U.Porto | Eleição para o Conselho Geral | 14 e 15 de junho de 2021
Lúcia Maria Cardoso Rosas é docente da Faculdade de Letras desde 1983, sendo atualmente Professora Catedrática do Departamento de Ciências e Técnicas do Património, do qual foi presidente entre 2016 e 2019. É membro do Conselho Científico e do Conselho de Representantes da FLUP.
É Diretora do Curso de Doutoramento em Estudos do Património (desde 2016). Coordena o Grupo de Investigação Património Material e Imaterial do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» - Fundação para a Ciência e a Tecnologia).
Integra, desde janeiro de 2020, o Grupo de Trabalho para acompanhamento das candidaturas à Lista do Património Mundial, Cultural e Natural (GTPM) da Comissão Nacional da Unesco – Portugal.
É cocoordenadora da Enciclopédia do Românico em Portugal (2019-2022), projeto financiado pela Fundación Santa María la Real. Centro de Estudios del Románico (Monasterio de Santa María la Real – Palencia). Coordenadora da investigação e publicação da Rota do Românico (2006/2007), (2011/2012), (2018/2020).
Integra o Projeto SIAP‐Sistema de Inteligência Artificial para deteção e alerta de riscos sobre o Património, projeto da Direção Regional de Cultura do Norte em parceria com as Faculdades de Letras, Engenharia e Arquitetura da Universidade do Porto e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (2020/2021)
Tem, como áreas de investigação, os estudos da arquitetura e da imagem na Idade Média e os estudos do património e restauro da arquitetura.
Foi investigadora dos projetos, entre outros: A new standard for regional historical research. Eurocore Cuius Regio. An analysis of the cohesive and disruptive forces destining the attachment of groups of persons to and the cohesion within regions as a historical phenomenon (CURE), European Science Foundation (2009/2014); Comendas das Ordens Militares: perfil nacional e inserção internacional, Fundação para a Ciência e a Tecnologia (2009/2013).
Integrou a equipa da candidatura do Alto Douro Vinhateiro a Património Mundial (2000).