A cultura mexicana reflete a complexidade da história do país através da mistura das civilizações pré-hispânicas e da cultura da Espanha, transmitida durante a colonização de 300 anos da Espanha no México. Elementos culturais exógenos, principalmente dos Estados Unidos, foram incorporados à cultura mexicana.
A era Porfiriana (el Porfiriato), no final do século XIX e primeira década do século XX, foi marcada pelo progresso econômico e pela paz. Após quatro décadas de conflito civil e guerra, o México assistiu ao desenvolvimento da filosofia e das artes, promovido pelo presidente Díaz. Desde aquele tempo, o que foi acentuado durante a Revolução Mexicana, a identidade cultural teve sua fundação na mestiçagem, cujo elemento é o núcleo indígena.
À luz das diversas etnias que formaram o povo mexicano, José Vasconcelos, em sua publicação "La Raza Cósmica" ("A Raça Cósmica"), (1925) definiu o México como um caldeirão de todas as raças (alargando assim a definição do mestiço), não apenas biologicamente mas culturalmente também. Esta exaltação da mestiçagem era uma ideia revolucionária que contrastava fortemente com a ideia de uma raça superior pura predominante na Europa na época.
A arte pós-revolucionária no México tinha a sua expressão nas obras de artistas renomados como Frida Kahlo, Diego Rivera, José Orozco, Rufino Tamayo, Federico Cantú Garza, David Siqueiros e Juan O'Gorman. Diego Rivera, a figura mais conhecida do muralismo mexicano, pintou o Man at the Crossroads no Rockefeller Center em New York City, um imenso mural que foi destruído no ano seguinte devido à inclusão de um retrato do líder comunista russo Lênin. Alguns dos murais de Rivera são exibidos no Palácio Nacional mexicano e do Palácio de Belas Artes.
Compositores acadêmicos do México incluem Manuel María Ponce, José Pablo Moncayo, Julián Carrillo, Mario LaVista, Carlos Chávez, Silvestre Revueltas, Arturo Márquez e Juventino Rosas, muitos dos quais incorporaram aos seus trabalhos elementos de música tradicional.
Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón mais conhecida como Frida Kahlo (Coyoacán, 6 de julho de 1907 — Coyoacán, 13 de julho de 1954) foi uma pintora mexicana conhecida pelos seus muitos retratos, autorretratos, e obras inspiradas na natureza e artefactos do México. Inspirada pela cultura popular do país, empregou um estilo de arte popular naïf para explorar questões de identidade, pós-colonialismo, género, classe, e raça na sociedade mexicana. As suas pinturas tinham frequentemente fortes elementos autobiográficos e misturavam realismo com fantasia. Para além de pertencer ao movimento Mexicayotl pós-revolucionário, que procurava definir uma identidade mexicana, Kahlo é descrita como uma surrealista ou realista mágica. Ela é conhecida por pintar sobre a sua experiência de dor crónica.
Nascida de pai alemão e mãe mestiça, Kahlo passou a maior parte da sua infância e vida adulta na La Casa Azul, a sua casa de família em Coyoacán — agora acessível ao público como o Museu Frida Kahlo. Embora tenha sido incapacitada pela poliomielite quando criança, Kahlo foi uma estudante promissora, rumo à escola de medicina, até sofrer um acidente de autocarro aos dezoito anos, o que lhe causou dores e problemas médicos para toda a vida. Durante a sua recuperação, ela voltou ao seu interesse de infância pela arte com a ideia de se tornar artista.
Os interesses de Kahlo na política e na arte levaram-na a aderir ao Partido Comunista Mexicano em 1927, através do qual conheceu o seu colega artista mexicano Diego Rivera. O casal casou em 1929, e passou o final dos anos vinte e início dos anos trinta a viajar juntos no México e nos Estados Unidos. Durante este período, ela desenvolveu o seu estilo artístico, inspirando-se principalmente na cultura popular mexicana, e pintou sobretudo pequenos autorretratos que misturam elementos de crenças pré-colombianas e católicas. As suas pinturas suscitaram o interesse do artista surrealista André Breton, que organizou a primeira exposição individual de Kahlo na Julien Levy Gallery em Nova Iorque em 1938; a exposição foi um sucesso, e foi seguida por outra em Paris em 1939. Apesar da exposição francesa ter sido menos bem sucedida, o Louvre adquiriu uma pintura de Kahlo, O Quadro, fazendo dela a primeira artista mexicana a ser apresentada na sua coleção. Durante a década de 1940, Kahlo participou em exposições no México e nos Estados Unidos e trabalhou como professora de arte. Ensinou na Escuela Nacional de Pintura, Escultura y Grabado ("La Esmeralda") e foi membra fundadora do Seminario de Cultura Mexicana. A sempre frágil saúde de Kahlo começou a agravar-se na mesma década. Realizou a sua primeira exposição individual no México em 1953, pouco antes da sua morte, em 1954, com 47 anos.
