Material: Algumas costuras, proteção móvel rack simples até 80mm (Camelot #3) e 1 corda de 60m
Proteções: Proteção mista, as proteções fixas e parada dupla são chapeletas de aço inoxidável.
Enfiada única: 22m - saída à esquerda e 2m abaixo da saída da via 2. Proteção fixa 3m do chão , segue reto e só protegendo 6m acima com peça 80mm para depois protegem em fenda até 3cm. Tem 2 furos de 6mm para passar em artificial. Termina na mesma parada dupla P1 da via 2.
Descida: Rapel pela própria linha
Conquista: Samir Khalil Thalji e Juliano Perozzo
Participação: Guilherme Franzoi
Histórico da conquista :
03/03/2019 - Depois de conquistar a via Petiço o Guila e o Juliano, que recém chegou, escalaram a mesma. Rapelei por esta fenda para limpar (1a vez que faço isto de cima para baixo) e de repente o Guila também estava limpando em rapel. Desci e entrei na conquista pela mesma saída da via Petiço com peças móveis e o Juliano iniciou a conquista do trecho inferior com proteção fixa. Fenda estava muito suja e não consegui passar em livre então pedi a furadeira ao Juliano que já tinha fixado a 1a e única proteção fixa da via. Fiz dois furos de 6mm em sequência para passar pelo crux em artificial. Terminei na P1 da via Petiço. Juliano entrou depois em top-rope e sob muito esforço conseguiu passar em livre e disse que o lance é semelhante ao VIIc do Cú Preto.
30/03/2019 - Primeiras ascenções e graduação da via - entrei na via e encadenei de 1a entrando reto na fenda, diferente de como o Juliano havia entrou no dia da conquista. Ai foi mais fácil e grau sujerido caiu para VIIa daí a sujestão do grau em livre VIIc. Juliano entrou depois e não rolou a cadena em oposição como havia feito em top-rope. Depois tentou reto e cadenou.
Nome da via : Nome dado pelo Samir. Entrevero, do dicionário gauchês: Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos. Teve tudo isto na conquista, como quando eu e o Juliano estavamos conquistando ao mesmo tempo 2 trechos da via.
(Samir, março 2019)
Material: Proteção móvel até 2cm, 1 peça 8cm e 1 corda de 60m
Proteções: Proteção móvel rack simples até 80mm (Camelot #3) parada dupla com argola em Aço Inoxidável
Enfiada única: 23m - saída abaixo da árvore. Proteja na arvore, vá para a direita passando por baixo e subindo contornando a mesma. Proteja na fenda 8cm (Camelot #3) e vá para a direita até a fenda na face. Suba protegendo na fenda, peças até 2cm. Termina na parada dupla P1.
Descida: Rapel pela própria linha
Conquista: Samir Khalil Thalji
Participação: Guilherme Franzoi
Histórico da conquista :
03/03/2019 - Depois de descer da conquista da via #4 fomos mais à esquerda conquistar esta linha que havia visualizado no dia anterior. Subi passando por baixo da árvore, protegendo na mesma com uma fita longa e contornei para começar a subir. Uns 4 metros acima proteji com Camelot #3,5 (antigo) e tentei reto mas fenda estava muito suja, então fui na para a direita na horizontal uns 2m e subi protegendo na outra fenda, peças até 2,5cm. Fixei a parada dupla e Guila veio de segundo.
Nome da via : Nome dado pelo Samir. Petiço é um cavalo baixo.
(Samir, 05/03/2019)
Material: 4 costuras e 1 corda de 60 m
Proteções: Todas proteções são chapeletas de aço inoxidável.
Enfiada única: 30m - tem duas saídas, uma dá para fazer uma espécie de chaminé com a árvore ou na saída original 2 metros à esquerda no molhado mas bem fácil. Termina na parada dupla P1.
Descida: Rapel pela própria linha.
