De acordo com o Banco Mundial, a China, a partir de 1978 com suas reformas econômicas, teve crescimento de quase 10% do PIB ao ano, retirou mais de 800 milhões de pessoas da pobreza e ampliou acesso à saúde, educação, dentre outras melhorias sociais e econômicas. Este crescimento, ocorrido mediante profundas transformações na racionalização da organização política, social e econômica tem sido estudado por pesquisadores do mundo todo que buscam compreender a complexidade do que está sendo construído com tantos indicadores que apontam melhorias na organização social, produtiva e econômica do país. Por isso mesmo, importa conhecer os aspectos do Desenvolvimento que estão relacionados a este processo, de que maneira se pode entender o projeto de Desenvolvimento do referido país e, de que maneira consideram inovação como elemento de racionalidade para planejamento, e de que maneira é possível enxergar esta racionalidade imbricada com ideias similares ao que Ignácio Rangel considera como Projetamento e sua relação com desenvolvimento e competitividade.
Afazeres Cintia previstos para Bolsa de Pesquisa e Desenvolvimento:
Revisão bibliográfica acerca de novos materiais bio baseados e sua articulação com cadeias agroalimentares, participação em visitas técnicas e industriais em empresas e feiras dedicadas à produtos bio baseados oriundos de fontes renováveis, participação em eventos acadêmicos e de associações industriais como Bioplastics Brazil, participação em Disciplina em Rede sobre a China.
Proposta de revisão em função da não aprovação da Bolsa:
Revisão bibliográfica acerca do tema Desenvolvimento Regional Coordenado a partir de um olhar de lideranças chinesas.
Artigo "Geoeconomia, história e a falta que faz o pensar em desenvolvimento e soberania"
O texto traça um paralelo entre oportunidades históricas e o atual cenário da geoeconomia global, marcado pelo confronto tarifário entre Estados Unidos e China, destacando implicações para o Brasil. A partir de dados da queda das exportações agrícolas americanas para a China e crescente importação de soja brasileira, o texto propõe uma reflexão sobre como o Brasil pode se posicionar estrategicamente nesse novo contexto.O texto foi escrito por mim, Cintia Neves Godoi, geógrafa, doutora em Geografia, Professora de Geografia e pelo meu orientador de pós doutoramento, Carlos José Espíndola, geógrafo, doutor em Geografia, Professor de Geografia.
Links:Geoeconomia, história e a falta que faz o pensar em desenvolvime - https://jornalggn.com.br/artigos/geoeconomia-historia-e-a-falta-que-faz-o-pensar-em-soberania/
Artigo "SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO NA CHINA: DA AUTONOMIA TECNOLÓGICA A UM PROJETO DE DESENVOLVIMENTO NACIONAL"
No prelo.
Resumo: O artigo analisa a construção do Sistema Nacional de Inovação (SNI) na China como parte de seu projeto de desenvolvimento. A partir das reformas de Deng Xiaoping, que reconheceu o atraso tecnológico chinês, a inovação passou a ser tratada como eixo estratégico, com ênfase na educação, ciência, tecnologia e cooperação internacional. Deng propôs um modelo de desenvolvimento gradual, com políticas regionais diferenciadas e forte atuação estatal no planejamento educacional e na formação científica da população. Esse processo se intensificou sob Hu Jintao (2003–2013), que adotou o conceito de “desenvolvimento científico”, buscando equilibrar crescimento econômico, progresso social e soberania tecnológica. A inovação passou a ser entendida como mecanismo estruturante, e não apenas incremental. Em 2006, foi lançado o “Plano de Ação para o Sistema Nacional de Inovação”, que formalizou a articulação entre governo, universidades, empresas e centros de pesquisa. O artigo destaca que o SNI chinês representa uma forma superior de planificação econômica, que articula ciência, tecnologia e soberania, e que fortalece a base produtiva nacional. Reconhece, contudo, limites analíticos ao concentrar-se em lideranças políticas e no recorte temporal a partir dos anos 2000, desconsiderando iniciativas anteriores como o 9º Plano Quinquenal. A trajetória chinesa revela uma integração entre escalas local e nacional, promovendo coesão e resistência a imposições externas. Assim, mais do que figuras de liderança, o avanço da inovação na China reflete um projeto coletivo de reorganização social e desenvolvimento tecnológico com características próprias, e por isso mesmo deve ser analisado pelos países que não possuem projetos de desenvolvimento com características próprias.
