Pierre Alves Costa (UNICENTRO), Lisandra Lamoso (UFGD), Cintia Godoi (UNIALFA), Camilo Pereira (UFG) e Denise Cristina Bomtempo (UFCE)
A ascensão da China como potência econômica global, especialmente a partir das reformas iniciadas em 1978, representa um dos fenômenos mais expressivos da geoeconomia contemporânea. Com um crescimento médio anual de quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB), retirada de mais de 800 milhões de pessoas da pobreza e a ampliação significativa do acesso à saúde e educação, o país consolidou um projeto de desenvolvimento próprio, baseado em: racionalidade estatal, planejamento de longo prazo e forte articulação entre ciência, tecnologia e inovação. Esse processo, demanda compreensão não apenas de seus efeitos na geoeconomia global, como desdobramentos para América Latina e, especialmente, para o Brasil. Este GT pretende reunir o debate sobre estratégias e resultados de investimentos chineses, redefinições logísticas, efeitos sobre as dinâmicas produtivas industriais e agrícolas, reordenamento das cadeias globais de valor, efeitos sobre a economia de serviços, a financeirização e a informação. A trajetória chinesa, nesse sentido, oferece uma provocação analítica e estratégica para os países da América Latina: como construir caminhos próprios que prezam pela soberania dos interesses nacionais diante das transformações globais? Quais transformações estão em curso na geoeconomia global e quais perspectivas se apresentam para emergência de uma multipolaridade?
Fonte: https://coloquioespacoeeco.wixsite.com/vcoloquio/items
Agenda 2030 e reflexões sobre desenvolvimento em uma perspectiva brasileira
A palestra apresentou um panorama das diferentes interpretações do desenvolvimento no pensamento brasileiro, destacando como intelectuais nacionais formularam leituras próprias sobre modernização, dependência, soberania e desigualdades estruturais. Em seguida, discutiu-se a agenda contemporânea do desenvolvimento, marcada pela centralidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pela intensificação das crises socioambientais e pelas tensões entre crescimento econômico, justiça social e limites ecológicos. A exposição também abordou a relevância de refletirmos criticamente sobre a Agenda 2030, enfatizando avanços normativos, ambiguidades políticas e desafios de implementação em países periféricos. Por fim, foram apresentadas três frentes analíticas que permitem interpretar tanto o desenvolvimento quanto suas agendas atuais: (a) uma perspectiva “confiante”, fundamentada em iniciativas institucionais que acreditam na capacidade do Estado e das organizações multilaterais de orientar transformações; (b) uma perspectiva crítica ao capitalismo, que questiona as bases materiais, ideológicas e geopolíticas da própria noção de desenvolvimento; e (c) uma perspectiva que examina como o discurso do desenvolvimento tem sido apropriado por diferentes atores, muitas vezes para legitimar interesses específicos ou reforçar assimetrias históricas.
A presente ação faz parte de um Convênio entre Centro Universitário Alves Faria - UNIALFA e Universidade Licungo - Unilicungo para dialogar sobre a Agenda 2030, suas proposições e os principais desafios levantados por professores e pesquisadores de Moçambique, especialmente da Universidade Licungo. Objetivo: Analisar os principais desafios das proposições da Agenda 2030 para países do Sul Global. Data das atividades: 18 e 20 de junho de 2024.
Horário: 14:30 - Moçambique / 9:30 Brasil.
Produto: E-Book com análises, materiais fotográficos, textos e questionamentos acerca das metas, proposições e desafios para alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em Moçambique. Organização: Professores Cintia Godoi e Tiago Tendai.
Para participar da atividade, responda ao link:https://www.survio.com/survey/d/X0M8P6O1P9Y6R6H6K
Aqui em participação na disciplina Ética, Política e Governação, ministrada com o Prof. Tiago Tendai, no Mestrado em Ciências Políticas da Unilicungo em Moçambique. Conversamos sobre a Agenda 2030 e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e as relações entre as agendas internacionais e a Governança nos países do Sul. @manzirafael @letipvargas
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Biopolímeros e Brasil: https://verkkolehdet.jamk.fi/finnish-business-review/2023/07/10/renewable-resources-are-the-future-the-role-of-sustainable-raw-materials-and-the-potential-of-biopolymers-in-brazil/
Abstract: This article discusses the emergence of a global biopolymer market and the potential for economic use in the Brazilian case. The aim is to identify and discuss the potential of access to biopolymers, their uses, and transformations in Brazilian industrial production. It is considered that Brazil has a high production potential for biopolymers. However, it is known that these new materials are still in the initial phase of production and replacement of conventional plastic products. We present global data from regions that stand out in the production process of these raw materials, as well as data on countries that already use these sources to convert more sustainable products. After presenting data, an analysis of Porter’s diamond was carried out to know and understand how the biopolymer chain is currently organized, its potential, and its challenges in Brazil.
