3.º ciclo
3.º ciclo
Objetivos:
Decompor o problema “estudar para um teste” em tarefas.
Decidir que partes podem ser apoiadas por IA e quais devem ficar em mãos humanas.
Elaborar mini diretrizes de uso responsável para estudo.
Duração: 45-50 minutos
Materiais: Folhas A3, post-its, marcadores.
Passo a passo:
Mapear o processo de estudo (20 min.)
Em grupos, criar um diagrama de passos para preparar um teste (ler apontamentos, fazer resumos, criar flashcards, responder a exercícios, esclarecer dúvidas, rever).
Analisar que tarefas podem ser apoiadas por IA (25 min.)
Para cada passo, decidir:
“IA é útil aqui? Em que medida?”
“Quais são os riscos?” (erro, plágio, superficialidade).
Marcar no diagrama com cores diferentes (ex.: verde – pode usar IA; vermelho – deve ser humano; amarelo – IA + humano).
Definir diretrizes (45 min.)
Cada grupo redige 5 “regras de ouro” para uso da IA no estudo, por ex.:
“Posso usar IA para criar perguntas de revisão, mas respondo sem olhar para a IA.”
“Verifico sempre as explicações da IA com o manual ou caderno.”
Partilha e construção de um quadro geral da turma.
Competências:
Decidir a adequação da IA a diferentes tarefas;
Distribuir trabalho entre humano e IA com base em capacidades/limitações;
Desenvolver diretrizes de uso responsável.
O impacto ambiental da IA é uma das facetas mais negligenciadas da literacia digital, mas essencial para a educação para o desenvolvimento sustentável. Os alunos calculam a energia necessária para usar modelos de linguagem de grande escala.
Objetivos:
Quantificar o consumo energético de consultas a Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLM).
Contextualizar dados abstratos de energia através de comparações com objetos do quotidiano.
Refletir sobre a ética do consumo digital e a responsabilidade individual na preservação de recursos.
Duração: 45-50 minutos
Materiais:
Calculadoras.
Ficha de trabalho "A Minha Pegada de IA".
Infográfico ou dados projetados sobre o ciclo de energia dos Data Center
Passo a passo:
1. A Anatomia de um "Prompt" (10 min.)
Explicação: Quando fazemos uma pergunta à IA, a informação viaja até enormes armazéns de computadores (Data Centers). Estes computadores aquecem muito e precisam de eletricidade constante e água para arrefecimento.
Os números: Apresente os dados base:
1 consulta (prompt): 0,42 Wh.
1 carregamento de telemóvel: 10 Wh.
1 lâmpada LED (10W) acesa por 1 hora: 10 Wh.
2. Exercício de matemática aplicada (15 min.)
O desafio: Os alunos devem calcular o impacto de uma rotina escolar.
Cálculo diário: 25 alunos × 10 perguntas = 250 perguntas/dia.
Cálculo mensal (22 dias úteis): 250 × 22 = 5.500 perguntas/mês.
Consumo total: 5.500 × 0,42 Wh = 2.310 Wh (ou 2,31 kWh).
3. Comparação e escala (15 min.)
Atividade de Conversão: Para tornar o valor real, os alunos devem converter os 2.310 Wh em "Horas de Lâmpada LED" (10W).
Cálculo: 2.310 / 10 = 231 horas.
Discussão: "O uso de uma turma durante um mês equivale a deixar uma lâmpada acesa quase 10 dias seguidos, 24h por dia. Valeu a pena? O que aprendemos que justificasse este gasto?".
4. Debate: uso eficiente vs. uso supérfluo (10 min.)
Ação: Criar uma lista de "Boas Práticas para uma IA Sustentável":
Não usar a IA para perguntas cuja resposta está no manual.
Ser específico no prompt para evitar múltiplas tentativas falhadas.
Valorizar a pesquisa humana e o pensamento próprio antes de recorrer à máquina.
Competências:
Literacia ambiental: Reconhecimento da pegada ecológica das tecnologias digitais.