Palavras-chave: INOVAÇÃO, AUTONOMIA, DESENVOLVIMENTO NACIONAL
Artigo "Infraestrutura e Projetamento no Desenvolvimento Regional com Características Chinesas"
Publicação: v. 43 n. 171 (2024) - Princípios
Edição: China e Nova Economia do Projetamento
Data de Publicação: 01 de abril de 2025
DOI: https://doi.org/10.14295/principios.2675-6609.2025.171.004
Fonte: Principios
Este artigo analisa o planejamento regional chinês, especialmente sob a visão de Deng Xiaoping, e o compara com as ideias de Ignácio Rangel, economista brasileiro. A análise explora os pilares do planejamento chinês, os problemas a serem resolvidos para propiciar o bem coletivo e as estratégias de experimen- tação seguidas da expansão de práticas bem-sucedidas, unificadas no desenvol- vimento das forças produtivas por meio de investimentos em infraestrutura. O texto inicia-se com uma análise etimológica dos termos desenvolvimento e região em mandarim (发展 [fazhan] e 区域性 [qūyùxìng]). Para os chineses, desenvolvimento é um processo expansivo contínuo, enquanto região vai além das divisões geográficas, integrando aspectos emocionais e humanos. Posteriormente, analisam-se discursos de Deng Xiaoping e seus argumentos para priorizar o desenvolvimento das regiões costeiras a fim de impulsionar o crescimento nacional, o que também gerou desigualdades regionais, provocando debates sobre o tema. O artigo conclui conectando as ideias de Rangel sobre planejamento e investimentos em infraestrutura com a abordagem de Deng. Baseado no planejamento estatal, o desenvolvimento regional chinês visa integrar as províncias com grandes projetos de infraestrutura, promovendo conectividade e reduzindo desigualdades ao conectar áreas menos desenvolvidas à economia, incentivando reflexões sobre desenvolvimento e desigualdades regionais.
Links:
Infraestrutura e projetamento no desenvolvimento regional com características chinesas | Princípios
https://revistaprincipios.emnuvens.com.br/principios/article/view/464
Disciplina: Desenvolvimento Regional na China
Período: 02 e 03 de Agosto.
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professora: Cintia Neves Godoi
Convidado: Prof. Dr. Fernando Sampaio
Titulação: Doutora
O debate sobre o conceito de Desenvolvimento. Desenvolvimento, Subdesenvolvimento e diferentes possíveis caminhos. O desenvolvimento e a trajetória chinesa. Desenvolvimento Regional na China. Economia do projetamento como suporte aos caminhos chineses de desenvolvimento.
CONTEÚDOS:
Parte 01:
Desenvolvimento. A construção de uma ideia pela leitura de Flávio Ribeiro.
Parte 02:
A China no século XXI.
Parte 03:
Como a China trilhou caminhos diferentes da proposta de desenvolvimento apresentada aos países capitalistas.
Sexta, dia 02/08 - Cintia Godoi
Abertura e apresentação disciplina
Discussão geral sobre Desenvolvimento como conceito e Ideologia.
Leituras sugeridas:
RIBEIRO, Flavio Diniz. Walt Whitman Rostow e a problemática do desenvolvimento: ideologia, política e ciência na Guerra Fria. 2008. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-04072008-160534/. Acesso em: 14 jul. 2024.
Sábado, dia 03/08 - Cintia Godoi e Dr. Fernando Sampaio
MANHÃ: A China no século XXI - Prof. Dr. Fernando Sampaio
Indicação de leitura:
TARDE: Caminhos do Desenvolvimento e Desenvolvimento Regional em uma perspectiva chinesa.
Leituras sugeridas:
NOVA, Vitor Vieira Fonseca Boa; JABBOUR, Elias Marco Khalil; CAMBUH, Melissa. A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território. Revista X, v. 38, n. 87, p. 69-93, ago. 2023. DOI: 10.5007/2177-5230.2023.e91766. Disponível em: A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território (researchgate.net)
O CATCH-UP TECNOLÓGICO DA CHINA: UMA ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DOS GRANDES OLIGOPÓLIOS DE OPERADORAS DE TELECOMUNICAÇÕES UALLACE MOREIRA1
SNOW, Edgar. Estrela vermelha sobre a China. São Paulo: Boitempo, 2021.
