DOSES DE ENERGIA PARA O DIA A DIA
Se não consegue funcionar de manhã sem uma boa chávena de café e a tarde se arrasta sem término à vista, uma mudança na alimentação pode ser tudo que precisa para encarar o mundo com novos olhos e boa disposição.
Peça-chave para o nosso equilíbrio e qualidade de vida, uma alimentação cuidada é também um dos mais poderosos aliados contra o cansaço e fadiga sentidos ao longo do dia. Dormir bem e as horas suficientes é essencial, mas comer também é importante, a começar pelo pequeno-almoço, que deve ser tomado todos os dias sem exceção, de preferência em casa, onde pode fazer escolhas mais saudáveis – e mais económicas também. Além de fornecer energia para o dia que se está a iniciar, o pequeno-almoço contribui para uma maior produtividade e concentração, além de uma maior rapidez de raciocínio, por exemplo. No caso das crianças, contribui para um melhor rendimento escolar.
Ter sempre por perto uma garrafa de água – reutilizável, para poupar o ambiente – e beber regularmente ao longo do dia é um hábito que se deve adquirir desde pequeno. As quantidades variam – com as estações do ano, prática de atividade física, sedentarismo, idade, etc. -, mas cerca de oito copos diários (1,5 a 2 litros) é uma boa referência. Mesmo que moderado, um estado de desidratação compromete não só algumas funções vitais do organismo, como também a concentração e a produtividade, bem como o raciocínio, podendo ainda provocar cansaço, desmaios e tonturas.
Boa fonte de cálcio e fósforo, nutrientes que ajudam o organismo a armazenar energia, os lacticínios magros, sobretudo o iogurte e o queijo, aceleram ainda o metabolismo, promovendo simultaneamente um gasto de energia mais equilibrado, devido ao seu aporte proteico. Escolha produtos sem lactose se for intolerante à mesma.
Excelente snack para o meio da manhã ou da tarde, os frutos secos como as nozes, amêndoas ou cajus, por exemplo, ricos em magnésio, ajudam a converter os hidratos de carbono em energia – o “shot” ideal para acelerar um pouco o ritmo. Atenção, no entanto, às quantidades, dado o seu elevado aporte calórico – uma mão-cheia (pequenina) é o suficiente de cada vez.
Perú, frango e carne de vaca magros são sempre bem-vindos se pretende melhorar a atenção e a concentração, graças a um dos seus aminoácidos, a tirosina.
Para os que preferem peixe, o salmão é uma excelente opção para o almoço, ajudando a combater o cansaço e a melhorar o estado de alerta mental. O consumo deste peixe, rico em ómega 3, contribui ainda para a redução dos níveis de triglicéridos e de colesterol, bem como da pressão arterial.
Área de eucalipto vai ficar congelada até 2030
O Ministério da Agricultura encontrou uma nova base de sustentação para o diploma da reforma da floresta que trava o crescimento da área de eucalipto em Portugal: uma resolução do Conselho de Ministros do anterior Governo, com data de Março de 2015, que ao aprovar a Estratégia Nacional para as Florestas (ENF) determinava o congelamento até 2030 dos 812 mil hectares dos povoamentos com eucalipto. “Estamos apenas a respeitar e a cumprir a ENF”, diz o ministro Luís Capoulas Santos, em resposta ao coro de críticas que, com maior ou menor intensidade, produtores florestais e a indústria lançaram a uma das medidas mais polémicas da reforma da floresta, uma série de 12 diplomas cuja discussão pública terminou na última semana. Por comparação, a EFN prevê um crescimento de 10% na área de pinheiro bravo, de 33% no montado de sobro e de 40% nos carvalhos.
Esta parte do plano do Governo, apoiado pelo Bloco de Esquerda, PCP e associações ecologistas, tem como ponto de partida a necessidade de parar a expansão de uma espécie que, no prazo de uma geração, superou a área de pinheiro bravo e se consolidou como a mais importante da floresta nacional. No futuro, determina o novo regime de arborização e rearborização, as novas plantações de eucalipto poder-se-ão concretizar apenas por substituição de áreas já plantadas. O propósito é fazer com que a espécie deixe de ser cultivada em espaços pouco ajustados à sua produtividade e se concentre nas áreas com condições ecológicas mais apropriadas — no litoral, onde o regime de chuvas é mais generoso. Nessas áreas, a produtividade pode chegar aos 30 metros cúbicos por hectare/ano, contra a produtividade média actual que ronda os cinco metros cúbicos.
