"Todos os Grupos de N/A deverão ser absolutamente autossuficientes,
rejeitando quaisquer doações de fora".
Os grupos de N/A começaram pobres e continuam pobres por mais prósperos que sejam os membros individualmente falando. Á medida que o N/A saia da infância para a adolescência, ia passando da ambição de ter muito dinheiro para a convicção de que melhor seria não ter dinheiro algum. Apesar do N/A ter necessidade de ser uma Irmandade pobre coletivamente, ela e seus órgãos de serviços necessita de dinheiro para sua sobrevivência e execução de suas tarefas de prestação de serviço. Se tomarmos como exemplo um grupo de N/A, veremos que ele precisa pagar aluguel, luz e despesas com limpeza do local onde funciona. Necessita ainda de literatura e precisa contribuir com o Escritório Regional e com o ENABRA. Isto tudo envolve dinheiro que não poderá, sob hipótese alguma vir de doações de fora, visto que o grupo e o N/A em seu todo, deverão rejeitá-las.
Quando comecei a entender os princípios espirituais de N/A, "a duras penas" vim apender que o dinheiro é um meio para facilitar a permuta do amor e da ajuda para com aqueles que me cercam, e especialmente dentro de N/A, é um meio para auxiliar na transmissão da mensagem em todos os níveis, ou seja desde o grupo até o ENABRA. Esta é a razão pela qual em N/A dinheiro e espiritualidade se misturam. Esta fusão se dá quando o dinheiro é aplicado para auxiliar direta ou indiretamente na transmissão da mensagem. Tanto o grupo, quanto o órgão de serviço, fazem parte do N/A e pelo espírito da Sétima Tradição devem ser autossuficientes financeiramente. Por isso, o grupo de N/A que não contribui com o Escritório Regional e com o ENABRA, está se omitindo de parte da prática da Sétima Tradição, além de ferir a Unidade de N/A. A título de experiência, cabe-nos sugerir que a destinação do montante arrecadado pelo grupo seja objetivo da prestação de contas e decisão da consciência coletiva, exercitada em reunião de serviço, visto que dinheiro mexe com o doente espiritual.
A espiritualidade da Sétima Tradição é generosidade responsável, ou seja, eu tenho a responsabilidade espiritual de financiar o N/A. Por maior que seja minha generosidade, certamente não representará muito em retribuição, se ponderar os benefícios auferidos com o meu progresso espiritual. Portanto, que o dinheiro para cobrir as obrigações da Irmandade venha exclusivamente dos membros. É indiscutível.
A você, membro do Grupo Caminho Novo On-Line, que deseja contribuir para a transmissão da mensagem
através deste princípio, deposite voluntariamente sua contribuição na seguinte conta:
Dados da Conta/Corrente:
Banco Itaú - Agência: 0037 - Conta nº 38106-8
(NEURÓTICOS ANÔNIMOS -Escritório de Serviços Gerais no Brasil - ENABRA)