Práticas Pedagógicas
Práticas Pedagógicas
Este espaço se constitui de sugestões de práticas pedagógicas na forma de projetos interdisciplinares e de aulas, relacionadas a uma concepção ativa e crítica da Educação Física. Sem a pretensão de entregar aos colegas de profissão planos de aulas engessados, saliento que consistem apenas sugestões para a instigar a criatividade do professor, abrindo-se um leque de possibilidades.
ESQUEMA DE AULA SUGERIDO
Tema: Algum assunto relacionado à cultura corporal e sua relação com temas sociais atuais, resgatando o contexto histórico-cultural dessas práticas corporais e confrontando com a realidade dos educandos.
Objetivos: Serão elaborados pelo professor de acordo com o tema que se pretende adotar para o ensino-aprendizagem e com base no que o professor pretende alcançar, visando sempre uma prática pedagógica ativa e crítica.
Conteúdos: Serão determinados pelo professor, seguindo os critérios sugeridos neste site com base nas Abordagens Saúde-Renovada e Crítico-Superadora, priorizando aos conteúdos da cultura corporal.
Recursos didáticos: Vídeos; livros; e-books; artigos científicos; materiais esportivos; materiais alternativos; quadro branco ou negro; pincel/giz; apagador; computador; celular; filmes; músicas; projetor; papel; reportagem; etc.
Metodologia: Será escolhida pelo professor, seguindo os critérios sugeridos neste site fundamentados na concepção de educação formulada por Paulo Freire e nas abordagens críticas acima mencionadas.
TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Diálogo: É importante ressaltar que a cada tema novo abordado pelo professor, a aula deve iniciar por meio de um diálogo com os alunos para detectar quais os conhecimentos prévios que eles trazem sobre aquele assunto. Pode-se provocar os estudantes com questões como: O que vocês conhecem sobre esse tema? Acham interessante/importante para a sua vida? De que forma esse tema poderia impactar/influenciar a vida das pessoas? Já vivenciaram essa prática corporal? De onde e quando ela surgiu? Para qual fim ela serve? Essa prática foi criada por alguma ou destinada para uma classe social, cultural, econômica? É somente uma prática ou foi desenvolvida com alguma intenção? Você acha que existe algum interesse por trás dessa prática corporal, dessa diretriz, dessa norma, dessa política pública? O que você fazer para mudar esse contexto? O que você pode fazer para melhorar essa situação, essa realidade, esse fato?
Essas são sugestões de questões que podem ser feitas em um primeiro momento e adaptadas pelo professor de acordo com o conteúdo, objetivo, cultura corporal abordada.
Após o diálogo, o professor deve conduzir a aula com um método que considerar mais pertinente, dependendo das características individuais da turma, para orientar o aprendizado do aluno, visto que a forma escolhida pelo professor pode motivá-los ou não. Podem ser utilizados métodos como: aula expositiva; aplicação de exercícios; dinâmicas, práticas individuais ou de grupos; dramatização; estudo de texto; mapa conceitual; pesquisas; construção de seminário; painel; debates; resolução de problemas, etc. O professor deve possibilitar, através da metodologia escolhida, uma contextualização histórica-cultural das práticas corporais da cultura corporal.
Duração: A duração das aulas vai sempre depender dos objetivos estipulados, conteúdos abordados e da metodologia escolhida pelo professor.
Avaliação: Avaliar representa detectar se os objetivos predefinidos pelo professor foram alcançados. Deve-se priorizar o processo de ensino-aprendizagem, utilizando-se de métodos como a participação do aluno durante a aula, exposição oral ou escrita sobre o conhecimento assimilado, trabalhos individuais ou em grupos feitos na aula ou em casa, autoavaliação.
Este tema pode ser trabalhado em parceria com os professores dos cursos técnicos, visto ser de suma importância para a saúde e qualidade de vida dos jovens e futuros trabalhadores.
Objetivos:
Propiciar a aprendizagem dos alunos acerca dos conhecimentos básicos sobre atividade física, como mensurar o NAF, a importância de se consolidar um estilo de vida ativo;
Problematizar com os alunos questões sociais e ambientais que influenciam na constituição de um estilo de vida ativo e mais saudável;
Promover a criatividade e criticidade dos alunos quanto a essas questões relacionadas ao NAF e a intervenção e construção de ações que possam proporcionar efetivamente um melhor estilo de vida para a comunidade escolar.
Conteúdos:
Conceito de atividade física, exercício físico, aptidão física, saúde;
Classificação das atividade físicas quanto sua intensidade;
NAF, mensuração e classificação; fatores que influenciam para um estilo de vida ativo e saudável;
Recursos didáticos:
Vídeo explicativo da aplicação do Questionário Internacional de Atividade Física - IPAQ;
E-book: Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida - Conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo; Markus Vinícius Nahas (se encontra na seção E-books).
