Professora e pesquisadora - Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional - UNIALFA
TURMAS - 2026
Vanessa Trindade Galdino
Luciana Giacomini Vieira
Marcelo Landin
Seminários Coletivos - 01 - 2026
26 e 27 de Junho - Turma 01
03 e 04 de Julho - Turma 02
19:00 às 22:00
08:00 às 17:00
Disciplina: Seminários Coletivos
Período: 26 e 27 de Junho - Turma 01 e 03 e 04 de Julho - Turma 02 19:00 às 22:00 e 08:00 às 17:00, 2026.
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professora Organizadora: Cintia Neves Godoi
Titulação: Doutora
Os Seminários Coletivos são atividades que derivam das atividades de orientação e também da disciplina de Metodologia Científica.
A disciplina de Metodologia fornece referência aos discentes acerca do processo de investigação científica nas suas fases de planejamento, execução e avaliação. São discutidos os processos de investigação científica, seus aspectos teóricos e metodológicos, as abordagens quantitativas, qualitativas e mistas em pesquisa, os instrumentos de coleta de dados, os procedimentos para coleta, tabulação, análise e discussão dos dados coletados. A disciplina aborda, ainda, as normas da ABNT para citações, referências, elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos, inclusive a produção de artigos. Esta disciplina, em conjunto com os Seminários Coletivos, apoia os discentes na elaboração dos seus Projetos de Pesquisa.
Os Seminários Coletivos são eventos realizados para apoiar a estruturação dos projetos de pesquisas dos discentes. Neles os discentes apresentam oralmente seus Projetos de Pesquisa para o Corpo Docente do MDR.
Esta atividade é um momento oportuno para o Corpo Docente apresentar suas contribuições para a melhoria dos Projetos apresentados pelos discentes. Os Seminários são importantes para o planejamento e execução da pesquisa bibliográfica e de campo, bem como para a elaboração da dissertação, a ser avaliada na sessão de Qualificação e na sessão de defesa.
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentação de slides por discentes para uma banca de docentes do Programa, podendo também haver participação de docentes externos convidados.
AVALIAÇÃO:
Discentes devem estar em contato com seus orientadores para construção do projeto e organizar slides para apresentação do andamento de suas atividades de construção do projeto, e da pesquisa. Nos Seminários Coletivos os discentes apresentam individualmente o material elaborado e aprovado por seu orientador.
Nos Seminários Coletivos o discente tem até 15 minutos para apresentar slides e receber avaliação por um grupo de docentes. Nos Seminários Coletivos II o discente tem de 15 a 20 minutos para expor o projeto e os avanços decorrentes das atividades pós Seminários Coletivos I e receber contribuições e avaliações de um grupo de docentes.
SUGESTOES DE REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortes, 2008.
CAZELLA, A. A. Contribuições metodológicas da sócio-antropologia para o desenvolvimento territorial sustentável. Eisforia (UFSC), v. 4, p. 225-247, 2006.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRESWELL, JOHN W. PROJETO DE PESQUISA: MÉTODOS QUALITATIVO, QUANTITATIVO E MISTO; TRADUÇÃO MAGDA LOPES. – 3 ed. – PORTO ALEGRE: ARTMED, 296 páginas, 2010.
Gil, A. C.. Métodos e técnicas de pesquisa social / Antonio Carlos Gil. - 6. ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade, 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MINAYO, M., C., de S (org.), DESLANDES, S., F., NETO, O., C. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MORIN, Edgar. A CABEÇA BEM-FEITA: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
NETO, Otávio Cruz. O trabalho de campo como descoberta e criação. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 1994
Selecionada como professora Destaque 2025 -02
2025 - 02
Seminários Coletivos - 02 - 2025
28 e 29 de Outubro
11 de Novembro
19 às 22:00
Fonte: :: Cepe UniAlfa - Congresso :: 22/10/2025
Programação MDR:
Sala:
Professora Dra. Cintia Neves Godoi
14:30 Marcos Roberto Fernandes Filho - Artigo Cientifico
15:00 Elcielle Rodrigues Carvalho Sotelo - Relato Técnico e ou de experiência
15:15 Lucélia Silvério dos Reis Oliveira - Relato Técnico e ou de experiência
15:30 Eliane Dias de Souza - Relato Técnico e ou de experiência
15:45 Luciene Silvério dos Reis Alves - Relato Técnico e ou de experiência
16:00 Anna Julia Moreira Alves - Artigo Cientifico
Professores na sala: Alcido Wander, Carlos Domingues, Edna Maria
19:00 – ALBA VALERIA LIMA JORGE SERIQUE
19:20 – ANGELICA APARECIDA DUTRA MEDEIROS
19:40 – ANNA JULIA MOREIRA ALVES
20:00 – BRENO RODRIGUES DIAS
20:40 – DANYELLA PATRICIA CARDOSO AGUIAR
21:00 – ELCIELLE RODRIGUES CARVALHO SOTELO
Professores na sala: Cintia Godoi, Dostoiewski
19:00 – JULIANA INÁCIO RANGEL DOS SANTOS
19:20 – LÁZARA LIDIANE OLIVEIRA ASSIS
19:40 – LUCELIA SILVERIO DOS REIS OLIVEIRA
20:00 – LUCIANO ALMEIDA DE OLIVEIRA
20:40 – LUCIENE SILVERIO DOS REIS ALVES
Professores na sala: Guilherme Rezende, Gustavo Amaral, Heverton Eustáquio, Marcelo Máximo
19:00 – TATIANE LACERDA DARQUES SILVA
19:20 – PATRICIA MORAIS COUTINHO
19:40 – ELIANE DIAS DE SOUZA
20:00 – JOELMA PEREIRA DA SILVA
20:40 – SIMONE CRISTINA DO NASCIMENTO SARMENTO
21:00 – RODRIGO DE SOUZA ATAIDES
21:20 - LÁZARA LIDIANE OLIVEIRA ASSIS
2025 - 01
Seminários Coletivos - 01 - 2025
Sala 01
Sala 02
Sala 03
Disciplina: Seminários Coletivos
Período: 28 e 29 de Março de 2025
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professora Organizadora: Cintia Neves Godoi
Titulação: Doutora
Os Seminários Coletivos são atividades que derivam das atividades de orientação e também da disciplina de Metodologia Científica.
A disciplina de Metodologia fornece referência aos discentes acerca do processo de investigação científica nas suas fases de planejamento, execução e avaliação. São discutidos os processos de investigação científica, seus aspectos teóricos e metodológicos, as abordagens quantitativas, qualitativas e mistas em pesquisa, os instrumentos de coleta de dados, os procedimentos para coleta, tabulação, análise e discussão dos dados coletados. A disciplina aborda, ainda, as normas da ABNT para citações, referências, elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos, inclusive a produção de artigos. Esta disciplina, em conjunto com os Seminários Coletivos, apoia os discentes na elaboração dos seus Projetos de Pesquisa.
Os Seminários Coletivos são eventos realizados para apoiar a estruturação dos projetos de pesquisas dos discentes. Neles os discentes apresentam oralmente seus Projetos de Pesquisa para o Corpo Docente do MDR.
Esta atividade é um momento oportuno para o Corpo Docente apresentar suas contribuições para a melhoria dos Projetos apresentados pelos discentes. Os Seminários são importantes para o planejamento e execução da pesquisa bibliográfica e de campo, bem como para a elaboração da dissertação, a ser avaliada na sessão de Qualificação e na sessão de defesa.
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentação de slides por discentes para uma banca de docentes do Programa, podendo também haver participação de docentes externos convidados.
AVALIAÇÃO:
Discentes devem estar em contato com seus orientadores para construção do projeto e organizar slides para apresentação do andamento de suas atividades de construção do projeto, e da pesquisa. Nos Seminários Coletivos os discentes apresentam individualmente o material elaborado e aprovado por seu orientador.
Nos Seminários Coletivos o discente tem até 15 minutos para apresentar slides e receber avaliação por um grupo de docentes. Nos Seminários Coletivos II o discente tem de 15 a 20 minutos para expor o projeto e os avanços decorrentes das atividades pós Seminários Coletivos I e receber contribuições e avaliações de um grupo de docentes.