A indústria e alguns dos principais especialistas nas questões da floresta nacional discordam desta leitura. Os pareceres entregues pela fileira industrial no âmbito da discussão pública da reforma consideram que o futuro de uma indústria que gerou em 2015 um volume de negócios de 2650 milhões de euros pode estar ameaçado. Mas não fizeram grande alarde público contra a medida. “Vivemos numa estranha paz podre”, diz Francisco Gomes da Silva, ex-secretário de Estado das Florestas, consultor da Agrogés e professor no Instituto Superior de Agronomia. Os interesses em conflito entre duas das três fileiras mais poderosas da floresta, a do pinho e do eucalipto, impedem que a indústria fale a uma só voz. João Ferreira do Amaral, presidente da Associação para a Competitividade das Indústrias da Fileira Florestal, reconhece que a entidade que dirige se pronunciou sobre matérias de natureza fiscal suscitadas na reforma, ou sobre a certificação, mas não interveio na polémica.
A 16 de Janeiro, na inauguração de um investimento de 125 milhões de euros nas fábricas da Altri, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou um fundo de 18 milhões de euros para a melhoria da produtividade do eucalipto (pela primeira vez, o sector tem um investimento exclusivo), no que foi interpretado como um gesto compensatório para as pressões do sector. Paulo Fernandes, presidente da Altri, responderia ainda assim dizendo que a “simples proibição” da plantação de novas áreas de eucalipto, “preferindo que aí floresça mato, é a todos os títulos pouco recomendável”. Porque, acrescenta João Soveral, consultor, ex-vice-presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e assessor da direcção da CAP, o que está em causa são medidas tomadas “de forma irresponsável que vão ter consequências económicas desastrosas” (Soveral faz estas declarações a título individual).
Para os ambientalistas, esta acaba por ser uma das boas notícias da reforma. “Não há dúvidas, o eucalipto passa a ser uma cultura condicionada, como a da vinha”, diz João Branco, presidente da Quercus. Essa limitação, acredita, há-de compensar a prazo a “expansão descontrolada da espécie nos últimos anos”, cujas consequências se verificam no “forte recuo da área do pinhal”(263 mil hectares entre 1995 e 2010). Resta, no entanto, saber como é que esse “condicionamento” vai influenciar a produção de madeira para a indústria. Hoje, apesar da enorme expansão da cultura, a fileira da pasta e do papel ainda tem de importar 22% da madeira que consome. Uma maior dependência de matérias-primas do exterior pode, assim, ser um travão para investimentos no futuro, como Paulo Fernandes reconheceu frente ao primeiro-ministro.
Um país a limpar minas radioactivas durante 21 anos
Ao fim de 16 anos de intervenção ambiental nas minas de urânio abandonadas, o país tem de esperar mais cinco para comprovar se as 61 antigas áreas mineiras deixaram de ser um problema para a saúde humana. A bacia hidrográfica do Mondego é o ponto mais sensível.
Numa parte da Urgeiriça, no Mondego Sul e no Castelejo, em Formiga, Vale de Videira, Vales e Póvoa de Cervães está agora em curso o que há mais de década e meia se faz pelo resto da região Centro: tratar antigas áreas mineiras de urânio abandonadas de escombreiras e resíduos a céu aberto e águas contaminadas a escorrer pelos solos. E o que ainda está por fazer demorará mais outros cinco anos.