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solitário )
Histórico da conquista :
27/08/2018 - Geralmente no dia do meu aniversário estou numa viagem de escalada. Neste ano eu estava por aqui e fui para a Vila preparado para escalar e conquistar algo. Saí de Bento as 11:00 e escalei o Rampão em solitário até o meio da quarta enfiada. As três primeiras enfiadas estavam um pouco molhadas e a quarta estava molhada demais, então desci e fui para o Setor das Águas com material para conquista. Arriscado perder a viagem pois este setor geralmente está muito molhado. Procurei uma linha menos molhada e entrei. O início estava muito molhado, fixei a primeira proteção e uns metros depois já alcancei a parte seca. Dalí segui sempre pelo seco. Ao passar os 30 m cheguei numa area boa, à direita, para estabelecer uma parada e com possibilidades de continuação, mas estava muito molhado e pensei que dalí para cima dificilmente estaria seco, então escolhi o lado esquerdo, menos molhado. Demorei 2 horas e foram fixadas 4 proteções e parada dupla. Rapel de 25 m.
Nome da via: Depois de mais de 100 conquistas já falta inspiração para nomes de vias. Então juntei o fato de ser a conquista no aniversário de 55 anos com mais de cem vias conquistadas até aquela data.
(Samir, nov 2018)
Material: 5 costuras, proteção móvel opcional na primeira enfiada e equipamento para artificial em furo 6mm na segunda enfiada. Corda de 60m
Proteções: Proteção mista, as proteções fixas são chapeletas de aço inoxidável.
1a enfiada: 28 m - saída num vertical curto com 1a proteção fixa a 3m do chão. Depois de subir pegue à esquerda em direção a fenda. possível proteger com peças móveis pequenas. A seguir siga reto até a 2a proteção e uns metros depois a parada. Termina na parada dupla P1.
2a enfiada: 35m - saia reto uns metros depois vá um pouco para a esquerda para depois seguir à direita por mínimo 10 metros seguindo a linha de proteções fixas. O crux é logo após a 3a proteção fixa. Os bem altos podem passar sem sentir o crux, os demais vão enfrentar um crux de aderência. Depois deste siga passando por uma fissura até a 5a proteção fixa. A seguir tem um trecho de 3,5m que por enquanto só foi feito em artificial. São dois furos de 6mm em sequência até chegar em proteção fixa. Desta siga em livre até a parada dupla P2.
Descida: Rapel pela própria linha
Conquista: Samir Khalil Thalji
Participação: Guilherme Franzoi
Histórico da conquista :
../../2019 - colocação da 1a proteção na saída - Neste dia estava tudo molhado e não estava convencido que este lugar estaria seco para escalar mais do que 1 semana ao ano. Mesmo assim resolvi apostar e marcar uma futura conquista fixando pelo menos a primeira proteção. Juliano me deu segue de corpo.
03/03/2019 - conquista da 1a enfiada e 1a proteção da 2a enfiada (10m) - conquistado utilizado proteção móvel. Descemos por causa do sol.
05/03/2019 - 5 proteções da segunda enfiada - após a 2a proteção tive que ir para a esquerda para depois ir para a direita. Era a única linha possível em livre. Após a terceira proteção, devido ao peso, não consegui passar o crux da aderência. Deixei o saco de proteções e broca reserva fixado na proteção para tentar mais leve. Ia seguir com o mínimo e depois buscar o equipamento. Tambem não deu, talvez mais leve, sem material de conquista será possivel. Agarrei na costura e alcancei uma agarra e passei o lance. Estiquei um pouco antes de fixar a 4a proteção. Assim que furei 1,5cm a broca quebrou. Este é o problema em esticar, se precisar retornar é preciso desescalar. Coloquei a broca quebrada virada no furo raso e mais um gancho meia boca para fixar umas fitas e desci segurando. Peguei a broca reserva e continuei. Passei por uma fenda bem rasa, ali pensei em subir em artificial. Mas como o sol já estava forte resolvi continuar o máximo em livre e deixar esta fenda para ser uma variante em artificial.
15/06/2019 - Trecho em artificial após a 5a proteção até a parada P2 e uma proteção acima desta. - Tentei entrar na fenda rasa mas ela quebrou ao colocar peso no nut. Então resolvi passar em artificial a partir da 5a proteção. Fiz dois furos de 6mm, primeiro quase 1,5m da proteção fixa e o proximo mais 1m. A seguir coloquei uma proteção fixa, a 6a, e dali segui em livre para fixar a parada dupla. O Guila subiu em seguida. Depois subi mais um pouco e fixei mais uma proteção, mas não parecia ser interessante continuar e resolvemos descer.