Salas:
28/03 – 19:00 às 22:00
Sexta feira:
Sala 01: Alcido e Carlos
Sala 02: Marcelo Ladvocat e Rafael
Sala 03: Cintia e Aline
29/03 – 09:00 às 12:30
Sábado cedo:
Sala 01: Marcelo Máximo e Edna
Sala 02: Marcelo Ladvocat e Guilherme
Sala 03: Dostoiewski e Heverton
29/03 – 13:30 às 17:30
Sábado tarde:
Sala 01: Gustavo e Guilherme
Sala 02: Heverton e Dostoiewski
Sala 03: Cintia e Aline
SUGESTOES DE REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortes, 2008.
CAZELLA, A. A. Contribuições metodológicas da sócio-antropologia para o desenvolvimento territorial sustentável. Eisforia (UFSC), v. 4, p. 225-247, 2006.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRESWELL, JOHN W. PROJETO DE PESQUISA: MÉTODOS QUALITATIVO, QUANTITATIVO E MISTO; TRADUÇÃO MAGDA LOPES. – 3 ed. – PORTO ALEGRE: ARTMED, 296 páginas, 2010.
Gil, A. C.. Métodos e técnicas de pesquisa social / Antonio Carlos Gil. - 6. ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade, 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MINAYO, M., C., de S (org.), DESLANDES, S., F., NETO, O., C. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
MORIN, Edgar. A CABEÇA BEM-FEITA: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
NETO, Otávio Cruz. O trabalho de campo como descoberta e criação. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 1994
2024
Disciplina: Desenvolvimento Regional na China
Período: 02 e 03 de Agosto.
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professora: Cintia Neves Godoi
Convidado: Prof. Dr. Fernando Sampaio
Titulação: Doutora
O debate sobre o conceito de Desenvolvimento. Desenvolvimento, Subdesenvolvimento e diferentes possíveis caminhos. O desenvolvimento e a trajetória chinesa. Desenvolvimento Regional na China. Economia do projetamento como suporte aos caminhos chineses de desenvolvimento.
CONTEÚDOS:
Parte 01:
Desenvolvimento. A construção de uma ideia pela leitura de Flávio Ribeiro.
Parte 02:
A China no século XXI.
Parte 03:
Como a China trilhou caminhos diferentes da proposta de desenvolvimento apresentada aos países capitalistas.
Sexta, dia 02/08 - Cintia Godoi
Abertura e apresentação disciplina
Discussão geral sobre Desenvolvimento como conceito e Ideologia.
Leituras sugeridas:
RIBEIRO, Flavio Diniz. Walt Whitman Rostow e a problemática do desenvolvimento: ideologia, política e ciência na Guerra Fria. 2008. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-04072008-160534/. Acesso em: 14 jul. 2024.
Sábado, dia 03/08 - Cintia Godoi e Dr. Fernando Sampaio
MANHÃ: A China no século XXI - Prof. Dr. Fernando Sampaio
Indicação de leitura:
TARDE: Caminhos do Desenvolvimento e Desenvolvimento Regional em uma perspectiva chinesa.
Leituras sugeridas:
NOVA, Vitor Vieira Fonseca Boa; JABBOUR, Elias Marco Khalil; CAMBUH, Melissa. A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território. Revista X, v. 38, n. 87, p. 69-93, ago. 2023. DOI: 10.5007/2177-5230.2023.e91766. Disponível em: A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território (researchgate.net)
O CATCH-UP TECNOLÓGICO DA CHINA: UMA ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DOS GRANDES OLIGOPÓLIOS DE OPERADORAS DE TELECOMUNICAÇÕES UALLACE MOREIRA1
SNOW, Edgar. Estrela vermelha sobre a China. São Paulo: Boitempo, 2021.
WEBER, Isabella. Como a China escapou da teoria do choque. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.
WU, Fulong. Planning for Growth: Urban and Regional Planning in China. Abingdon: Routledge, 2015.
JUSTIFICATIVA:
O debate sobre o termo Desenvolvimento não está sedimentado. Há correntes de pensamento, escolas, críticas e os processos sociais e econômicos são dinâmicos e exigem que estejamos atentos às mudanças. A ascensão da economia chinesa, por exemplo, aponta que os desafios de definição dos modelos de crescimento e desenvolvimento econômico se fazem atuais.
Além disso, no debate não se encontram apenas concordâncias, os termos, correntes de pensamentos e formas de operacionalizar idéias se apresentam diversos, assim, exercitar a reflexão sobre a produção científica como não assentada, como ideológica permite perceber exercícios de agentes do estado, em escalas nacional e internacional na construção de ideias que moldam ações, políticas públicas e investimentos em setores privados.
Compreender essas dinâmicas se faz importante para entender o que pode vir a ser Desenvolvimento, e de que maneira se constroem ideias de Desenvolvimento e de Desenvolvimento Regional e como em cada território, nação, ou lugar é possível ter entendimentos diferentes sobre os caminhos para uma sociedade mais igualitária.
OBJETIVOS
Analisar criticamente o termo Desenvolvimento e as abordagens na construção das ideias de Desenvolvimento, especialmente conhecer algumas acepções chinesas sobre Desenvolvimento e Desenvolvimento Regional.
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentações conceituais, debates entre alunos, tendo a professora o papel de moderador nas discussões. A análise dos textos e produção de textos, apresentações e questionamentos para os autores dos textos também apoiarão o exercício de reflexão e crítica.
AVALIAÇÃO:
O aluno será avaliado pela sua frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez).
O aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações da aprendizagem. As notas são compostas da seguinte forma:
- Participação em aula e nas atividades sugeridas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ARAÚJO, T. B. Por uma política de desenvolvimento regional. In: ARAÚJO, Tânia Bacelar de. Ensaios sobre o desenvolvimento brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro: Revan: Fase, 2000.
ARAÚJO, T. B. Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr/jun. 1999.
BANCO MUNDIAL. China 2030: building a modern, harmonious and creative society. Genebra: Banco Mundial, 2013.
BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
BAZZANELLA, SANDRO LUIZ ; NEVES GODOI, CINTIA ; MARCHESAN, J. . O dispositivo do desenvolvimento. REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, v. 19, p. 310-334, 2023.
BAZZANELLA, S. L. ; GODOI, CINTIA NEVES . EDUCAÇÃO COMO OBJETO DE ESTUDO NOS PROGRAMAS BRASILEIROS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Revista Húmus, v. 12, p. 422, 2022.
BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro – o ciclo ideológico do
desenvolvimentismo. Rio de janeiro: Contraponto, 2007.
BRANDÃO, Carlos. Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global.Campinas: Editora da Unicamp, 2007.
Disponível em: http://carlosbrandao.org/wp-content/uploads/2019/07/Territo%CC%81rio-e-Desenvolvimento-Carlos-Branda%CC%83o-2012.pdf
CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Diretoria de Avaliação (DAV). Documento de Área: Área 30: Planejamento Urbano e Regional e Demografia, maio de 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de- conteudo/planejamento-urbano-pdf. Acesso em: 07 out. 2021.
ETGES, V.. L, R. ETGES A dimensão multiescalar do Desenvolvimento Regional
https://online.unisc.br/acadnet/anais/index.php/sidr/article/view/21384
FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) conceito(s) de desenvolvimento: um roteiro crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144.
Disponível em: FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) Conceito(s) de Desenvolvimento. Um Roteiro Crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2930/293055456006.pdf
FIORI, José Luís. A ilusão do desenvolvimento. Jornal Folha de São Paulo. Caderno Folha Mais. São Paulo, domingo, 24 de janeiro de 1999. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs24019905.htm. Acesso em: 09 nov. 2022.
FIORI, José Luís. De volta à questão da riqueza de algumas nações. In.: IORI, Jośe Luis (Org). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: vozes, 1999.
FIORI, José Luís. Estado e desenvolvimento na América Latina. Revista de Economia Contemporânea [online], v. 24, n. 01, e202416, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/198055272416. Acesso em: 6 dez. 2021.