O trabalho de Frida Kahlo como artista permaneceu relativamente desconhecido até finais dos anos 70, quando o seu trabalho foi redescoberto por historiadores de arte e ativistas políticos. No início dos anos 90, ela tinha-se tornado não só uma figura reconhecida na história da arte, mas também considerada como um ícone para o Movimento Chicano, o movimento feminista e o movimento LGBTQ+. O trabalho de Kahlo tem sido celebrado internacionalmente como emblemático das tradições nacionais e indígenas mexicanas e por feministas pelo que é visto como a sua representação intransigente da experiência e forma feminina.
A literatura do México inicia-se antes da chegada dos colonizadores europeus, com a produção literária nos assentamentos indígenas da Mesoamérica. O poeta mexicano pré-colombiano mais conhecido é Nezahualcóyotl. A literatura moderna mexicana foi influenciada pelos conceitos da colonização espanhola da América Central. Escritores e poetas coloniais proeminentes incluem Juan Ruiz de Alarcón e Juana Inés de la Cruz.
O poeta Octavio Paz recebeu o Nobel de Literatura em 1990. Outros escritores importantes são: Alfonso Reyes, José Joaquín Fernández de Lizardi, Ignacio Manuel Altamirano, Carlos Fuentes, Renato Leduc, Jaime Labastida, Mariano Azuela e Juan Rulfo. B. Traven escreveu "El tesoro de Sierra Madre", que foi adaptado para o cinema em 1948.
Filmes mexicanos desde a Idade de Ouro entre 1940 e 1950 são os maiores exemplos de cinema latino-americano, com uma enorme indústria comparável à de Hollywood naqueles anos. Foram exportados filmes mexicanos e expostos em toda a América Latina e Europa. Maria Candelaria (1944), de Emilio Fernandez, foi um dos primeiros filmes no Festival de Cannes em 1946, na primeira vez em que o evento foi realizado após a Segunda Guerra Mundial. O famoso diretor espanhol Luis Buñuel nasceu no México. Atores e atrizes famosos deste período incluem María Félix, Pedro Infante, Dolores del Río, Jorge Negrete e os comediantes Cantinflas e Roberto Gomez Bolaños.
Mais recentemente, filmes como Como Água para Chocolate (1992), Cronos (1993), Amores Brutos' (2000), Tu Y Mama También (2001), O Crime do Padre Amaro (2002), O Labirinto do Fauno (2006) e Babel (2006) têm sido bem-sucedidos na criação de histórias universais sobre temas contemporâneos, e foram reconhecidos internacionalmente, como no Festival de Cinema de Cannes. Os diretores mexicanos Alejandro González Iñárritu, Alfonso Cuarón, Guillermo del Toro e o roteirista Guillermo Arriaga são alguns dos mais conhecidos cineastas atuais.
Em 2006, o México apresentou a candidatura de sua gastronomia como parte do Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Foi a primeira vez em que um país apresentou sua tradição gastronômica para tal posto. No entanto, o resultado foi negativo, porque, de acordo com a decisão, a comissão não colocou ênfase adequada sobre a importância do milho na culinária mexicana. Finalmente, em 16 de novembro de 2010, a culinária mexicana foi reconhecida pela UNESCO como Património Mundial, com o argumento de que a cozinha local manteve sua identidade intacta desde suas raízes pré-hispânicas. O título abrange desde os ingredientes clássicos, como milho, feijão, abóbora e pimentão, até os sabores atuais, influenciados pela colonização europeia.