Keywords: biopolymers, sustainability, Brazil, industry
China:
Artigo: DESEMPENHO CHINÊS EM RANKINGS DE INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
Resumo: A China se apresenta, nos anos 2020, como protagonista na grande transformação econômica, política e geopolítica no cenário global. Para este artigo, se chama a atenção sobre processos inovadores e produtivos, pois após anos de contestação dos produtos chineses, com o "made in china" sendo classificados como produtos de menor qualidade, competindo no mercado internacional em função dos preços, as condições de competição se alteram com produtos crescentemente mais competitivos por qualidade, e por trazerem consigo elementos de sustentabilidade. Neste sentido, o presente artigo tem objetivo de analisar o desempenho de empresas chinesas nos rankings de inovação e sustentabilidade dos anos de 2012 ao ano 2023. Para tanto, foram acessados bancos de dados e relatórios do programa Global Cleantech Innovation, vinculado às Nações Unidas, especialmente às Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial e a Organização Mundial de Propriedade Intelectual - WIPO, uma entidade internacional integrante do Sistema das Nações Unidas.
Palavras chave: China, inovação, sustentabilidade, divisão do trabalho
Autores; Cintia Neves Godoi, Carlos José Espíndola, Sandro Luiz Bazzanella.
Link dos Anais: https://sites.uel.br/semanadegeografia/anais/
Artigo: SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO: UMA DISCUSSÃO CONCEITUAL DA PLANIFICAÇÃO ESTATAL CHINESA
Resumo: No presente artigo o objetivo é discutir o papel da conformação de um Sistema Nacional de Inovação como responsável por uma planificação do desenvolvimento chinês. As teorias e discussões conceituais sobre Sistemas Nacionais de Inovação parecem não acompanhar a complexidade do processo de desenvolvimento chinês. Desta maneira, o presente artigo discutirá fundamentos do pensamento de autores como Nelson (1993) e Lundvall (2002, 2007) e de que maneira estes apoiam ou não a análise do caso chinês. Jabbour, Dantas e Espíndola (2022) abordam dinâmica complexa, mais atrelada ao papel do estado que proporciona racionalidade ao Sistema Nacional de Inovação chinês. Neste sentido, analisar esta discussão sobre possíveis particularidades da racionalização chinesa parece elemento-chave para compreensão do desempenho do SNI do país em questão. Para tanto, o desempenho em índices como WIPO, são utilizados, bem como análise do SNI para correlacionar crescimento econômico, racionalização e planejamento estatal.
Palavras chave: China, SNI, planificação, crescimento econômico
Autores; Cintia Neves Godoi, Carlos José Espíndola, Sandro Luiz Bazzanella.
Fonte: https://ojs.unialfa.com.br/index.php/desenvolvimentoregional/article/view/729
De acordo com o Banco Mundial, a China, a partir de 1978 com suas reformas econômicas, teve crescimento de quase 10% do PIB ao ano, retirou mais de 800 milhões de pessoas da pobreza e ampliou acesso à saúde, educação, dentre outras melhorias sociais e econômicas. Este crescimento, ocorrido mediante profundas transformações na racionalização da organização política, social e econômica tem sido estudado por pesquisadores do mundo todo que buscam compreender a complexidade do que está sendo construído com tantos indicadores que apontam melhorias na organização social, produtiva e econômica do país. Por isso mesmo, importa conhecer os aspectos do Desenvolvimento que estão relacionados a este processo, de que maneira se pode entender o projeto de Desenvolvimento do referido país e, de que maneira consideram inovação como elemento de racionalidade para planejamento, e de que maneira é possível enxergar esta racionalidade imbricada com ideias similares ao que Ignácio Rangel considera como Projetamento e sua relação com desenvolvimento e competitividade.
O objetivo do desenvolvimento sustentável - ODS 12 trata do tema consumo e produção responsáveis em uma agenda formulada pelas Organizações das Nações Unidas, denominada Agenda 2030. Esta agenda internacional reúne 17 objetivos para apoiar a redução da pobreza e estimular projetos e processos de desenvolvimento, através do estabelecimento de diretrizes para ações e acompanhamento de atuações políticas, econômicas em praticamente todos os países do globo. O ODS 12, contudo se apresenta como o objetivo dedicado a estimular adoção de práticas sustentáveis em cadeias produtivas desde os aspectos iniciais das atividades de cada cadeia, como extração de recursos até os momentos finais vinculados aos descartes e controle de resíduos. Para tanto é preciso considerar redução de usos e recursos naturais, especialmente os não renováveis, a minimização da geração de resíduos, promoção de reusos e reciclagem de materiais, dentre outras formas de se repensar o processo produtivo. E, para além dos aspectos produtivos, como o próprio nome do ODS aponta, o objetivo se apresenta também atento às questões da promoção de um consumo consciente e responsável. Em suma, este ODS se apresenta como o item que busca incentivar alterações na maneira como são produzidos elementos, e como os consumimos, de modo a dar suporte à preservação dos recursos naturais e promover sustentabilidade socioeconômica. Analisar de que maneira o ODS está de fato organizado para o Brasil, se houve alterações na agenda internacional, adequações à realidade brasileira, e posteriormente analisar de que maneira os indicadores do ODS estão sendo tratados no Brasil, e mais especificamente em Goiás se coloca como objetivo deste projeto de pesquisa. Para tanto será utilizada como metodologia um exercício qualitativo de levantamento de referenciais conceituais e teóricos bem como de dados para compreender e diagnosticar o ODS em Goiás.
