TESTE SIMULADO DE HISTÓRIA 8º ANO 4º BIMESTRE
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AULA DIA 09/11 E 13/11
- As diversas formas de luta contra a escravidão e desigualdades no Brasil imperial.
- As várias formas de resistência;
- A importância dos quilombos.
-O Movimento Abolicionista e o fim da escravidão.
durante o período do Brasil imperial, a escravidão era uma prática comum e as desigualdades sociais eram acentuadas. No entanto, surgiram diversas formas de luta contra essas injustiças.
Uma das formas de resistência à escravidão foi a organização de quilombos, que eram comunidades formadas por escravizados fugitivos. O quilombo mais conhecido foi o Quilombo dos Palmares, liderado por Zumbi, que resistiu por mais de um século e se tornou um símbolo de resistência.
Os quilombos são comunidades formadas por descendentes de africanos que eram escravizados no Brasil colonial. Eles representam um importante marco na história do país e possuem uma grande relevância cultural, social e histórica.
Uma das principais importâncias dos quilombos está na resistência que representam contra a escravidão. Eles surgiram como uma forma de luta dos africanos para conquistar sua liberdade e preservar sua cultura e tradições. As comunidades quilombolas eram verdadeiros refúgios onde os escravos fugidos encontravam abrigo e se organizavam para enfrentar os senhores de escravos.
Outra forma de luta foi a insurreição de escravizados, como a Revolta dos Malês em 1835, que ocorreu em Salvador, Bahia, e foi liderada por muçulmanos africanos. Essa revolta foi violentamente reprimida, mas demonstrou a insatisfação dos escravizados com sua condição.
Além disso, intelectuais e abolicionistas também tiveram um papel importante na luta contra a escravidão. Destacam-se nomes como Joaquim Nabuco, Luiz Gama e José do Patrocínio, que utilizaram seus escritos e discursos para denunciar a escravidão e promover a igualdade racial.
A imprensa também foi um importante meio de mobilização e divulgação das lutas contra a escravidão. Jornais como "A Província de São Paulo" e "O Homem de Cor", entre outros, publicavam artigos e notícias que criticavam a escravidão e defendiam a emancipação dos escravizados.
A Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão em 1888, foi resultado da pressão e mobilização desses movimentos e lutas. No entanto, mesmo após a abolição, as desigualdades sociais e raciais persistiram, e novas lutas e movimentos surgiram ao longo do século XX para promover a igualdade e garantir direitos para a população negra.
EXERCÍCIOS
1- Uma das formas de resistência à escravidão foi:
2- Como eram formados os quilombos?
3- O quilombo mais conhecido foi o ________________________________________________, liderado por_____________________________________
4- Outra forma de luta foi a insurreição de escravizados, como a _____________________________________________________ em 1835, que ocorreu em Salvador, Bahia, e foi liderada por____________________________________________________________.
5- Quais intelectuais e abolicionistas se destacaram na luta contra a escravidão?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6- Qual foi a importância da imprensa abolicionista na luta contra a escravidão?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
7- A Lei que aboliu a escravidão em 1888, foi chamada de de:________________________________________________
8- Como ficou a situação da população negra após a abolição, em 13 de maio de 1888?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
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13/10/23
- Fim da monarquia no Brasil e Proclamação da República
O fim da monarquia no Brasil e a proclamação da República ocorreram em 15 de novembro de 1889. A monarquia brasileira durou quase sete décadas, com o imperador Dom Pedro II no trono desde 1840.
O processo de transição para a república foi marcado por fatores políticos, sociais e econômicos. Na época, o Brasil enfrentava problemas como a crise do sistema escravagista, o descontentamento com o regime monárquico e a falta de modernização do Estado.
Movimentos republicanos surgiram em diversas partes do país, defendendo a substituição da monarquia pela forma de governo republicana. O principal grupo republicano foi a maçonaria, que tinha forte influência política e social.
Em 15 de novembro de 1889, um golpe militar liderado por Marechal Deodoro da Fonseca depôs o imperador Dom Pedro II e proclamou a República. Não houve um grande movimento popular para apoiar a mudança, e muitos brasileiros estavam insatisfeitos com o golpe.
Com a proclamação da República, foi instituído um governo provisório e uma nova Constituição foi promulgada em 1891, estabelecendo uma república presidencialista. Deodoro da Fonseca se tornou o primeiro presidente do Brasil, mas enfrentou dificuldades para governar e acabou renunciando em 1891.
Ao longo dos anos seguintes, o novo regime enfrentou desafios, como revoltas e conflitos internos. A estrutura política do país também passou por transformações, com o fortalecimento de oligarquias regionais e a concentração de poder nas mãos de poucos.
Em resumo, o fim da monarquia no Brasil e a proclamação da República marcaram um período de mudança política no país. Apesar disso, a instauração da República não solucionou todos os problemas e desafios enfrentados pelo Brasil na época.
EXERCÍCIOS
1- O fim da monarquia no Brasil e a proclamação da República ocorreram:_______________________________________________
2- processo de transição para a república foi marcado por fatores: ______________________________________________________________
3- Na época, o Brasil enfrentava problemas como a crise do sistema: _______________________________________________________________
4- Os Movimentos Republicanos surgiram em diversas partes do país, defendendo a substituição da monarquia pela forma de governo: ___________________________________
5- Quem foi o primeiro presidente republicano? ________________________________________________________________________
6- A estrutura política do país também passou por transformações. Quais foram?
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AULA DIA 30/10 - DIA 06/11
--A questão indígena no Segundo Reinado.
O “povo brasileiro” no Segundo Reinado consistia em um conceito e em uma realidade difícil de se realizar, dadas as amplas contradições que o país apresentava.
