Transplante capilar é o procedimento que realoca folículos capilares que não tem predisposição para calvície para a região que está calva. Quando os folículos são transferidos dessa forma, o cabelo volta a crescer nessa área. Esse procedimento é considerado a única solução definitiva para a calvície androgenética, aquela que é hereditária.
É importante ressaltar que calvície não é a mesma coisa que queda de cabelo. Nela os fios não caem e sim entram em um processo de miniaturização - se tornando semelhantes aos pelos do rosto fora da área da barba, ou seja, bem pequenos e quase que imperceptíveis. Isso só ocorre em pacientes predispostos geneticamente a esse problema, que é desencadeado pelos hormônios masculinos (a testosterona e seus derivados, principalmente a di-hidrotestosterona, também conhecida com DHT).
A DHT é cinco vezes mais potente que a testosterona e é o hormônio chave no surgimento da alopecia androgenética. O fato dos receptores para este hormônio não se encontrarem distribuídos igualmente em todo o couro cabeludo explica os padrões de perda de cabelos. Por isso mesmo, o transplante capilar retira fios dessa área e os realoca nas regiões em que já houve miniaturização, pois, por algum motivo ainda desconhecido, esses fios não correm o risco de também passarem pelo processo de transformação.
O procedimento segue algumas etapas que você descobre abaixo:
Demarcação cirúrgica: A primeira etapa é a delimitação da área doadora e da área receptora de folículos. Essas regiões são demarcadas e preparadas de acordo com o particular de cada paciente.
Tricotomia: Raspagem total dos cabelos em cirurgias masculinas tanto da área doadora quanto da área receptora. Em cirurgias femininas apenas é raspada a área doadora.
Anestesia: O paciente recebe a anestesia local da área doadora para a extração dos folículos.
Captação dos folículos: Mais conhecida como extração, são retirados os folículos um a um da área doadora. São contabilizados, e separados pela quantidade de bulbo.
Segunda anestesia: Assim como a primeira, é feita a anestesia local na área receptora, seja ela no couro cabeludo, barba ou sobrancelha.
Incisão: São feitas pré-incisões milimetricamente compatíveis com o tamanho do folículo capilar e contabilizadas de acordo com a quantidade de folículos extraídos para preencher a área desejada.
Implantação: Com a aparelhagem correta são realocados os folículos capilares nas pré-incisões, assim completando a área calva.
Curativo: É feito um curativo específico onde protege tanto a área doadora quanto a área transplantada. Necessário usa-lo durante três dias corridos após a cirurgia para melhor resultado do transplante.
Os primeiros sinais costumam ser a diminuição do volume capilar ou a perda de cabelo, especialmente nas entradas e na coroa da cabeça, onde fica o chamado redemoinho. “Com a progressão da doença, os cabelos vão ficando mais finos e curtos, surgindo áreas de falhas e, posteriormente, a calvície.
Em geral, quem vai ficar careca começa a perder cabelo por volta dos 20 anos. Cerca de 12% dos homens ficam calvos até os 25. Aos 35 anos, 37% dos rapazes estão carecas.
Fatores genéticos, alterações hormonais, estresse, alimentação inadequada e até mesmo excesso de química são alguns dos exemplos que levam a uma alteração do ciclo normal dos fios
Embora o processo evolua por toda a vida, podemos dizer que, normalmente, a calvície se “estabiliza” em torno dos 45 anos. No entanto, o início pode ocorrer numa pessoa de 50 anos e, até mesmo 30% da população masculina calva, podem experimentar calvície significante quando atingem os 40 anos.
A calvície tem origem hereditária e ainda não há cura conhecida para o problema.
O eflúvio telógeno pode ocorrer após uma cirurgia, febre, gripe, após doenças ou infecções, a exemplo do coronavírus, pelo uso de medicamentos, interrupção da pílula anticoncepciconal, por dietas emagrecedoras muito restritivas e também após o parto. "É importante lembrar que esse tipo de queda melhora sozinha, não gera calvície e o cabelo volta a crescer se não tiver nenhuma doença associada. Caso continue após esse período é preciso investigar outras causas", alerta a médica.
Mas, existem outros dois tipos de queda de cabelo em mulheres que podem gerar calvície. "A alopecia androgenética é a forma mais comum, tanto em homens como em mulheres. É geneticamente determinada e começa na adolescência, porém, só se torna aparente em torno dos 40, 50 anos", explica Bárbara. Nesse caso, os fios vão ficando progressivamente mais finos e ralos, o couro cabeludo mais aparente com alargamento da risca branca do cabelo. Os fios vao crescendo mais devagar e podem ficar mais claros.
Outra causa de calvície é a alopecia senil, um tipo de queda de cabelo lenta e progressiva que ocorre com a idade. "Existe afinamento difuso dos fios, que surge, em geral, após os 50 anos. Porém, após o 50 anos os fios tendem a ficar mais grossos, o que pode ajudar no quadro.
O cabelo cair é um processo natural que faz parte do ciclo de crescimento dos fios e, por isso, é normal a pessoa nem notar que perde entre 60 a 100 fios de cabelo por dia.
Histórico familiar de calvície;
Idade;
Perda de peso significativa;
Outras doenças, como diabetes e lúpus;
Estresse;
Gravidez;
Excesso de vitamina A;
Falta de proteínas e alguns minerais;
Disfunções hormonais;
Deficiência de vitamina B12.