Nome da via : Nome dado pelo Samir. Bagual é um potro arrisco ou algo muito bom. Nome adequado para uma via bem bagual.
(Samir, 05/03/2019)
Até o momento estribo e gancho não serviram para nada. Armei esta arapuca para descer e pegar outra broca. 05/03/2019
Belo dia, ceu azul e nublado, pedra seca, mas o sol forte da Vila tira a diversão da brincadeira. Tivemos que descer e abandonar a conquista. 05/03/2019
Estou ficando com pratica, talvez seja a quinta broca que quebra num esticão após um crux. 05/03/2019
Material: 4 costuras, poucas pecas ativas dedos, corda 60m
Proteções: 4 protecoes fixas chapeletas em aco inoxidavel e parada dupla com argola em aco inoxidavel.
1a enfiada: 35 m - 5sup - via inicia 15m para a esquerda da Via Caminho das Aguas (na linha da cachoeira seca). Segue linha das protecoes, apos a 3a? protecao a via tem uma variante para a direita, a linha original segue pela esquerda passando pela fenda. As duas linhas se juntam novamente perto do final da via. Termina em parada dupla de argola.
Descida: 31 m rapel pela propria linha.
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solitário)
Histórico da conquista :
02/03/2019 - colocação de 1a proteção fixa - Já indo embora por causa do sol resolvi fixar uma proteção numa possível nova linha, assim dá para chegar e já iniciar sem perder tempo. Subi apenas 5m.
16/05/2020 - conclusao 1a enfiada e variante - Este dia fomos eu, Mauro e Guila escalar na Vila. Eles ficaram bem na bi-furcacao entre setor Imperio do Sol e Das Aguas para concluir uma conquista. Eu fui sozinho para concluir a via. Quando estava na base me arrumando ouvi um barulho e vi, uns 30m para a esquerda, um bloco arredondado de aproximadamente 1,5m descer rolando e abrindo caminho pelas arvores. Este bloco devia estar solto no chao e nao caiu de cima pois nao ouvi um barulho de queda e sim apenas de algo abrindo caminho. Conquista foi tranquila, passei pela fenda sem encostar numa laca de altura de aproximadamente 1,5m que estava so apoiada. Foram colocadas um total de protecoes fixas e a parada dupla de argolas. Depois rapelei ate o chao para tirar a corda do caminho e subi novamente pela corda para derrubar a laca. Depois, como nao abro mao de abertura de via de baixo, desci novamente e puxei a corda para conquistar a variante. Essa hora o Sandrinho chegou e iria entrar na Cavalo Alado. Nesta variante coloquei 2 protecoes fixas e na virada usei uma peca movel. Essa hora o Sandrinho chegou e iria entrar na Cavalo Alado. Desci com o por do sol que eh sempre espetacular na Vila.
Nome da via : via inacabada, ainda sem nome. Sujestao Rolling Stone.
(Samir, 16/05/2020)
Material: Algumas costuras, proteção móvel e 1 corda de 60m se rapelar pela P1 da via Cavalo Alado, senão 2 cordas de 60m
Proteções: Todas proteções são chapeletas de aço inoxidável.
