Visitei a Feira de Carros acompanhado pelos colegas Lucas, Danilo e Guilherme. Como o evento estava localizado muito perto da faculdade, o deslocamento até lá foi extremamente simples, como já vou pra faculdade todo dia de carro, e o poli fica bem ao lado, foi muito tranquilo ir e sair de lá. A proximidade com o campus permitia acesso a pé, de carro, de moto, utilizando o transporte disponibilizado pela instituição, entre outras opções, o que tornava a visita ainda mais prática para os estudantes e visitantes em geral.
Logo na chegada, nossas primeiras impressões foram bastante positivas. Fomos recebidos por um ambiente animado e acolhedor: um DJ tocava músicas que davam vida ao espaço, enquanto grupos de pessoas conversavam descontraidamente. Famílias observavam os veículos expostos com curiosidade, e diversos Food Trucks e barracas estavam distribuídos pelo local, oferecendo uma grande variedade de comidas e bebidas, desde lanches rápidos até opções mais elaboradas. Essa combinação de elementos criava uma atmosfera agradável, convidativa e movimentada.
Além da feira em si, percebemos que outras atividades estavam acontecendo simultaneamente no campus. No interior do Poliesportivo, por exemplo, estava em andamento uma partida de vôlei, o que contribuía ainda mais para o clima dinâmico e multifuncional da instituição naquele dia. Essa variedade de eventos demonstrava como o espaço é aproveitado de forma ampla e integrada, atendendo a diferentes interesses e proporcionando entretenimento para todos os públicos.
De modo geral, a experiência na Feira de Carros foi bastante enriquecedora e divertida, não apenas pelo conteúdo da exposição, mas também pela energia do ambiente e pela interação entre as pessoas. A união entre lazer, boa gastronomia e atividades esportivas fez do evento uma visita agradável e memorável.
Visitei a Feira de Carros junto dos colegas Lucas, Merques e Guilherme. Como o evento estava localizado próximo da universidade, o deslocamento foi extremamente simples, e agradável, pois foi algo bem casual por conta de ser um ambiente familiar.
Por conta da proximidade, o acesso poderia resultar de diferentes modais de transporte, desde carro, moto, utilizando o transporte disponibilizado pela instituição, ou até a pé mesmo, o que torna a visita mais convidativa para os estudantes, além claro, de proporcionar uma maior interação entre os discentes.
Ainda sobre isso, eu, o Merques e o Lucas estávamos tendo a mesma aula antes de ir para o evento, então pudemos ir conversando sobre, alinhando nossas expectativas.
Ao chegarmos no local, uma das primeiras coisas a se notar era a trilha sonora de fundo, e os carros cheio de cores vivas, contrastando com o fundo escuro da noite, e bastante famílias, que levavam consigo seus filhos, denotando que o amor por carros pode ser algo que permeia as gerações das famílias.
Além de tudo isso, há outros fatores interessantes que englobaram este momento, como a feira noturna e eventos esportivos no Ginásio Poliesportivo, que parecem abraçar a comunidade local.
A escolha do tema se deu por uma sugestão que um colega deu no grupo do WhatsApp da disciplina. Assim que vi o tema, e identifiquei bastante porque desde que comecei a frequentar a faculdade, sempre gostei de ver os carros chegando na quinta-feira, as pessoas se reunindo, a música, o espaço com food-trucks e afins. Além disso, enxergo na feira uma conexão muito grande com a realidade do povo do ABC, em que as montadoras de veículos foram grande propulsoras do povoamento e desenvolvimento da região.
No dia 06 de novembro, fomos Merques, Dan, Ferreira e eu ao evento. Nos encontramos na própria UFABC, então eu e o Guilherme fomos de moto até o evento e voltamos a nos encontrar com os outros integrantes já dentro do evento. A noite, no caminho entre a UFABC e o estacionamento do Poli vejo alguns colegas da Universidade caminhando e sempre penso em como é um caminho perigoso, mas que nos dias de evento por ter mais movimento vejo que até a segurança dessas pessoas aumenta.
É muito legal a chegada ao evento, pois já vemos vários carros personalizados antigos e novos chegando ao mesmo tempo que nós.
Já dentro do evento pude ver muitas pessoas conversando ao redor dos carros, as pessoas costumam sempre estar em grupos, comentando sobre e olhando para os carros. As pessoas acabam falando mais alto, porque enquanto a feira está acontecendo fica tocando música em caixas de som com um dj no meio do evento.