No calendário de trabalhos para a intervenção ambiental nas velhas explorações de urânio, tarefa concessionada pelo Estado à EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro em 2001, já passou 76% do tempo previsto, foram tratadas 56% das minas e gastos 49 milhões de euros, de acordo com os dados fornecidos pela empresa. A Urgeiriça é a maior área industrial, obrigando a várias fases de trabalhos, parte deles ainda a decorrer, e servindo de estaleiro aos outros trabalhos. Faltam agora 20 das 61 minas consideradas um perigo ambiental. São mais pequenas “e com impactes ambientais bastante reduzidos. As minas consideradas como prioritárias já foram alvo de intervenção”, afirma a administração da EDM por escrito ao PÚBLICO. O que ainda está por fazer, acrescenta, será concluído até 2022.
Os relatórios anuais do Laboratório de Protecção e Segurança Radiológica (LPSR), entidade responsável pela vigilância das três fontes de risco radioactivo no país criadas pela acção humana (central de Almaraz, reactor nuclear de investigação de Sacavém e minas de urânio) e que tem garantido que os níveis de radioactividade em Portugal se encontram dentro dos parâmetros normais para a vida humana, mostram que a bacia do Mondego, com a sua barragem da Aguieira, continua a ser um ponto sensível de vigilância. As análises evidenciam também que, com os trabalhos da chamada “remediação ambiental” desde 2001, tem diminuído a contaminação provocada pelas antigas minas de urânio e instalações industriais de tratamento químico do minério da antiga Empresa Nacional de Urânio, que se concentraram na bacia.
O director-adjunto do Laboratório de Protecção e Segurança Radiológica, João Garcia Alves, traça ao PÚBLICO o retrato mais recente deste pesado legado ambiental deixado pelo próprio Estado: “Há sinais de descargas de águas de antigas minas de urânio na rede hidrográfica da bacia do Mondego, que localmente são importantes, mas sem afectar de forma mensurável a qualidade radiológica da água da albufeira da barragem da Aguieira”; “sítios mineiros de dimensão apreciável que aguardam intervenção como o Castelejo, Quinta do Bispo e Mondego Sul”; e “águas contaminadas de minas que continuam a requerer tratamento para evitar descarga de radionuclidos nos cursos de água”.
Questionado sobre os trabalhos de remediação ambiental que considera mais urgentes, aponta as zonas que “podem afectar recursos hídricos importantes, designadamente abastecimento de água para consumo humano e para irrigação”. E acrescenta: “Seria desejável progredir mais nos trabalhos na bacia do Mondego, o que certamente será feito, mas necessita de mais tempo.”
Entre os últimos trabalhos de remediação mais significativos, cita os que envolveram a recobertura de resíduos mineiros contaminados, como na Urgeiriça e Cunha-Baixa, “de que resultou o decréscimo de contaminação de ribeiras afluentes do rio Mondego”. E, destaca, “há menos zonas com escombros de minas de urânio a descoberto, como por exemplo na região do Sabugal (várias minas), da Guarda, da Urgeiriça (Canas de Senhorim) e da Cunha Baixa (Mangualde)”.
Nos relatórios anuais redigidos pelo LPSR, para dar cumprimento aos compromissos de Portugal no âmbito da União Europeia e do tratado Euratom, a bacia do Mondego é um problema que perdura.
DICAS PARA DIMINUIR A PEGADA ECOLÓGICA DO SEU CARRO
Se ainda não possui um veículo híbrido ou elétrico, saiba que independentemente de o seu carro ser novo ou velho, pequeno ou grande, é possível torná-lo mais amigo do ambiente e reduzir a sua pegada ecológica. O planeta agradece.
Apostar na manutenção do seu automóvel é um dos grandes passos a dar, não só porque assim consegue proteger mais o ambiente, mas também porque acaba por poupar em custos a médio e longo prazo. Maior eficiência, menos emissões de gases para a atmosfera e menor consumo de combustível são as vantagens mais óbvia de um carro com a manutenção em dia. Filtros de ar e de óleo, velas em condições, por exemplo, ou pneus com a pressão de ar indicada representam uma melhor performance do veículo e um menor dispêndio em combustível, um aspeto relevante, sobretudo se tivermos em conta as suas frequentes oscilações de preço. A cada 100 mil quilómetros, sensivelmente, verifique o estado do catalisador do carro e substitua-o se necessário. Respeite os períodos de manutenção recomendados pelo fabricante e mantenha-se atento aos níveis de óleo, água, entre outros.