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA. Ver sugestões de questões para conduzir o diálogo no esquema de aula sugerido. Pode-se adotar questões como: como você considera o seu NAF hoje? O que pode ser feito para melhorar? Qual a idade ideal para se constituir hábitos mais favoráveis para se term um bom NAF? Quem pode ajudar/colaborar/promover melhores condições para que as pessoas tenham um bom NAF? Observar se os estudantes levantam questões somente individuais ou tem uma visão de coletividade sobre o NAF geral da população.
Sugestão:
Aula expositiva com utilização de slides sobre os conceitos básicos relacionados à atividade física; utilização do vídeo sobre o IPAQ;
Aplicação do IPAQ, aferição em duplas e troca de questionário na dupla para classificação;
Entrega de um papel para cada dupla contendo as questões elencadas a seguir para promover uma discussão entre a dupla para identificar se o estudante reconhece sua condição, os motivos que levaram o estudante àquela condição de NAF, o que pode ser feito para melhorar ou manter, questionar se depende só do indivíduo ter um estilo de vida ativo e saudável, quais fatores externos podem determinar uma condição melhor ou pior desse estilo de vida. Obs: pedir para que escrevam as respostas.
Pedir para que os alunos discutam e escrevam possíveis soluções para os problemas encontrados que prejudicam a adoção de um estilo de vida ativo.
Exposição oral pela dupla sobre os problemas encontrados e as sugestões de soluções.
Duração: 2 a 3 aulas. Vai depender dos objetivos estipulados, conteúdos abordados e da metodologia escolhida pelo professor.
Avaliação: Participação do aluno nas aulas e exposição oral.
MARQUES, R. F. R.; GUTIERREZ, G. L.; ALMEIDA, M. A. B. de. O esporte contemporâneo e o modelo de concepção das formas de manifestação do esporte.
LIMA, G. S.; NIERO, R. F. A visão sociológica de Pierre Bourdieu sobre o esporte. Akrópolis Umuarama, v. 19, n. 2, p. 125-134, abr./jun. 2011.
Objetivos:
Promover o conhecimento científico sobre o esporte na perspectiva histórica, sociológica e crítica.
Problematizar questões que envolvem o mundo esportivo na atualidade confrontadas com a realidade dos estudantes e permitir que reflitam sobre elas.
Proporcionar a criticidade dos alunos quanto a essas questões relacionadas ao esporte e criatividade nas adaptações das modalidades esportivas.
Conteúdos:
História do esporte, manifestações do esporte, características, benefícios.
Tema atuais relacionados ao esporte (discriminação, fenômeno, ascensão social e econômica, (des)valorização de esportes, consumo, esporte-espetáculo, entre outros).
O esporte e sua vida
Recursos didáticos:
Projetor, slides.
Papel e caneta.
Celular.
Material esportivo, alternativo e adaptado.
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Sugere-se a leitura, pelo professor, dos artigos relacionados para embasamento teórico quanto a uma concepção mais crítica do esporte e do subitem 2.3 - Esporte: relações com a qualidade de vida páginas 75-80, do e-book Qualidade de vida, que se encontra na seção E-books.
Durante o diálogo, sugere-se que sejam levantadas questões como: o que você sabe/pensa sobre o esporte? Como o esporte está relacionado com sua vida? O esporte é causa de benefícios ou malefícios na vida das pessoas? Que tipo de benefícios? Que tipo de malefícios? Todo esporte é indicado para todos? Alguns esportes são específicos para determinada população, classe, gênero, raça? E assim por diante.
Sugestão:
Após o diálogo introdutório, o professor pode adentrar no conteúdo específico do esporte, como a história, características, classificação, modalidades, entre outros. Pode ser feito por aula expositiva com slides.
Os estudantes devem se organizarem em grupos. Propor que pesquisem modalidades de esporte que nunca foram desenvolvidas na escola e que possam ser executadas. Cada grupo escolherá uma modalidade. Sugira aos estudantes que pensem na inclusão de todos, superação de dificuldades, considerando os aspectos de não exigir aptidão física e habilidades muito específicas. Estipular que os alunos façam adaptações para ser possível a prática na escola. Durante a procura e escolha, pedir para que anotem as modalidades que foram pensadas, porém, descartadas por impossibilidade de adaptação e os motivos.
Depois de formuladas as adaptações, os estudantes apresentam à turma as modalidades adaptadas com explicação das regras. Abre-se para uma discussão, podendo ser alteradas de acordo com sugestão do restante da turma, chegando a um consenso quanto à todas as propostas. Discutir a viabilização dos materiais necessários e cooperação de todos.
Reserve as aulas seguintes para execução das novas modalidades.
Duração: Vai depender do número de grupos. Podem ser executadas uma ou duas modalidades por aula.
Avaliação: Participação nas aulas, adaptação das modalidades e exposição à turma.