WEBER, Isabella. Como a China escapou da teoria do choque. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.
WU, Fulong. Planning for Growth: Urban and Regional Planning in China. Abingdon: Routledge, 2015.
JUSTIFICATIVA:
O debate sobre o termo Desenvolvimento não está sedimentado. Há correntes de pensamento, escolas, críticas e os processos sociais e econômicos são dinâmicos e exigem que estejamos atentos às mudanças. A ascensão da economia chinesa, por exemplo, aponta que os desafios de definição dos modelos de crescimento e desenvolvimento econômico se fazem atuais.
Além disso, no debate não se encontram apenas concordâncias, os termos, correntes de pensamentos e formas de operacionalizar idéias se apresentam diversos, assim, exercitar a reflexão sobre a produção científica como não assentada, como ideológica permite perceber exercícios de agentes do estado, em escalas nacional e internacional na construção de ideias que moldam ações, políticas públicas e investimentos em setores privados.
Compreender essas dinâmicas se faz importante para entender o que pode vir a ser Desenvolvimento, e de que maneira se constroem ideias de Desenvolvimento e de Desenvolvimento Regional e como em cada território, nação, ou lugar é possível ter entendimentos diferentes sobre os caminhos para uma sociedade mais igualitária.
OBJETIVOS
Analisar criticamente o termo Desenvolvimento e as abordagens na construção das ideias de Desenvolvimento, especialmente conhecer algumas acepções chinesas sobre Desenvolvimento e Desenvolvimento Regional.
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentações conceituais, debates entre alunos, tendo a professora o papel de moderador nas discussões. A análise dos textos e produção de textos, apresentações e questionamentos para os autores dos textos também apoiarão o exercício de reflexão e crítica.
AVALIAÇÃO:
O aluno será avaliado pela sua frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez).
O aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações da aprendizagem. As notas são compostas da seguinte forma:
- Participação em aula e nas atividades sugeridas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ARAÚJO, T. B. Por uma política de desenvolvimento regional. In: ARAÚJO, Tânia Bacelar de. Ensaios sobre o desenvolvimento brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro: Revan: Fase, 2000.
ARAÚJO, T. B. Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr/jun. 1999.
BANCO MUNDIAL. China 2030: building a modern, harmonious and creative society. Genebra: Banco Mundial, 2013.
BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
BAZZANELLA, SANDRO LUIZ ; NEVES GODOI, CINTIA ; MARCHESAN, J. . O dispositivo do desenvolvimento. REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, v. 19, p. 310-334, 2023.
BAZZANELLA, S. L. ; GODOI, CINTIA NEVES . EDUCAÇÃO COMO OBJETO DE ESTUDO NOS PROGRAMAS BRASILEIROS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Revista Húmus, v. 12, p. 422, 2022.
BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro – o ciclo ideológico do
desenvolvimentismo. Rio de janeiro: Contraponto, 2007.
BRANDÃO, Carlos. Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global.Campinas: Editora da Unicamp, 2007.
Disponível em: http://carlosbrandao.org/wp-content/uploads/2019/07/Territo%CC%81rio-e-Desenvolvimento-Carlos-Branda%CC%83o-2012.pdf
CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Diretoria de Avaliação (DAV). Documento de Área: Área 30: Planejamento Urbano e Regional e Demografia, maio de 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de- conteudo/planejamento-urbano-pdf. Acesso em: 07 out. 2021.
ETGES, V.. L, R. ETGES A dimensão multiescalar do Desenvolvimento Regional
https://online.unisc.br/acadnet/anais/index.php/sidr/article/view/21384
FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) conceito(s) de desenvolvimento: um roteiro crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144.
Disponível em: FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) Conceito(s) de Desenvolvimento. Um Roteiro Crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2930/293055456006.pdf
FIORI, José Luís. A ilusão do desenvolvimento. Jornal Folha de São Paulo. Caderno Folha Mais. São Paulo, domingo, 24 de janeiro de 1999. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs24019905.htm. Acesso em: 09 nov. 2022.
FIORI, José Luís. De volta à questão da riqueza de algumas nações. In.: IORI, Jośe Luis (Org). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: vozes, 1999.