Como estava um certo frio, muitas pessoas estavam agasalhadas, algumas (aparentemente frequentadores mais recorrentes) com camisetas com marcas no nicho automotivo.
Existem vários food trucks, comércios populares de artigos de coleção (como carrinhos), roupas associados ao meio automotivo, até especiarias aleatórias (como farofa, pimenta, queijos e doces).
Pude notar muitas famílias no local, um ambiente bastante seguro e tranquilo.
Ficamos cerca de uma hora no evento, demos risada conversamos sobre a faculdade entre nós. Também conhecemos algumas pessoas que levaram seus carros e cada um tinha sua história por trás do carro, muitas associadas à história da família ou só uma paixão mesmo por construir algo que ajude a se expressar.
Acredito que tenha sido uma experiência muito rica, que possui um vínculo muito forte com o ABC paulista, a região de São Bernardo e, com certeza, a uma identificação muito forte com as famílias de outros alunos que possuem suas raízes conectadas às montadoras que influenciam as histórias, vínculos e desenvolvimento da região.
Voltei para casa de moto, no caminho que faço todos os dias sempre atento, porque o caminho é um tanto quanto mal iluminado. Saio de São Bernardo, passo por Diadema e chego à minha casa na Zona Sul de São Paulo, próximo à Avenida Cupecê (Cupecê Antiga, como é conhecida por muitos).
No dia seguinte, a sensação foi bem bacana, porque lembrei que tive bons momentos e boas trocas com amigos da faculdade, olhei para o evento com olhos diferentes em relação à importância histórica e a integração que ele gera semanalmente para as pessoas da região e que buscam um meio para se enturmarem, se expressarem ou até mesmo para se sustentar (como é o caso dos trabalhadores que fazem o evento acontecer).
No dia 06 de novembro, visitei a feira de carros com os meus colegas (Lucas, Danilo e Merques). Nos encontramos na faculdade para irmos juntos, já que o evento acontece no estacionamento do Complexo Poliesportivo de São Bernardo do Campo. Utilizei a moto como meio de transporte até a faculdade, o que facilita bastante a logística entre a região da zona sul (Jabaquara) e a universidade. Apesar do trajeto ter pouco menos de 15 km, o transporte público até a faculdade é complicado, sendo necessário utilizar três linhas de ônibus, o que leva cerca de 1h20. Já o trajeto de moto leva aproximadamente 20 minutos, passando pela Anchieta e pela Av. dos Bandeirantes.
Sobre o evento, o que mais me chamou atenção foi o orgulho que cada proprietário tem pelos seus carros, cada um carrega uma história para contar. Também reparei em uma forte sensação de pertencimento, já que todos compartilham a mesma paixão por carros e transmitem isso para suas famílias. Notei que é um ambiente descontraído e familiar, com música, comidas e, claro, a principal atração: os carros antigos.
Outro ponto de que gostei foi vivenciar essa experiência com os meus colegas de faculdade. Como cada um tem sua rotina, com trabalho, estudos e outras responsabilidades, é difícil criar vínculos na UFABC, já que não temos turmas fixas. Essa interação me permitiu conhecer um pouco mais da realidade e dos hobbies dos integrantes do meu grupo que foram comigo à feira.
Em relação à volta e às percepções no dia seguinte, o retorno para casa foi bem tranquilo. Em cerca de 15 minutos eu já estava em casa, a Anchieta estava sem trânsito e a Av. dos Bandeirantes vazia. Por estar de moto, senti o frio da noite são-bernardense, mas já estou acostumado e sempre utilizo jaqueta e luvas. No dia seguinte, acordei bem, eu realmente precisava de uma noite mais leve no meio da semana, conversando em um ambiente diferente, fora da universidade. Admito que fiquei com vontade de comprar um carro antigo, mas logo passou, a dor de cabeça é grande e o custo é alto.
Desde que entrei na faculdade, em 2023, o Encontros do Poli se tornou um evento especial para mim. Neste dia precisei ir presencialmente para o estagio, então saí do trabalho que fica localizado no Jardim Santos Elias, peguei o fretado até Barra Funda, depois um trem até a UFABC de Santo André, um fretado até o campus de SBC para poder assistir a aula, e depois segui andando para o estacionamento do Poli, onde o evento acontece.
Voltar ao evento sempre me dá a sensação de reencontrar algo familiar. À primeira vista, muita gente imagina que seja um rolê voltado apenas para jovens apaixonados por velocidade e estética automotiva, mas a verdade é outra. O ambiente é profundamente familiar — crianças correndo curiosas entre os carros, pais relembrando modelos que marcaram época, avós apontando detalhes que só quem viveu certa década reconhece. É como se cada veículo exposto servisse de ponte entre gerações.
