CALENDÁRIO YORÙBÁ




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CALENDÁRIO YORÙBÁ


Segundo o Calendário Yorùbá, o Kojoda, o actual ano de 2010 é o ano 10052 da Era Yorùbá. Com a colonização o calendário yorùbá sofre algumas alterações, e as semanas de quatro dias deram lugar às de sete à maneira ocidental de marcar o tempo.

Dias da Semana:

Segunda-Feira: Oko-Aje
Terça-Feira: Ojo-Isegun
Quarta-Feira: Ojo-Riru
Quinta-Feira: Ojo-Bo
Sexta-Feira: Ojo-Eti
Sábado: Ojo-Abameta
Domingo: Ojo-Aiku

Meses:

Janeiro: Sere
Fevereiro: Erele (21 a 25 – Celebrações de Olokun)
Março: Èrèna (mês dos ritos de passagem masculinos. Celebrações de Oduduwa e Iyaagbe. de 21 a 24 de Março Celebrações de Osoosi)
Abril: Igbe (Celebrações de Ogun e Osun. Osun começa no último sábado de Abril e dura 5 dias)
Maio: Ebibi (Celebrações Baba Egun, começam no último sábado do mês e duram 7 dias)
Junho: Okudu (dia 3 marca a passagem do novo ano. 7-8 Celebrações de Obaluaiye e Osanyin. 10-23 Ritos de passagem femininos. 18-21 Celebrações de Yemonja)
Julho: Agẹmo (mês de Orunmilá, Oko – primeira e segunda semanas – Esu – segunda semana de Julho – e Sango – terceira semana) 
Agosto: Ogun (Celebrações de Obatala)
Setembro: Òwéré
Outubro: Ọwara (mês de Oyá, Osun – terceiro fim-de-semana – e Sigidi)
Novembro: Bèlu
Dezembro: Òpé (mês de Obajulaiye)

O povo Yorùbá – como os demais povos africanos – tem na música uma das mais ricas e importantes componentes étnicas identitárias. A expressividade do povo e a sua natural predisposição para a criatividade artística, conferem à música importante sentido cultural, emprestado todo um universo de significações aos sons e instrumentos musicais. Os toques de tambores – ilu ou bata – os demais instrumentos com o sekere, agogo ou o saworo, a vocalidade, o ritmo aplicado, a métrica e o próprio sentido das frases cantadas, abarcam todo o vasto conjunto de códigos e valores estéticos e culturais do povo, num jogo que mescla sagrado e profano. Portanto, o conjunto formado pelas cantigas, toques e instrumentos, agem como propulsores de identidade e energia coletiva e individual, sendo por isso veículos de expansão de Àse, da energia mágica e vital que faz o existir.


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