No Segundo Reinado, regido por Dom Pedro II, buscou-se no Brasil a construção de uma “identidade nacional”
No Segundo Reinado, o imperador Pedro II instituiu a política indigenista do Programa de Catequese e Civilização dos Índios. O objetivo era aldear os índios em colônias agrícolas onde eles teriam contato com jesuítas que os educariam para a civilidade, enquanto trabalhariam em funções rurais, como plantar e colher. O governo incentivou o autogoverno das aldeias indígenas, desde que jurassem fidelidade ao Império do Brasil, como forma de integração e defesa do território nacional
No Segundo Reinado (1840-1889), a questão indígena no Brasil foi marcada por conflitos e disputas de terra entre os povos indígenas e os colonizadores. A política indigenista adotada pelo governo imperial oscilou entre a integração forçada e a proteção dos direitos dos indígenas.
Durante esse período, os povos indígenas foram constantemente deslocados de suas terras tradicionais para dar lugar à expansão agrícola e pecuária. O Estado, preocupado em "civilizar" os indígenas, implementou uma série de medidas para promover sua assimilação aos costumes e modo de vida dos colonizadores.
Uma dessas medidas foi a criação dos aldeamentos, que visavam a concentrar os indígenas em territórios específicos, muitas vezes longe de suas terras tradicionais. Esses aldeamentos, no entanto, tinham pouca infraestrutura e frequentemente os indígenas sofriam com a falta de condições de vida adequadas. Além disso, a política de aldeamento também tinha como objetivo facilitar o controle e a "tutela" dos indígenas pelo Estado, que buscava "protegê-los" e "educá-los". Esse sistema de tutela foi criticado por diversos setores da sociedade, que viam nele um instrumento de opressão e exploração dos povos indígenas.
A luta pela terra foi uma constante na relação entre os indígenas e os colonizadores. As terras indígenas eram constantemente ameaçadas por invasões e grilagem por parte de colonos e fazendeiros. Além disso, a exploração dos recursos naturais também causava impactos negativos nas comunidades indígenas, através da destruição de seus territórios e de sua fonte de subsistência.
Nesse contexto, ocorreram diversos conflitos entre os indígenas e as forças do Estado. Destaca-se a Guerra do Paraguai (1864-1870), na qual muitos indígenas foram recrutados para lutar ao lado do exército brasileiro, sofrendo duras consequências.
No final do Segundo Reinado, a questão indígena ganhou visibilidade e chamou a atenção de intelectuais e setores progressistas da sociedade. Debates sobre os direitos dos povos indígenas e a necessidade de uma política indigenista mais justa e respeitosa ganharam espaço na agenda política do país. Essa atenção crescente à questão indígena no Segundo Reinado foi um dos prenúncios da luta por direitos e reconhecimento dos povos indígenas que se intensificaram no século XX. Apesar disso, a situação dos indígenas no Brasil ainda está longe de ser resolvida, e a busca por uma política indigenista mais justa e inclusiva continua sendo um desafio atual.
A primeira legislação que trata da questão indígena no Brasil foi a Lei Imperial nº 601 de 1850, que reservou as terras dos aldeamentos para os indígenas. Foi a primeira legislação que garantiu algum direito aos indígenas que reservou a eles as terras dos aldeamentos. A Constituição Republicana de 1891 não trouxe nenhuma novidade, apenas ratificou as leis imperiais enquanto não fossem revogadas.
A primeira legislação que garantiu algum direito aos indígenas foi a Lei Federal nº 6001 em 1973, que dispõe sobre o Estatuto do Índio, e representou uma alavanca sob o aspecto jurídico. O Estatuto do Índio regulamentou a matéria territorial indígena e foi onde o conceito “terra indígena” apareceu pela primeira vez nas leis nacionais.
O fato é que, o processo de colonização acabou extinguindo muitas comunidades indígenas, seja pelas armas, doenças ou políticas de assimilação. Não se sabe ao certo quantos grupos existiam, mas estima-se algo em torno de 1 a 10 milhões de indivíduos. Isso nos dá uma ideia do quanto os originários habitantes desse território sofreram ao longo desses mais de 500 anos de colonização.
Os principais conflitos entre os indígenas e o governo no Segundo Reinado
Durante o Segundo Reinado, ocorreram diversos conflitos entre os indígenas e o governo. Alguns dos principais foram:
Guerras no sul do Brasil: Os indígenas resistiram à colonização europeia e às políticas do governo brasileiro para ocupação de terras. Destacam-se os confrontos entre índios Guarani e Kaingang contra colonos europeus e as forças militares brasileiras na região sul do país.
Questão do Paraguai: Durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), os indígenas foram utilizados como força auxiliar pelos diferentes lados do conflito. Muitos indígenas foram recrutados e utilizados como soldados pelos exércitos envolvidos, sofrendo consequências negativas.
Resistência dos indígenas ao avanço da fronteira agrícola: Com a expansão das atividades agrícolas no país, especialmente na região Centro-Oeste, os indígenas foram deslocados de suas terras tradicionais, o que gerou conflitos e resistência por parte das comunidades indígenas.
Políticas adotadas pelo governo do Segundo Reinado em relação aos indígenas?
Durante o Segundo Reinado, o governo brasileiro adotou diferentes políticas em relação aos indígenas. Entre elas, destacam-se:
Política de pacificação e assimilação: O governo buscava "pacificar" os indígenas e integrá-los à sociedade brasileira de forma forçada. Essa política incluía o estabelecimento de aldeamentos indígenas, a catequese e o estímulo à adoção de hábitos ocidentais, como a língua portuguesa e a religião cristã.
Tratado de Petrópolis: O governo assinou o Tratado de Petrópolis com a Bolívia em 1903, que definiu a fronteira entre os dois países na região do Acre. Esse tratado resultou em conflitos com os indígenas locais que foram deslocados de suas terras tradicionais para a exploração da borracha.