1a enfiada: 55m - saída pela base de uma formação que parece uma cascata ou dreno dágua. Suba quase na vertical protegendo com peças móveis até chegar na primeira proteção fixa a 45m depois siga mais 13m até a segunda e mais 2m até a parada dupla P1
Descida: Dois rapéis, da parada dupla até a P1 da via Cavalo Alado e daí até o chão
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solitário sem proteção móvel)
Histórico da conquista:
02/03/2019 - conquista da 1a enfiada - Então fim de semana de muitos planos, principalmente para compensar que não fora a Caçapava do Sul com amigos e comer aquele churrasco de ovelha no Sr.Manoel, gente finissima. Para compensar propus a conquista de 3 vias ou 120m no sabado e domingo. Parece facil pois já conquistei muitas vias no toque de caixa. Só que a Vila Cristina é muito quente no verão e quando o sol aparece é quase impossível ficar no sol. A rocha começa a esquentar e logo começa a irradiar calor. Como o Juliano estava cansado e o resto da turma não estavam na area resolvi fazer o que gosto, conquista em solitário. São nessas horas que voce tem que fazer tudo certo, ser cuidadoso e .... epa muita regra, vou é esticar sem me convencerem a proteger. E assim saí cedo de casa com equipamento de conquista, costuras e uma corda de 40m e outra de 20m. Não levei nada de proteção móvel pois já estava bem carregado e não teria mais que 4 horas até o sol aparecer. As 7:15 estava na base do rochedo e resolvi subir a via Cavalo Alado para ver se tinha continuidade. Chegando na parada com todo equipamento ví que a única continuidade sem interferir na linha da Pegasus era em diagional à esquerda mas tambem ví que tinha uma sequência reta desde lá de baixo, tambem à esquerda. E assim, para agilizar, fixei a corda de 40m e rapelei. Chegando na base fui até a saída que é numa formação que parece uma cascata ou dreno dágua. Como o tempo estava correndo e tinha apenas a corda de 20m, resolvi esticar o máximo. Na subida ví que tinha locais para proteger em móvel então nem me preocupei e fui indo sem proteger. Aos 45 m fixei a primeira proteção e 13m mais acima a 2a proteção e mais 2m a parada dupla. O sol já estava subindo a parede e logo estaria me torrando. Precisava sair logo pois no dia seguinte tinha planos de chegar antes e teria parceria do Guila e talvez do Juliano. Como tinha a corda de 20m, rapelei no simples até a P1 da Cavalo Alado para pegar a corda de 40m e subir novamente para depois rapelar novamente até a parada P1 da Cavalo Alado. A partir desta parada foi só emendar as duas cordas e rapelar até o chaõ com uma passagem de nó no meio do rapel. Complicado né, mas esta é a idéia. Muitas vezes procuro complicar as coisas para encontrar um pouco de aventura.
Nome da via: Via inicia pelo parte baixa de uma espécie de cachoeira ou "Caminho das Águas" que descem lá do topo do morro.
(Samir, março 2019)
Material: 2 costuras e 1 corda de 60m
Proteções: Todas proteções são chapeletas de aço inoxidável.
Enfiada única: 30m ??? - saída 7m à esquerda da base da Pegasus. Suba até a proteção e pegue à esquerda uns 2m para depois voltar a subir. Proteja na segunda proteção e siga em terreno fácil para cima. Termina na parada dupla P1.
Descida: Rapel pela própria linha
Conquista: Samir Khalil Thalji
Participação: Juliano Perozzo
Histórico da conquista:
23/02/2019 - conquista de enfiada única até o atual P1 - Neste dia Juliano foi escalar a via Pegasus, seria a primeira ascenção após a sua conclusão no início do ano. A idéia era eu ir de segundo na pegasus e depois o Juliano me daria segurança na conquista de uma nova linha. Depois da escalada rapelamos e comemos numa sombra na base. Já era 12:30, o sol estava muito forte e a rocha escura da vila começou a esquentar, logo estaria irradiando calor. Então resolvi não perder tempo me deslocando e procurar uma linha, entraria ali mesmo, na linha do rapel da Pegasus. A princípio não queria fazer isto pois a Pegasus exigia duas cordas para o rapel e uma via na linha do rapel possibilitaria fazer rapel com apenas com uma corda. A idéia é possibilitar a experiencia de montanha ao praticante. Assim entrei na linha com intençao de fazer rápido e ficar o mínimo de tempo naquele sol forte. Fixei a primeira proteção num ponto onde tinha duas alternativas, à direita lance mais complicado e que demandaria mais tempo e a esquerda lance menos complicado e mais rapido. Fui para a direita depois retornei e sai para a esquerda, Como estava relativamente fácil estiquei 30m até onde fixaria a parada P1 para dar sentido em fazer a via. Da saída até fixar a parada levou 20 a 25min. Na subida o Juliano pediu para colocar mais uma proteção, não coloquei mas na descida ele pediu novamente. Como sempre gosto de esticar o máximo que me sinto confortável e não gosto de acrescentar nada após a conquista. Mesmo assim, a contra-gosto mas de certa maneira concordando que era praticamente um solo, fixei mais uma proteção (atual 2a proteção) ao rapelar. A parada P1 será util para rapelar da via Pegasus com apenas uma corda.
Nome da via: Nome dado pelo Samir. O nome da via já me veio na cabeça durante a conquista pois a via tinha algo a ver com a viaPegasus. Afinal estava ao lado desta, na linha do rapel e também vi que seria utilizada para rapelar da Pegasus com apenas uma corda. Além disso, como na conquista da Pegasus, esta tambem estava sendo rápida, quase voando.