Deve ser proposto aos professores dos cursos técnicos que envolvem a Química e/ou a Biologia em seu conteúdo curricular uma parceria de intervenção pedagógica, como os cursos de Química, Agroindústria, Agricultura.
Objetivos:
Promover conhecimento sobre o aspecto nutricional dos indivíduos e sobre as medidas antropométricas.
Problematizar as relações entre o estado nutricional e os fatores individuais e coletivos associados.
Proporcionar a criatividade e criticidade dos alunos quanto a essas questões relacionadas ao estado nutricional, a intervenção e construção de ações que possam contribuir com a adoção de hábitos alimentares mais saudáveis da comunidade em geral.
Conteúdos:
Componentes básicos do organismo humano; medidas de composição corporal, sobrepeso e obesidade,
Índice de Massa Corporal (IMC): conceito, fórmula, classificação
Medida da Circunferência da Cintura (CC)
Dobras cutâneas
Recursos didáticos:
Fita métrica (solicitar que os estudantes levem).
Balança digital (solicitar que os estudantes levem).
Tabelas de classificação do IMC.
Papel e caneta.
Papel craft, cartolina, pincéis, giz de cera, tinta.
E-book: Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida - Conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo; Markus Vinícius Nahas (se encontra na seção E-books). Nesse e-book você encontra um compilado dos conteúdos elencados.
E-book: Qualidade de Vida; Marco Antonio Bettine de Almeida, Gustavo Luis Gutierrez, Renato Marques (2012); se encontra na seção E-books. Nesse e-book se encontram uma reflexão crítica
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Durante o diálogo, questionar o que eles conhecem sobre como verificar o estado nutricional das pessoas, desde quando fazem esse acompanhamento, diferença de composição corporal entre homem e mulher. A culpa é da própria pessoa quando está com a composição corporal insatisfatória?
Sugestão:
Aula expositiva com utilização de slides sobre possíveis medidas do estado nutricional, conceitos relacionados a medida do IMC, sua classificação e limitações; sobre a medida da circunferência da cintura; mencionar outros tipos de medidas antropométricas.
Aplicação do IMC e da medida da CC, aferição em grupos (formar os grupos de acordo com o número de balança e fita métrica disponível), anotação das medidas e classificação (se algum estudante se sentir constrangido, deixe-o livre para formar seu grupo, dupla ou participar como auxiliar).
Discussão no grupo sobre os fatores que podem interferir no estado nutricional das pessoas, sejam eles pessoais ou externos. Anotação da discussão: elencar os fatores.
Os alunos devem discutir e escrever soluções para os fatores diagnosticados que prejudicam o estado nutricional. Essas soluções devem ser elaboradas levando-se em conta questões individuais e coletivas, ou seja, o que cada indivíduo pode fazer para melhorar seu estado nutricional e o que o coletivo (na sua casa, na sua rua, no seu bairro, na sua escola, na comunidade), por meios de ações individuais e coletivas.
Feito isso, o professor, embasado na de leitura dos dois subtópicos do e-book Qualidade de Vida, quais sejam: 2.4 - Comentários sociológicos da cultura alimentar, páginas 80-86 e 2.5 - A Educação nutricional desde a ótica de Pierre Bourdieu, páginas 86-91, conduzirá uma nova discussão no sentido de provocar uma reflexão dos alunos quanto aos fatores e soluções que eles propuseram, permitindo mais um tempo para que eles discutam, reescrevam e acrescentem fatores e soluções.
Confecção de cartazes de orientação, de alerta, de provocação de reflexão e propostas baseadas nos fatores e soluções encontradas e exposição oral do grupo ao restante dos estudantes.
Exposição dos cartazes na escola.
Trecho tirado do e-book: "Deve-se considerar, para pensar a educação nutricional, duas esferas importantes. A primeira, compreender que a mudança de hábitos, ou seja, de estilos de vida, é diretamente dependente da melhoria de condições de vida. Ou seja, um sujeito só pode adotar certos hábitos se o acesso a eles lhe for garantido ou facilitado. Portanto, não basta centrar esforços apenas no sentido de conscientizar os sujeitos acerca dos benefícios de uma boa alimentação. Muitas vezes, principalmente no caso de esferas sociais menos privilegiadas, é necessário adotar programas de políticas públicas que facilitem e aumentem as possibilidades de escolhas de alimentos para o dia-a-dia desses sujeitos, evitando, inclusive, a culpabilização da vítima por suas escolhas (...). A segunda esfera diz respeito à compreensão dos diferentes habitus e seu caráter de estrutura estruturante. Nisso se inclui que o capital simbólico, caracterizado pelo ato de se alimentar de determinada maneira, só faz sentido e tem valor se o grupo social específico assim o reconhece. Portanto, é necessário não apenas inserir novos conceitos de alimentação saudável, mas transformar paradigmas. Fazer com que o reconhecido e valorizado em determinado grupo social seja algo próximo do que se tem como ideal e objetivo no programa de educação nutricional (ALMEIDA; GUTIERREZ; MARQUES, 2012).
