“A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!” - Friedrich Nietzsche
Em uma condição harmoniosa, vemos os elementos se complementando.
Uma relação onde à luz da vela, ao mesmo tempo em que aquece a essência, reflete a sombra do Buda e forma pétalas luminosas esculpidas no difusor.
O difusor por sua vez, é o suporte para o líquido que se transformará em aroma, e também portador da vela que executa o seu trabalho.
O Buda carrega a flor em sua parte superior e permite a projeção da sombra a partir de seus traços.
No quadro, uma breve organização das tarefas diárias.
Refletindo sobre suas limitações, os quadrados, das linhas ou das quinas, me questiono até onde o quadro é o quadro, e até onde sabemos que estamos enquadrados.