(Samir, fev 2019)
Material: 6 costuras e 1 corda de 60 m se rapelar pela via Cavalo Alado
Proteções: Todas proteções são chapeletas de aço inoxidável.
1a enfiada: 65m - saída numa base pequena abaixo de uma árvore que esta numa canaleta na rocha. O início segue à esquerda da árvore, após a primeira proteção contorne pela direita e siga para cima. Depois da 4a proteção não se enxerga a próxima, além de estar a uma distância de aproximadamente 10m, ela esta encoberta pela vegetação. Continue na rocha limpa para a esquerda e suba num bloco, ali a proteção estará próxima e será visível. Siga as proteções, termina na parada dupla P1.
2a enfiada: 30m - da P1 siga reto e depois de montar numa rampa inclinada siga um pouco para a direita até a segunda proteção, esta será o início do trecho em artificial. Este trecho tem 4 proteções fixas com um furo de 6mm ( não 1/4 polegadas que dá 6,35 mm ) entre cada uma deles, totalizando 3 furos. Se tiver dificuldade em encontrar os furos procure imaginar onde um conquistador de 1,70m colocaria a proteção esticando o braço. Na conquista foi utilizado apenas costuras e fita de 60 cm e 120 cm. Estribos são mais eficientes. Depois de passar este trecho siga em livre. Termina na parada dupla P2.
3a enfiada: 15m - da P2 siga a linha de proteções. Termina na parada parada dupla P3. Este trecho foi conquistado molhado, neste caso o grau sujerido é Vsup. Dificilmente estará seco, se estiver o grau sujerido é IVsup, senão Vsup.
Descida: Rapel pela própria linha e usar a P1 da via Cavalo Alado para conseguir baixar com uma só corda.
Conquista: Samir Khalil Thalji
Participação: Juliano Perozzo (enfiadas 1 e 2) e Guilherme Franzoi (enfiada 3)
Histórico da conquista:
17/08/2018 - conquista da 1a e 2a enfiada - Neste dia eu Juliano e Mauro fomos escalar na via 4x4 no Setor Face Norte. Juliano queria guiar a ultima enfiada e o Mauro conhecer a via. Depois de escalar esta via almoçamos no estacionamento e o Sandrinho chegou para se juntar a nós. Fomos para o Setor Cachoeira e o plano era o Mauro e o Sandrinho entrar e fazer a 1a repetição da via Minguinho Sangrento e eu em troca de ter ido de segundo na 4x4 o Juliano ia me dar segue na conquista. Como sabia que o Mauro iria querer ir embora assim que terminassem a via eu pensei em fazer o mais rápido possivel. Quando entre o Sandrinho estava quase chegando na P1. Quando cheguei na P1 da conquista eles estavam na P2. A segunda enfiada tambem foi rapida, apesar de não ter estribos, manejei passar o trecho em artificial bem rápido e terminei a 2a enfiada quando deu os 30m para facilitar o rapel. Foi uma verdadeira corrida para terminar antes do Mauro pedir para ir embora. O tempo total da conquista foi de 2 horas entre a saída a a fixação das parada P2. O Juliano não subiu a 2a enfiada. Descemos da P1 com duas cordas de 60m até a base.
29 e madrugada 30/12/2018 - investida noturna mas nada foi feito. A idéia era iniciar as 18:30, assim que o sol baixasse e conquistar a noite, mas o sol só baixou as 20:00 e estava muito quente. Simplesmente tivemos que esperar mais de hora na base para começar. Demorou bem mais do que o planejado e só as 23:30 todos estavam na P1. Naquela hora a Adriana e André não estavam querendo fazer a segunda enfiada pois era a primeira vez que escalavam a noite e a via não estava tão fácil como lhes foi dito. Como atrasou todo plano mantivemos o plano de fazer um churrasco após a escalada, e assim foi feito. Montamos uma churrasqueira e assamos o primeiro churrasco no estacionamento do final da trilha principal, ou quem, sabe da Vila. Comemos as 03:00 e as 04:00 fomos embora.