Nesta ida mais recente, reparei ainda mais na forma como esse convívio acontece naturalmente. A música ao fundo, o cheiro de comida vindo das barracas, as conversas que começam do nada só porque alguém parou para comentar um detalhe no capô — tudo cria a sensação de que estamos compartilhando não apenas uma paixão, mas um espaço acolhedor e comunitário.
O Encontros do Poli pode até parecer, de fora, um evento para quem é jovem e vive de rolê. Mas, quando a gente está lá, percebe que existe muito mais.
Depois de aproveitar o evento, fiz o caminho de volta até Mauá, já cansada, mas com aquela sensação boa de ter encerrado o dia em um lugar que me acompanha desde o início da faculdade.
As Quintas do Poli viraram meu ritual sagrado de descompressão no meio da semana. É impressionante como, por mais corrida que esteja a rotina, descer na quinta-feira para a feirinha se tornou inegociável! É um momento gostoso, onde consigo papear com meus amigos da faculdade, comer o bolinho de costela com queijo e me divertir muito. É um ambiente familiar, que consegue reunir todos os estilos, desde crianças, fãs de carros antigos, curiosos e estudantes da Ufabc
Dia 13 de novembro, uma quinta-feira fui a feira de carros. Parei o carro no estacionamento ao lado, e fui andando. Por sair às 17h30 do trabalho e chegar na UFABC 18h50. Tive 10, 15 min para observador tudo na feira e ir correndo para a aula.
Sobre o evento. Achei bem estruturado minha impressão era de ser algo simples e pacato. Felizmente, estava enganado e o evento é dinâmico, vivo e muito contagiante. As pessoas se reúnem com propósitos diferentes, uns vão para rever amigos, outros para admirar carros, é um encontro multifacetado cada um tem suas intenções e forma de experenciar o evento. Os carros são enfileirados e o todos tem a personalidade do dono. O dono imprime no carro seu modo de viver, seu capricho e sua própria identidade, Nenhum carro era igual o outro. Apesar de serem todos carros iguais.
Sai de lá pensando nisso, e o ser humano não reconhece mais o seu semelhante. Cada ser humano é um universo, tem principalmente aspirações diferentes. E o processo educacional brasileiro falha muito nisso. Tem que ser desenvolvido em cada indivíduo o respeito pelo seu semelhante. Aprender que somos feitos todos da mesma matéria, e ter a consciência de que não tem nada que nos separa, todos nos respeitaremos melhor. Em 5 min. na feira se sente isso pois há um grande senso de comunidade. E esse Volks Lafer preto 78, belíssimo !
Aqui tem mais detalhes sobre o trajeto do meu deslocamento. É trânsito muito intenso da capital de SP, Berrini para Jardim do Mar, SBC. Sempre fico atento em engarafamentos pois já fui assaltado. Sempre ouço podcast, e músicas durante o trajeto pois ele é bem longo e são todos os dias e uso o sem parar para ganhar mais tempo. Cheguei 18h45 no evento e a minha saída foi direto para a aula as 19h05, parei o carro na porta do evento, e fui para o estacionamento da UFABC - SBC
Já frequento a Feira de Carros Antigos do Poli, em São Bernardo do Campo, há cerca de dois anos, e cada vez que volto ao evento sinto uma forte sensação de familiaridade. Por conhecer o organizador, minha relação com a feira vai além de uma simples visita, pois me sinto parte do ambiente e da história que o evento construiu ao longo do tempo dentro da comunidade acadêmica e local.
No dia da visita, fui à feira logo após o meu treino de atletismo. Saí da Arena Caixa de Atletismo por volta das 20h30 e segui de carro até o Complexo Poliesportivo de São Bernardo do Campo. O trajeto durou aproximadamente 20 minutos e foi tranquilo, o que tornou a chegada ainda mais agradável depois de um dia intenso de atividades físicas.
Ao chegar, o ambiente já transmitia uma energia única: música ao fundo, carros antigos cuidadosamente expostos e diversas famílias caminhando entre os veículos. Grupos de amigos conversavam de forma descontraída, enquanto as barracas de comida e os food trucks completavam o clima acolhedor do espaço. Mesmo já estando acostumado com o evento, ainda me impressiono com a variedade de modelos e o cuidado dos proprietários com cada detalhe.