Criação de reservas indígenas: O governo criou algumas reservas indígenas, especialmente na região amazônica, com o objetivo de proteger as comunidades indígenas e suas terras tradicionais. No entanto, muitas vezes essas reservas eram pequenas e insuficientes para garantir a sobrevivência das comunidades.
Como a questão indígena no Segundo Reinado afetou a sociedade brasileira da época?
A questão indígena no Segundo Reinado afetou profundamente a sociedade brasileira da época. O contato e os conflitos com os indígenas revelaram as dificuldades e a violência do processo de colonização e expansão agrícola no país. Além disso, o racismo e o preconceito foram reforçados, já que os indígenas eram frequentemente considerados como "selvagens" e inferiores.
A resistência indígena também representou um desafio às políticas governamentais de assimilação, mostrando a força e a resiliência das comunidades indígenas em preservar suas culturas e terras tradicionais.
EXERCÍCIOS:
RESPONDER NO CADERNO.
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A Independência do Brasil
A independência do Brasil aconteceu em 7 de setembro de 1822, quando, supostamente, d. Pedro (futuro d. Pedro I) proclamou o grito da independência às margens do Rio Ipiranga, na atual cidade de São Paulo. Com isso, o Brasil rompeu sua ligação com Portugal e consolidou-se como nação independente.
Quais foram as causas da independência?
A independência foi resultado de um processo de desgaste nas relações entre os colonos brasileiros, sobretudo da elite, com Portugal. Isso teve relação direta com a Revolução Liberal do Porto de 1820, mas podemos considerar que tudo começou com a transferência da família real portuguesa para o Brasil, em 1808.
A transferência da família real foi uma consequência da Era Napoleônica e motivada pela invasão de Portugal pelas tropas francesas. A mudança da família real portuguesa para o Rio de Janeiro foi, portanto, uma fuga. Após se instalar no Rio de Janeiro, foi iniciado o que ficou conhecido como Período Joanino.
Esse nome faz referência a d. João VI, regente que esteve à frente de Portugal e só se tornou rei português a partir de 1816. Aqui no Brasil, d. João VI realizou uma série de medidas que contribuiu para a modernização do Brasil, promovendo desenvolvimento econômico e florescimento cultural e artístico.
SILVA, Daniel Neves. "7 de setembro – Dia da Independência do Brasil
Declaração da Independencia
Leia o texto a seguir.
“É vital reconhecer, portanto, que no 7 de setembro de 1822, nas margens do Ipiranga, nos arredores de São Paulo, quando D. Pedro, herdeiro do trono português, gritou ‘Independência ou Morte’, estava exagerando. A questão, em setembro de 1822, não era certamente a “morte” e, apenas indiretamente, a ‘independência’. O Brasil havia sido independente para todas as intenções de propósitos, desde 1808: desde 16 de dezembro de 1815 fazia parte de um reino unido, em pé de igualdade com Portugal. O que estava em jogo, no início da década de 1820, era mais uma questão de monarquia, estabilidade, continuidade e integridade territorial do que revolução colonial”.
MAXWELL, Kenneth. Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência. In: MOTA, Carlos Guilherme, (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000, p. 186.
1- Ao analisar a declaração de independência do Brasil em 1822, o autor objetiva:
a) apresentar a complexidade dos interesses presentes na luta pela emancipação brasileira.
b) demonstrar o caráter revolucionário da emancipação política brasileira.
c) criticar a ação de D. Pedro na medida em que manteve afastado dos interesses brasileiros.
d) enaltecer o movimento pela emancipação política brasileira, que rompeu os laços políticos com Portugal.
2- Um evento ocorrido em Portugal foi de suma importância para a deflagração da Independência do Brasil, já que obrigou D. João VI a cruzar novamente o Atlântico, em retorno a Portugal. Qual foi esse evento?
a ) Revolução da Maria da Fonte
b ) Revolta da Patuleia.
c ) Revolta Liberal do Porto.
d ) Revolução dos Cravos.
Primeiro Reinado.
O Primeiro Reinado foi o período da história do Brasil iniciado a partir da independência do país, em 1822. Essa fase estendeu-se até 1831, quando o imperador D. Pedro I abdicou o trono brasileiro em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, futuro D. Pedro II.
O Primeiro Reinado foi resultado direto do processo de independência do Brasil, que teve como ponto de partida a transferência da Corte portuguesa para o Rio de Janeiro a partir de 1808. Quando isso aconteceu, uma série de transformações aconteceu no Brasil: a cidade do Rio de Janeiro cresceu e desenvolveu-se, os portos foram abertos e o comércio prosperou. Dessa forma, o Brasil deixou de ser colônia, tornando-se parte do Reino de Portugal.
Os ânimos do Brasil estavam relativamente sob controle até 1820, quando eclodiu a Revolução Liberal do Porto, em Portugal. Essa revolução foi realizada pela burguesia portuguesa, que demandava o retorno do rei português para Lisboa e a revogação das medidas que haviam sido implantadas no Brasil. A Revolução Liberal do Porto foi muito mal recebida pelas elites econômicas do Brasil, que encararam essa revolta como uma tentativa de recolonizar o país. Assim, surgiu um movimento pela independência do Brasil, o qual considerou Pedro, filho de D. João VI, como a pessoa ideal para liderar esse processo.
Após ser pressionado pelas Cortes portuguesas (espécie de parlamento) a retornar a Portugal, Pedro percebeu que o único caminho a ser tomado era declarar a independência do Brasil. Assim, em 7 de setembro de 1822, aconteceu o grito do Ipiranga, por meio do qual o regente declarou a independência do Brasil. Pedro foi, então, coroado imperador, tornando-se D. Pedro I.