01/01/2019 - conquista da 3a enfiada - Com o Guila na segurança escalamos até o P2, o trecho em artificial da 2a enfiada estava um pouco molhado, principalmente em cima do bloco. O Guila embarrou toda sapatilha. Acima do P2, que era o trecho a ser conquistado, estava tudo molhado. Mas como tivemos o trabalho de subir com o equipamento e parecia ter agarras nao pensei duas vezes, sempre curti escalar no molhado. Foi indo bem até a 2a proteção, dali em diante estava bem complicado, além de molhado tinha barro, Única alternativa foi tirar a camisa e tentar secar um pouco as agarras de pé e mão. Depois da 3a proteção tentei sair pela direita sobre uma vegetação para depois montar na rocha limpa nas vi que não valia a pena pois estava correndo agua e esr afora da linha. Então retornei e fixei a parada P3. Logo depois o Guila subiu.
Nome da via: Nome dado pelo Samir. O nome tem a ver com a velocidade da conquista da via (duas enfiadas pois a via terminava na P2 quando foi dado o nome). Pegasus o cavalo alado da mitologia Grega.
(Samir, janeiro 2019)
Material: Proteção móvel, rack simples até fenda de dedos e 1 corda de 70m (veja como descer abaixo).
Proteções: Proteção móvel, rack simples até fenda dedos. Parada dupla argolas de inox.
1a enfiada: 43m - saída numa passagem entre vegetação e beirando o mato à esquerda da Minguinho Sangrento. Siga para cima a linha mais óbvia que vai na direção 11hrs e, ao chegar num bloco que faz um pequeno diedro, mude para a direção de 13hrs para chegar numa plataforma na altura da parada da Mingunho Sangrento. Siga para cima uns 10m até um Jerivá. Termina em parada dupla P1.
Descida: Rapel de 35m, necessário corda de 70m ou duas cordas. Possivel rapelar até a P1 da via Minguinho, neste caso uma corda é suficiente.
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solo sem equipamento, ultimos 10m em solitário)
Histórico da conquista:
05/03/2019 - Conquista em solo - Eu e o Guila estavamos indo embora, recém tinhamos baixado de conquista de trecho da 2a enfiada da via #4 devido ao sol forte. Era 12:30 e enquanto guardava todos meus equipamentos na mochila, deixei a furadeira, martelo, soprador, chave e uma proteção fixa com chumbador fora. Ao passarmos pela base da via Minguinho sentei coloquei a sapatilha e comecei a subir em solo sem equipamento para fixar apenas uma proteção fixa e marcar o início de uma nova via, aproveitando que ainda tinha carga na furadeira. Mas a medida que ia subindo encontrava posições para colocação de proteção móvel e não quis colocar nada fixo, assim acabei chegando a posição que seria fixada a parada dupla numa outra ocasião. Desci desescalando.
16/03/2019 - Extensão de 10m e fixação de parada dupla - fixei a corda numa árvore e subi em auto-seguranca para fixar a parada, desta vez levei equipamento móvel. Usei 2 pecas móveis para alcancar o ponto onde no dia 05/03 tinha decidido fixar a parada. Mas decidi subir mais para ver se havia um ponto melhor. Uns 10m para cima, ao lado de um Jerivá a via chegou numa encruzilhada, seguia reto para cima em artificial ou para a esquerda em terreno mais fácil. Como havia uma sombra e o rapel reto até embaixo decidi fixar a parada dupla ali.
Nome da via: Primeira entrada da conquista em solo sem equipamento, depois em solitário com proteção móvel. É a essência da escalada livre das amarras das proteções fixas, na dependência de segurança de outra pessoa e de caminhos já trilhados anteriormente.
(Samir, março 2019)
Material: 8 costuras e 2 cordas de 50 m, cordeletes e anel de abandono para o rapel.
Proteções: Todas proteções são chapeletas de aço inoxidável.
1a enfiada: 28m - siga as proteções até o primeiro par de proteções fixas. Tem mais duas 2m acima, não utilize pois 1 delas não tem aperto no parabolt. Termina na parada dupla P1 que tem duas chapeletas e cada uma tem uma malha rápida fixando um elo de corrente.
2a enfiada: 18m - da P1 siga para as proteções, começa reto depois inclina um pouco à esquerda. Termina na parada dupla P2.