FURTADO, Celso. Subdesenvolvimento e Estagnação da América Latina, Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Sistema Nacional de Inovação: uma discussão conceitual da planificação estatal chinesa. DRPEES, Goiânia, v. 4, n. 1, p. 01-18, jan./dez. 2023. Disponível em: https://ojs.unialfa.com.br/index.php/desenvolvimentoregional/article/view/729
GODOI, Cintia Neves; ESPÍNDOLA, Carlos José; BAZZANELLA, Sandro Luiz. Desempenho chinês em rankings de inovação e sustentabilidade. In: SEMANA DE GEOGRAFIA, 2023, Londrina. Anais Semageo, 2023. Disponível em: https://sites.uel.br/semanadegeografia/anais/. Acesso em: 15 jul. 2024.
GODOI, C. N. ., Bazzanella, S. L. ., Marchesan, J., & Tomporoski, A. A. (2021). Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 11, 231–249. https://doi.org/10.24302/drd.v11.3908
GODOI, CINTIA N.; BAZZANELLA, S. L. ; VARGAS, L. P. ; CHINGORE, T. T. ; CANI, L. E. . O DESENVOLVIMENTO E A AGENDA 2030: UMA ANÁLISE CRÍTICA DESTA AGENDA INTERNACIONAL.. Ecos do Chiveve, v. 11, p. 52-77, 2023.
GODOI, CINTIA NEVES; BAZZANELLA, SANDRO LUIZ ; MARCHESAN, JAIRO ; TOMPOROSKI, ALEXANDRE ASSIS . Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional em debate, v. 11, p. 231-249, 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. Crítica ao conceito de desenvolvimento. Revista PEGADA: A Revista da Geografia do Trabalho, v. 3, n. 1, p. 1-13, 2002. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/798. Acesso em: 14 abr. 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. O “desenvolvimento” como mecanismo de controle social: desdobramentos escalares. PEGADA - A Revista da Geografia do Trabalho, v. 6, n. 1, p. 2005. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/1296. Acesso em: 29 nov. 2021.
GLOBAL CLEANTECH INNOVATION. Disponível em: https://www.unido.org/GCIP
Acesso em: maio de 2023
GLOBAL CLEANTECH INNOVATION - Cleantech de 2017. Disponível em:
https://s3.amazonaws.com/i3.cleantech/uploads/additional_resources_pdf/17/117/GCII_GCIP_report_2017_20nov.pdf Acesso em: maio de 2023
HU, Angang, YAN, Yilong, TANG, Xian, & LIU, Shenglong. 2050 China: Becoming a Great Modern Socialist Country. 1. ed. Beijing: Springer Nature, 2021. 105p.
JABBOUR Elias; DANTAS, Alexis. The political economy of reforms and the present Chinese Transition. Brazilian Journal of Political Economy, v. 37, n. 4, p. 789-807, out./dez. 2017.
JABBOUR, Elias; et al. A (Nova) Economia do Projetamento: o conceito e suas novas determinações na China de hoje. Geosul, Florianópolis, v. 35, n. 77, p. 17-48, dez. 2020.
Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/1982-
153.2020v35n75p17/43414
JABBOUR, Elias. e GABRIELE, Alberto. China: o socialismo do século XXI. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2021. 311p.
JABBOUR, E. O marxismo e outras influências sobre o pensamento de Ignacio Rangel. Economia e Sociedade , Campinas, SP, v. 26, n. 3, p. 561–583, 2018. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ecos/article/view/8652120. Acesso em: 25 maio.2023.
JABBOUR, Elias Marco Khalil; MOREIRA, Uallace. DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA À “NOVA ECONOMIA DO PROJETAMENTO” NA CHINA.. In: Anais do XV
Encontro Internacional da Associação Keynesiana Brasileira. Anais...Belo Horizonte(MG) FACE-UFMG, 2022. Disponível em: <https//www.even3.com.br/anais/akb2022/521671-DO-SISTEMA-
NACIONAL-DE-INOVACAO-TECNOLOGICA-A-NOVA-ECONOMIA-DO-PROJETAMENTO-NA-CHINA>. Acesso em: 06/12/2022
JABBOUR, Elias, GABRIELI, Alberto. China. O Socialismo no século XXI. Editora Boitempo, 2021.
NOVA, Vitor Vieira Fonseca Boa; JABBOUR, Elias Marco Khalil; CAMBUH, Melissa. A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território. Revista X, v. 38, n. 87, p. 69-93, ago. 2023. DOI: 10.5007/2177-5230.2023.e91766. Disponível em: A nova economia do projetamento como estágio superior de intervenção do Estado chinês no território (researchgate.net)
PEREIRA, A. J. H. C. LOPES. Estado e desenvolvimentismo na perspectiva de Ha-Joon Chang: quando a história importa e as instituições fazem diferença. Revista Desenvolvimento em Debate. Janeiro de 2021.
Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/dd_v9_n2_adriano_jose_pereira_e_herton_castiglioni_lopes.pdf
PINTO, Álvaro Vieira. A Sociologia dos Países Subdesenvolvidos: Introdução metodológica ou prática metodicamente desenvolvida da ocultação dos fundamentos sociais do “vale de lágrimas”. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2008.
PINTO, Álvaro Vieira. Consciência e Realidade Nacional. Volume 2: A consciência Crítica. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2021.
PIQUET, R. P da S; RIBEIRO, A. C. T. Tempos, Ideias e Lugares. O ensino do Planejamento Urbano e Regional no Brasil. Revista de Estudos Urbanos e Regionais, v.10, n. 1, maio de 2008, p. 49-59.
PLURD - Planejamento Urbano Regional e Demografia. CAPES.
Plurd Capes, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/PLURDAPCN_2021.pdf
Acesso em: Janeiro de 2022.
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PRADO, Fernando Correa. A ideologia do desenvolvimento e controvérsia da dependência no Brasil Contemporâneo. 168 f. 2015. Tese (Doutorado em Economia Política Internacional) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.
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RANIERI, Jesus. Sobre o conceito de ideologia. Estudos de Sociologia, v. 7, n. 13, p. 8-36, 2003.
RIBEIRO, Flávio Diniz. Para uma crítica da ideia de desenvolvimento. 2002. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo; e RIBEIRO, Flávio Diniz. “Desenvolvimento como evolução”. Revista de História, São Paulo, n. 148, 2003.
SANTOS, Milton. Economia Espacial: Críticas e Alternativas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003.
SANTOS, Thetônio. Socialismo o fascimo: El dilema latinoamericano. Santiago: Prensa Latinoamericama, 1969.
SOUZA, Jessé. A elite do atraso: da escravidão à lava jato. Rio de Janeiro: Leya,
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YANG, Kaizhong. New Urbanization and Coordinated Regional Development. Chinese Journal of Urban and Environmental Studies, v. 7, n. 04, p. 1975009, 2019.
WEBER, Isabella. Como a China escapou da teoria do choque. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.
WIPO (2022a). Global innovation index 2022. What is the future of innovation-driven growth? Geneva: World Intellectual Property Organization (WIPO). Available at: www.wipo.int/global_innovation_index/en
WU, Fulong. Planning for Growth: Urban and Regional Planning in China. Abingdon: Routledge, 2015.
Disciplina: Teorias e Abordagens do Espaço no Desenvolvimento
Períodos:
Turma 01: 26 e 27 de abril e 10 e 11 de maio - Presencial - Sala: Alianças Internacionais
Turma 02: 17 e 18 de maio e 07 e 08 de junho - Presencial - Sala: 101B
Turma 03: 28 e 29 de junho e 06 e 07 de julho - Presencial - Sala: Coca Cola
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professores: Cintia Neves Godoi
Titulação: Doutora
O debate sobre o conceito de Desenvolvimento. Região, Território, Lugar, Global e Local e o vínculo ao debate sobre Desenvolvimento. Desenvolvimento, Subdesenvolvimento e o debate sobre região. Desenvolvimento endógeno e o debate sobre Local e Global. Os adjetivos e a questão espacial como pulverização do entendimento do Desenvolvimento como ideologia.
CONTEÚDOS:
Parte 01:
Desenvolvimento e Espaço: Subdesenvolvimento, América Latina, Teoria marxista da dependência; CESO, ISEB; Cepal, Ditaduras Militares, modernização conservadora e a transformação do horizonte utópico da libertação, independência para participação no processo de Desenvolvimento. Estado como todo, região como parte.