Marque a alternativa que contenha as principais características do Primeiro Reinado.
a) Governo descentralizado; sistema escravocrata; manutenção de privilégios aos mais ricos; Confederação do Equador; Guerra da Cisplatina; abdicação de Dom Pedro I.
b) Governo centralizado; sistema escravocrata; manutenção de privilégios aos mais ricos; Confederação do Equador; Guerra da Cisplatina; abdicação de Dom Pedro I.
c) Governo centralizado; sistema escravocrata; manutenção de privilégios aos mais ricos; Confederação do Equador; Guerra da Cisplatina; abdicação de Dom Pedro II.
d) Governo centralizado; abolição da escravocrata; manutenção de privilégios aos mais ricos; Confederação do Equador; Guerra da Cisplatina; abdicação de Dom Pedro I.
e) Nenhuma das alternativas.
2- Durante a Assembleia Constituinte foram criados dois grupos. Como eles foram chamados e o que defendiam?
a) Partido Brasileiro, que propunha o fortalecimento do poder do imperador, e o Partido Português, que defendia uma monarquia constitucional.
b) Partido Conservador, que defendia uma monarquia constitucional, e o Partido Liberal, que propunha o fortalecimento da República.
c) Partido Brasileiro, que defendia uma monarquia constitucional, e o Partido Português, que propunha o fortalecimento do poder do imperador.
d)Partido Brasileiro, que defendia uma monarquia constitucional, e o Partido Português, que propunha o fortalecimento do poder do imperador.
3- O Primeiro Reinado foi a fase da história do Brasil que sucedeu qual período?
Período regencial.
Período colonial.
Período imperial.
Período republicano.
4- A primeira Constituição brasileira instituía quatro poderes. Quais eram eles?
Executivo, legislativo, judiciário e moderador.
Imperial, legislativo, Judiciário e ditador.
Executivo, legislativo, judiciário e controlador.
Imperial, legislativo, judiciário e moderador.
5- A primeira Constituição do país foi outorgada em qual ano?
a) 1821.
b) 1822.
c) 1823.
d) 1824
TRABALHO PARA TURMA 802:
HISTÓRIA AMBIENTAL - História e Meio Ambiente- A exploração colonial e seu impacto na degradação das terras no Brasil. 2,0
CADA GRUPO DEVERÁ PRODUZIR UM CARTAZ EXPLICATIVO SOBRE SUA REGIÃO
REGIÃO: NORTE: Rayla, Laura e Vitória, Raissa, Sthefany, Maria Eduarda.
NORDESTE: Maria Clara, Sulamita
CENTRO OESTE: Helena, Karolina, Marina, Letícia, Rafaela.
SUDESTE: Marcos, Débora, Esther, Salomão, Samara.
SUL: Cleverson, Anderson, Landerson, Vitor Hugo.
O trabalho deverá ser feito pensando que é um trabalho de toda turma. Deve-se pesquisar como era a situação ambiental do Brasil no período colonial, as causas e consequências da colonização para o meio ambiente, fazer um paralelo com os dias atuais.
Prazo para entrega: 21/09/23
TEXTO BASE
https://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=477
A DEGRADAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL COLÔNIA: RELATOS PARA REFLEXÕES CONTEMPORÂNEA
Nilton Manoel Lacerda Adão. niltonadao@hotmail.com
(Geógrafo; Especialista em Sociologia Política e Cultura; em História do Brasil; e Planejamento e Educação Ambiental)
RESUMO
O homem sempre viveu no decorrer da história uma relação de dominação com a natureza. Na história da colonização do Brasil este fato é pertinente. A relevância da abordagem deste assunto não reside na insignificante acusação aos fatos passados ou repasse da culpa da degradação ambiental para os colonizadores e colonizados do país. Estes viveram em realidades sociais e culturais diferentes. No entanto, a descrição dos relatos de um passado distante pode favorecer o enriquecimento dos argumentos nas discussões e reflexões sobre a relação sociedade-natureza no tempo e no espaço buscando impedir a devastação de toda forma de vida no planeta, busca contemporânea.
A Educação Ambiental (EA) consiste numa prática educativa para promoção da reflexão, discussão e ação na busca de uma rota sustentável para a humanidade no planeta. Na recomendação número cinco da Conferência de Tbilisi (1977) afirmou-se a necessidade “considerar-se a dimensão temporal (passada, presente e futura) própria de cada meio ambiente” ( DIAS, 127:2003). Daí a contribuição da análise historiográfica e do trabalho do historiador para o desenvolvimento das discussões em EA. Resgatar os fatos históricos pode favorecer a compreensão da realidade ambiental vigente. Em nossa História há episódios desastrosos que contribuíram para a construção do paradigma de sociedade atual. Estes fatos fundamentam a afirmação que toda ação do homem no espaço deixa marcas boas ou ruins que podem ser observadas no tempo.
É fato que não se pode exigir posturas ambientalistas das ações passadas. No entanto, resgatar de forma ancestral a relação de dominação que sempre existiu entre sociedade e natureza pode ser uma das fontes de discussão para a busca de um desenvolvimento harmônico e sustentável.
A construção da sociedade brasileira ergueu-se em um regime agrícola monocultor e latifundiário, entretanto, a primeira mostra de exploração das riquezas naturais consiste no tráfico, realizado por portugueses e franceses, do pau-brasil, que para desgosto de Frei Vicente do Salvador ─ autor do primeiro livro sobre a história do Brasil ─ o “pau que servia para tingir panos” passou a denominar a nova terra substituindo Santa Cruz, denominação anterior do Brasil. De acordo com Caio Prado Junior a exploração do pau Brasil era realizada de forma “rudimentar que não deixou traços apreciáveis, a não ser na destruição impiedosa e em larga escala das florestas nativas donde se extraía a preciosa madeira” ( JUNIOR, 25:1985). Havia não só a exploração da mata litorânea como também das tribos nativas que traziam a madeira, de lucro apreciável para os estrangeiros, e trocavam por qualquer quinquilharia, peças de pequeno valor na Europa como canivetes, espelhos, pedaços de tecidos, entre outros. A coroa portuguesa passou a cobrar os direitos da exploração sendo o primeiro explorador a receber a concessão para usufruir deste recurso, em 1501, Fernando de Noronha que por ironia, denomina a belo arquipélago do território brasileiro.
