Os primeiros MOOCs não usaram plataformas específicas. Após o aparecimento das 3 maiores plataformas MOOC em 2012, os números foram crescendo ano após ano. Atualmente, praticamente todos os fornecedores de MOOCs usam plataformas específicas tendo atingido um total de 57 plataformas MOOC até ao final de 2017, de acordo com os números do estudo realizado pela MoocLab
Qualquer instituição educativa pode ser fornecedora de MOOCs se desenvolver uma plataforma ou usar uma solução open source. Embora o número de plataformas MOOC tenha crescido mais de 300% desde 2012, houve um decréscimo de 95% no número de novas iniciativas ano após ano desde o pico de 2013, como podemos observar na figura
Existem fornecedores com fins lucrativos: Coursera, Udacity e Udemy – são os exemplos mais conhecidos. Por outro lado, existem também fornecedores sem fins lucrativos, tal como a edX. O seu software é open source, ou seja, está disponível para qualquer instituição educativa que pretenda fornecer os seus próprios MOOC.
Em termos da oferta geográfica, olhando individualmente para os países, existem ofertas em 23 países. A Austrália é o país com maior percentagem de hospedagem para cursos MOOC, representando 26% da oferta global e essa distribuição é feita principalmente através de uma única plataforma, o OpenLearning, que oferece mais de 4.300 cursos. Nos EUA existe um conjunto de 17 plataformas MOOC, sendo o país com o número mais elevado, providenciando um total de 25% da oferta global com 4.100 cursos seguido pela China que entrega 2.700 cursos, ou seja, 16% da oferta global através de 5 plataformas. Existem ainda outros países que oferecem MOOCs mas a uma escala muito menor tais como: Alemanha, França, Itália, Japão, Índia, Espanha, Taiwan, Dubai, Indonésia, Jordânia, Coreia, México, Peru, Rússia, Arábia Saudita, Suíça, Tailândia, Reino Unido e Ucrânia. Estes países no total contêm 8.500 cursos um conjunto de 33 plataformas.
Nos MOOCs a língua nos quais os cursos são lecionados, o inglês é a idioma dominante possuindo uma percentagem de 81% seguido pelo Espanhol (28%) e o Chinês (19%). Com ainda algum peso surgem as línguas alemã e francesa com 16% cada, português 14% e japonês com 12%.