Parte 02:
Desenvolvimento e Planejamento: Desenvolvimento e Planejamento Territorial, Desenvolvimento endógeno, Desenvolvimento Capitalista, Globalização, e a transformação do debate cooperativo, coletivo, revolucionário para o debate sobre o poder do local, articulações locais e verticalização das relações. Globalização como todo, local como parte.
Parte 03:
Desenvolvimento Regional: Desenvolvimento, Competitividade, dinâmicas concorrentes e articuladas no debate na atualidade. Desenvolvimento e Projetamento. Novo Desenvolvimentismo. Estado e Região. Regional como todo, local como parte.
Discussão geral sobre Desenvolvimento como conceito e Ideologia.
Leituras sugeridas:
1. Rogério Roque Amaro, «Desenvolvimento — um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria», Cadernos de Estudos Africanos [En línea], 4 | 2003, Publicado el 25 julio 2014, consultado el 31 octubre 2022. URL: http://journals.openedition.org/cea/1573; DOI: https://doi.org/10.4000/cea.1573
2. BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
3. Godoi, C. N., Bazzanella, S. L., Marchesan, J., & Gumiero, R. G. . (2023). O desenvolvimento regional da área de planejamento urbano regional e demografia - PLURD: inventário e considerações de linhas de pesquisa e terminologias em programas da pós-graduação brasileira. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 13, 482–509. https://doi.org/10.24302/drd.v13.4904
NOITE: Abertura e apresentação disciplina
Discussão geral sobre Desenvolvimento como conceito e Ideologia.
Leituras sugeridas:
1. Rogério Roque Amaro, «Desenvolvimento — um conceito ultrapassado ou em
renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria», Cadernos de Estudos Africanos
[En línea], 4 | 2003, Publicado el 25 julio 2014, consultado el 31 octubre 2022. URL:
http://journals.openedition.org/cea/1573; DOI: https://doi.org/10.4000/cea.1573
2. BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A.
Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?
v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em:
https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_
tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
Sábado:
01 - Desenvolvimento como ideologia política.
Tema: Teoria da Dependência e as críticas ao Desenvolvimento - com enfoque na produção de Theotônio dos Santos
Leituras sugeridas:
SANTOS, Thetônio. Socialismo o fascimo: El dilema latinoamericano. Santiago: Prensa
Latinoamericama, 1969.
SANTOS, T. Democracia E Socialismo no Capitalismo Dependente. ED. Vozes, 1991.
Sábado:
02: Leitura coletiva - Metodologia - Quebra Cabeça
FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) conceito(s) de desenvolvimento: um roteiro crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144.
Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2930/293055456006.pdf
BRESSER-PEREIRA, L.C. Do Iseb e da Cepal à Teoria da Dependência.
Disponível em: http://www.bresserpereira.org.br/papers/2005/05.06.ISEB-CEPAL-TeoriaDependencia.pdf
Abertura e apresentação do segundo momento da disciplina.
Apresentação da não linearidade do conceito de desenvolvimento, e da espacialização dos conceitos e suas diferentes formas de apropriação.
Godoi, C. N., Bazzanella, S. L., Marchesan, J., & Gumiero, R. G. . (2023). O desenvolvimento regional da área de planejamento urbano regional e demografia - PLURD: inventário e considerações de linhas de pesquisa e terminologias em programas da pós-graduação brasileira. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 13, 482–509. https://doi.org/10.24302/drd.v13.4904
BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
Sábado
1. Leitura coletiva - Metodologia - Quebra Cabeça
Leitura indicada: BRANDÃO, Carlos. Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global.Campinas: Editora da Unicamp, 2007.
Conteúdo para leitura: Apresentação, Prefácio, Introdução e Capítulo 01.
2. Discussão em grupos
2.2 Apresentação dos textos analisados
Endereços virtuais para apoiar etapa de resultados, especialmente para a apresentação do recorte espacial da pesquisa:
IBGE Cidades www.cidades.ibge.gov.br
IBGE Estados https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados.html
Atlas do Desenvolvimento Humano: http://www.atlasbrasil.org.br/
Agenda 2030: https://www.local2030.org/library/search
Painel de Dados do Instituto Mauro Borges: https://www.imb.go.gov.br/bde/
2023
Disciplina: Seminários Coletivos
Período: 10 e 11 de novembro.
Áreas de Conhecimento: Desenvolvimento Regional
Professores: Docentes do MDR - UNIALFA
Titulação: Doutores
Carga Horária: 15 horas
Período: 10 e 11 de novembro de 2023
Área de Conhecimento: Planejamento Urbano, Regional e Demografia
Professora Organizadora: Cintia Neves Godoi
EMENTA: Os Seminários Coletivos I e II, são obrigatórios, desenvolvidos em 30 horas, e valem cada um deles 2 créditos. Os Seminários Coletivos são atividades que derivam das atividades de orientação e também da disciplina de Metodologia Científica. A disciplina de Metodologia fornece referência aos discentes acerca do processo de investigação científica nas suas fases de planejamento, execução e avaliação. São discutidos os processos de investigação científica, seus aspectos teóricos e metodológicos, as abordagens quantitativas, qualitativas e mistas em pesquisa, os instrumentos de coleta de dados, os procedimentos para coleta, tabulação, análise e discussão dos dados coletados. A disciplina aborda, ainda, as normas da ABNT para citações, referências, elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos, inclusive a produção de artigos. Esta disciplina, em conjunto com os Seminários Coletivos, apoia os discentes na elaboração dos seus Projetos de Pesquisa. Os Seminários Coletivos I e II são eventos realizados para apoiar a estruturação dos projetos de pesquisas dos discentes. Neles os discentes apresentam seus Projetos de Pesquisa para o Corpo Docente do MDR. Esta atividade é um momento oportuno para o Corpo Docente apresentar suas contribuições para a melhoria dos Projetos apresentados pelos discentes. Os Seminários são importantes para o planejamento e execução da pesquisa teórica, bibliográfica e de campo, bem como para a elaboração da dissertação, a ser avaliada na sessão de Qualificação e, posteriormente na sessão de defesa.
Seminário I - Devem ser apresentados resumidamente os seguintes elementos:
Introdução - Objetivos, Justificativa, Problema, Metodologia e Resultados Esperados.
1. Referencial Teórico. Trata-se da revisão bibliográfica e discussão dos elementos teóricos e conceituais com base nos quais as dissertações serão desenvolvidas. Esses elementos ou categorias analíticas serão utilizados na pesquisa e na análise concreta da realidade.
2. Metodologia. No documento da dissertação para qualificação deve ser descrita a metodologia a ser utilizada, por exemplo, revisão bibliográfica, revisão documental, tipo de pesquisa de campo, desenvolvimento de questionário, universo da pesquisa, tamanho da amostra, agentes sociais a serem entrevistados, etc. Para o Seminário I é preciso esboçar de maneira inicial a metodologia a ser utilizada.
3. Estrutura Geral da Dissertação Com base no documento “Estrutura Geral de Dissertação para o Mestrado”, o aluno deverá apresentar a estrutura para desenvolvimento da sua dissertação. No Seminário I é ideal que se apresente a estrutura geral da Dissertação com itens que devem ser abordados em cada parte da Dissertação.
4. Cronograma para Desenvolvimento da Dissertação Trata-se de apresentar uma proposta de cronograma com base no qual o aluno pretende desenvolver a dissertação.
5. Referências Bibliográficas É conveniente que sejam referenciados unicamente os livros, documentos, artigos, etc., realmente analisados no texto da dissertação, principalmente os textos que integram o Referencial Teórico. Somente dessa maneira se pode ver a coerência e consistência das bases teóricas estudadas e discutidas para realizar logo a análise concreta da realidade que aborda a dissertação.
Seminário II - Devem ser apresentados resumidamente os elementos a seguir:
Introdução - Objetivos, Justificativa, Problema, Metodologia, Resultados Alcançados e Resultados Esperados.