No entanto, a exploração do pau-brasil não foi duradoura. Iniciou-se a partir de 1530 a ocupação do território brasileiro fomentando a transformação das paisagens e destruindo as culturas locais, resultando na matança de indígenas ou a extinção de suas crenças em nome do “cristianismo colonizador”. O primeiro grande cultivo consiste na plantação da cana de açúcar, cuja ação principalmente no nordeste do país mereceram o destaque de Josué de Castro no seu reconhecido livro Geografia da Fome ao denunciar que “teve o nordeste a vida de seu solo, de suas águas, de suas plantas e de seu próprio clima, tudo mudado pela ação desequilibrante e intempestiva do colonizador” (CASTRO, 1946:113). Em favor da monocultura, grande extensão de mata foi derrubada para o plantio realizado no sistema de “plantation” com mão de obra escrava e super exploração do solo que perdia suas riquezas motivando o avanço das derrubadas para garantir a continuidade do então lucrativo cultivo da cana-de-açúcar. Neste contexto, ganhou força a colônia de Portugal exportadora do açúcar, produto de grande valor na Europa. Sendo viável, a afirmação de Gilberto Freire (1943:24) ao relatar que a casa grande , completada pela senzala formava o sistema econômico, cultural, religioso, de trabalho e de higiene do corpo do período colonial. Este fato, mesmo com o fim do auge das fazendas de cana-de-açúcar, formou as forças políticas e econômicas do início do período imperial. Nas “paredes” das casas-grande ergueram-se, com a robustez e autoridade do senhor de engenho e a mão-de-obra escrava, os pilares da sociedade brasileira.
Data também do período colonial, o início da pesca das baleias. Animais que mereceram destaque nos relatos do Frei Vicente do Salvador pela facilidade com que eram encontrados estes cetáceos que vinham gerar seus filhotes nas quentes e calmas águas do litoral brasileiro. A baleia era fonte de matéria prima em produtos utilizados nas iluminações, sabões, argamassas, espartilhos, entre outros. Para facilitar a captura da baleia, surgiram na costa sul do país as armações baleeiras, locais onde era extraído o valioso óleo de baleia e porto de chegada e partida dos barcos baleeiros. A forma como era realizada a captura da baleia, fez jus a indignada crítica de José de Bonifácio nos Anais da Academia Real das Sciências de Lisboa em 1790. Era hábito, matar primeiro o indefeso filhote para que sua mãe não fugisse, e esta, ao não abandonar sua cria já morta, tornava-se presa fácil para os golpes de arpões dos pescadores. A caça indiscriminada da baleia, iniciada no período colonial e persistindo ainda no século XX, reduziu a população de várias espécies destes grandes mamíferos nas águas que banham o país e conseqüentemente no planeta, fato inquestionável na atualidade.
Reconhecer o homem como agente da história, é acreditar na possibilidade de um mundo melhor. Mesmo em épocas desfavoráveis algumas culturas dão demonstrações de que é possível agir de forma sustentável. Um bom exemplo da uma vida alternativa com reintegração do homem na natureza neste período de “monocultura perversa”, responsável pela degradação não só do meio ambiente como também de determinadas culturas, seria a relação do homem com a terra nos quilombos. Josué de Castro relata o quilombo dos Palmares como um exemplo de organização econômico-social e cultural integrada ao uso adequado do solo. Este cientista refere-se ao quilombo dos Palmares como núcleo de libertação da monocultura escravista, “demonstração decisiva da absoluta integração do negro à natureza regional, aproveitando integralmente seus recursos e desenvolvendo a favor de suas possibilidades recursos novos.” (CASTRO,1946:134) Diante disto, pode-se definir Palmares como a integração do homem com a natureza na busca da liberdade, episódio que incomodava a ignorante elite de uma sociedade escravocrata e monocultora que declarou guerra aos quilombos dizimando muitos desses aldeamentos. Fato que determinou a inconsistência desta forma de poliagricultura sistemática, realizada nos quilombos, impossibilitando sua extensão. Ficou na história o exemplo da luta do negro em nome de uma liberdade que realçava subjetivamente o interesse em uma sociedade mais justa e ecologicamente sustentável. Os quilombos representam uma “gota d´água no seco deserto da história da era colonial do país”. Porém essa “gota” deixou o exemplo de que se pode lutar contra todas as formas de opressão em nome de uma sociedade mais justa e ecologicamente equilibrada.
Este trabalho prendeu-se no relato das práticas de colonização do espaço e exploração dos recursos naturais no período colonial da História do Brasil. Vale ressaltar, que os fatos relatados resultaram na quase extinção das baleias na costa brasileira (atualmente, felizmente, voltam a aparecer em maior número nas praias do país) , na degradação da mata atlântica, na desigualdade social e econômica atual.
Alguns dos fatos apresentados podem nos remeter a uma reflexão sobre as “re-ações” e ações do homem na contemporaneidade para construção de um novo paradigma. Urge se repensar uma nova forma de sociedade. Alguns relatos históricos são exemplos de que o homem deve, em seu presente, traçar no presente um novo caminho que resultará no futuro. Diante disto, propõe-se pensar através de uma “racionalidade ambiental” para promover uma descontinuidade da história de exploração e degradação da natureza, almejando uma reformulação social para alcançar-se uma “re-evolução” para uma sociedade ecologicamente sustentável.
BIBLIOGRAFIA
CASTRO, Josué’de. Geografia da fome: a fome no Brasil. Empresa gráfica “O Cruzeiro” S.A . Rio de Janeiro, 1946.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. 8ª ed. Editora Gaia. São Paulo, 2003.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. 4ª ed. Editora José Olympio. Rio de Janeiro, 1943.
JUNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. 31ªed. Editora Brasiliense. São Paulo, 1985.
SALVADOR, Frei Vicente. História do Brasil: 1500-1967. Editora Melhoramentos. São Paulo 1965.
ATIVIDADE PARA 17/08/23 - O PERÍODO JOANINO
O Período Joanino começou em 1808 e se estendeu até 1821. Esse é um período importante na História do Brasil.
Foi marcado pela transferência da corte portuguesa para a colônia, com a vinda do regente Dom João, sua família e um contingente de quase 15 mil pessoas, entre funcionários e pessoas ligadas à corte.
As transformações que aconteceram nesse momento são importantes para entender também o processo de Independência do Brasil
O Período Joanino refere-se ao período de 1808 a 1821 em que a família real portuguesa, liderada por Dom João, transferiu-se para o Brasil devido à invasão das tropas de Napoleão Bonaparte em Portugal. Durante esse período, o Brasil passou a ser a sede do governo português, resultando em transformações significativas no país.
Foram implementadas reformas administrativas, econômicas e culturais, como a abertura dos portos, modernização das instituições e impulsionamento do comércio. Essa estadia no Brasil também teve influência na luta pela independência, culminando na proclamação da independência em 1822 por Dom Pedro, filho de Dom João VI.
Em março de 1808, a corte se instalou no Rio de Janeiro, que desde o Período Pombalino já era capital. Inaugurou-se, assim, o Período Joanino, que trouxe importantes modificações na colônia.
Pode-se dizer que a mudança mais imediata foi estrutural. O Rio de Janeiro não tinha condições de receber essa quantidade de pessoas. Foi preciso que o rei expulsasse antigos moradores de suas casas para abrigar os membros da corte.
Uma transformação fundamental foi também a abertura dos portos, assinada logo em 1808.
A abertura significou a possibilidade de comércio da colônia com outras nações. Essa foi uma medida importante e uma das etapas do processo de emancipação do Brasil. A abertura dos portos rompeu com o chamado pacto colonial, que garantia a exclusividade de comércio da metrópole com a colônia.
Os ingleses tiveram realmente um papel importante nesse processo. Afinal, foram eles que financiaram a vinda da corte para o Brasil e pressionaram para que Dom João permitisse a abertura dos portos.
As medidas tomadas pelo regente favoreceram principalmente este país, de quem Portugal ainda dependia.
Outras dessas medidas benéficas para a Inglaterra foram os Tratados de Comércio e Navegação e Tratado de Amizade e Aliança. Neles foram estabelecidas as taxas de impostos cobrados nos produtos que chegavam no Brasil: 15% para a Inglaterra, 16% para Portugal e 24% para outros países.
A abertura dos portos para os ingleses e os baixos impostos pagos por eles acabaram por inundar o Brasil de produtos vindos de lá, o que prejudicou o desenvolvimento da indústria brasileira.
Foram nesses tratados assinados no Período Joanino que Portugal se comprometeu a abolir a escravidão, o que viria acontecer, na verdade, bons anos depois, somente em 1888.
Criações do Período Joanino
A vinda da Família Real para o Brasil significou a criação de instituições e construções que tinham por finalidade tornar a vida da corte portuguesa melhor e melhorar a economia local.
É nesse contexto que se deu a criação do Banco do Brasil, do Teatro Nacional, Biblioteca Nacional e Jardim Botânico. Dom João também investiu na criação de estradas e aboliu a lei que proibia a criação de fábricas no Brasil.
Além disso, Dom João criou e imprensa real e contratou artistas franceses para retratar o Brasil, a chamada Missão Francesa. O mais conhecido artista francês foi Jean-Baptiste Debret.
Foi também durante o Período Joanino que o regente reuniu tropas para invadir a Guiana Francesa e a Cisplatina (atual Uruguai), que estavam sob domínio da França e Espanha, respectivamente. Essa decisão aconteceu em represália à aliança desses países e sua intenção de conquistar Portugal.
Em 1818, Dona Maria I vem a falecer, transformando o regente Dom João em Dom João VI, Rei de Portugal.
Por volta de 1820, a população portuguesa, tomada por uma grave crise econômica, pela insatisfação e não reconhecimento da autoridade inglesa, passa a pedir a volta de Dom João VI para Portugal.
Esse movimento ficou conhecido como a Revolução Liberal do Porto, que exigia, também, uma constituição que garantisse o fim do absolutismo português e a recolonização do Brasil, que a essas alturas já via o surgimento de forças pró-independência em seu território.
Dom João VI acabou por ceder à pressão e volta para Portugal, deixando seu filho Dom Pedro como regente no Brasil. É na regência de Dom Pedro que começa a se desenvolver o processo de Independência do Brasil.
EXERCÍCIOS:
1- Por que esse período é chamado de Joanino?
2- Quais foram os legados do Período Joanino?
3- Por que o Período Joanino acabou?
4- O que aconteceu em 1815, que favoreceu o processo de Independência do Brasil?
5- Como estava a situação dos indígenas no período Joanino? (pesquisar).
6- Por que as casas receberam a marca PR?
7- Pesquise e responda qual era o objetivo e quais foram os principais artistas da Missão Francesa no Brasil.
TESTE SIMULADO DE HISTÓRIA DE 19 A 22/06/2023
ACESSE O LINK PARA REALIZAR O TESTE. NÃO SE ESQUEÇA DE CLICAR EM ENVIAR AO TERMINAR: https://forms.gle/kCbUtQJhP9vQEn259
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EXERCÍCIOS PARA SER ENTREGUE EM 15/06/23
-REVOLUÇÃO INGLESA
A Revolução Inglesa foi um conjunto de guerras civis e mudanças de regime político que ocorreram na Inglaterra, Escócia e Irlanda entre 1640 e 1688.
