CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Tatiana Silva | 10 de março de 2023
Nos dias de hoje, a poluição é um problema grave que afeta o ser humano e o ambiente e pode causar problemas graves para nós e para as gerações futuras.
A poluição esta em todo o lado, existindo vários tipos de poluição (poluição atmosférica, hídrica, do solo, térmica, luminosa, radioativa, sonora e visual) e todas essas formas de poluição prejudicam-nos muito.
Algumas causas da poluição são o excesso de gases tóxicos nas atividades industriais, veículos de transporte e incineração de lixo. Nós não vamos conseguir voltar a trás e também não vamos conseguir voltar ao normal, mas podemos tentar minimizar o estrago que fizemos, não fazendo queimadas, plantando árvores, reciclando, usando mais transportes públicos ou bicicletas, etc...
A poluição está a aumentar cada vez mais, e o ser humano não está a fazer nada, muito pelo contrario, só está a piorar; por exemplo, aqui em Ribeira de Pena há muitos locais onde os habitantes depositam lixo no chão, o que só piora esta situação, mas isto não acontece apenas em Ribeira de Pena, mas sim em todo o mundo, e mesmo aqui, sendo um local pequeno, não podemos pensar que mais um pouco de lixo não faz a diferença, porque faz se nós tentarmos ajudar pelo menos um pouco, já estaremos a ajudar muito o planeta.
Os problemas ambientais prejudicam-nos não só na questão da saúde mas também no turismo, pois a nossa pequena vila, conhecida pelo turismo natural, esáa cada vez mais poluída, o que também irá ter impacto na economia, pois, com a poluição dos nosso pontos turísticos naturais, iremos deixar de ter visitantes, ou seja, perdemos capital.
Em suma, a poluição é um problema muito grave que nós não vamos resolver mas podemos tentar minimizar, se todos contribuirmos, de diferentes formas, estaremos a ajudar. Podemos fazer varias coisas para contribuir, por exemplo apanhar lixo e reciclar, pois em Ribeira de Pena existem muitos locais onde se encontra muito lixo na natureza.
Programação na escola de Ribeira de Pena
Martim Costa | 17 de março de 2023
Este projeto está a ser realizado em DAC (domínios de autonomia curricular), orientado pelos professores Rui Oliveira, Ginete Sousa e Tânia Pires.
Com o objetivo de melhorar as suas capacidades de programação, os alunos do 11.ºA e 12.ºA estão a desenvolver um trabalho faseado e estruturado para potenciar aprendizagens relativas a conceitos básicos da programação, sem dúvida uma mais-valia enquanto preparação para a universidade, caso decidam seguir esse caminho/opção, mas também, para todos, enquanto experiência desafiadora que estimula múltiplas competências.
O projeto é constituído por 4 fases, tendo sido o objetivo da primeira, através de um trabalho de pesquisa, aprender, teoricamente, o básico sobre a programação como, por exemplo, o que é um algoritmo, como funciona a programação, etc.
Na segunda fase, os nossos colegas tiveram que resolver um problema no Scratch sobre a “força gravítica”, utilizando uma fórmula em que teriam de programar um pequeno jogo onde iriam resolver automaticamente o problema, isto é, encontrar a massa, a distância e a força gravítica.
Durante a terceira fase, será proposto aos alunos do 11.ºA e 12.ºA, a identificação de problemas de Matemática, Física e Química ou outras áreas cujas resoluções necessitem de programação. Em seguida, serão realizados algoritmos e a programação em Scratch a partir destes. Ao longo do processo será realizada a melhoria dos programas criados e um registo semanal durante toda esta fase até à sua finalização.
Na quarta fase do projeto, os nossos colegas irão iniciar o estudo relativo à linguagem de programação em Python; de seguida, desenvolverão a programação em Python, que é consideravelmente mais complexa do que em Scratch, tratar-se-á, portanto, de um processo mais demorado. Todo o trabalho realizado ao longo da semana será registado até a fase ser concluída.
Numa realidade cada vez mais complexa, tecnológica e digital, sem dúvida que fazem todo o sentido projetos pedagógicos como este.