Responsabilidade social: Tomada de decisão consciente sobre o uso de recursos partilhados.
Matemática aplicada: Utilização de operações básicas e conversão de unidades para resolver problemas de contexto real.
Os alunos simulam efeitos de algoritmos de recomendação de redes sociais. Um professor-algoritmo dirige as escolhas das notícias que cada aluno encontra e depois todos refletem sobre desinformação e vieses algorítmicos.
Objetivos:
Entender como algoritmos filtram informações online;
Reconhecer riscos de manipulação informacional;
Discutir ética e transparência na IA.
Duração: 45-50 minutos
Materiais: Papéis com manchetes de notícias (algumas verdadeiras, outras falsas ou tendenciosas), sistemas de cores para simular interesses.
Passo a passo:
Organizar alunos em pares/pequenos grupos, distribuindo “perfil” (cor) a cada par (ex.: gosto por desportos, política, tecnologia). O professor (personificando um algoritmo) entrega a cada grupo manchetes adaptadas ao seu perfil (mesma notícia vista por interesses diferentes). (5 min.)
Grupos leem as manchetes recebidas e anotam o que entenderam. (10 min.)
Em roda de conversa, cada par partilha as suas manchetes; notam diferenças e discutem: “Porque é que cada um recebeu notícias diferentes? Isso é justo?” (15 min.)
Ligar com o conceito de filtros-bolha e desinformação: explicar que os algoritmos podem reforçar percepções individuais. Perguntar: “Como identificar se uma notícia é manipulada? Como agir?” (10 min.)
Finalizar listando estratégias de verificação de informações (confirmação em fontes confiáveis, diversidade de opiniões). (10 min.)
Competências:
Literacia mediática (reconhecimento de vieses informacionais);
Pensamento crítico (análise de fontes/temas diferentes);
Noções de ética em IA (impacto social das recomendações algorítmicas);
Cidadania digital (sentido crítico em ambiente online).
Objetivos:
Decompor um problema comunitário complexo em subtarefas estruturadas.
Avaliar criticamente onde a intervenção humana (empatia e ética) é superior à IA.
Desenvolver diretrizes de transparência para evitar o plágio e garantir a honestidade académica.
Duração: 90-100 minutos (duas aulas).
Materiais: Quadro branco, post-its de duas cores, acesso a um LLM (opcional para teste), e a "Matriz de Adequação Humano-IA" (folha de trabalho).
Passo a passo:
1. Desafio de contextualização (15 min.): O professor apresenta um cenário: "A escola vai organizar uma campanha de apoio a idosos isolados na comunidade". Os alunos são informados de que a IA não é mágica e que a sobredependência pode levar à perda de agência intelectual. O objetivo é usar a IA para maximizar a eficiência, sem perder o "coração" humano do projeto.
2. Decomposição de problemas (20 min.): Em grupos, os alunos listam todas as subtarefas necessárias para o sucesso da campanha.
Exemplos: Analisar dados de horários de voluntários, escrever textos para as redes sociais, decidir qual idoso precisa de ajuda mais urgente, confortar alguém triste, criar um logótipo, e verificar se as informações de saúde são exatas.
3. Matriz de decisão e julgamento ético (30 min.): Utilizando post-its de cores diferentes (ex: azul para "Humano", amarelo para "IA"), os grupos colam as tarefas numa matriz de eixos: Eficiência Técnica vs. Necessidade de Empatia/Ética. Os alunos devem
Debater por que razão a IA é excelente para organizar calendários (padrões), mas perigosa para decidir prioridades de apoio social (viés e falta de julgamento moral).
Identificar onde é necessária a "verificação humana" não negociável.
4. Redação do Código de Transparência (20 min.): Cada grupo redige um curto "Manifesto de Uso Responsável" para o seu projeto. Este documento deve responder:
Como será declarado o uso da IA no material criado?
Que tarefas são proibidas de serem feitas inteiramente por IA para garantir a aprendizagem?