Duração: 3 aulas
Avaliação: Participação nas aulas, exposição oral dos fatores e soluções encontradas e confecção dos cartazes.
Corrida das desigualdades
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?t=55s&v=L177yGji8eM
O que é a desigualdade social?
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=MdFkCbfizAM&t=1s
Música grupo 1: Racismo é burrice
Detonautas ft. Gabriel Pensador.
Música grupo 2: Não precisa ser Amélia
Bia Ferreira
Música grupo 3: Estudo errado
Gabriel Pensador
Música grupo 4: Diferenças
Rael
Música grupo 5: Palavras repetidas
Gabriel Pensador
Este tema pode ser trabalhado em parceria com os professores dos cursos técnicos, visto ser um assunto atual e sobre a realidade dos jovens e futuros trabalhadores.
Objetivos:
Proporcionar uma vivência teórica e prática relativa às questões de desigualdades sociais.
Problematizar a desigualdade social existente na sociedade em que vivemos e provocar uma reflexão crítica dos estudantes quanto a essas questões.
Proporcionar criticidade dos alunos quanto a essas questões relacionadas à desigualdade social, a intervenção e construção de ações que possam contribuir com a diminuição da desigualdade social no âmbito escolar e na comunidade em geral.
Conteúdos:
Desigualdades sociais: conceito, tipos, questão legal.
Temas atuais relacionados com a desigualdade social: mídia, internet, habitação, alimentação, saneamento básico, qualidade do ensino público, formação acadêmica, desemprego, saúde pública, transporte público, acesso à cultura, qualidade de vida.
Recursos didáticos:
Vídeo da corrida das desigualdades sociais
Vídeo explicativo sobre as desigualdades sociais
Computador/projetor
Celular
Músicas/ letras impressas
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Essa aula pode ser realizada após o encerramento da aula sobre Esporte, visto que ela aborda os aspectos de preconceito e discriminação no meio esportivo, que caracterizam as desigualdades existentes na sociedade.
Iniciar o diálogo com os estudantes sobre questões de desigualdades sociais, como: o que pensam sobre o assunto? Quais os tipos de desigualdades eles conhecem? Qual desigualdade já presenciaram ou vivenciaram? Como se sentiram? O que fizeram? Vê-se muita desigualdade na mídia? Que tipo? Existem leis contra as desigualdades sociais? Quais? São efetivas? E assim por diante.
Sugestão:
Após o diálogo, disponibilize o vídeo aos estudantes. Deixe que os estudantes acrescentem ao diálogo inicial outros comentários depois de assistirem o vídeo.
Disponibilize o vídeo da corrida das desigualdades. Proponha ir para a quadra/ginásio para executar entre eles a corrida. As falas quanto aos passos a serem dados na corrida podem ser adaptadas de acordo com a realidade regional, da escola, da turma. Pode-se acrescentar também questões como ser mulher, ser homossexual, ser deficiente, ter algum transtorno, entre outras questões que configurem desigualdade. Após a execução da corrida, disponham-se em círculo sentados no chão e abra uma nova discussão. Pode haver polêmica entre questões políticas, então, o professor deve ser o mediador, deixando que todos expressem seus sentimentos e respeitem a opinião uns dos outros.
Formar grupos. Distribuir as letras das músicas (uma para cada grupo). Cada grupo vai ouvir a música no celular, acompanhar a letra e discutir sobre a letra. Em seguida, começar a organizar um seminário, cada grupo com seu tema. Os grupos devem utilizar de conteúdo teórico, áudio-visual (a música, slides, figuras, vídeo) para organizarem o seminário que será realizado posteriormente (estipular um prazo). Tema dos grupos: 1 - racismo (mídia, políticas públicas e diferenças - lei que combate, influência na qualidade de vida); 2 - desigualdade de gênero (políticas públicas e diferenças - lei, emprego, obrigações domésticas, mídia, influência na qualidade de vida), 3 - qualidade de ensino e formação acadêmica (políticas públicas e diferenças - cotas, influência na qualidade de vida); 4 - classe social (políticas públicas e diferenças - mídia, transporte, acesso à cultura e ao lazer, desemprego, influência na qualidade de vida); 5 - classe social (políticas públicas e diferenças - mídia, habitação, alimentação, saneamento básico, saúde, influência na qualidade de vida);
Sugere-se que o professor de Educação Física exponha a aula para o professor de Sociologia, previamente, convide-o para fazerem uma parceria e, junto com a aula apresentada, este professor trabalhe o conteúdo desigualdade social. Essa conversa deve acontecer no início do ano letivo para detectar no cronograma de Sociologia, quando será abordado esse tema.
