BIO

Thaís Iroko (1992, RJ) é artista visual autodidata e arte educadora, oriunda da cidade do Rio de Janeiro.


Refletindo sobre memória, apagamento e déjà-vus, a artista explora em sua pesquisa o uso de fragmentos de imagens e sons como formas de investigar o movimento de seu corpo preto/não-retinto, feminino e favelado e seu trânsito dentro e fora do seu território de origem, estando seu trabalho intimamente ligado com o bairro em que nasceu e cresceu na periferia da cidade. Buscando maneiras de confrontar as efemeridades da vida negra e favelada, se aproxima em sua pesquisa dos conceitos de virtualização e afrocentricidade para imaginar e projetar desejos e inquietações a partir da poesia e da colagem. Explorando diferentes suportes para criar ficções decoloniais de pertencimento em um mundo que rejeita seu corpo, sua intelectualidade e sua história.


É integrante da coletiva Trovoa (RJ) e uma das idealizadoras da coletiva de arte urbana Preta Pinta Preta, onde atua desde 2018 promovendo ações de arte e educação em comunidades, escolas e espaços populares no estado do RJ. Recentemente participou das exposições coletivas Plantão (Ateliê 397 - SP), Quando Olho No Espelho (Galeria Evoé - RJ), Poéticas Femininas na Periferia (Paço imperial - RJ), Presença (RJ), Baile de Máscaras (RJ).

2021. PERFORMANCE / VIDEOPERFORMANCE

2020. COLAGENS ANIMADAS DE SOM E IMAGEM.