Capítulo I. Aspectos Teóricos e Conceituais. O conhecimento transcorre do abstrato ao concreto, ou seja, é preciso ter conhecimento teórico ou abstrato para estudar e entender a realidade concreta. Então, necessariamente os Aspectos Teóricos devem integrar o primeiro capítulo de uma dissertação, pois é primordial expor ao leitor quais são os elementos ou categorias teóricas que servem de referencial para orientar a análise concreta. No Seminário II é ideal que sejam apresentados os principais conceitos e autores que serão utilizados no capítulo I.
Capítulo II. Aspectos Institucionais, Normativos, Políticas Públicas, etc. Após realizar um levantamento dos aspectos teóricos e conceituais que guiarão seu pensamento sobre seu objeto, é possível articulá-los aos aspectos institucionais, normativos e as possíveis políticas públicas envolvidas na construção da análise do “funcionamento” do objeto de pesquisa. No Seminário II é importante apresentar ou esboçar os principais documentos que deverão ser utilizados na construção da análise.
Capítulo III. Contexto Territorial ou Regional do Objeto da Dissertação. Trata-se de expor os aspectos mais gerais do contexto territorial concreto da dissertação, pode ser o Brasil, o Centro-Oeste, o Estado, uma região de um estado, um município, uma cidade, um bairro, etc. Dependendo do objetivo, do objeto, do problema, do processo ou fenômeno pesquisado e analisado por dissertação, a contextualização territorial deve ser recortada de acordo com as necessidades. No Seminário II é imprescindível apresentar os recortes espaciais e temporais definidos para análise, bem como a metodologia.
Capítulo IV. Objeto, Problema ou Fenômeno Específico de Análises. Este capítulo abordará a análise concreta do objeto ou fenômeno de estudo da dissertação, o qual necessariamente deve estar no âmbito de uma das duas linhas de pesquisa do mestrado e dos temas de orientação dos professores. Este capítulo também se pode desdobrar se a análise concreta exigir. No Seminário II é interessante que sejam apresentados resultados esperados.
Considerações Finais. São as últimas considerações da pesquisa, um apanhado geral do que foi construído, as quais necessariamente devem estar referidas ao conteúdo do texto da dissertação. Pode-se propor a continuidade da pesquisa. No Seminário II ainda não são apresentadas as considerações finais.
Referências Bibliográficas. Todo material utilizado deve estar devidamente apresentado nas Referências Bibliográficas.
Referencial de apoio:
AQUINO, C. N. P; PEREIRA, C. A. L; DA CRUZ, J. L. V; SHIMODA, E. Análise Bibliométrica da Produção Cientifica na Base Scopus sobre Desenvolvimento Regional. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional G&DR. Taubaté, v. 15, n. 3, p. 216-227, 2019.
ARAÚJO, T. B. Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr/jun. 1999.
CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Diretoria de Avaliação (DAV). Documento de Área: Área 30: Planejamento Urbano e Regional e Demografia, maio 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de- conteudo/planejamento-urbano-pdf. Acesso em: 07 out. 2021.
CRESWELL, JOHN W. PROJETO DE PESQUISA: MÉTODOS QUALITATIVO, QUANTITATIVO E MISTO; TRADUÇÃO MAGDA LOPES. – 3 ed. – PORTO ALEGRE: ARTMED, 296 páginas, 2010.
ETGES, V.. L, R. ETGES A dimensão multiescalar do Desenvolvimento Regional. https://online.unisc.br/acadnet/anais/index.php/sidr/article/view/21384
FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) conceito(s) de desenvolvimento: um roteiro crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) Conceito(s) de Desenvolvimento. Um Roteiro Crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2930/293055456006.pdf
GODOI, C. N. ., Bazzanella, S. L. ., Marchesan, J., & Tomporoski, A. A. (2021). Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 11, 231–249. https://doi.org/10.24302/drd.v11.3908
PIQUET, R. P da S; RIBEIRO, A. C. T. Tempos, Ideias e Lugares. O ensino do Planejamento Urbano e Regional no Brasil. Revista de Estudos Urbanos e Regionais, v.10, n. 1, maio de 2008, p. 49-59.
PLURD - Planejamento Urbano Regional e Demografia. CAPES.Plurd Capes, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/PLURDAPCN_2021.pdf Acesso em: Janeiro de 2022.
PRADO, Fernando Correa. A ideologia do desenvolvimento e controvérsia da dependência no Brasil Contemporâneo. 168 f. 2015. Tese (Doutorado em Economia Política Internacional) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.
Grupo de Pesquisa
Carga Horária: 15 horas
Período: 16 e 17 de junho de 2023
Área de Conhecimento: Planejamento Urbano, Regional e Demografia
Professores: Cintia Neves Godoi
EMENTA: Grupo de pesquisa corresponde a um conjunto de pesquisadores, docentes, estudantes e pessoal de apoio técnico, os quais podem se organizar em torno de linhas de pesquisa, as quais representam temas aglutinadores de estudos científicos, embasadas em orientações teóricas e metodológicas que determinam o rumo da investigação em um dado contexto ou realidade, de onde se originam projetos cujos resultados mantêm afinidades entre si (CNPq, 2010). Atividades possíveis: Revisão de leituras, Análise crítica de documentos, Coleta de dados Entrevistas, Preenchimento de formulários de acompanhamento do projeto e dissertação, Avaliação e mensuração de dados Pesquisas em banco de dados Elaboração de instrumentos e de procedimentos para pesquisa, Realização de experimentos, Análise de dados, Participação em atividades de discussão de questões relacionadas a pesquisas, Reuniões, Seminários, Congressos, Elaboração de documentos relacionados a pesquisas, Elaboração de artigos, Elaboração de relatórios, JUSTIFICATIVA: Fomentar o intercâmbio de ideias e desenvolvimento de materiais e processos de suporte à pesquisa científica. OBJETIVOS Fomentar a produção do projeto de pesquisa e da dissertação com atenção aos procedimentos e padrões da pesquisa científica. METODOLOGIA E RECURSOS: Intercâmbio de ideias e ações a distância ao longo do ano, com possibilidades de reuniões esporádicas entre grupos e com reunião presencial em data constante no calendário anual do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional. AVALIAÇÃO: Participação nas atividades sugeridas pelo docente condutor da atividade e participação presencial no encontro definido em calendário anual do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional.