Duração: 3 aulas.
Avaliação: Participação na aula.
Este tema pode ser trabalhado em parceria com todos os professores dos cursos técnicos, como forma de integração entre todos os componentes curriculares.
Objetivos:
Promover um ensino-aprendizagem dos conteúdos do componentes curriculares, voltado para a formação integrada do estudante, e, dessa forma, contribuir para a sua formação integral, de maneira lúdica e recreativa.
Proporcionar um momento de socialização, descontração, diversão, criatividade, criticidade, aprendizagem.
Conteúdos:
Todos os conteúdos abordados no ano letivo nas aulas interdisciplinares.
As questões devem ser formuladas tendo em mente esses conteúdos; quanto mais componentes curriculares abranger, melhor; priorizar questões que envolvam e exijam dos alunos a criatividade e criticidade.
Recursos didáticos:
Material de Educação Física disponível e alternativo para construir o circuito.
Papéis, canetas, lápis.
Mesas e cadeiras.
Sino/campainha/chocalho/apito.
Metodologia:
Inicialmente os professores deverão elaborar as questões, de acordo com o currículo de seu conteúdo, sobre os temas abordados previamente nas aulas interdisciplinares.
Em reunião de professores, estes deverão organizar as questões de maneira interdisciplinar sobre os conteúdos abordados em todas as aulas interdisciplinares ocorridas no ano letivo.
Após organização das questões do Quiz, fazer um trabalho de divulgação e motivação com os alunos.
O Quiz será executado na quadra ou ginásio esportivo. O professor de Educação Física planejará um circuito motor de obstáculos ao longo da quadra, para que os alunos percorram até chegar em determinado ponto (pode ser uma mesa com cadeira para resolver questões, se necessário), onde irão responder a questão anunciada.
Para manter o espírito esportivo e de cooperação, propõe-se a mistura dos estudantes entre as salas e divisão de equipes (pode ser por sorteio).
Para melhor organização, sugere-se um circuito com os mesmos desafios para cada equipe, evitando, assim, que todos passem no mesmo circuito. Os professores que estiverem de horário vago em cada etapa do quiz, podem ser convidados para auxiliarem. Quanto mais professor colaborando, melhor.
Dependendo da quantidade de turmas, o quiz pode ser feito por etapas.
Os alunos têm autonomia para se organizarem da forma que melhor convier para responder as questões (determinar previamente, correr para o circuito quem souber, discutir a resposta se ninguém estiver sabendo resolver, mas, somente um de cada equipe deve percorrer o circuito até o ponto de dar a resposta.
Como essa proposta é destinada aos alunos do 3º ano do Ensino Médio, sugere-se que as questões podem abordar conteúdos que são pré-requisito de conteúdos específicos do 3º ano.
A cada resposta correta vai contando-se a pontuação. Se um aluno responder errado, os outros das demais equipes terão a chance de responder certo, seguindo a ordem de chegada no ponto de resposta.
Ao final do quiz, ou de todas as etapas, dependendo do número de equipes, todos serão premiados com algo simbólico. Pode ser confeccionada caixas com os prêmios dentro, anexado em cada prêmio mensagens motivadoras. Sugere-se que a equipe que melhor pontuou vai escolher primeiro sua caixa e assim sucessivamente. Em seguida, cada equipe vai escolher uma equipe para premiar, até que todas sejam premiadas. Todos receberão a MESMA premiação.
Duração: Vai depender do número de equipes. Ideal se fosse em um dia entre todas as equipes.
Avaliação: Roda de conversa para autoavaliação e avaliação do projeto.
Deve ser proposto aos professores dos cursos técnicos que envolvem a Química e/ou a Biologia em seu conteúdo curricular uma parceria de intervenção pedagógica, como o curso de Química.
Objetivos:
Educação Física: Propiciar o conhecimento científico sobre os esteróides anabolizantes e a reflexão crítica sobre seu uso.
Arte: Os professores desse componente curricular devem elaborar seus objetivos.
Biologia: Os professores desse componente curricular devem elaborar seus objetivos.
Química: Os professores desse componente curricular devem elaborar seus objetivos.
Conteúdos:
Educação Física: Esteróides anabolizantes - conceito, classificação, composição, função, riscos e efeitos colaterais, legalidade.
Arte: Caracterização do teatro.
Biologia: Hormônio - conceito, classificação, etc.
Química: Moléculas - classificação química, composição, etc.
Recursos didáticos:
Educação Física: quadro (branco/negro); pincel/giz; slides, projetor, vídeo sobre o tema.
Arte: Determinados pelos professores desse componente curricular.
Biologia: Determinados pelos professores desse componente curricular.
Química: Determinados pelos professores desse componente curricular.