EXERCÍCIOS: para fazer os exercícios sobre a Rev. Inglesa, acesse o site https://www.todamateria.com.br/revolucoes-inglesas/
-Responda em seu caderno:
1- Como pode ser dividida a Revolução Inglesa?
A Revolução Puritana e a Guerra Civil, de 1640 a 1649;
A República de Oliver Cromwell, de 1649 a 1658;
A Restauração da dinastia Stuart, com os reis Charles II e Jaime II, de 1660 a 1688;
A Revolução Gloriosa, que encerrou o reinado de Jaime II e instituiu a Monarquia Parlamentarista.
2- Como duas revoluções - Puritana e Gloriosa - aconteceram num curto espaço de tempo, esta fase também é chamada de?
-Revoluções Inglesas.
3- quais eram os objetivos das revoluções Inglesas?
-limitar o poder do rei através do Parlamento, garantir a liberdade religiosa para os anglicanos e impedir a restauração do catolicismo na Inglaterra.
4- O que foi a Revolução Gloriosa?
-foi uma revolução sem sangue ou conflitos e que encerrou um período de revoluções na Inglaterra iniciado pela Revolução Puritana. Um movimento impulsionado pelo Parlamento e o príncipe Guilherme de Orange contra a proteção do rei Jaime II à religião católica.
-REVOLUÇÃO FRANCESA
Revolução Francesa foi o ciclo revolucionário que aconteceu na França entre 1789 e 1799. Foi o evento histórico que deu início ao que se chama de Idade Contemporânea na história. Esse processo revolucionário durou dez anos e levou ao fim do absolutismo na França.
"Essa revolução foi um marco na história da humanidade, porque inaugurou um processo que levou à universalização dos direitos sociais e das liberdades individuais a partir da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão."
EXERCÍCIOS----Para fazer os exercícios, acesse o site sobre "Revolução Francesa" em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/revolucao-francesa.htm
-Responda em seu caderno:
1- Qual era o contexto da França na ocasião do estouro da revolução?
-sociedade dividida em classes (clero, nobreza e povo) e extremamente desigual, além de ser um país atrasado economicamente.
2- O que foi feito para tentar resolver o cenário de crise em que estava a França?
-
3- O que foi a Tomada da Bastilha?
-Insatisfeita, a população rebelou-se, tomando a prisão conhecida como Bastilha (Queda da bastilha) e iniciando a Revolução Francesa.
4- Quais foram as fases da Revolução Francesa?
-Assembleia Nacional Constituinte e Assembleia Legislativa (1789-1792), Convenção (1792-1795) e Diretório (1795-1799).
5- O que foi o período de terror na segunda fase da Revolução Francesa?
-O regicídio do rei Luís XVI inaugurou o período do Terror, no qual jacobinos liderados por Maximilien Robespierre radicalizaram a revolução na tentativa de impor uma ampla agenda reformista no país.
6- Quando os girondinos retomaram o poder com a derrocada jacobina e redigiram outra Constituição. Essa fase abriu espaço para a ascensão de qu
em?
-Napoleão Bonaparte.
-A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
EXERCÍCIOS PARA CASA
1- (UFG-2013) Leia as informações a seguir:
Em meados do século XVIII, James Watt patenteou na Inglaterra seu invento, sobre o qual escreveu a seu pai: “O negócio a que me dedico agora se tornou um grande sucesso. A máquina de fogo que eu inventei está funcionando e obtendo uma resposta muito melhor do que qualquer outra que tenha sido inventada até agora”.
Disponível em: http://www.ampltd.co.uk/digital_guides/ind-rev-series-3-parts-1-to-3/detailed-listing-part-1.aspx. Acesso em: 29 out. 2012.(Adaptado).
A revolução histórica relacionada ao texto, a fonte primária de energia utilizada em tal máquina e a consequência ambiental de seu uso são, respectivamente:
a) puritana, gás natural e aumento na ocorrência de inversão térmica.
b) gloriosa, petróleo e destruição da camada de ozônio.
c) gloriosa, carvão mineral e aumento do processo de desgelo das calotas polares.
d) industrial, gás natural e redução da umidade atmosférica.
e) industrial, carvão mineral e aumento da poluição atmosférica.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE HISTÓRIA: FORMATO PODCAST
APRESENTAÇÃO DIA 19/06/2023
TEMPO: 10 MINUTOS
GRUPOS DIVIDIDOS EM:
-REVOLUÇÃO FRANCESA;
-REVOLUÇÃO INGLESA
-REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Para realizar o trabalho, o grupo deverá fazer uma pesquisa sobre o seu tema e discorrer de forma resumida sobre suas principais características no tempo estabelecido. O trabalho será gravado para postagem em podcast.
ATIVIDADE PARA O DIA 15/05/23:
Acesse o link abaixo para ter acesso aos jogos:
TRABALHO DE HISTÓRIA
1º bimestre
Trabalho para entregar dia 23/03/2023
PROJETO MAIS LEITURA POR FAVOR: Homenagem ao Dia Internacional da Mulher
TÍTULO: MULHERES QUE ME INSPIRAM
-Escolher em seu meio social (família, igreja, escola, clube, etc), uma pessoa que você considera que fez ou faz diferença e é importantes em sua vida.
- Fazer um breve relato sobre os motivos da sua escolha.
- identificar a pessoa: nome, idade, grau parentesco ou de amizade, etc.
- fazer em uma folha A4, apenas frente, com um desenho, caricatura ou foto da pessoa.
Obs.: se for escolhida mais de uma pessoa, deverá ser feita uma folha para cada uma.
- Coloque no rodapé (final da folha) seu nome, nome da escola e do professor.
História - 8º Ano - Expansão das fronteiras da Colônia e a interiorização do Brasil
A expansão territorial do Brasil foi a ampliação dos limites do território brasileiro que ocorreu entre o descobrimento do País e o Tratado de Madri (1750). A expansão territorial do Brasil ocorreu graças à União Ibérica (1580-1640), que resultou na anulação do Tratado de Tordesilhas.