A cozinha mexicana atual foi estabelecida durante a colonização espanhola, numa mistura de pratos da Espanha com ingredientes indígenas nativos. De origem indígena, são usados na culinária mexicana o milho, pimenta, abóbora, abacate, batata-doce, peru e outras frutas e temperos. Outros produtos indígenas são os muitos tipos de feijões. Da mesma forma, algumas técnicas de cozinha que são usadas hoje foram herdadas de povos pré-colombianos, como o processamento de milho, os fornos de cozimento de alimentos a-terra, moagem em almofariz e metate. Com os espanhóis vieram as carnes de porco, frango e vaca, pimenta-preta, açúcar, leite e todos os seus derivados, trigo e arroz, cítricos e uma constelação de ingredientes que fazem parte da dieta diária dos mexicanos.
A partir desse encontro de duas culinárias com milênios de antiguidade, nasceu a barbacoa, o mole, pozole e tamal em sua forma atual, o chocolate, uma grande variedade de pães, tacos e o grande repertório de petiscos mexicanos. Também nasceram bebidas como atole, champurrado, chocolate de leite e as águas frescas; sobremesas como o acitrón (doce cristalizado de cacto) e toda uma gama de doces cristalizados; rompope (uma bebida alcoólica com gema de ovo), cajeta (um caramelo de leite de cabra), jericaya (doce típico mexicano com leite, ovos e outros ingredientes), bem como grande variedade de iguarias criadas nos conventos em todas as partes do país.
Algumas bebidas mexicanas superaram suas fronteiras e são consumidas diariamente na América Central, Estados Unidos, Canadá, Espanha e Filipinas, como no caso da Água de Jamaica, horchata de arroz, a margarita e a tequila.
10 pratos típicos da culinária mexicana:
Tortilla
Uma espécie de panqueca feita de milho ou trigo que originou outros diversos pratos mexicanos, como o burrito e o taco. A tortilla também possui possui variações, pode ser feita com batata e ovos, por exemplo. Pode ser servida quente, tostada ou fria; como prato principal, acompanhamento ou aperitivo.
Burrito
Preparado com massa de tortilla, é servido enroladinho e os recheios variam bastante. Pode ser recheado com carnes, queijo, tomate, feijão, chilli, entre outros.
Taco
O taco é uma ótima opção para o lanche, é preparado com a tortilla à base de milho e recheado com alguma carne, queijo, alface, tomate, entre outros. Servido em formato diferente do burrito.
Nacho
Os nachos podem ser feitos com a tortilla frita, são bem crocantes e podem ser servidos com cheddar, pimenta, carne moída, entre outros.
Guacamole
Um prato tradicional, consiste basicamente numa espécie de purê de abacate apimentado. O guacamole também é recheio para tortilla ou guarnições em vários pratos.
Mixiote
Guisado de carne preparado numa película que se desprende das folhas de Agave.
Chilli con carne
Carne moída com feijão e molho de tomate apimentado. Pode ser servido como recheio para nachos, tortilla ou guarnições.
Alegría
Um doce de amaranto e mel (ou açúcar). O amaranto é um cereal com mais proteína que outros como o trigo, arroz ou milho; e não contém glúten. Um doce saboroso e nutritivo.
Polvorón
Biscoito amanteigado mexicano, um doce simples e prático de preparar. A receita pode levar nozes e essência de baunilha.
Garapiñados
Amendoim, nozes e/ou amêndoas, cobertas com uma calda de açúcar quente que quando seca cria uma camada grossa e crocante.
A Arquitetura Asteca é um conjunto de estilos e métodos construtivos desenvolvidos e utilizados pelo povo Asteca, que viveu na região mesoamericana durante os anos 1345 a 1521 d.C. A arquitetura asteca e sua história podem ser estudadas graças ao costume asteca de construir acima de construções mais antigas. Isso ocorria especialmente em templos. Há templos em que foram percebidas até 4 a 5 camadas de construções feitas uma acima da outra – quanto mais interna a construção, mais antiga ela é. Entre os sítios com arquitetura asteca existentes hoje então: Malinalco, Tenayuca e o Templo Mayor localizado na cidade asteca Tenochtitlán. Tenayuca foi conquistada pelos astecas em cerca de 1434, este sítio possui o exemplo mais recente de um templo de pirâmide dupla. Não é conhecido hoje nenhum lugar que utilize as exatas mesmas técnicas construtivas astecas.
Chichén Itzá (do iucateque: Chi'ch'èen Ìitsha) foi uma grande cidade pré-colombiana construída pela civilização maia no final do período clássico. O sítio arqueológico está localizado no município de Tinum, no estado de Yucatán, México.