Referencial de apoio:
AQUINO, C. N. P; PEREIRA, C. A. L; DA CRUZ, J. L. V; SHIMODA, E. Análise Bibliométrica da Produção Cientifica na Base Scopus sobre Desenvolvimento Regional. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional G&DR. Taubaté, v. 15, n. 3, p. 216-227, 2019. ARAÚJO, T. B. Por uma política de desenvolvimento regional. In: ARAÚJO, Tânia Bacelar de. Ensaios sobre o desenvolvimento brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro: Revan: Fase, 2000. ARAÚJO, T. B. Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr/jun. 1999. BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022. BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro – o ciclo ideológico do desenvolvimentismo. Rio de janeiro: Contraponto, 2007. BRANDÃO, Carlos. Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o local e o global.Campinas: Editora da Unicamp, 2007. Disponível em: http://carlosbrandao.org/wp-content/uploads/2019/07/Territo%CC%81rio-e-Desenvolvimento-Carlos-Branda%CC%83o-2012.pdf CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Diretoria de Avaliação (DAV). Documento de Área: Área 30: Planejamento Urbano e Regional e Demografia, maio 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de- conteudo/planejamento-urbano-pdf. Acesso em: 07 out. 2021. CAZELLA, A. A. Contribuições metodológicas da sócio-antropologia para o desenvolvimento territorial sustentável. Eisforia (UFSC), v. 4, p. 225-247, 2006. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995. CNPQ – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Diretório de grupos de pesquisa. Disponível em: . Acesso em: 26 abr. 2010. CRESWELL, JOHN W. PROJETO DE PESQUISA: MÉTODOS QUALITATIVO, QUANTITATIVO E MISTO; TRADUÇÃO MAGDA LOPES. – 3 ed. – PORTO ALEGRE: ARTMED, 296 páginas, 2010. ETGES, V.. L, R. ETGES A dimensão multiescalar do Desenvolvimento Regional https://online.unisc.br/acadnet/anais/index.php/sidr/article/view/21384 FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) conceito(s) de desenvolvimento: um roteiro crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: FERREIRA, Bárbara; RAPOSO Rita. Evolução do(s) Conceito(s) de Desenvolvimento. Um Roteiro Crítico. Cadernos de Estudos Africanos, n. 34, 2017, p. 113-144. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/2930/293055456006.pdf FIORI, José Luis. A ilusão do desenvolvimento. Jornal Folha de São Paulo. Caderno Folha Mais. São Paulo, domingo, 24 de janeiro de 1999. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs24019905.htm. Acesso em: 09 nov. 2022. FIORI, José Luis. De volta à questão da riqueza de algumas nações. In.: IORI, Jośe Luis (Org). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: vozes, 1999. FIORI, José Luís. Estado e desenvolvimento na América Latina. Revista de Economia Contemporânea [online], v. 24, n. 01, e202416, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/198055272416. Acesso em: 6 dez. 2021. GIL, A. C.. Métodos e técnicas de pesquisa social / Antonio Carlos Gil. - 6. ed. - São Paulo: Atlas, 2008. GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade, 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. GODOI, C. N. ., Bazzanella, S. L. ., Marchesan, J., & Tomporoski, A. A. (2021). Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área do desenvolvimento regional no Brasil referentes ao ano de 2020. DRd - Desenvolvimento Regional Em Debate, 11, 231–249. https://doi.org/10.24302/drd.v11.3908 GOMÉZ, Jorge Montenegro. Crítica ao conceito de desenvolvimento. Revista PEGADA: A Revista da Geografia do Trabalho, v. 3, n. 1, p. 1-13, 2002. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/798. Acesso em: 14 abr. 2021. GOMÉZ, Jorge Montenegro. O “desenvolvimento” como mecanismo de controle social: desdobramentos escalares. PEGADA - A Revista da Geografia do Trabalho, v. 6, n. 1, p. 2005. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/1296. Acesso em: 29 nov. 2021. MINAYO, M., C., de S (org.), DESLANDES, S., F., NETO, O., C. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. MORIN, Edgar. A CABEÇA BEM-FEITA: repensar a reforma, reformar o pensamento. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. NETO, Otávio Cruz. O trabalho de campo como descoberta e criação. In: MINAYO, M. C. de S. (Org.) et. al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 24 ed. Petrópolis: Vozes, 1994 KUHN, TS A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1997. PEREIRA, A. J. H. C. LOPES. Estado e desenvolvimentismo na perspectiva de Ha-Joon Chang: quando a história importa e as instituições fazem diferença. Revista Desenvolvimento em Debate. Janeiro de 2021. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate pdf/dd_v9_n2_adriano_jose_pereira_e_herton_castiglioni_lopes.pdf PLURD - Planejamento Urbano Regional e Demografia. CAPES. Plurd Capes, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/documentos/avaliacao/PLURDAPCN_2021.pdf Acesso em: Janeiro de 2022. PNDR - Política Nacional de Desenvolvimento Regional. Boletim regional, urbano e ambiental, n. 11, jan./jun. 2015, p. 29-35. PRADO, Fernando Correa. A ideologia do desenvolvimento e controvérsia da dependência no Brasil Contemporâneo. 168 f. 2015. Tese (Doutorado em Economia Política Internacional) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015. RANIERI, Jesus. Sobre o conceito de ideologia. Estudos de Sociologia, v. 7, n. 13, p. 8-36, 2003. SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortes, 2008. SANTOS, Milton. Economia Espacial: Críticas e Alternativas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2003.
Sugestão de leituras:
Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Resumo: Os múltiplos discursos e as mais variadas adjetivações do termo desenvolvimento indicam a ambivalência dessa terminologia, o que coloca em jogo os pressupostos epistemológicos a partir dos quais se pretende afirmar a cientificidade discursiva a seu respeito. Diante disso, este artigo tem como objetivo analisar a constituição da noção de desenvolvimento e sua suposta consistência conceitual na composição de um discurso científico sistemático e suficiente. Também, procura-se demonstrar a condição eminentemente ideológica que os desdobramentos dos discursos sobre desenvolvimento possuem. Em função do debate que perpassa o artigo, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, empregada por meio da investigação de material teórico vinculado à temática. Considera-se que a trajetória da terminologia em estudo expressa ausência de percurso histórico-epistemológico suficiente para figurá-la como conceito consistente. Ademais, a palavra possui caráter eminentemente ideológico, vinculado ao contexto pós Segunda Guerra e à expansão do capitalismo, cuja caracterização atual está intrinsecamente vinculada ao dogma do mercado. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf
Panorama dos principais temas, artigos e pesquisadores da área de Desenvolvimento Regional no Brasil. Resumo: A subárea do Desenvolvimento Regional está vinculada a área do Planejamento Urbano e Regional e Demografia no âmbito da CAPES. Esta área compreende 49 programas de Pós-Graduação, dos quais 25 estão ligados à área de Planejamento Urbano e Regional, 20 alinham-se ao tema do Desenvolvimento Regional e 04 vinculados à Demografia. Este artigo objetiva analisar os artigos publicados pelos pesquisadores Bolsistas Produtividade CNPq dos programas em Desenvolvimento Regional. Foram analisados os artigos publicados em periódicos dos estratos qualis A1, A2 e B1, classificados temas e principais questões abordadas. Dentre os 90 Bolsistas Produtividade CNPQ da área PLURD, 12 atuam no Desenvolvimento Regional. O grupo publicou 09 artigos em periódicos com classificação A1 e A2 e 25 artigos em periódicos com classificação B1. A análise fomentou a identificação dos principais pesquisadores, temas e questões abordadas, permitindo o aprofundamento da compreensão sobre o perfil desta área de concentração. Disponível em:https://www.periodicos.unc.br/index.php/drd/article/view/3908/1673
TURMA - MOC - MESTRADO PROFISSIONAL EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL - UNIALFA - 2023
TURMA - MOC - ARQUITETURA - UNIALFA - 2023
PROFESSORES MOC - ARQUITETURA - UNIALFA - 2023
Paola Monteiro
Flávia Cerqueira
Sérgio Caruso
Cintia Godoi
Cidade e Competitividade - uma discussão sobre Cidades Inteligentes e Direito à Cidade
Carga Horária: 08 horas
Período: 25 e 26 de maio de 2023
Professores: Cintia Neves Godoi, Flávia Cerqueira , Paola Monteiro e Sérgio Caruso.
O PROGRAMA MICROECONOMIA DA COMPETITIVIDADE
O Centro Universitário Alves Faria - UNIALFA faz parte do Microeconomics of Competitiveness (MOC) Affiliate Network, coordenado pelo Institute for Strategy and Competitiveness, vinculado à Escola de Negócios da Universidade de Harvard (Boston, MA, EUA) e, liderado pelo professor emérito Michael E. Porter.
Mais de 100 instituições, em mais de 65 países, em todo o mundo, são afiliadas ao Programa cujo objetivo principal é explorar, incentivar e desenvolver estudos sobre a competitividade de nações, regiões e cidades.
Anualmente, no mês de dezembro, o MOC promove um Workshop com as instituições afiliadas para discutir as experiências de cada uma em relação aos cursos e pesquisas realizadas.
O Centro Universitário Alves Faria - UNIALFA passou a integrar a rede MOC, em 2011, e desde então tem realizado um conjunto de ações que se conectam com a rede global. Este convênio internacional envolve o Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Desenvolvimento Regional cuja equipe é formada por professores doutores em diversas áreas de conhecimento.
O embasamento teórico-conceitual utilizado no Programa segue o chamado Modelo Diamante de Porter, que explica a capacidade competitiva de uma região, estado ou país não somente pelos recursos e riquezas naturais locais, como também pela presença de um mercado interno forte, pela participação e apoio de governos, universidades e institutos de pesquisa, e por meio da dinâmica competitiva das empresas existentes na localidade em estudo.
Na UNIALFA, o Programa abrange as seguintes atividades:
(1) disciplina oferecida anualmente “Microeconomics of Competitiviness - MOC” na qual são discutidos e analisados diversos casos de clusters internacionais;
(2) elaboração por parte dos alunos de estudos de clusters locais, regionais ou nacionais, onde o melhor trabalho é traduzido e inscrito para concorrer às premiações em nível de América Latina (Prêmio MOC Latam) e global (Team Project Award);
(3) estudos sobre competitividade regional conduzido pela equipe de professores que coordenam o Programa; e
(4) orientações de dissertações de mestrado na área de competitividade regional.