Sim, a oleosidade pode aumentar a queda de cabelo. Quando em excesso, a oleosidade facilita a proliferação de fungos, causando também coceira e descamação do couro cabeludo, o que prejudica os cabelos e os faz cair.
Como a covid-19 ainda é uma doença muito nova, esta relação entre a infecção e a queda de cabelo ainda está sendo estudada. Uma das hipóteses levantadas pelos pesquisadores considera que o vírus pode despertar alguma predisposição genética; outra, que a inflamação e estresse oxidativo (desequilíbrio entre a produção de espécies reativas de oxigênio - que, em excesso, podem ser prejudiciais - e a defesa antioxidante do organismo) são os responsáveis por provocar a queda”,
A quebra capilar é resultado de algum tipo de agressão que as madeixas sofreram e que ocasionou o rompimento dos fios. Assim, ao pentear o cabelo, você nota que os fios que estão na escova ou pente estão partidos, ou seja, romperam ao longo da fibra capilar.
Entre as agressões que podem levar à quebra capilar estão os fatores químicos, como o excesso de procedimentos (tintura, alisamento, entre outros), e fatores mecânicos, como uso intenso de secador de cabelo, chapinha e presilhas e elásticos apertados.
A queda capilar pode assustar, mas saiba que ela faz parte do ciclo de vida do cabelo e, na maior parte dos casos, é normal. Embora boa parte do tempo os fios estejam em fase de crescimento, há ainda outras duas etapas que são o repouso e a queda. Uma pessoa saudável perde, em média, 100 fios por dia, que se desprendem do couro cabeludo, e essa perda é importante para que novos fios cresçam e ocupem esse lugar.
Mas quando a queda capilar excede a média e se torna mais intensa é chegada a hora de procurar um especialista para avaliar a origem do problema. Dentre as causas da queda estão os fatores genéticos, ligado ao histórico familiar, alterações hormonais, como disfunção da tireoide, deficiência de nutrientes, como ferro e zinco, e o estresse.
Não lavar os cabelos com água muito quente, nem muito fria. O ideal é levemente morna, que evita a oleosidade, e o couro cabeludo respira melhor.
Não usar condicionadores no couro cabeludo, pois isso causa mais seborreia.
Não dormir com os cabelos molhados. Isso evita a queda dos cabelos e a caspa.
Lavar bem os cabelos, repetindo o shampoo para retirar todo o excesso de sujeira do couro cabeludo.
Evitar secar muito com o secador, pois o calor do secador pode ajudar nas indesejáveis caspas.
Proteger o cabelo do sol através do uso de chapéu.
E, o mais importante: cuide de sua alimentação! Os cabelos dependem diretamente do que nós ingerimos. Então, cuide mais da sua saúde que os seus cabelos agradecem.
Deixe crescer e respirar
Limpeza frequente
Faça uma esfoliação
Penteie todos os dias
Invista na alimentação
1. Lavar os cabelos pelo menos 2 vezes por semana
2. Alimentação saudável
3. Enxaguar bem os cabelos
4. Desembaraçar os cabelos ainda no banho
5. Só prender os cabelos quando estiverem secos
Não há cura para a caspa, mas é possível ficar livre dos flocos brancos para o resto da vida. A caspa é o que os dermatologistas chamam de “condição recorrente”, por isso, a não ser que você a trate regularmente, seus sintomas provavelmente voltarão.
As opções com álcool, por exemplo, devem ser deixadas de lado, já que podem agredir os fios e irritar o couro cabeludo. Usar gel todos os dias não é prejudicial. O problema é não lavar a cabeça direito e deixar resíduos do produto no couro cabelo e nos fios.
A coceira no couro cabeludo pode ser causada por fatores como ansiedade ou estresse, infecções fúngicas, dermatite seborreica, piolhos ou alergias, podendo ser acompanhada de outros sintomas como vermelhidão, sensibilidade, descamação ou irritação da pele, por exemplo.
Assim como a pele e as unhas, você sabia que os cabelos também envelhecem? Seu diâmetro diminui, eles afinam, perdem velocidade de crescimento, se tornam mais secos, quebradiços e, por fim, surgem os fios brancos.
Assim como o estresse, a hereditariedade e o envelhecimento formam as três causas mais conhecidas para o aparecimento dos fios brancos, ou canície, como é cientificamente chamado o fenômeno.
Embora não seja a única culpada, a genética é a causa mais comum dos fios brancos na juventude. Funciona assim: o gene IRF4, que regula a produção de melanina no cabelo, é alterado, o que, com o tempo, acaba diminuindo uma enzima chamada tirosinase - presente nas células produtoras de melanina.
Entre as agressões diárias que provocam problemas no couro cabeludo, também devem considerar-se:
Má alimentação e falta de vitaminas e minerais
O uso de shampoos inadequados que agridem os fios
Usar muita escova, ou puxar demais os fios
Uso prolongado de capacetes
Piscina, sol
Loções capilares inadequadas para seu couro cabeludo
Prurido, vermelhidões ou descamação são, por vezes, sintomas de doenças como o eczema ou a psoríase. Nestes casos, convém tratá-los para que os problemas desapareçam.