Chichén Itzá era um polo urbano importante dos maias na planície norte no início (600-900) e no final (cerca 800-900) do período clássico e também no início do período pós-clássico (cerca de 900-1200). O local exibe vários estilos arquitetônicos, reminiscentes dos estilos vistos no México central. Acreditava-se que a presença de estilos desta região era sinal da migração direta ou mesmo da conquista do México central, mas a maioria de interpretações contemporâneas veem a presença destes estilos não maias mais como o resultado da difusão cultural.
A cidade era um dos maiores centros urbanos dos maias e provavelmente foi uma das grandes cidades míticas, ou Tollans, referidas na literatura mesoamericana. Chichén Itzá pode ter tido a população mais diversa no mundo maia, um fator que poderia ter contribuído à variedade de estilos arquitetônicos encontrados no local.
As ruínas de Chichén Itzá são de propriedade federal e a administração do local é mantida pelo Instituto Nacional de Antropologia e História do México. A terra sob os monumentos era de propriedade privada até 29 de março de 2010, quando foi comprada pelo estado de Yucatán. Chichén Itzá é um dos sítios arqueológicos mais visitados no México; cerca de 1,4 milhões de turistas visitam as ruínas a cada ano.
A Cidade do México organizou os Jogos Olímpicos de Verão de 1968, tornando-se a primeira cidade latino-americana a receber o evento. O país também recebeu a Copa do Mundo da FIFA duas vezes, em 1970 e 1986. O esporte mais popular do México é o futebol. Com frequência, acredita-se que o futebol foi introduzido no México pelos mineiros córnicos no final do século XIX. Em 1902, uma liga de cinco equipes emergiu com uma forte influência britânica. Os melhores clubes do México são o América, com 12 campeonatos, o Guadalajara, com 11, e o Toluca, com 10. Antonio Carbajal foi o primeiro jogador a jogar em cinco Copas do Mundo e Hugo Sánchez foi nomeado o melhor jogador da CONCACAF do século XX pela IFFHS.
A liga de beisebol profissional do país é nomeada Liga Mexicana de Béisbol. Embora geralmente não seja tão forte como os Estados Unidos, os países do Caribe e o Japão, o México conseguiu vários títulos internacionais de beisebol. As equipes mexicanas ganharam a Série do Caribe nove vezes. O México teve vários jogadores contratados pelas equipes da Major League Baseball, sendo o mais famoso deles o artilheiro Fernando Valenzuela, dos Los Angeles Dodgers. Em 2013, a Seleção Mexicana de Basquetebol venceu o Copa América de Basquetebol Masculino e se classificou para o Campeonato Mundial de Basquetebol Masculino de 2014, onde alcançou os playoffs. Por causa dessas conquistas, o país obteve os direitos de hospedar a Copa América de Basquetebol Masculino de 2015.
A tourada é um esporte popular no país e quase todas as grandes cidades têm praças de touros. A Plaza México, na Cidade do México, é a maior praça de touros do mundo, com capacidade para 55 mil pessoas. A lucha libre é um esporte popular com campeonatos nacionais, como AAA, CMLL e outros. O México é uma potência internacional no boxe profissional (no nível amador, várias medalhas olímpicas de boxe também foram conquistadas pelo México). Salvador Sánchez e Julio César Chávez são apenas alguns lutadores mexicanos que foram classificados entre os melhores de todos os tempos.
O México conquistou 258 medalhas de ouro, 324 de prata e 565 de bronze, totalizando 1.147 medalhas em Jogos Pan-Americanos. Medalhas do México em todos os Jogos Pan-Americanos Posição do México no Quadro de medalhas de todos os Jogos Pan-Americanos: 6º lugar.
Religião no Mexico. Catolicismo (82.7%) Protestantismo (6.6%) Testemunha de Jeová (1.4%) Outras religiões (1.9%) Sem religião (4.7%) Não especificado (2.7%) De acordo com a Constituição de 1917, o México não possui uma religião oficial. Mesmo assim o cristianismo é professado pela grande maioria da população do país, 92,4%, segundo o censo de 2010.
No século 19, um senhor português, Duarte de Zarraza, cortejou Margarita Jáuregui. O tio era um padre muito protetor, principalmente quando soube que Duarte fora casado duas vezes e tinha dívidas.