3a enfiada: 20m - da P2 segue suba reto e depois vá para a direita em direção a um diedro, tem duas proteções dentro deste. Saindo do diedro na esquerda tem a parada parada dupla P3.
4a enfiada e 5a enfiada: 55m - da P3 suba reto e depois vá para a direita e subindo quando dá, tem bastante vegetação, procure a linha de rocha limpa e as proteções que podem estar um pouco distantes. Não tem parada duplicada então melhor emendar as duas enfiadas. Termina no topo onde há umas árvores de Eucalipto. Parada P4 é numa destas árvores.
Descida: Rapel pela própria linha. Primeiro rapel do cume recomendamos duas cordas, cordeletes e anel de abandono. É possivel rapelar pela árvore mas lembramos que rapelar com a corda passando diretamente numa árvore é desaconselhado pois, ao puxar a corda, pode danificar a casca e condenar a árvore. Quanto mais longo o rapel mais friccão na casca. Este primeiro rapel tem uma proteção rapelável logo acima de um Jerivá (entre a P3 e P4) mas ela é simples e não é recomendado depender de apenas uma proteção. Uma opção é passar um tramo da corda em cada lado deste Jerivá, mas também neste caso melhor evitar para preservar a árvore.
Conquista: Joca, Cris e Paulo Cesar
Histórico da conquista:
vide croqui abaixo
04/08/2018 - Encontraram a parede
05/08/2018 - Joca 1a enfiada e P1. Cris 4 proteções da 2a enfiada
02/09/2018 - 5a proteção da 2a enfiada, P2 e 1a da 3a enfiada pelo Paulo Cesar. 2a,3a,4a,5a da 3a enfiada pelo Joca
03/09/2018 - 6a,7a,8a,9a da 3a enfiada pelo Chris
Nome da via: sem informações
(informações a conferir)
Croqui Minguinho Sangrento enfiadas 1,2 e 3 ( Paulo Cesar )
Croqui Minguinho Sangrento enfiada 4 ( Paulo Cesar )
Material: 3 costuras e proteção móvel, rack simples até fenda de dedos e 1 corda de 60 m para o rapel
Proteções: Todas proteções fixas são chapeletas de aço inoxidável.
Enfiada única: 35m - mesma base da saída da via Minguinho, desta vá para a direita em direção a primeira proteção fixa, uns 10m para cima. Mais uns 6m tem uma fenda en diagonal à esquerda que dá para proteger com proteção móvel tamanho dedos. Depois de contornar pela fenda retorne até a proteção fixa que esta 3m acima e em seguida siga para cima, mais uns 8m tem a próxima proteção e logo acima termina na parada dupla P1.
Variante: Após a 1a proteção fixa suba na direção 13 horas até a proteção fixa depois suba quase reto até a próxima proteção uns 12 metros acima.
Descida: Rapel de 27m se for feito reto sem passar, pela própria linha nao é reto.
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solitário)
Histórico da conquista:
16/03/2019 - assim que baixei da via Alma Livre entrei nesta linha. No meio optei pela fenda em diagonal à esquerda para poder usar proteção móvel.
30/03/2019 - entrei na variante em solitário, fixei a única proteção fixa da variante e segui até a parada dupla da Alma Velha.
Nome da via: Depois de 33 conquistas em solitário dá para dizer que gosto de isolamento e às vezes da solidão, assim como as Almas Antigas.
(Samir, março 2019)
Material: 3 costuras e proteção móvel, rack simples até fenda de dedos e 1 corda de 60 m para o rapel
Proteções: Todas proteções fixas são chapeletas de aço inoxidável.
Enfiada única: 29m - mesma base da saída da via Minguinho, desta vá bem para a direita beirando a vegetação. Uns metros acima proteja em móvel e depois siga a linha de proteções. O crux é no fim da via. Termina na parada dupla P1.
Descida: Rapel de 24m pela própria linha.
Conquista: Samir Khalil Thalji (em solitário)
Histórico da conquista :
16/03/2019 - assim que baixei da Alma Antiga já entrei nesta linha. No meio optei ir à direita ao invés da face pois a fenda parecia mais interessante. A face pode ser uma futura variante.
30/03/2019 - subi em solitário e fixei a parada dupla.
Nome da via: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena" (João Pessoa ). Via pequena mas certamente valeu a pena a conquista.
(Samir, março 2019)