Digital Day - Apresentação por parte dos alunos do Agrupamento de Escolas de Ribeira de Pena
Martim Costa 12/05/2023
No dia 24 de Março de 2023, participaram os nossos colegas Beatriz Silva, do 11ºA, e Bernardo Teixeira, 12ºA, apresentaram o projeto, que está a ser desenvolvido em DAC, às restantes escolas agregadas ao CFAE de Basto, em uma videoconferência.
Nesta chamada, eles expressaram o seu interesse e dedicação na realização do trabalho e todas as fases e passos que seguiram ao longo desta jornada.
Durante a apresentação mencionaram também que este trabalho é muito bom para o nosso futuro pois para entrar em uma universidade é necessário saber fazer um algoritmo e saber o mínimo de programação.
Por fim eles, recomendaram as outras escolas a realizar este projeto pois tem muitos pontos positivos e ajudará muito para o futuro dos alunos. De seguida, propuseram-se em disponibilizar um local para dar a conhecer /site cada uma das fases detalhadamente para facilitar no progresso dos trabalhos.
Espécies em vias de extinção
Simão Fernandes- 24 março de 2023
Centramo-nos, hoje, em duas espécies: uma que está em vias de extinção; e uma que foi se pensava estar extinta, mas não estava. Uma das espécies todos nós conhecemos, pois é da nossa região; a outra provavelmente irá ser nova para todos.
O lobo ibérico habita na Península Ibérica, que é também conhecido por "Canis Lupus Signatus" e foi descrito em 1907 pelo zoólogo espanhol Angel Cabrez. O lobo ibérico difere de um lobo normal dessa região por ser mais pequeno e pela coloração da sua pelagem que é mais amarelo-acastanhado.
Fonte: Grupo lobo (S-D). O lobo-ibérico. www.grupolobo.pt. Recuperado em 24 de março de2023, de https://www.grupolobo.pt/lobo-iberico
Este lagarto deixou de ser visto em 1817, mas em 2003 ele foi redescoberto na Nova Caledónia. Este lagarto também e conhecido como "Bocourt's terrific skink" ("a fantástica lagartixa de Bocourt"). Esta espécie e caracterizada por os seus dentes curvos que podem chegar aos 50 cm de comprimento.
Fonte: Redação Galileu (2019). 5 animais que foram considerados extintos - mas estão vivos. revistagalileu.globo.com. Recuperado em 24 de março de 2023, de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/03/5-animais-que-foram-considerados-extintos-mas-estao-vivos.html
Luís Silva | 24 de março de 2023
Bioética, do grego bios (vida) + ethos (ética), é a ética da vida ou ética prática. A Bioética é um campo de estudo inter, multi e transdisciplinar que abrange Biologia, Medicina, Filosofia, Direito, Ciências Exatas, Ciências Políticas e Meio Ambiente. Procura encontrar a melhor forma de resolver casos e dilemas surgidos com o avanço da biotecnologia, da genética e dos valores e direitos humanos.
Os princípios da Bioética também estão presentes em nosso quotidiano e no meio ambiente, em todas as relações humanas. No que ao ambiental diz respeito, a Bioética pode promover um modelo sustentável que respeite e se responsabilize por todos os seres vivos. Com isso, pode ser um importante aliado para a análise do atual modelo de desenvolvimento.
A Bioética também pode ser aplicada quando falamos de estética. A pesquisa com embriões humanos, por exemplo, enfrenta problemas por ser um assunto delicado que envolve tanto conceitos morais quanto interesses científicos e financeiros.
A área desafiante, da Bioética, permite a busca pelo equilíbrio certo entre ciência e respeito à vida. Em suma, o papel da bioética é aquele que tenta resolver tais dilemas a partir de princípios que defendem os Direitos Humanos. Não há apenas uma resposta que pode ser considerada correta.
Fonte: Equipe eCycle (S/D). Bioética: o que é e qual sua importância?eCycle.com.br. Recuperado em 17 de março de 2023, de https://www.ecycle.com.br/bioetica/