FIORI, José Luís. Estado e desenvolvimento na América Latina. Revista de Economia Contemporânea [online], v. 24, n. 01, e202416, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/198055272416. Acesso em: 6 dez. 2021.
FURTADO, Celso. Subdesenvolvimento e Estagnação da América Latina, Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Sistema Nacional de Inovação: uma discussão conceitual da planificação estatal chinesa. DRPEES, Goiânia, v. 4, n. 1, p. 01-18, jan./dez. 2023. Disponível em: https://ojs.unialfa.com.br/index.php/desenvolvimentoregional/article/view/729
GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Desempenho chinês em rankings de inovação e sustentabilidade. In: SEMANA DE GEOGRAFIA, 2023, Londrina. Anais Semageo, 2023. Disponível em: https://sites.uel.br/semanadegeografia/anais/. Acesso em: 15 jul. 2024.
GODOI, C. N. ., Bazzanella, S. L. ., Marchesan, J., & Tomporoski, A. A. (2021). Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 11, 231–249. https://doi.org/10.24302/drd.v11.3908
GODOI, CINTIA N.; BAZZANELLA, S. L. ; VARGAS, L. P. ; CHINGORE, T. T. ; CANI, L. E. . O DESENVOLVIMENTO E A AGENDA 2030: UMA ANÁLISE CRÍTICA DESTA AGENDA INTERNACIONAL.. Ecos do Chiveve, v. 11, p. 52-77, 2023.
GODOI, CINTIA NEVES; BAZZANELLA, SANDRO LUIZ ; MARCHESAN, JAIRO ; TOMPOROSKI, ALEXANDRE ASSIS . Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional em debate, v. 11, p. 231-249, 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. Crítica ao conceito de desenvolvimento. Revista PEGADA: A Revista da Geografia do Trabalho, v. 3, n. 1, p. 1-13, 2002. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/798. Acesso em: 14 abr. 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. O “desenvolvimento” como mecanismo de controle social: desdobramentos escalares. PEGADA - A Revista da Geografia do Trabalho, v. 6, n. 1, p. 2005. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/1296. Acesso em: 29 nov. 2021.
GLOBAL CLEANTECH INNOVATION. Disponível em: https://www.unido.org/GCIP
Acesso em: maio de 2023
GLOBAL CLEANTECH INNOVATION - Cleantech de 2017. Disponível em:
https://s3.amazonaws.com/i3.cleantech/uploads/additional_resources_pdf/17/117/GCII_GCIP_report_2017_20nov.pdf Acesso em: maio de 2023
HU, Angang, YAN, Yilong, TANG, Xian, & LIU, Shenglong. 2050 China: Becoming a Great Modern Socialist Country. 1. ed. Beijing: Springer Nature, 2021. 105p.
JABBOUR Elias; DANTAS, Alexis. The political economy of reforms and the present Chinese Transition. Brazilian Journal of Political Economy, v. 37, n. 4, p. 789-807, out./dez. 2017.
JABBOUR, Elias; et al. A (Nova) Economia do Projetamento: o conceito e suas novas determinações na China de hoje. Geosul, Florianópolis, v. 35, n. 77, p. 17-48, dez. 2020.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/1982-
153.2020v35n75p17/43414
JABBOUR, Elias. e GABRIELE, Alberto. China: o socialismo do século XXI. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2021. 311p.
JABBOUR, E. O marxismo e outras influências sobre o pensamento de Ignacio Rangel. Economia e Sociedade , Campinas, SP, v. 26, n. 3, p. 561–583, 2018. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ecos/article/view/8652120. Acesso em: 25 maio.2023.
JABBOUR, Elias Marco Khalil; MOREIRA, Uallace. DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA À “NOVA ECONOMIA DO PROJETAMENTO” NA CHINA.. In: Anais do XV
Encontro Internacional da Associação Keynesiana Brasileira. Anais...Belo Horizonte(MG) FACE-UFMG, 2022. Disponível em: <https//www.even3.com.br/anais/akb2022/521671-DO-SISTEMA-
NACIONAL-DE-INOVACAO-TECNOLOGICA-A-NOVA-ECONOMIA-DO-PROJETAMENTO-NA-CHINA>. Acesso em: 06/12/2022
JABBOUR, Elias, GABRIELI, Alberto. China. O Socialismo no século XXI. Editora Boitempo, 2021.