Metodologia:
Os professores de Biologia, Química e Educação Física podem iniciar as aulas invertendo a abordagem, ou seja, o professor de Biologia pode iniciar uma discussão sobre os esteróides anabolizantes, sem abordar os conceitos biológicos; o de Química pode falar sobre o hormônio, sem abordar os conceitos químicos e o de Educação Física, iniciar a aula escrevendo no quadro a fórmula molecular de um esteróide anabolizante. O professor de Arte pode direcionar os alunos para que desenhem e pintem um desenho que represente a opinião deles sobre os esteróides.
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Diálogo: É importante ressaltar que a cada tema novo abordado pelo professor, a aula deve iniciar por meio de um diálogo com os alunos para detectar quais os conhecimentos prévios que eles trazem sobre aquele assunto.
Após essa introdução, inicia-se a aula, cada professor com seu respectivo conteúdo descrito acima, utilizando a metodologia que considerar mais pertinente. Quando o conteúdo for exposto, abre-se um momento para discussão e problematização do tema.
Em seguida, o professor de Educação Física vai propor a simulação de um júri. a turma será dividida em um estudante que será o juiz, um grupo de cinco estudantes para constituírem o júri, um estudante que será o próprio anabolizante e o restante dos alunos entre um grupo que vai defender o anabolizante e outro grupo que vai acusar o anabolizante. Pode ser estruturadas provas para encenação (slides, histórias, fotos, vídeos, etc) pelos alunos para colaborar no convencimento. O juiz e o júri deverão pesquisar para conhecerem profundamente sobre o tema e ter condições de decidirem. Os estudantes deverão se caracterizarem de acordo com os personagens assumidos. Os estudantes terão um mês para pesquisar sobre o assunto, elencar argumentos e justificativas para convencer o júri de que estão certos e construir a caracterização.
Ao final da decisão do júri, promover uma discussão sobre o resultado final.
Duração: 1 aula de cada componente curricular para abordar os conteúdos; 1 a 3 aulas de Arte e Educação Física para construir a caracterização e argumentos e falas dos personagens.
Avaliação: Participação na aula, apresentação do teatro.
Este tema pode ser trabalhado em parceria com os professores dos cursos técnicos, visto ser um assunto atual e sobre a realidade dos jovens e futuros trabalhadores, principalmente no atual momento de pandemia vivenciado.
Objetivos:
Proporcionar um momento interação e socialização, no qual os estudantes possam expressar seus sentimentos.
Diagnosticar na turma os estudantes que podem estar precisando de auxílio psicológico relacionado às questões afetivas, familiares, educacionais, entre outras.
Conteúdos:
Autoavaliação
Emoções e sentimentos
Ansiedade, pânico, prevenção ao suicídio
Sugestões de fábulas/parábolas: A águia e a galinha; pregos na cerca; o leão e o ratinho; o pote vazio; a vingança (La Fontaine); a persistência da ostra; o julgamento da ovelha.
Recursos didáticos:
Chapéu com espelho dentro
Folha com o texto de fábulas diversas sobre as emoções (uma em cada folha) ou texto/vídeo na internet (disponibilizar o título aos grupos)
Papel craft, giz de cera/tinta/lápis de cor/canetinha colorida
Data show
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
O professor deve iniciar a aula com um diálogo sobre a importância do equilíbrio emocional na vida das pessoas em todas as ocasiões. Pode escrever em papéis separados várias emoções e pedir para que os alunos se manifestem quanto a um episódio que tenha acontecido com eles que represente essa emoção.
Em seguida, o professor pede para que façam grupo de até 5 pessoas, e distribui uma folha para cada grupo contendo uma fábula ou parábola que remete à determinada emoção/sentimento. Outra sugestão, é que o professor pode fazer uso da tecnologia (se for possível), e em vez de folhas, pedir para que os estudantes busquem na internet (texto ou vídeo) sobre as fábulas ou parábolas. Os grupos devem ler a história e organizam uma pequena encenação ou desenhar em papel craft as passagens da fábula/parábola.
Em outra aula, o professor vai abordar a auto-estima. Na quadra, os alunos se dispõem uma ao lado do outro, sentados, e à frente, 3 chapéus (todos com espelho dentro) estará sobre uma mesa. Um de cada vez, ao comando do professor, deve levantar, escolher um chapéu, virá-lo e responder se ele tira o chapéu para essa pessoa. Sem contar para os demais quem é a pessoa, os alunos dirão os motivos pelos quais tiram ou não o chapéu para a pessoa que está lá dentro. Os relatos acontecerão e as emoções irão surgir. É bom que o aluno que terminar de falar se dirija ao outro lado para que não haja comunicação.
Em um outro momento, após o feedback que o professor tiver quanto às turmas, sugere-se que seja feito um convite a um profissional da saúde (psicólogo, psiquiatra) para abordar o tema/distúrbio/emoções mais diagnosticado para uma palestra com os alunos.