Como evitarão que a IA invente factos sobre a comunidade (alucinações)?
5. Debate de encerramento: "O Capitão do Navio" (15 min.): Cada grupo apresenta a sua divisão de tarefas. O professor reforça o conceito de "Human-in-the-loop": a ideia de que o aluno é o capitão e a IA é apenas um tripulante especializado. Discutem as consequências de ceder o controlo total à máquina.
Competências:
Gestão da IA (capacidade de delegar tarefas de forma intencional, distinguindo entre automação e julgamento ético);
Pensamento crítico (verificação de credibilidade e deteção de limitações técnicas);
Cidadania digital (responsabilidade social e ética no uso de tecnologias que impactam terceiros);
Comunicação (explicar de forma transparente o papel da tecnologia no processo criativo).
Trata-se de uma variação da atividade anterior, aplicada a um contexto diferente.
Objetivos:
Decidir a adequação do uso da IA em tarefas que exigem julgamento ético e empatia.
Decompor problemas complexos, distribuindo funções entre humanos e sistemas de IA com base nas suas capacidades e limitações.
Elaborar um "Protocolo de Transparência Académica" para regular o uso de ferramentas na sala de aula.
Duração: 90-100 minutos (duas sessões ).
Materiais: Cartões de tarefa, Matriz "Quem Faz o Quê?", acesso a um sistema de IA (ex: LLM), folha de redação para o código de conduta.
Passo a passo:
1. Desafio de contextualização (10 min.): O professor propõe que a turma organize um "Fórum Escolar sobre o Futuro das Profissões". Os alunos devem compreender que, para gerir este projeto, a IA deve ser vista como um "parceiro de pensamento" e não como um substituto da inteligência humana.
2. Decomposição de tarefas (20 min.): Em grupos, os alunos recebem uma lista de tarefas necessárias para o fórum. Devem decompor o projeto em subtarefas específicas:
Exemplos: Pesquisar tendências de mercado, escrever convites formais, confortar um colega que está nervoso com a apresentação, decidir que oradores convidar com base nos valores da escola, criar imagens para os cartazes, verificar se os dados estatísticos são verdadeiros.
3. Matriz de adequação e julgamento (30 min.): Os alunos preenchem uma matriz onde classificam cada tarefa em duas colunas: Delegar à IA (automação/eficiência) ou Manter no Humano (empatia/ética).
Discussão crítica: Devem justificar por que razão a IA pode resumir fontes primárias, mas não deve tomar decisões de "alto risco" ou que afetem a sensibilidade humana, como escolher os vencedores de um prémio ou mediar um conflito entre colegas.
4. Redação do Protocolo de Uso Responsável (20 min.): Cada grupo deve redigir três regras de honesta académica e transparência para o projeto:
Regra 1: Como citar e declarar o uso da IA nos materiais criados.
Regra 2: Como verificar a veracidade das informações geradas pela IA (leitura lateral).
Regra 3: Que partes do trabalho são proibidas de serem feitas por IA para garantir o desenvolvimento intelectual dos alunos.
5. Apresentação e reflexão final: "O Capitão do Navio" (15 min.): Os alunos apresentam as suas escolhas. O professor reforça a ideia de que o humano é o "capitão" responsável pelo uso da ferramenta e pelas consequências éticas dos seus resultados.
Competências:
Gestão da IA (capacidade de atribuir tarefas de forma intencional, priorizando o julgamento humano onde existe contexto e emoção;
Pensamento computacional (decomposição de um problema complexo em componentes manejáveis);
Ética e responsabilidade (reconhecimento da accountability [responsabilidade] humana sobre os outputs da máquina);
Auto e social-consciência (compreensão de como a IA influencia a comunicação e a criatividade).
Objetivos:
Diferenciar tarefas mecânicas (onde a IA ajuda) de tarefas de aprendizagem profunda (onde a IA pode prejudicar).
Analisar o impacto do uso da IA na aquisição de competências específicas.
Criar um "Guia de Utilização" para diferentes disciplinas.
