Essa estrela que estamos falando é o sol, mas, segundo o professor, elas não possuem fogo comum, como estamos acostumados aqui na Terra.
Trata-se de fusões termonucleares que ocorrem no interior do Sol e das estrelas, onde matéria é convertida em energia. “No caso da estrela Sol, a cada segundo, cerca de quatro milhões de toneladas de matéria são convertidas em energia!”, conta Rodolfo.
A luz viaja no vácuo a uma velocidade de cerca de 300 mil quilômetros por segundo. A lua está a cerca de 384 mil quilômetros da Terra, então, isto significa que a luz dela leva um pouquinho mais do que um segundo para chegar até os nossos olhos.
Já o Sol está, em média, a uma distância de 150 milhões de quilômetro da Terra. Portanto, a luz emitida pelo Sol leva um mais do que oito minutos para viajar toda essa distância e chegar no seu olho!
Se você viajasse na velocidade da luz, você poderia dar cerca de sete voltas em torno da Terra em apenas um segundo. Uma viagem de São Paulo a Nova York duraria 0,03 segundos, isso quer dizer que estaríamos em outro país antes mesmo de piscar os olhos.
A luz da estrela mais próxima do Sol, chamada de Alfa Centauri, leva um pouco mais de quatro anos para chegar até nossos olhos! Porém, as estrelas têm um ciclo de vida (explicamos abaixo), dessa forma, elas ‘nascem’, vivem e depois tem um fim.
Ainda usando a questão do ‘ano-luz’, vemos sim, estrelas mortas! Quando olhamos para uma estrela próxima da Terra, não estamos olhando para ela atualmente e, sim, para ela no passado.
Isso acontece, porque a luz dela demora alguns anos para chegar até nós! Ela pode se encontrar a alguns anos-luz da Terra. Existem estrelas a cem anos-luz, a mil anos-luz e outras que já não existem mais.
Vale lembrar que há galáxias a milhões e a bilhões de anos-luz de distância de nós.
Segundo o Professor Rodolfo, uma estrela “nasce” a partir de enormes nuvens de gases e poeiras no espaço.
Partes de nebulosas se juntam devido, principalmente, à força da gravidade e este material acaba se comprimindo tanto que, no interior, a pressão e a temperatura vão a milhões de graus, dando origem às fusões termonucleares, ou seja, fusões de matéria, transformando o Hidrogênio em Hélio.
Nesta transformação, muuuuita energia é liberada: uma estrela nasce! Quando o Hidrogênio vai terminando, a estrela muda de comportamento e precisa produzir energia para continuar se mantendo em equilíbrio, pois a força da gravidade quer puxar tudo para o núcleo.
“Então, ela passa a fundir Hélio em outros elementos mais pesados. Mas, cada estrela poderá ter um caminho diferente, dependendo da quantidade de massa que ela possui. Se possuir muita massa ela vira um buraco negro”, explica.
Se possui uma massa menor, ela vira uma estrela de nêutrons. Se a massa for menor ainda, ela vira uma gigante vermelha e depois uma anã branca (é o caso do Sol).
Sim! É errado! O nome certo é Meteoro. São rochas provenientes do espaço e que são atraídas pela gravidade da Terra. Ao caírem na atmosfera da Terra, ocorre um atrito violento com o ar, fazendo-os aquecer a milhares de graus e produzindo o brilho característico.
Rodolfo explica que tudo isso leva cerca de um segundo. Se estas rochas são maiores, podem brilhar por mais tempo e até mesmo caírem no solo.
“A maior parte dos meteoros são pulverizados na entrada da atmosfera. Quando caem em solo e são encontrados, recebem o nome de meteoritos”, completa.
Cada planeta tem uma atmosfera diferente da Terra. “Alguns planetas nem tem atmosfera ou é bem rarefeita. Outros possuem uma atmosfera bem espessa”, explica o professor.
Um exemplo é Marte, que tem uma atmosfera composta principalmente de gás carbônico, que torna o céu com uma aparência rosada e alaranjada e, em vez de o pôr do sol ser avermelhado, lá, o horizonte fica azulado.
Outro exemplo é a atmosfera de Vênus, que também é composta principalmente de gás carbônico, mas é tão espessa que o efeito estufa de lá é bem intenso. Assim, o calor fica preso e a temperatura pode chegar a atingir quase 400 graus!
“Falta a capacidade de seres humanos conviverem em paz dentro de ambientes pequenos”, responde o físico.
Rodolfo explica que segundo estudos isto pode acontecer nos planetas gigantes gasosos como: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Acredita-se que seja feito principalmente de Ferro e Níquel em alta temperatura
A teoria mais aceita é que ela tenha surgido durante a formação dos planetas do Sistema Solar, quando um objeto do tamanho de Marte colidiu com o que seria a futura Terra e arrancou um pedaço dela
Basicamente de poeira de rochas e gelo.
Disponível em: https://www.socialbauru.com.br/2019/05/06/curiosidades-sobre-astronomia/