NOVA, Vitor Vieira Fonseca Boa; JABBOUR, Elias Marco Khalil; CAMBUH, Melissa. A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território. Revista X, v. 38, n. 87, p. 69-93, ago. 2023. DOI: 10.5007/2177-5230.2023.e91766. Disponível em: A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território (researchgate.net)
PEREIRA, A. J. H. C. LOPES. Estado e desenvolvimentismo na perspectiva de Ha-Joon Chang: quando a história importa e as instituições fazem diferença. Revista Desenvolvimento em Debate. Janeiro de 2021.
Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/dd_v9_n2_adriano_jose_pereira_e_herton_castiglioni_lopes.pdf
PINTO, Álvaro Vieira. A Sociologia dos Países Subdesenvolvidos: Introdução metodológica ou prática metodicamente desenvolvida da ocultação dos fundamentos sociais do “vale de lágrimas”. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2008.
PINTO, Álvaro Vieira. Consciência e Realidade Nacional. Volume 2: A consciência Crítica. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2021.
PIQUET, R. P da S; RIBEIRO, A. C. T. Tempos, Ideias e Lugares. O ensino do Planejamento Urbano e Regional no Brasil. Revista de Estudos Urbanos e Regionais, v.10, n. 1, maio de 2008, p. 49-59.
PLURD - Planejamento Urbano Regional e Demografia. CAPES.
Plurd Capes, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/PLURDAPCN_2021.pdf
Acesso em: Janeiro de 2022.
PNDR - Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Boletim regional, urbano e ambiental, n. 11, jan./jun. 2015, p. 29-35.
PRADO, Fernando Correa. A ideologia do desenvolvimento e controvérsia da dependência no Brasil Contemporâneo. 168 f. 2015. Tese (Doutorado em Economia Política Internacional) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.
PREBISCH, Raúl. Crecimento, desequilibrio y disparidades: interpretación del proceso de desarrollo. Santiago, Chile: Estudio Económico de América Latina Nova York, 1949.
PREBISCH, Raul. O desenvolvimento econômico da América Latina e seus principais
problemas. Revista Brasileira de Economia. Rio de Janeiro: FGV, v.3, n.3, p. 47-111, set 1949
RIBEIRO, Flávio Diniz. Para uma crítica da ideia de desenvolvimento. 2002. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. . Acesso em: 14 jul. 2024.
RIBEIRO, Flavio Diniz. Walt Whitman Rostow e a problemática do desenvolvimento: ideologia, política e ciência na Guerra Fria. 2008. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-04072008-160534/. Acesso em: 14 jul. 2024.
RANIERI, Jesus. Sobre o conceito de ideologia. Estudos de Sociologia, v. 7, n. 13, p. 8-36, 2003.
RIBEIRO, Flávio Diniz. Para uma crítica da ideia de desenvolvimento. 2002. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo; e RIBEIRO, Flávio Diniz. “Desenvolvimento como evolução”. Revista de História, São Paulo, n. 148, 2003.
SANTOS, Milton. Economia Espacial: Críticas e Alternativas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003.
SANTOS, Thetônio. Socialismo o fascimo: El dilema latinoamericano. Santiago: Prensa Latinoamericama, 1969.
SOUZA, Jessé. A elite do atraso: da escravidão à lava jato. Rio de Janeiro: Leya,
2017.
SNOW, Edgar. Estrela vermelha sobre a China. São Paulo: Boitempo, 2021.
YANG, Kaizhong. New Urbanization and Coordinated Regional Development. Chinese Journal of Urban and Environmental Studies, v. 7, n. 04, p. 1975009, 2019.
WEBER, Isabella. Como a China escapou da teoria do choque. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.
WIPO (2022a). Global innovation index 2022. What is the future of innovation-driven growth? Geneva: World Intellectual Property Organization (WIPO). Available at: www.wipo.int/global_innovation_index/en
WU, Fulong. Planning for Growth: Urban and Regional Planning in China. Abingdon: Routledge, 2015.
Artigo: A ADOÇÃO DE BIOPOLÍMEROS NA CHINA: UMA ANÁLISE DE ASPECTOS PRODUTIVOS E REGULATÓRIOS.