A disciplina “Microeconomics of Competitiviness - MOC” é oferecida no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Desenvolvimento Regional, mas pode ser cursada como disciplina independente por alunos de outros programas e instituições, desde que tenham curso superior completo.
EMENTA:
Por meio do método do caso para ensino, esta disciplina proporciona ao aluno entender e aplicar os conceitos e metodologias relacionadas à competitividade das empresas, regiões e nações, numa perspectiva microeconômica da estratégia.
ARQUITETURA: Introdução ao planejamento (história e processo de planejamento). Análise, diagnóstico e diretrizes. Instrumentos urbanísticos e legislação urbana. Desenvolvimento da prática do planejamento na gestão urbana regional (polarização, interdependências municipais e metropolização). Discutir caso Competitiveness of Cities: Making Barcelona Smart
CONTEÚDOS:
Modelo diamante: levantamento dos fatores de produção; condições da demanda; setores correlatos e de apoio; intensidade competitiva entre as empresas; Casos de Harvard sobre competitividade das Cidades, papel das empresas nas transformações do espaço urbano, e um olhar problematizador sobre acessos ao espaço público e privado, e acessos a serviços públicos e privados.
JUSTIFICATIVA:
O uso do método do caso é uma tradição das melhores escolas de negócios do mundo. Este curso visa inserir o aluno no contexto, auxiliando-o a aplicar a metodologia de casos em aula, bem como escrever cases que possam ser adotados em cursos. Proporciona ao aluno entender e aplicar os conceitos e metodologias relacionadas à competitividade das empresas, regiões e nações, numa perspectiva microeconômica da estratégia. Visa explorar os determinantes da competitividade e do sucesso empresarial, considerando não somente os fatores tradicionais de produção, como também a participação de empresas, associações de classe, universidades, institutos de pesquisa, dentre outros. O programa MOC/UNIALFA faz parte de acordo do Centro Universitário com o Instituto para Estratégia e Competitividade da Universidade de Harvard (Boston, MA, EUA), liderado pelo professor emérito Michael Porter.
OBJETIVOS
• Apresentar as características do método do caso;
• Orientar para a elaboração de um método de caso;
• Discutir casos em sala de aula
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1.Planejamento estratégico de cidades e cidades inteligentes
1.1Metodologia para o desenvolvimento estratégico de cidades
1.2Diferenças entre planejamento estratégico e planejamento tradicional
2. Origens e a evolução do conceito do modelo diamante de Porter – Resumo direcionado
2.1 Metodologia de Estudos de Caso
Livro: On Competition, cap. 6 Learning by the Case Method.
3. Competitividade entre Cidades
CASE/READING: Competitiveness of Cities: Making Barcelona Smart
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentações conceituais, solução de exercícios, utilização de cases. O curso é ministrado com base no método do caso, que se utiliza de situações de realidade para explorar uma determinada área de conhecimento. O desenrolar da disciplina ocorre por meio de debates entre alunos, tendo o professor o papel de moderador nas discussões. A análise dos casos é feita com base em metodologia de avaliação de clusters desenvolvida pelo professor Porter, conhecida como “modelo diamante”. Os casos a serem analisados estão todos em língua inglesa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BETTS, N. Sustainable economica development as a cluster strategy. Economic Development Journal, Winter 2015, Vol. 14, No 1. BRUGNETTI,A GUGLER, P.
LEPORI, D. Competitiveness of Cities: Making Barcelona Smart. Center for Competitiveness University of Fribourg Switzerland, 2017. Disponível em: http://www.clusterobservatory.eu/permalink/93c53c28-396b11e7-a7a3-4b82e643446b.pdf
ELLET, William. The case study handbook: How to read, discuss, and write persuasively about cases. Cambridge, MA: Harvard Business School Publishing, 2007. 273 p.
HUGGINS, R.; IZUSHI, H. The competitive advantage of nations: origins and journey. Competitiveness Review, Vol. 25, No 5, 2015, 458-470
HAMMOND, S. J. Learning by Case Method. Disponível em: https://www.study.net/sample/pdf/Learning_by_the_Case_Method.pdf
ACOMPANHAMENTO ATIVIDADES MOC - ARQUITETURA - UNIALFA - 2023
ACOMPANHAMENTO ATIVIDADES MOC:
https://padlet.com/cintiacliff/goi-nia-cidade-inteligente-4uvzixc8amislltq
MOC - MESTRADO PROFISSIONAL EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL - UNIALFA - 2023
Disciplina: MOC - Microeconomia da Competitividade
Carga Horária: 30 horas
Período: 02, 03, 09 e 10/junho/2023
Formato: Presencial
Professores: Cintia Neves Godoi e Alcido Elenor Wander
O PROGRAMA MICROECONOMIA DA COMPETITIVIDADE
O Centro Universitário Alves Faria - UNIALFA faz parte do Microeconomics of Competitiveness (MOC) Affiliate Network, coordenado pelo Institute for Strategy and Competitiveness, vinculado à Escola de Negócios da Universidade de Harvard (Boston, MA, EUA) e, liderado pelo professor emérito Michael E. Porter.
Mais de 100 instituições, em mais de 65 países, em todo o mundo, são afiliadas ao Programa cujo objetivo principal é explorar, incentivar e desenvolver estudos sobre a competitividade de nações, regiões e cidades.
Anualmente, no mês de dezembro, o MOC promove um Workshop com as instituições afiliadas para discutir as experiências de cada uma em relação aos cursos e pesquisas realizadas.
O Centro Universitário Alves Faria - UNIALFA passou a integrar a rede MOC, em 2011, e desde então tem realizado um conjunto de ações que se conectam com a rede global. Este convênio internacional envolve o Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Desenvolvimento Regional cuja equipe é formada por professores doutores em diversas áreas de conhecimento.
O embasamento teórico-conceitual utilizado no Programa segue o chamado Modelo Diamante de Porter, que explica a capacidade competitiva de uma região, estado ou país não somente pelos recursos e riquezas naturais locais, como também pela presença de um mercado interno forte, pela participação e apoio de governos, universidades e institutos de pesquisa, e por meio da dinâmica competitiva das empresas existentes na localidade em estudo.
Na UNIALFA, o Programa abrange as seguintes atividades:
(1) disciplina oferecida anualmente “Microeconomics of Competitiviness - MOC” na qual são discutidos e analisados diversos casos de clusters internacionais;
(2) elaboração por parte dos alunos de estudos de clusters locais, regionais ou nacionais, onde o melhor trabalho é traduzido e inscrito para concorrer às premiações em nível de América Latina (Prêmio MOC Latam) e global (Team Project Award);
(3) estudos sobre competitividade regional conduzido pela equipe de professores que coordenam o Programa; e
(4) orientações de dissertações de mestrado na área de competitividade regional.
A disciplina “Microeconomics of Competitiviness - MOC” é oferecida no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Desenvolvimento Regional, mas pode ser cursada como disciplina independente por alunos de outros programas e instituições, desde que tenham curso superior completo.
EMENTA:
Por meio do método do caso para ensino, esta disciplina proporciona ao aluno entender e aplicar os conceitos e metodologias relacionadas à competitividade das empresas, regiões e nações, numa perspectiva microeconômica da estratégia.
CONTEÚDOS:
Modelo diamante: levantamento dos fatores de produção; condições da demanda; setores correlatos e de apoio; intensidade competitiva entre as empresas; Casos de Harvard sobre internacionalização e desenvolvimento de clusters.
JUSTIFICATIVA:
O uso do método do caso é uma tradição das melhores escolas de negócios do mundo. Este curso visa inserir o aluno no contexto, auxiliando-o a aplicar a metodologia de casos em aula, bem como escrever cases que possam ser adotados em cursos. Proporciona ao aluno entender e aplicar os conceitos e metodologias relacionadas à competitividade das empresas, regiões e nações, numa perspectiva microeconômica da estratégia. Visa explorar os determinantes da competitividade e do sucesso empresarial, considerando não somente os fatores tradicionais de produção, como também a participação de empresas, associações de classe, universidades, institutos de pesquisa, dentre outros. O programa MOC/UNIALFA faz parte de acordo do Centro Universitário com o Instituto para Estratégia e Competitividade da Universidade de Harvard (Boston, MA, EUA), liderado pelo professor emérito Michael Porter.