2020 - (em andamento)
O objetivo deste grupo de pesquisa é o de lançar luz sobre as razões pelas quais o conceito elaborado por Ignacio Rangel de ¿Economia do Projetamento¿ guarda grandes possibilidades às pesquisas no campo do desenvolvimento econômico chinês. Para tanto buscamos reelaborar o conceito o enriquecendo com novas determinações e critérios de validação que o tornam à altura do alcance do fenômeno em curso na China. A importância deste grupo reside na possibilidade de, partindo de um caso específico de desenvolvimento, lançar luzes a um projeto nacional adaptado às condições brasileiras.
A presente proposta de criação de grupo de pesquisa tem por objetivo estudar as interseções entre as políticas públicas e o fenômeno jurídico, bem como os demais ramos do conhecimento, numa perspectiva interdisciplinar, buscando entender os problemas de uma sociedade multifacetadas, na construção transversal e multidisciplinar de conhecimento, visando estabelecer balizas e conceitos estruturantes, para a compreensão processualizada, e portanto juridicamente informada, das políticas públicas no campo do desenvolvimento regional.
O grupo é composto por professores, pesquisadores, egressos e discentes de diferentes instituições que se unem por serem estudiosos do tema do Desenvolvimento Regional, desafios do entendimento deste como Ciência, e dos desdobramentos destes desafios.
O grupo é composto por professores, pesquisadores de diferentes instituições que se unem com os objetivos de analisar de que maneira instrumentos como Agenda 2030 e indicadores oriundos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável permitem apoiar estratégias para desenvolvimento local e regional, e analisar em que aspectos setores produtivos podem e devem cooperar e em que aspectos podem e devem competir para estimular desenvolvimento.
Participação em projeto de Desenvolvimento Inovação e Tecnologia na Secretaria de Desenvolvimento e Inovação de do governo do estado de Goiás, 2018.
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Livros publicados/organizados ou edições
FERNANDEZ, F. N. ; GODOI, C. N. ; Vilalta, L. A. . Temas Socioeconômicos e Políticas Públicas de Desenvolvimento Regional no Brasil. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2017.
FERNANDEZ, F. N. ; GODOI, C. N. ; GONCALVES, R. A. T. . Prioridades Socioambientais e Políticas Públicas em Goiânia-GO. 1. ed. São Paulo: Opção, 2013. 197p .
Capítulos de livros publicados
GODOI, C. N.. A estrutura para a produção industrial em Goiás. Políticas Públicas de desenvolvimento regional e industrial, e os desafios para além de 2014.. In: Fernando Negret Fernandez, Cintia Neves Godoi, Luis Antonio Vilalta. (Org.). Temas socioeconômicos e políticas públicas de Desenvolvimento Regional no Brasil. 1ed.Curitiba: Prismas, 2017, v. 1, p. 229-258.
GODOI, C. N.. O conceito de Desenvolvimento no Produzir - Programa Politico de Industrialização de goias - e novas perspectivas conceituais para subsidiar políticas públicas.. In: Luis Antonio Vilalta. (Org.). Incentivos Fiscais e Desenvolvimento Regional no Brasil. 1ed.Goiania: Kelps, 2016, v. 1, p. 291-331.
GODOI, C. N.; LEMOS, W. S. . Analise dos esforços para inovação e desenvolvimento industrial em Goiás após 2000.. In: Cesar Augustus Labre Lemos de Freitas; Joao Gonsalo de Moura; Ricardo Zimbrao Affonso de Paula. (Org.). Ensaios sobre Economia e Desenvolvimento Regional. 1ed.Sao Luis: EDUFMA, 2016, v. 1, p. 95-119.
GODOI, C. N.. Políticas Públicas Urbanas em Goiânia-GO. In: Cintia Neves Godoi. (Org.). Políticas Públicas Urbanas em Goiânia-GO. 1ed.São Paulo: Opção, 2013, v. 1, p. 157-188.