Tratado de Madri (1750): o fim da União Ibérica foi marcado pela incerteza acerca dos limites entre terras portuguesas e espanholas. Alguns conflitos e acordos sucederam a restauração portuguesa de 1640, até que os países ibéricos admitissem o princípio do “uti possidetis” como critério de divisão territorial no Tratado de Madri. O princípio legitima a posse territorial pelo seu uso, ou seja, pela sua exploração.
Interiorização do Brasil foi o processo de ocupação do sertão do Nordeste e da região Norte por meio da expansão pecuária e extração de drogas do sertão.
-Nos primeiros tempos da colonização, todas as áreas habitadas ficavam no litoral. A interiorização do Brasil só aconteceu por causa da expansão da pecuária e da exploração das drogas do sertão.
No século XVII, a principal atividade econômica da colônia brasileira era a produção de açúcar. Para que os engenhos funcionassem, era necessária a utilização de bois, que movimentavam as moendas. Eles também eram utilizados para o transporte de cana-de-açúcar.
Dessa forma, a pecuária era uma atividade necessária à economia açucareira. Conforme os engenhos foram se espalhando pelo litoral, a pecuária também cresceu. Além disso, o gado era utilizado para arar a terra em outras partes da colônia, como na capitania de São Vicente.
Expedições exploratórias: Entradas, Bandeiras e Monções
A partir do século XVII, as expedições exploratórias passaram a buscar, além de indígenas, metais preciosos e diamantes. Muitas expedições eram financiadas pela Coroa portuguesa, que viu essa atividade como uma solução para a crise econômica pela qual passava.
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Entradas: Tinham a finalidade de expandir oterritório, eram financiadas pelos cofres públicos e com o apoio do governo colonial em nome da Coroade Portugal, ou seja, eramexpedições organizadas pelo governo de Portugal.
Bandeiras: Expedições empreendidas à época do Brasil Colonial, com fins tão diversos quanto a simples exploração do território, a busca de riquezas minerais, a captura de indígenas, para escravizá-los, ou de africanos escravizados fugitivos, e o ataque e destruição de tribos ou populações tidas pelos assentamentos coloniais como hostis ou indesejadas.
Moções: Na Colônia, as expedições que utilizavam as vias fluviais foram chamadas de monções, por se submeterem ao regime dos rios, partindo sempre na época das cheias (março e abril), quando os rios eram facilmente navegáveis, tornando a viagem menos difícil e arriscada. No início as monções transportavam paulistas para as minas cuiabanas, mas logo tornaram-se expedições de abastecimento, isto é, bandeiras de comércio, levando mercadorias para as zonas mineradoras.
Cont...
As bandeiras podem ser classificadas em três tipos:
a) Bandeiras de prospecção: procuravam metais preciosos (ouro, diamantes, esmeraldas etc);
b) Bandeiras de apresamento ou preação: capturavam indígenas no interior para vendê-los como escravos. Essas bandeiras existiam desde o início da colonização e se intensificaram após a expulsão dos holandeses (1654), quando o fornecimento de escravos africanos, antes controlados em grande parte pelos holandeses, ficou comprometido, encarecendo muito esse tipo de mão-de-obra.
Os principais alvos do apresamento indígena foram as missões jesuíticas, onde os indígenas já se encontravam em acentuado processo de aculturação pela imposição de uma cultura europeia caracterizada pelo catolicismo, pelo regime de trabalho intenso e pela língua vernácula (português ou espanhol).
c) Bandeiras de sertanismo de contrato: expedições contratadas por donatários, senhores de engenho ou pela própria Coroa para o combate militar a tribos indígenas rebeldes e quilombos. O exemplo mais importante foi a bandeira de Domingos Jorge Velho, responsável pela destruição do Quilombo de Palmares.
O protagonismo indígena na interiorização
• A influência indígena no projeto colonial era a necessidade da colaboração desses povos nas expedições de adentramento da colônia.
Guerra dos Bárbaros • A Guerra dos Bárbaros foram os conflitos, rebeliões e confrontos envolvendo os colonizadores portugueses e várias etnias indígenas tapuias que aconteceram nas capitanias do Nordeste do Brasil, a partir de 1683.
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História - 8º Ano - Formas de escravidão
12/02/2023
A escravidão é uma prática antiga que consiste na posse de pessoas como propriedade, obrigando-as a trabalhar sem remuneração ou liberdade. A forma de escravidão varia ao longo da história e em diferentes culturas, mas algumas das formas mais comuns incluem:
Escravidão antiga: A escravidão antiga ocorreu em muitas sociedades antigas, incluindo Grécia, Roma, Egito e Mesopotâmia. Os escravos eram frequentemente conquistados em guerras ou comprados em mercados de escravos.
Escravidão na América: A escravidão na América foi um sistema de escravidão que existiu nos Estados Unidos e nas Américas do Sul e Central por mais de 300 anos. Os escravos eram principalmente africanos que foram trazidos para as Américas como resultado do comércio transatlântico de escravos.
Escravidão rural: A escravidão rural ocorreu em muitas regiões agrícolas do mundo, incluindo a América Latina, África e Ásia. Neste sistema, os escravos eram usados para trabalhar em fazendas ou plantações agrícolas.
Escravidão doméstica: A escravidão doméstica ocorreu em muitas sociedades ao longo da história e ainda existe em algumas partes do mundo. Neste sistema, as pessoas são mantidas como escravas para trabalhar como empregadas domésticas ou cuidadoras.
A escravidão é uma prática condenável e foi proibida em todo o mundo. No entanto, infelizmente, ainda existem formas modernas de escravidão, como o tráfico de pessoas e o trabalho escravo, que continuam a ser um problema global.
dsn.