Sistema de Gestão do Património Cultural de Mirandela
Procedimentos como Organizar e Registar a Informação na Base de Dados
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NIM ou Número de Inventário Municipal para o Património Histórico-Cultural do Município de Mirandela
NIM é o acrónimo de Número de Inventário Municipal para o Património Cultural do Município de Mirandela que representa um número de ordem individual, irrepetível e sequencial que identifica um valor patrimonial imóvel (RPI), móvel ou imaterial associada ao Município de Mirandela e concelho de Mirandela.
O NIM abrange as 3 vertentes do património cultural - imóvel, móvel e imaterial - e traduz-se pelas seguintes nomenclaturas:
I referente a património cultural imóvel;
M referente a património cultural móvel;
IM referente a património cultural imaterial.
Mais informação, consultar os manuais sobre os módulos específicos.
O NIM está localizado no início da folha genérica de cada módulo de registo possuindo a designação "Nº Inventário". Pela particularidade do NIM, compete ao coordenador da base de dados definir a criação e a eliminação.
Para quê um número de inventário? Para o Património Cultural Móvel, de acordo com as "Normas de Inventário, Arqueologia, Normas Gerais" (pág. 23), refere sobre o "número de inventário": «(…) será impossível (ou desaconselhável), inventariar todo o material recolhido, por exemplo, em escavações arqueológicas feitas sob metodologias modernas. Haverá portanto, que seleccionar o material a inventariar sob uma óptica museológica; para o restante material deve ser criado um sistema de registo distinto, que deve quanto possível respeitar o sistema de registo e recolha próprio da escavação. O inventário de peças provenientes de escavações arqueológicas sob uma óptica específica da museologia deve, sobretudo valorizar dois pontos de vista: o valor museográfico das peças (peças bem conserva das, com valor artístico, etc.) e o seu valor científico (expresso sobretudo no facto de a peça ser individualizada através de catalogação, descrição ou de qualquer outra forma referida em relatórios, publicações ou outros documentos relativos à escavação). Por via de regra todas as peças publicadas (sob qualquer forma) devem ser inventariadas.».