolas da rede pública da região para dentro do estúdio da Rádio Rural Santarém, onde eles apresentam, toda segunda, quarta e sextas-feiras, um programa de 30 minutos, com catorze sessões que tratam da realidade amazônica e trazem a voz de crianças e adolescentes, professores e lideranças comunitárias das zonas urbana e rural para o debate. Apoiado pela Secretaria Municipal de Educação, o projeto contempla ainda um guia pedagógico educomunicativo aos professores, uma rede de repórteres educativos formada pelos alunos, rádios internas nas escolas, um núcleo de radioatores e outro de leitores. [link]
Na Bahia, Hamilton de Oliveira, o DJ Branco, comanda o “Evolução Hip Hop”, que acessa 13 mil ouvintes por segundo na Rádio Educadora FM, emissora pública do estado. No programa, o DJ apresenta canções do Hip Hop nordestino e discute temas de importância cidadã. “Funcionamos como um programa que faz, informalmente, monitoramento de políticas públicas, de direitos humanos, cidadania, direito à cidade, o que é consumo, violência e Estado”, explica o DJ. Branco. Ele, que também é arte educador e oficineiro, promove a interação da rádio com escolas públicas de Salvador e, na comunidade, realiza o “Evolução Hip Hop nos Bairros”, quando transmite o programa direto de um espaço público na capital ou em uma cidade vizinha. Nele, os bate-papos e apresentações de música acontecem em palco montado com artistas locais. [link]
Na zona leste da cidade de São Paulo, os grupos de teatro que integram o espaço Centro Cultural Arte e Construção realizam a divulgação das atrações culturais que ocorrem no espaço por meio de uma caixa de som instalada na bicicleta do Instituto. A bike-rádio circula pelas feiras, Centros Educacionais Unificados (CEUs), escolas e espaços culturais e, atualmente, é um instrumento oficial de divulgação coletiva e de envolvimento do grupo com a comunidade local. [link]