Duarte, em um encontro irado com o padre, acabou esfaqueando-o na testa e jogando-o no rio. Depois de se esconder por meses, um dia, quando ele estava indo para ver sua amada, ele teve que atravessar a ponte. Na manhã seguinte, seu corpo foi encontrado aterrorizado ao lado de um esqueleto que o estava estrangulando. Ele tinha uma adaga enfiada no crânio.
Na Cidade do México, há um beco em que diferentes pessoas viram o diabo na forma de uma pessoa. Uma das histórias é contada por um homem que ignorava aquela lenda, mas que ao passar tinha o mesmo Satanás à sua frente. Lúcifer abriu a terra para ele engoli-la, mas milagrosamente o homem escapou e ele foi capaz de contar.
Outra história é conhecida como "El Julio", um personagem que foi um verdadeiro criminoso e vigarista. Diz-se que o próprio diabo se ofendeu com sua conduta e o desmembrou naquele beco. E agora é "El Julio" que ali aparece.
A lenda de La Llorona é bem conhecida no México, e seu protagonista é o fantasma de uma mulher e seu profundo pesar. Esse espectro surge de madrugada e emite gritos que transmitem grande desespero pelo fim trágico que seus filhos viveram.
Esta mulher não descansa no mundo dos mortos por causa do arrependimento que sente por ter ela mesma assassinado seus filhos. Foi um ato de despeito por ter sido rejeitada pelo marido. Desde então, ela pode ser ouvida vagando e lamentando perto de alguns lagos mexicanos.
Outra versão de La Llorona diz que na realidade essa mulher é Malinche, a mulher que serviu de intérprete para Hernán Cortés. Seus gritos corresponderiam à dor que sente ao saber que muitos a culpam pelo terrível destino das civilizações pré-colombianas.
Na localidade de Fuentes Brotantes (Tlalpan, Cidade do México), existe um riacho com uma grande rocha. Diz-se que "a pedra", como é conhecida, é capaz de desaparecer nos dias 24 e 31 de dezembro.. Em seu lugar aparece uma loja misteriosa.
Diz-se que se alguém entrar naquela loja para comprar, a pessoa entra num mundo de cavernas escondidas e que é possível que nunca mais saia de lá. Cada vez que isso acontece, a pedra reaparece em seu lugar.
Outra singularidade da história é que se diz que La Llorona está dentro da pedra., e que à noite ela sai do riacho para chegar a um lago próximo para esperar o retorno de seu amante
Donají era filha de Cosijopi, o último governador de Tehuantepec. Numa época em que Mixtecas e Zapotecas estavam em guerra, Donají foi capturada e finalmente assassinada por decapitação, onde era desconhecida.
Depois de alguns anos, na Sierra Sur de Oaxaca, um pastor um dia colheu um lírio, uma flor de uma planta muito viva da família dos lírios. O pastor então viu que por baixo havia uma cabeça humana. Diz a lenda que quando encontrou a cabeça de Donají, o pastor a levou ao templo de Cuilapam onde a alma da Princesa Donají encontrou paz.
A ilha das bonecas era uma chinampa, uma espécie de ilha flutuante com a qual as civilizações pré-colombianas conseguiram expandir suas plantações nos lagos. Especificamente, este chinampa estava localizado no Lago Xochimilco. Até hoje, existem muitas bonecas quebradas nesta ilha.
A origem de tão curiosa concentração de bonecos se deve ao fato de que em 1950 um homem chamado Julián Santa Ana começou a colocá-los ali.. Um sobrinho dele disse que uma jovem se afogou ali, e que desde então na ilha muitos lamentos e vozes femininas se ouviram. Os pulsos aparentemente serviam como método de proteção.
Um dia seu tio foi pescar e uma sereia afogou Santa Ana no mesmo lugar onde a jovem se afogou. Desde então, o sobrinho continua a acumular bonecos, que dizem fazer milagres. Inúmeros relatórios e documentários foram feitos e milhares de turistas visitam a área por mês.
De acordo com a lenda maia, os urubus, esses pássaros pretos de aparência estranha, foram vítimas de punição. Eles já tiveram uma plumagem colorida e vistosa, mas sofreram a ira do Rei Uxmal.
Aquele importante rei certa vez organizou um grande banquete, mas quando entrou no palácio para convocar os convidados, toda a comida foi deixada sozinha no terraço. Esses pássaros, antes conhecidos como "chom", aproveitaram o descuido para acabar com a comida.