OBJETIVOS
• Apresentar as características do método do caso;
• Orientar para a elaboração de um método de caso;
• Discutir casos em sala de aula
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Origens e a evolução do conceito do modelo diamante de Porter – Resumo direcionado
1.1 Metodologia de Estudos de Caso
2. Clusters in Developing Countries
3. Cluster Internationalization
4. Elaboração de Estudos de Casos
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentações conceituais, solução de exercícios, utilização de cases. O curso é ministrado com base no método do caso, que se utiliza de situações de realidade para explorar uma determinada área de conhecimento. O desenrolar da disciplina ocorre por meio de debates entre alunos, tendo o professor o papel de moderador nas discussões. A análise dos casos é feita com base em metodologia de avaliação de clusters desenvolvida pelo professor Porter, conhecida como “modelo diamante”. Os casos a serem analisados estão todos em língua inglesa.
AVALIAÇÃO:
O aluno será avaliado pela sua frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez).
O aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações da aprendizagem.
As notas são compostas da seguinte forma:
- Resolução de caso (individual): 20%
- Participação em aula (individual): 30%
- Elaboração de caso (em grupo): 50%
Total: 100%
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BETTS, N. Sustainable economic development as a cluster strategy. Economic Development Journal, v. 14, n. 1, p. 45, 2015.
DI SERIO, L. C. (Org.). Clusters Empresariais no Brasil - Casos Selecionados. v.1. 1ª. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2007. 194 p.
ELLET, W. The case study handbook: How to read, discuss, and write persuasively about cases. Cambridge, MA: Harvard Business School Publishing, 2007. 273 p.
HUGGINS, R.; IZUSHI, H. The Competitive Advantage of Nations: origins and journey. Competitiveness Review, v. 25, n. 5, p. 458-470, 2015.
PORTER, M. E. On Competition. Boston: Harvard Business School Publishing, 2008. 544p.
SKÅLHOLT, A.; THUNE, T. Coping with economic crises—The role of clusters. European Planning Studies, v. 22, n. 10, p. 1993-2010, 2014.
SLAPER, T.; ORTUZAR, G. Industry Clusters and Economic Development. Indiana Business Review, Spring 2015.
SÖLVELL, Ö. The Competitive Advantage of Nations 25 years–opening up new perspectives on competitiveness. Competitiveness Review, v. 25, n. 5, p. 471- 481, 2015
ESTUDOS DE CASO:
Building a Cluster: Electronics and Information Technology in Costa Rica, HBS Case Number:9-703-422, 2013.
The Dutch Flower Cluster, HBS Case Number: 9-711-507, 2013.
JUSTIFICATIVA:
O debate sobre o termo Desenvolvimento não está sedimentado. Há correntes de pensamento, escolas, críticas e os processos sociais e econômicos são dinâmicos e exigem que estejamos atentos às mudanças. A ascensão da economia chinesa, por exemplo, aponta que os desafios de definição dos modelos de crescimento e desenvolvimento econômico se fazem atuais.
Além disso, no debate não se encontram apenas concordâncias, os termos, correntes de pensamentos e formas de operacionalizar ideias se apresentam diversos, assim, exercitar a reflexão sobre a produção científica como não assentada, como ideológica permite perceber exercícios de agentes do estado, em escalas nacional e internacional na construção de ideias que moldam ações, políticas públicas e investimentos em setores privados.
Compreender essas dinâmicas se faz importante para entender o que pode vir a ser Desenvolvimento, e de que maneira se constroem ideias de Desenvolvimento e de Desenvolvimento Regional.
OBJETIVOS
Analisar criticamente o termo Desenvolvimento e as abordagens do espaço nos processos ou na construção das ideias de Desenvolvimento.
METODOLOGIA E RECURSOS:
Apresentações conceituais, solução de exercícios, debates entre alunos, tendo a professora o papel de moderador nas discussões. A análise dos textos e produção de textos, apresentações e questionamentos para os autores dos textos também apoiará o exercício de reflexão e crítica.
AVALIAÇÃO:
O aluno será avaliado pela sua frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento, expresso em notas de 0 a 10 (zero a dez).
O aproveitamento do aluno é verificado por meio das avaliações da aprendizagem. As notas são compostas da seguinte forma:
- Participação em aula (individual): 50
- Elaboração apresentação (em grupo): 50
Total: 100.
SUGESTÕES DE REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
AQUINO, C. N. P; PEREIRA, C. A. L; DA CRUZ, J. L. V; SHIMODA, E. Análise Bibliométrica da Produção Cientifica na Base Scopus sobre Desenvolvimento Regional. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional G&DR. Taubaté, v. 15, n. 3, p. 216-227, 2019.
ARAÚJO, T. B. Por uma política de desenvolvimento regional. In: ARAÚJO, Tânia Bacelar de. Ensaios sobre o desenvolvimento brasileiro: heranças e urgências. Rio de Janeiro: Revan: Fase, 2000.
ARAÚJO, T. B. Por uma política nacional de desenvolvimento regional. Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, v. 30, n. 2, p. 144-161, abr/jun. 1999.
BAZZANELLA, S. L. GODOI, C. N. MARCHESAN, J. TOMPOROSKI, A. Desenvolvimento: conceito ou ideologia? Desenvolvimento: conceito ou ideologia?v.10, n.1, jan.-abr. 2022, p.57-79 Desenvolvimento em Debate, 2022. Disponível em: https://inctpped.ie.ufrj.br/desenvolvimentoemdebate/pdf/revista_dd_v10_n1_alexandre_tomporoski.pdf Acesso em: maio de 2022.
BAZZANELLA, SANDRO LUIZ ; NEVES GODOI, CINTIA ; MARCHESAN, J. . O dispositivo do desenvolvimento. REVISTA BRASILEIRA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, v. 19, p. 310-334, 2023.
BAZZANELLA, S. L. ; GODOI, CINTIA NEVES . EDUCAÇÃO COMO OBJETO DE ESTUDO NOS PROGRAMAS BRASILEIROS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Revista Húmus, v. 12, p. 422, 2022.
BIELSCHOWSKY, R. Pensamento econômico brasileiro – o ciclo ideológico do esenvolvimentismo. Rio de janeiro: Contraponto, 2007.
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CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Diretoria de Avaliação (DAV). Documento de Área: Área 30: Planejamento Urbano e Regional e Demografia, maio 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de- conteudo/planejamento-urbano-pdf. Acesso em: 07 out. 2021.
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GODOI, CINTIA N.; BAZZANELLA, S. L. ; VARGAS, L. P. ; CHINGORE, T. T. ; CANI, L. E. . O DESENVOLVIMENTO E A AGENDA 2030: UMA ANÁLISE CRÍTICA DESTA AGENDA INTERNACIONAL.. Ecos do Chiveve, v. 11, p. 52-77, 2023.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. Crítica ao conceito de desenvolvimento. Revista PEGADA: A Revista da Geografia do Trabalho, v. 3, n. 1, p. 1-13, 2002. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/798. Acesso em: 14 abr. 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. Crítica ao conceito de desenvolvimento. Revista PEGADA: A Revista da Geografia do Trabalho, v. 3, n. 1, p. 1-13, 2002. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/798. Acesso em: 14 abr. 2021.
GOMÉZ, Jorge Montenegro. O “desenvolvimento” como mecanismo de controle social: desdobramentos escalares. PEGADA - A Revista da Geografia do Trabalho, v. 6, n. 1, p. 2005. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/view/1296. Acesso em: 29 nov. 2021.
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PINTO, Álvaro Vieira. A Sociologia dos Países Subdesenvolvidos: Introdução metodológica ou prática metodicamente desenvolvida da ocultação dos fundamentos sociais do “vale de lágrimas”. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2008.
PINTO, Álvaro Vieira. Consciência e Realidade Nacional. Volume 2: A consciência Crítica. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2021.
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