Resumo: O cenário de produção de plásticos é complexo e desafiador em todo o mundo. A China se destaca como país produtor e consumidor de plásticos convencionais provenientes de fontes não renováveis. O país tem estabelecido metas para a redução do uso e produção desse tipo de material, buscando modificar seus usos. O presente artigo tem como objetivo discutir os esforços chineses na produção de biopolímeros, abordando aspectos produtivos e regulatórios dos usos de biopolímeros como alternativa aos usos convencionais plásticos. Para realizar a análise, foram utilizadas metodologias qualitativas, incluindo levantamento histórico de normas, documentos e políticas chinesas. Além disso, foi realizado um esforço reflexivo e comparativo com a literatura dedicada ao entendimento das diferentes normas e regulamentações sobre o uso de produtos plásticos e biopolímeros em diversos países. Um levantamento de dados sobre empresas destacadas na produção de biopolímeros na China e em países europeus foi conduzido para comparar a quantidade de empresas e a localização destas. Documentos referentes à regulação do uso de plásticos, restrições e ações foram analisados para abordar os desafios da redução de produtos provenientes de fontes não renováveis. Também foram considerados os desafios e estímulos por parte de Estados-nação para promover a inserção e competitividade de biopolímeros nos mercados nacionais. Os principais resultados destacaram a ascensão da indústria de biopolímeros na China, com empresas como Ingfa, Red Avenue Materials e Tidetron desempenhando um papel ativo. Esforços na produção de materiais como PLA, PBAT e PBS foram identificados. Além disso, o papel ativo do Estado Chinês foi evidenciado por políticas macro, como planos quinquenais que apontam para materiais alternativos biodegradáveis, e políticas locais e regionais que determinam a proibição de plásticos descartáveis em determinadas províncias, junto a divulgação de planos de controle de poluição. O estudo concluiu que a China está se movendo ativamente em direção à adoção de biopolímeros, tanto do ponto de vista produtivo quanto regulatório. O país pode desempenhar um papel crucial no futuro da indústria global de polímeros, considerando sua influência, capacidade produtiva e participação ativa em mercados globais de diversos setores, incluindo o setor de polímeros e biopolímeros.
Palavras chave: biopolímeros, China, normas e empresas
Autores; Cintia Neves Godoi, Otávio Cascaes, Carlos José Espíndola
Fonte:
Citação: GODOI, Cintia Neves; CASCAES, Otávio; ESPÍNDOLA, Carlos José. A adoção de biopolímeros na China: uma análise de aspectos produtivos e regulatórios. In: BIOPLASTICS BRAZIL 2024, 2024, [São Paulo]. Anais, 2024.
Artigo: BIOPLÁSTICOS NOS BRICS: ANÁLISE DAS INICIATIVAS NACIONAIS E
PROPOSTAS PARA UMA COLABORAÇÃO INTERNACIONAL
Resumo: Este artigo analisa iniciativas de bioplásticos nos países BRICS (África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia) entre 2010 e 2023, buscando identificar desafios e oportunidades para colaboração regional. A pesquisa utiliza uma abordagem qualitativa e quantitativa com análise de dados, documentos e entrevistas para examinar políticas públicas, infraestrutura de P&D e desenvolvimento de mercado nos cinco países. A relevância os bioplásticos como alternativa sustentável ao plástico convencional fundamenta a pesquisa. Cada país dos BRICS mostra um cenário específico: a África do Sul enfrenta problemas de poluição e investe em pesquisas a partir de resíduos, com apoio de associações e empresas. O Brasil destaca-se pela disponibilidade de matérias-primas e iniciativas de empresas como a Braskem. Na China, políticas governamentais impulsionam o crescimento da produção e do mercado. A Índia investe em pesquisa acadêmica e conta com apoio de instituições como o IIT-Gwahati. A Rússia desenvolve tecnologias para PHAs, com potencial comercial, em instituições como o Institute of Biophysics SB RAS. O artigo propõe maior colaboração entre os BRICS para promover políticas e normas para bioplásticos, visando uma cooperação mais integrada.
Palavras chave: biopolímeros, China, normas e empresas
Autores; Cintia Neves Godoi
Fonte: https://ojs.ufgd.edu.br/entre-lugar/article/view/18792/10515
Artigo: O SETOR PRODUTIVO DE BIOPLÁSTICOS NO BRASIL: CENÁRIOS, POSSIBILIDADES E DESAFIOS.