Duração: 90-100 minutos (2 aulas).
Materiais: Cartões de "Tarefa Escolar", Quadro de "Semáforo da IA" (Verde, Amarelo, Vermelho), post-its.
Passo a passo:
O desafio dos cenários (20 min.): O professor apresenta 3 tarefas: (A) Aprender a conjugar verbos em Inglês; (B) Organizar uma bibliografia; (C) Escrever uma opinião sobre um livro.
Análise de objetivo (25 min.): Em grupos, os alunos devem identificar qual é o objetivo real de cada tarefa. Exemplo: "O objetivo de escrever uma opinião é treinar o pensamento crítico ou apenas ter o texto pronto?".
Classificação no semáforo (25 min.): Os grupos colam as tarefas no semáforo:
Verde (usar livremente): Tarefas repetitivas ou de organização (ex: formatar texto).
Amarelo (usar com cuidado): Apoio à pesquisa ou tradução de palavras isoladas.
Vermelho (evitar): Quando a IA faz o que o cérebro deveria estar a treinar (ex: resolver um problema matemático para o qual vai haver teste).
Debate (20 min.): "Se a IA fizer a vossa redação, quem é que aprendeu a escrever? Vocês ou o robô?".
Gerir a IA: Capacidade de selecionar e utilizar ferramentas de IA de forma produtiva, ética e autónoma.
Pensamento crítico e criativo: Analisar processos de pensamento e avaliar o impacto da tecnologia na autonomia pessoal.
Agência humana: Reconhecer que o controlo da aprendizagem deve permanecer no indivíduo, usando a tecnologia como extensão e não como substituto.
Literacia digital: Compreender as limitações funcionais e os riscos de dependência tecnológica.
Objetivos:
Aprender a definir um papel (Role) e um tom para a IA através de instruções.
Utilizar a IA para testar argumentos sobre temas escolares ou sociais.
Identificar quando a IA se desvia do papel atribuído.
Duração: 90-100 minutos (2 aulas).
Materiais: Computadores/tablets, acesso a um chatbot (Gemini, ChatGPT), folha de "Guia de Programação de Persona".
Passo a passo:
A Escolha do Tema (10 min.): A turma escolhe um tema polémico (ex: "As redes sociais deveriam ter um limite de tempo diário para menores?").
Engenharia da Persona (25 min.): Os alunos não podem apenas fazer perguntas. Devem escrever um prompt estruturado seguindo o modelo:
Papel: "Tu és um professor de Ética rigoroso."
Tarefa: "Quero que debates comigo. Eu sou a favor do limite de tempo. Tu deves apresentar 3 argumentos contra."
Tom: "Usa uma linguagem séria, mas fácil de entender. Não me dês razão à primeira!"
O Duelo (30 min.): Os alunos iniciam o debate. Devem tentar convencer a IA, enquanto tomam notas de como ela responde.
Avaliação (25 min.): No final, os alunos preenchem uma tabela: "A IA manteve o tom?", "Os argumentos foram úteis para eu aprender mais sobre o tema?", "Onde é que a IA falhou?"
Competências:
Interagir com a IA: Domínio de técnicas básicas de prompting (persona e contexto).
Pensamento crítico: Avaliação da qualidade e relevância da argumentação externa.
Comunicação: Capacidade de formular ideias de forma clara para convencer um interlocutor.
Objetivos:
Utilizar a IA para resumir fontes primárias e comentários históricos.
Identificar diferentes perspetivas (pontos de vista) sobre um mesmo evento.
Detetar "omissões" ou preconceitos simples nos resumos gerados pela IA.
Duração: 90-100 minutos (2 aulas).
Materiais: Computadores com acesso a um chatbot de IA (Gemini/ChatGPT), fichas de "Análise de Fonte".
Passo a passo:
O caso histórico (15 min.): O professor propõe um tema (ex: "A Expansão Portuguesa: Encontro de Culturas ou Conquista?").