Duração: 3 aulas
Avaliação: Participação nas aulas; análise do objeto desenvolvido (cartaz, encenação)
Este tema pode ser trabalhado em parceria com os professores de Sociologia, Filosofia e Língua Portuguesa
Objetivos:
Proporcionar aos estudantes a reflexão crítica quanto ao padrão de beleza determinados pela sociedade, em diferentes culturas, e a influência da mídia na implantação e sustentação desses padrão.
Trabalhar, juntamente com os professores de Sociologia e Filosofia, a corporeidade.
Promover o conhecimento teórico sobre a noção de corpo e seus esteriótipos.
Os professores de Sociologia e Filosofia devem estabelecer seus objetivos relativos ao conhecimento sobre o mundo do trabalho.
O professor de Língua Portuguesa estabelecerá seus objetivos, assim como os de Sociologia e Filosofia, e, entre eles, um consistirá na produção textual sobre essa temática, além de trabalhar o gênero textual tirinha.
Conteúdos:
Conceito sobre corporeidade e suas dimensões, linguagem corporal.
O corpo e os padrões de beleza propagados pela mídia.
Preconceito e corporeidade
Recursos didáticos:
Data show
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
A aula deve se iniciar com o questionamento aos estudantes sobre quem já sofreu preconceito por alguma característica física que possui, como devem reagir as pessoas diante de uma situação de preconceito relacionado ao corpo/físico com uma terceira pessoa e quando você mesmo é o agredido, quais são os padrões de beleza que eles conhecem, de onde que vem os padrões e estereótipos consagrados na sociedade, desde quando existe esses padrões, entre outras questões.
Após a roda de conversa, apresentar os vídeos sugeridos ou outros aos alunos e retomar a conversa. Questionar o que mudou quanto as opiniões deles depois dos vídeos.
Os estudantes formarão grupos e desenvolverão um teatro baseado no conhecimento adquirido e na troca de relatos, sobre essa temática, polemizando alguma situação de preconceito ou de imposição dos padrões de beleza, polemizando situações, abordando direitos, a tecnologia e a corporeidade e o que mais a criatividade deles permitirem, sem sair do foco do tema.
Os professores de Sociologia e Filosofia irão trabalhar a corporeidade no contexto sociológico e filosófico.
O professor de Língua Portuguesa vai trabalhar as tirinhas com os alunos e a produção textual.
Duração: 3 aulas
Avaliação: Participação na aula, apresentação do teatro.
Este tema pode ser trabalhado em parceria com os professores de Sociologia e Filosofia e dos cursos técnicos que se relacionem com ergonomia, visto ser um assunto atual e sobre a realidade dos jovens e futuros trabalhadores, como no componente curricular que se refere à segurança do trabalho.
Objetivos:
Proporcionar aos estudantes a reflexão crítica quanto aos aspectos relacionados ao mundo do trabalho e a qualidade de vida dos trabalhadores.
Promover o conhecimento teórico sobre a importância da qualidade de vida física, mental e social no trabalho, ergonomia, ginástica laboral.
Os professores de Sociologia e Filosofia devem estabelecer seus objetivos relativos ao conhecimento sobre o mundo do trabalho.
Conteúdos:
Conceitos e caracterizações relacionados à qualidade de vida.
Conceitos gerais sobre ergonomia, a tecnologia e o trabalho.
Conceito e aula prática sobre a ginástica laboral.
Políticas públicas relacionadas à saúde dos trabalhadores, a quem interessa a saúde dos trabalhadores.
Recursos didáticos:
Data show, computador.
Papel branco.
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
Iniciar a aula com a pergunta: à quem interessa a saúde dos trabalhador?
Os professores de Sociologia e Filosofia vão trabalhando ao mesmo tempo sobre a história, conceitos e desdobramentos sobre o mundo do trabalho.
O professor de Arte vai apresentar a imagem da pintura de Tarsila do Amaral, "Operários" e desenvolver com os estudantes uma reprodução. Instigá-los a fazerem uma nova leitura, que condiz com as questões contemporâneas do trabalho.
Os estudantes vão expressar suas opiniões sobre essa temática. Lançar outras questões que sejam pertinentes conforme for fluindo a discussão. Pedir que os alunos escrevam uma página sobre essa questão e entreguem.
Em outra aula, apresentar os vídeos sugeridos e abordar o conhecimento científico relativos à qualidade de vida, ergonomia, a tecnologia no trabalho, ginástica laboral, políticas públicas sobre a saúde dos trabalhadores, direitos e deveres.
Realizar uma aula prática de ginástica laboral.
Ao final, devolver a folha escrita pelos estudantes na primeira aula e pedir para que escrevam novamente suas opiniões sobre o mundo do trabalho, observando se o pensamento e as crenças foram modificadas.