O que mais me chama atenção em todas as edições é a mistura de públicos. Crianças, jovens, adultos e idosos compartilham o mesmo espaço, trocando histórias e memórias despertadas pelos veículos. A feira não é apenas um encontro de entusiastas de carros, mas um ambiente verdadeiramente familiar, onde diferentes gerações se conectam por meio da paixão pelo automobilismo clássico.
De forma geral, mais uma vez a experiência foi extremamente positiva. Mesmo após dois anos frequentando o evento, a feira continua sendo um espaço de lazer, descontração e convivência, funcionando como uma pausa na rotina e um momento de conexão com pessoas que compartilham interesses semelhantes. Cada visita reforça a importância desse evento para mim, tanto como estudante quanto como participante ativo dessa cultura.
Agora em novembro eu fui três vezes: nos dias 06, 13 e 27. Cada visita teve seu próprio clima. No dia 06, cheguei e já senti aquela energia gostosa de sempre: música, carros super bem cuidados e muita gente andando com calma, aproveitando o momento. As outras visitas também seguiram esse ritmo leve e descontraído, com bastante gente circulando e apreciando os modelos expostos.
Uma das coisas que mais gosto é ver como o evento funciona como uma grande reunião de pessoas com o mesmo interesse. Todo mundo ali tem alguma história pra contar, alguma curiosidade pra trocar ou algum detalhe pra comentar sobre os carros. A conversa flui fácil, mesmo entre pessoas que nunca se viram, e isso dá aquela sensação boa de estar entre gente que “fala a mesma língua”.
E tem mais: como eu moro longe da faculdade, a feira acaba sendo um dos melhores jeitos de descontrair por ali mesmo. É prático, fica perto das aulas e vira um momento pra encontrar amigos, dar uma respirada depois da rotina e aproveitar um ambiente leve sem precisar me deslocar ainda mais, uma vez que sair de São Miguel Paulista até São Bernardo já é um trajeto muito longo e cansativo que compreende ônibus, trem, caminhada e fretado tanto pra ir quanto pra voltar.
Outra coisa que sempre chama atenção é a diversidade do público. Tem criança olhando tudo com o maior brilho no olho, jovens fotografando cada detalhe, adultos trocando ideias animadas e idosos relembrando histórias que os carros despertam. Essa mistura deixa o clima super acolhedor e dá vontade de ficar ali curtindo por um bom tempo.
No fim, a feira é um espaço onde eu relaxo, me divirto, encontro amigos e me conecto com algo que eu realmente gosto: o automobilismo. Toda vez que vou, volto pra casa com aquela sensação boa de ter aproveitado um momento leve e cheio de coisas legais.
Participar da Feira de Carros que ocorre todas as quintas-feiras no Poliesportivo foi experiência que me surpreendeu de maneira muito positiva. Fui diretamente da universidade com o meu grupo, em um trajeto tranquilo, e já nesse percurso já conversamos como há elementos culturais e comunitários ao nosso redor que muitas vezes passam despercebidos na rotina acadêmica. Embora o tema automotivo não seja algo do meu cotidiano, o primeiro contato com o evento trouxe uma sensação genuína de curiosidade e entusiasmo. Ao chegar, encontrei um ambiente interessante, com diferentes públicos circulando, música ambiente e uma organização surpreendente que imediatamente chamou minha atenção.
Durante o evento, o que mais me marcou foi a atmosfera leve e animada criada entre expositores, visitantes e moradores da região. A variedade de tipos de comida no local também se destacou: os food trucks ofereciam comidas realmente excelentes, contribuindo para que o momento fosse ainda mais agradável. A volta para casa foi igualmente tranquila, repassando na mente os relatos dos participantes do evento e do próprio organizador. No dia seguinte percebi que a experiência tinha deixado uma impressão duradoura. Foi um encontro simples, mas que, inserido no cotidiano, acrescenta uma dimensão cultural que muitas vezes ignoramos por estarmos imersos nas demandas da universidade.
Após essa primeira visita, fiquei tentado a continuar frequentando a feira e até mesmo a convidar outros amigos para conhecerem o espaço. A vivência me transmitiu uma sensação de familiaridade e acolhimento que eu não esperava, e que reforçou a importância de reconhecer o as práticas culturais que compõem o território onde estudamos e convivemos. Em certo sentido, essa experiência funcionou como uma iniciação: um olhar mais atento para o entorno da UFABC e para os eventos comunitários que enriquecem a vida universitária de maneiras inesperadas.