Consulta ao arquivo digital (25 min.): Os alunos fornecem à IA excertos de fontes primárias (ex: uma carta de um navegador e um relato de um povo nativo) e pedem: "Resume estas duas fontes e diz quais são as principais diferenças entre elas".
Investigação de viés (25 min): Em grupos, os alunos comparam o resumo da IA com os textos originais. Pergunta: "A IA deu a mesma importância a ambas as vozes? Ela usou palavras que fazem um lado parecer 'bom' e o outro 'mau'?".
A nova interpretação (25 min.): Cada grupo escreve uma conclusão curta que tente equilibrar as fontes, corrigindo o que a IA possa ter ignorado.
Competências:
Literacia da informação: Capacidade de verificar a fidelidade de um resumo face ao texto original.
Pensamento crítico: Reconhecer que a história é feita de múltiplas perspetivas.
Interagir com a IA: Saber usar prompts para comparar pontos de vista.
Objetivos:
Apresentar ferramentas comuns de IA (texto e imagem) aos colegas.
Criar um "Código de Conduta" simples para evitar a fraude escolar.
Demonstrar como detetar informações falsas ou enviesadas.
Duração: 90-100 minutos (2 aulas).
Materiais: Cartazes, post-its, acesso a ferramentas (Gemini, Canva Magic Media), folha de "Cenários de Ética".
Passo a passo:
Preparação da estação (20 min.): A turma divide-se em grupos. Cada grupo prepara uma "estação de demonstração" sobre um tema: Estação 1 (Como citar a IA); Estação 2 (Como verificar factos); Estação 3 (Limites da IA na Arte).
Abertura e demonstração (30 min.): Os alunos convidam colegas de outra turma (ou rodam entre grupos). Demonstram o uso de uma ferramenta, mostrando um exemplo de "bom uso" (ajuda na estrutura) e "mau uso" (plágio total).
Jogo do "Verdadeiro ou Falso" (20 min.): Os alunos "líderes" apresentam imagens ou textos gerados por IA e desafiam os pares a encontrar erros lógicos ou sinais de manipulação.
O compromisso (20 min.): No final, cada participante escreve num post-it uma regra de honestidade que promete seguir (ex: "Nunca direi que um texto da IA é meu").
Competências:
Comunicação e literacia: Explicar conceitos técnicos de forma clara.
Ética e justiça: Promover a honestidade académica e o respeito pelo trabalho original.
Colaboração: Liderar atividades de grupo e partilhar conhecimento de forma generosa.
Objetivos:
Gerar múltiplas variações de um conceito original usando IA.
Avaliar criticamente as sugestões da IA com base na viabilidade e originalidade.
Fundir ideias geradas com a visão inicial do grupo.
Duração: 90-100 minutos (2 aulas).
Materiais: Post-its, computadores/tablets com chatbot de IA (Gemini/ChatGPT), cartolinas para o protótipo final.
Passo a passo:
A semente (15 min.): Cada grupo define um conceito para um novo produto (ex: "Uma mochila para alunos do futuro"). Devem listar 3 características base.
A explosão de ideias (25 min.): Os alunos inserem o seu conceito na IA e pedem: "Dá-nos 5 variações diferentes desta mochila, focando-te em aspetos como sustentabilidade, tecnologia e conforto. Sê criativo."
A curadoria humana (25 min.): O grupo analisa as 5 opções. Devem usar uma grelha de avaliação: "O que é impossível?", "O que é brilhante?" e "O que é que a IA esqueceu?".
A refinação (25 min.): Os alunos criam a versão final do produto, misturando as suas ideias iniciais com os melhores elementos da IA. Apresentam à turma justificando por que escolheram certas variações e descartaram outras.
Competências:
Criar com a IA: Utilizar ferramentas generativas para superar o bloqueio criativo e explorar alternativas.
Colaboração: Negociar decisões dentro da equipa sobre que elementos manter no projeto.
Pensamento crítico: Avaliar a qualidade e a utilidade dos outputs produzidos pela máquina.