Alice Lara (2°EM), Atos Negrão (1°EM), Francisco Bebber (9°EF), Giovanna Boscolo (2°EM), João Guimarães (1°EM),
Maria Ferraz (2°EM), Maya Cohen (2°EM), Tatiana Hamer (1°EM) e Sara Moura (1°EM)
Resumo
Nesse projeto, temos como objetivo questionar a influência da mídia que atua com destaque em redes televisivas e em redes sociais que, atualmente, são uma das maiores fontes de informação. A mesma induz direta e indiretamente na formação da opinião pública. Essa formação ocorre através de informações que são transmitidas pelos meios de comunicação em massa, influenciando na concretização da opinião pública com base no senso comum.
Abstract
In this project, we aim at questioning the influence of the media that plays a prominent role in television networks and social networks, which are currently one of the major sources of information. It induces directly and indirectly the formation of public opinion. This formation takes place through information that is transmitted by the mass media, influencing the realization of public opinion based on common sense.
Texto
Aparentemente a mídia é uma palavra pequena, porém pode resultar em muitos significados perante á sociedade. Segundo o dicionário Aurélio, mídia pode ser definida como um suporte de difusão de informação que forma um meio intermediário de expressão, portanto conseguimos obter informações e divulgá-las para o mundo por meio da mídia.
Quando se é discutido sobre a influência social da mídia atual é comum dividirmos ela em duas expressões que são utilizadas para referir-se a esse tema: a grande mídia, que, segundo o dicionário Sensagent é uma expressão utilizada para designar os principais veículos de um determinado meio de comunicação social. E a pequena mídia, que também definida pelo dicionário Sensagent, ela acaba sendo acessada apenas por uma pequena parte da população, com informações que, por exemplo, não são apresentadas pela grande mídia.
Fizemos uma pesquisa, na qual participaram 132 pessoas com a faixa etária de 11 á 70 anos. A maioria delas, somando 85, são jovens, tendo em média 17 anos. Os resultados relatam que a Globo é a emissora de televisão mais assistida, com 87,9% dos votos e indicam também que a sociedade costuma assistir notícias sempre nas mesmas emissoras de televisão (como por exemplo, a Globo (87,9%), SBT (1%), Bandeirantes (9,8%) e Record (1%). Tornando-as assim grandes mídias, com um grande alcance para divulgar as informações e com uma maior rede de influências. Junto á essas pesquisas, foi feita também uma entrevista com um aluno do Colégio Mackenzie, e a repercussão das respostas mostram que o poder que essas emissoras adquiriram ao longo do tempo é muito assustador, pois elas conseguem controlar pessoas, que assistem somente as mais populares e conhecidas, apresentando somente um lado do acontecimento, ou dando mais ênfase a ele.
A grande mídia pode ser considerada superficial, pois ela realiza um controle de informações com a intenção de demonstrar para o público que a opinião dela está correta, de forma indireta e direta também. E mesmo sabendo disso, muitos acreditam em tudo o que assistem ou lêem. Conseqüentemente é criado um senso comum, onde a maioria, influenciada pela mídia, defende certo ponto.
Referente á uma pesquisa feita pelo Guilherme Gorgulho, pelo IDEA, em parceria com a Folha de São Paulo, que reuniu jornalistas, filósofos e pesquisadores do tema da Unicamp, o hábito de disseminar notícias falsas é uma conseqüência da velocidade de compartilhamento. Inundadas por opiniões, impressões, boatos e fatos distorcidos ou imprecisos, as redes sociais têm sido um dos ecossistemas mais propícios à relativização do conceito de verdade.
Não podemos considerar que todo mundo é totalmente influenciado pela mídia, pois existem diversas pessoas também que procuram saber os dois lados e assim conseguem ter uma opinião mais pertinente. Os professores de escolas, por exemplo, tentam demonstrar para os alunos os dois lados do acontecimento, porém eles se posicionam perante os assuntos, e com isso, o programa Escola Sem Partido visa impedir o professor de se posicionar sobre assuntos como política. De acordo com Sandra Unbehaum, doutora em educação e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas se alguns assuntos não forem abordados na sala de aula serão esquecidos. Já o advogado Miguel Nagib, que idealizou o texto do programa “Escola Sem Partido” em 2004, vê o projeto como uma iniciativa necessária para assegurar o respeito à Constituição Federal no segredo das salas de aula.
Segundo a editora do Globo repórter, Cláudia Guimarães, hoje em dia as mídias não são controladas em relação à censura de informação, e essa proibição de falar sobre certos assuntos podemos perceber claramente na ditadura militar, na qual diversas gerações sofreram muito em relação a esse acontecimento. Claudia também nos informou que atualmente os editores e jornalistas estão muito preocupados em relação às fake news, que, a facilidade de conseguir informações e as novas redes sociais estão aumentando muito as chances das pessoas entrarem em contato e acreditarem nessas notícias falsas.
A sociedade precisa se conscientizar que nem todos os sites e lugares que pesquisam são seguros, e devem ser pesquisados em fontes confiáveis. A grande mídia muitas vezes tenta nos convencer de seu ponto de vista, rádios, emissoras
de redes televisionadas, jornais e revistas. Com outras fontes de pesquisas é possível formar uma opinião robusta e baseada em contras e a favores.