Duração: 3 aulas
Avaliação: Participação nas aulas; texto redigido sobre o mundo do trabalho.
Objetivos:
Propiciar a reflexão crítica dos estudantes quanto à globalização; a importância da preservação da água e dos biomas
Conteúdos:
Preservação do meio ambiente e biomas;
Globalização;
Consumismo e capitalismo
Recursos didáticos:
Data show
Papel branco
Papel com a letra da música "Os reis do agronegócio"
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA.
O professor de Geografia deve promover um diálogo com os estudantes sobre a globalização e o seu impacto no ecossistema e na vida pessoas, em seguida, apresentar os conceitos teóricos a respeito desse tema e sobre a importância da preservação da água, dos biomas, do planeta.
O professor de Educação Física vai apresentar o vídeo sugerido "A história das coisas" aos estudantes e proporcionar uma discussão sobre o que eles pensam e opinam sobre esse tema e solicitar um relatório para a próxima aula. Abordar as temáticas consumismo, capitalismo, globalização.
Em outra aula, o professor de Educação Física vai disponibilizar a letra da música "Os reis do agronegócio" e colocá-la para os alunos acompanharem e cantarem. Os alunos vão marcar na letra os pontos que chamaram mais atenção, identificando conflitos, críticas e explicar no papel, com suas palavras, emitindo sua opinião e julgamento. Todos vão ler para a turma o que escreveram.
Baseado nos conhecimentos adquiridos na aula de Geografia, no vídeo e na música, cada aluno deve produzir um desenho ou tela o que aprenderam. Os desenhos e telas serão expostos na escola.
O professor de Educação Física abordará também os esportes de orientação e radicais para preparar os estudantes para a culminância do projeto.
A culminância dessa prática integradora será uma viagem para a Serra da Canastra, de acordo com o projeto desenvolvido na Escola Estadual Governador Israel Pinheiro pela professora de Geografia Simone Bernardes.
Duração: 4 aulas
Avaliação: Participação nas aulas; confecção dos desenhos/telas.
Objetivos:
Proporcionar o conhecimento sobre a história da Educação Física;
Problematizar com os alunos sobre qual viés se configurou a Educação Física na sua trajetória de vida.
Os alunos devem identificar os vieses que permearam a Educação Física ao longo de sua trajetória.
Fazer com que os alunos expressem qual seria o viés mais adequado para contribuir com sua formação para a vida e o trabalho.
Conteúdos:
História da Educação Física
Tipos de tendências/viés que conduziram a Educação Física em sua trajetória (sem aprofundar).
Recursos didáticos:
Data show
Papel branco
Metodologia:
Não se esqueça: TODA AULA DEVE INICIAR COM UM DIÁLOGO COM OS ALUNOS A RESPEITO DO TEMA. Ver sugestões de questões para conduzir o diálogo no esquema de aula sugerido.
Sugestão:
Após o diálogo, apresentar o vídeo sobre a história da Educação Física.
Em grupos de cinco estudantes, os alunos devem discutir sobre o que foi apresentado no vídeo. Apresentar aos alunos as denominações das tendências/vieses (higienismo, militarismo, esportivismo, tecnicismo, pedagogicismo, tendências críticas).
Ao final os alunos devem fazer um relatório sobre sua experiência em conhecer a história da Educação Física, sobre identificar os vieses pelos quais se baseou a sua vivência com a Educação Física, o que poderia ser feito (sugestões/soluções) para que a Educação Física fosse abordada de maneira diferente e qual seria a melhor abordagem.
Duração: 1 aula
Avaliação: Participação na aula.
Este é um projeto que foi desenvolvido no ambiente escolar na Escola Estadual Governador Israel Pinheiro, da cidade de Ituiutaba-MG.
Rosaline Macedo França Freitas- professora colaboradora de Língua Inglesa @: rosalinemacedo@gmail.com
Realizando um acréscimo ao projeto, visando uma abordagem mais crítica, o professor de Educação Física, durante o período de execução do projeto, deve promover a discussão entre os estudantes sobre a influência norte-americana sobre o Brasil nos aspectos musicais, dança, moda, consumo.
Este é um projeto que já é desenvolvido no ambiente escolar na Escola Estadual Governador Israel Pinheiro, da cidade de Ituiutaba-MG.
Carlos Antônio dos Santos - professor colaborador de Filosofia
Esse projeto é desenvolvido na Escola Estadual Governador Israel Pinheiro da cidade de Ituiutaba/MG.
Aliada a essa proposta, o professor de Educação Física deve desenvolver atividades com os estudantes, no sentido de estabelecer espaços permanentes de reflexões das africanidades no âmbito escolar.
Sugestão: Estudo sobre pessoas negras que se despontaram no meio esportivo, na política, em cargos notáveis e de grande relevância para a sociedade, que fizeram história e são conhecidas mundialmente.