Resumo: Resumo: Esta proposta tem como objetivo discutir o cenário produtivo e regulatório do mercado brasileiro de bioplásticos. Considerando que o Brasil é o quarto maior produtor de plásticos do mundo, e que diversas pressões parecem estimular a entrada de novos materiais no mercado, é necessário estar atento às mudanças em diferentes países. Nesse cenário, o Brasil se posiciona e se destaca como um país com potencial competitivo para a produção de bioplásticos, devido à sua capacidade de gerar matérias-primas, biomassa, bioinsumos, existência de grandes empresas nacionais e estrangeiras e seus projetos específicos dedicados ao setor de bioplásticos. O trabalho foi organizado de forma a apresentar aspectos do potencial produtivo, e esforços institucionais e regulatórios existentes. A metodologia envolveu o uso do Modelo Diamante de Michael Porter, levantamento de dados, e discussões conceituais e teóricas para dar conta da complexidade do cenário brasileiro. Como principais resultados se apresentou que o país ainda não possui uma política nacional de incentivo aos bioplásticos, mas um cenário de diversidade de perfis empresariais produzindo, distribuindo e estimulando uso de bioplásticos, investimentos institucionais diversificados, porém um cenário difuso de aparato normativo e, com isso um cluster em fase inicial, com potencial de avanços de uma condição de vantagem comparativa para competitiva.
Palavras chave: biopolímeros, Brasil, normas e empresas
Autores; Cintia Neves Godoi, Otávio Cascaes, Carlos José Espíndola
Fonte: SENGES (territoriodasideias.com)
pág. 164 a 185.
Citação: GODOI, Cintia Neves; CASCAES, Otávio; ESPÍNDOLA, Carlos José. O setor produtivo de bioplásticos no Brasil: cenários, possibilidades e desafios. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO ESTRATÉGICA SOCIAL (SENGES), [n.º da edição], 2024, [Cidade do evento]. Anais... [S.l.]: Território das Ideias, 2024. p. 164-185. Disponível em: <URL do arquivo>. Acesso em: 19 mar. 2025.
Artigo: INVESTMENT DYNAMICS IN BIOPOLYMERS: A FINANCIAL SYSTEM OVERVIEW
Resumo: Abstract: A varied set of material technologies are at an embryonic stage with a view to establishing themselves as new possibilities. Institutions, whether public (State) or private (banks, large corporations, investment funds, etc.), have the monopoly to define which economic, technological and material activities will be a priority for investment. Regarding the private sector, different investment and financial management companies appear as essential in driving the competitiveness of businesses or sectors. Therefore, the central objective of this work is to analyze the behavior of financial companies in relation to the segment of materials known as biopolymers. To analyze the production scenario for biopolymers, a qualitative, theoretical and conceptual discussion was proposed that addresses the importance of the financial sector in driving investments in new proposals and materials. To this end, discussions were used about the importance of the financial sector from the views of Shcumpeter, Michael Porter, Pessanha, Dowbor and Rangel. To analyze data about environmental, financial and productive challenges, documents from institutions such as WWF, The World Investment Report, the United Nations Conference on Trade and Development – UNCTAD, BASF report, among others, were used. To analyze data from companies that stand out in the biopolymer production sector, data from the European Bioplastics association, and virtual addresses of companies highlighted in different sectors were used. The main results were the existence of companies located on all continents, which, stimulated by various financial instruments such as financial brokerage companies, own investments by large companies in the petrochemical sector, have changed the material availability scenario and exposed a sector with large possibilities for growth and transformation of the polymers market.
Key-words: biopolymers, financial system, competitiveness
Autores; Cintia Neves Godoi, Otávio Cascaes, Marcelo Ladvocat e Bento Alves da Costa Filho.
Fonte: https://euram.academy/
Evento: Encontro com Egressos do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional.
Disciplina:
Dr. Waldecy Rodrigues - Data: 04 - 2024
Participação em organização e presença em Missão Técnica para a China.
Suporte produção do website das atividades.
Suporte visita técnica em indústria na China.
Participação em atividade: diálogos entre geógrafos e professores de Geografia Econômica, da Indústria e Inovação na China, e diálogos sobre BRICS com Prof. Dr. Elias Jabbour.