CONDUÇÃO EFICIENTE, SEMPRE
Alterar os hábitos de condução pode também fazer milagres em prol do planeta e bem feitas as contas, também da sua carteira. Procure manter a velocidade constante, sem travagens ou acelerações bruscas. Se se aperceber de que vai ter de travar ou diminuir a velocidade, em consequência de alguma manobra feita por carros mais à frente, opte por levantar o pé do acelerador com antecedência, em vez de travar bruscamente. Evite ainda ultrapassar as 3.000 rotações do motor, se for a gasolina (2.500/3.000 para os motores a diesel). Use o cruise control – caso tenha – sempre que possível e não tenha medo de usar a mudança mais alta (5.ª ou, em alguns casos, 6.ª) e não ultrapasse a velocidade recomendada.
AR CONDICIONADO, USE MAS NÃO ABUSE
Impossível negá-lo: o ar condicionado sabe bem, sobretudo nos dias mais quentes, mas também implica um maior consumo aos 100 km (por vezes de 1/1,5 litros). Para minorar o desconforto, procure estacionar à sombra e use tapa-sol (cartão ou refletor) e proteções nas janelas. Use-o apenas quando necessário.
Partilhar o carro com colegas, vizinhos e revezarem-se em algumas viagens também ajuda e muito. São milhares (milhões, talvez) os carros com apenas um condutor nas estradas nacionais diariamente, o que além de um consumo desnecessário de combustível, se traduz em maior dificuldade em estacionar, já para não falar dos custos com parquímetros. Em alternativa, aliar o carro aos transportes públicos pode revelar-se uma excelente opção: deixar o carro na estação de comboio, por exemplo, e recorrer aos transportes ou comprar o passe e recorrer ao carro no fim de semana ou quando estritamente necessário.
Simplifique as suas deslocações diárias. Combine afazeres para não fazer trajetos desnecessárias e sempre que viajar de carro, estude bem os mapas antes de se fazer à estrada; desta forma será mais difícil perder-se e percorrer quilómetros extras sem necessidade
TROCA DE CARRO CONSCIENTE
Se decidir comprar carro novo ou usado, procure veículos com emissões reduzidas de Co2 e, se possível, opte por um carro “verde”, híbrido ou elétrico, por exemplo.
Ideias para Poupar… no supermercado
Sempre que for ao supermercado não se esqueça de seguir estes conselhos:
Faça sempre uma lista do que vai comprar;
Na lista de compras, coloque apenas os produtos que realmente precisa e organize-os por “tipos de produtos ou corredores de localização”;
Vá ao supermercado fora das horas das refeições;
Não leve crianças. Geralmente os supermercados têm os produtos do “interesse das crianças” estrategicamente distribuídos;
Olhe as prateleiras de cima a baixo. Os supermercados usam a técnica de colocar os produtos mais caros na linha dos olhos;
Não faça compras no dia em que recebe o seu vencimento;
Não compre artigos perecíveis como frutas e legumes em grandes quantidades. Embora possa parecer um bom negócio, grande parte terminará no lixo;
Evite encher o congelador com alimentos congelados – após alguns meses, começam a ganhar a designada “queimadura de congelador”.
Mantenha a torneira fechada quando lava as mãos e os dentes ou quando se barbeia;
Opte pelo duche em vez do banho de imersão e, se possível, desligue a água no momento de se ensaboar e/ou de aplicar o champô;
Aplique redutores de fluxo nas torneiras ou nos chuveiros;
Instale autoclismos duplos ou com botão de controlo;
Coloque uma garrafa cheia de água no depósito do autoclismo;
Não deite lixo desnecessário na sanita, vai obrigar a mais descargas.
Na cozinha, não deixe a torneira a correr enquanto lava a loiça, opte por encher um dos lados do lava-loiça com água fresca para retirar o detergente;
Se tem máquina de lavar, não passe a loiça por água antes de a colocar na máquina;
Só ponha as máquinas de lavar loiça e roupa a funcionar quando estiverem cheias para evitar o desperdício;
Nas máquinas da roupa e loiça, escolha programas mais curtos e/ou económicos, para garantir algum nível de poupança;
Quando lavar alimentos, caso das frutas e legumes, aproveite essa água para regar as plantas lá de casa;
Utilize água fria sempre que possível, poupando assim na água quente;
Evite descongelar alimentos com a torneira da água a correr, optando antes para um descongelamento natural ou com recurso ao micro-ondas;
Não lave o carro com uma mangueira, mas sim com um balde e esponja;
Regue devagar, para permitir que a água se infiltre bem no solo, o que vai implicar menos regas;
Se tiver um sistema de rega, teste a sua eficácia em termos de tempo necessário para regar;
Nos meses mais quentes, regue o jardim de manhã quando estiver mais fresco, para que a água não evapore muito depressa.
Ideias para Poupar... no combustível
Sempre que vá a uma bomba de serviço reabastecer o depósito da viatura não se esqueça destas dicas.
Sempre que abastecer, ateste o depósito de combustível;
No final de cada abastecimento, certifique-se se a tampa do depósito está firmemente enroscada e nunca danificada;
Abasteça o seu automóvel de manhã cedo ou à noite. Isto porque a gasolina está mais densa nesta altura e, como a gasolina é paga ao litro, comprará mais por menos;
Mantenha a manutenção do seu carro em dia;
Faça uma limpeza geral à viatura e à mala, retirando objetos pesados e desnecessários;
Utilize racionalmente o ar condicionado;
Chegado ao destino, estacione sempre no primeiro lugar que encontrar;
Se estacionar ao ar livre, prefira sempre os locais com sombra. Isto porque um carro estacionado ao sol, favorece
a evaporação da gasolina;
Estude as suas rotas. Há sempre mais do que uma maneira de chegar ao mesmo sítio.
Evite todas as estradas não alcatroadas e/ou de difícil acesso;
Vá a pé, de bicicleta, de transportes públicos ou combine boleias coletivas com amigos e colegas de trabalho.
Ideias para Poupar... na eletricidade
Desligue todas as luzes sempre que sai de uma divisão;
Utilize um regulador de intensidade de luz;
Substitua todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras ou de baixo consumo;
Desligue todos os aparelhos que possam ser mantidos em standby;
Evite deixar o telemóvel a carregar toda a noite;
Nunca deixe o carregador do telemóvel na tomada
Sempre que adquirir um eletrodoméstico novo, compre um modelo da classe As;
Cozinhe com as tampas das panelas colocadas, desligue sempre o forno ou as bocas do fogão alguns minutos antes do previsto;
Utilize panelas de pressão ou a vapor, permitem uma poupança elétrica até 70%;
Para aquecer alimentos, escolha o micro-ondas em vez do forno ou fogão;
Os frigoríficos e arcas congeladoras devem estar longe de janelas, portas e do fogão para não os obrigar a trabalhar mais;
Não coloque alimentos ainda quentes no frigorífico e mantenha o seu termóstato entre os 3º e os 5º;;
Junte todos os alimentos para guardar antes de abrir a porta do frigorífico e tente retirar tudo o que precisa de uma só vez. Certifique-se que a porta fique sempre bem fechada;
Não se esqueça de limpar, de forma regular, o gelo acumulado no congelador;
As máquinas de lavar loiça e roupa só devem trabalhar com a sua carga máxima e, se possível, de noite;
As máquinas de lavar loiça e roupa gastam mais energia no aquecimento da água, ou seja, basta lavar a 40º em vez de 60º;
Sempre que possível, troque a máquina de secar roupa pelo estendal ao ar livre;
Reduza o tempo de utilização do aquecimento e do ar condicionado, isolando bem portas e janelas para manter o calor e o frio;
Nos meses de verão, mantenha janelas e estores fechados nas horas de maior calor, abrindo-os de manhã ou à noite (quando estiver mais fresco) para arrefecer a casa;
Baixe a temperatura da água quente. Se o seu esquentador for elétrico, basta reduzir alguns graus da temperatura da água;
Use e abuse da luz natural;
Instale um painel solar e aproveite o sol para aquecer a sua casa;