Artigo: SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO: UMA DISCUSSÃO CONCEITUAL DA PLANIFICAÇÃO ESTATAL CHINESA
Resumo: No presente artigo o objetivo é discutir o papel da conformação de um Sistema Nacional de Inovação como responsável por uma planificação do desenvolvimento chinês. As teorias e discussões conceituais sobre Sistemas Nacionais de Inovação parecem não acompanhar a complexidade do processo de desenvolvimento chinês. Desta maneira, o presente artigo discutirá fundamentos do pensamento de autores como Nelson (1993) e Lundvall (2002, 2007) e de que maneira estes apoiam ou não a análise do caso chinês. Jabbour, Dantas e Espíndola (2022) abordam dinâmica complexa, mais atrelada ao papel do estado que proporciona racionalidade ao Sistema Nacional de Inovação chinês. Neste sentido, analisar esta discussão sobre possíveis particularidades da racionalização chinesa parece elemento-chave para compreensão do desempenho do SNI do país em questão. Para tanto, o desempenho em índices como WIPO, são utilizados, bem como análise do SNI para correlacionar crescimento econômico, racionalização e planejamento estatal.
Palavras chave: China, SNI, planificação, crescimento econômico
Autores; Cintia Neves Godoi, Carlos José Espíndola, Sandro Luiz Bazzanella.
Fonte: GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Sistema Nacional de Inovação: uma discussão conceitual da planificação estatal chinesa. DRPEES, Goiânia, v. 4, n. 1, p. 01-18, jan./dez. 2023. https://ojs.unialfa.com.br/index.php/desenvolvimentoregional/article/view/729
Artigo: DESEMPENHO CHINÊS EM RANKINGS DE INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
Resumo: A China se apresenta, nos anos 2020, como protagonista na grande transformação econômica, política e geopolítica no cenário global. Para este artigo, se chama a atenção sobre processos inovadores e produtivos, pois após anos de contestação dos produtos chineses, com o "made in china" sendo classificados como produtos de menor qualidade, competindo no mercado internacional em função dos preços, as condições de competição se alteram com produtos crescentemente mais competitivos por qualidade, e por trazerem consigo elementos de sustentabilidade. Neste sentido, o presente artigo tem objetivo de analisar o desempenho de empresas chinesas nos rankings de inovação e sustentabilidade dos anos de 2012 ao ano 2023. Para tanto, foram acessados bancos de dados e relatórios do programa Global Cleantech Innovation, vinculado às Nações Unidas, especialmente às Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial e a Organização Mundial de Propriedade Intelectual - WIPO, uma entidade internacional integrante do Sistema das Nações Unidas.
Palavras chave: China, inovação, sustentabilidade, divisão do trabalho
Autores; Cintia Neves Godoi, Carlos José Espíndola, Sandro Luiz Bazzanella.
Fonte: GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Desempenho chinês em rankings de inovação e sustentabilidade. In: SEMANA DE GEOGRAFIA, 2023, Londrina. Anais [...]. Disponível em: https://sites.uel.br/semanadegeografia/anais/. Acesso em: 15 jul. 2024.
Link dos Anais: https://sites.uel.br/semanadegeografia/anais/
Disciplina: Tecnologia, Industrialização e Organização do Espaço - Prof. Dr. Carlos José Espíndola - Data: 02 - 2023
Ementa: Inovação e revoluções industriais. Sistema nacional de inovação. Geração e difusão tecnológica. Transferência de tecnologia. Inovações em processo, produto e administrativas. Organização do processo de trabalho. Inovação e estruturas de mercado
ARTIGO EM JORNAL - 2023
China: breve discussão sobre a batalha de ideias entre o Socialismo de Mercado e o Capitalismo de Estado
Autores: Cintia Neves Godoi, Sandro Luiz Bazzanella e Carlos José Espíndola
Data: Maio de 2023
Link: https://jornalggn.com.br/internacional/china-entre-socialismo-de-mercado-e-capitalismo-de-estado/
Resumo Aceito em Evento: For this work, therefore, we seek to analyze how China considers the issue of the energy matrix, or more specifically the sources of renewable resources in its plans, programs and structures that are part of the National System of Technological Innovation - SNIT, considering that innovation seems to be fundamental element to support the rationalization of State planning. Therefore, we will seek to collaborate with the effort to understand this planning under the bias of a conceptual historical framework that starts from the Soviet Planning strategies, and moves towards to a New Projectment Economy.