Em seguida, os padres agarraram os urubus e queimaram suas penas até ficarem negras como carvão. Eles foram então cortados e moídos em um caldo preto espesso. Esse caldo foi derramado sobre outros urubus e os sacerdotes lançaram um encantamento. Desde então, esses pássaros devem ter vergonha de sua aparência.
Popocatépetl e Iztaccíhuatl são o nome de dois vulcões mexicanos que estão juntos no centro do México. Os nomes pertencem a um guerreiro asteca e filha de um chefe de cidade asteca. Os dois estavam apaixonados e Popocatepetl prometeu a Iztaccíhuatl que voltaria de uma guerra para conhecê-la.
Havia, no entanto, outro guerreiro apaixonado por Iztaccihuatl. Ele disse à garota que Popocatepetl morrera na guerra. Tamanha foi a tristeza de Iztaccíhuatl que ele cometeu suicídio e, quando Popocatepetl chegou, desmaiou e fez o mesmo. Os deuses ficaram tão horrorizados que reencarnaram nesses dois vulcões.
Os naguais são personagens originários da América pré-colombiana. Muitos dos deuses das culturas nativas tinham a capacidade de mudar de forma e adotar a de um animal. Diz-se que essa habilidade foi adquirida por xamãs e feiticeiros, utilizando esse recurso em benefício da sociedade.
É assim que as aparições dos naguais são concebidas como altamente desejáveis. Eles aparecem em situações em que alguém pode ter alguma necessidade em corpos de animais, e geralmente o fazem à noite.
Esta lenda está localizada em Tlalnepantla (Cidade do México), e seu protagonista é o Padre Anselmo e a importância de sua figura após sua morte. Este padre não era mexicano, mas nos últimos 10 anos dedicou-se enormemente à comunidade e era profundamente amado.
Ele morreu aos 84 anos e em seu funeral vieram pessoas de todos os lugares. Os trabalhadores do cemitério não podiam acreditar e a tristeza da multidão era muito profunda. Dias se passaram após a cerimônia e os coveiros observaram indícios de atividade estranha no túmulo do padre Anselmo. A grama do túmulo sempre foi muito maltratada.
Um dia Vicente, um dos trabalhadores, resolveu passar a noite assistindo. Para sua surpresa, ele viu sombras sobre o túmulo. A bondade do padre Anselmo era tal que ainda prestava serviço às almas vizinhas com quem partilhava o descanso, que procuravam confessar-se com ele.
O México é um país rico em suas tradições, senda a dança um dos símbolos mais importantes do folclore mexicano. Além dos ritmos latinos dançados em todo o continente, o México possui danças peculiares que carregam a essência e particularidade de cada região do país, pois para eles os movimentos do corpo são vistos como a linguagem dos povos, pela qual divulgam sua cultura e o sentimento da dança.
As danças encontradas no país, além de toda a cultura local, trazem também muitos traços do passado pré-hispânico que são responsáveis pelas raízes da cultura mexicana. Alegria, cores vivas e paixão são as formas como os mexicanos levam a vida, em que os homens demonstram sua força através de passos firmes e as mulheres sua beleza em conjunto com suas vestimentas.
A celebração do Dia dos Mortos remonta ao vice-reino
É celebrado de 31 de outubro a 2 de novembro em todo o México, remontando aos tempos pré-hispânicos e tendo suas raízes nas festas maias onde a morte era adorada..
O objetivo desta celebração é homenagear os mortos de uma forma alegre e muito especial, colocando altares preciosos decorados com flores especiais de Cempasúchil..
A festa de Oaxaca é uma das mais importantes e significativas onde se costuma decorar os altares com vários degraus..
A primeira, que deve ir com toalha de mesa branca, representa adultos e avós. Enquanto o resto das etapas são reservadas para os outros membros da família.
O altar é decorado com diferentes representações da morte, velas, criptas e crânios adornados com cores marcantes, além de cruzes feitas com papéis amarelos e roxos que representam a união da vida e da morte..
Os preparativos costumam começar em meados de outubro, quando as famílias iniciam a limpeza em profundidade de suas casas e dos túmulos de seus familiares, com o objetivo de orientá-los e dar-lhes paz e tranquilidade..
Ao longo de todo o festival, as ruas ficam repletas de música, belos altares e é normal comer doces caveiras e o famoso "Pan de muerto", um delicioso pão feito com erva-doce e laranja..
Durante o festival, o Museu Nacional de Arte Mexicana exibe uma exposição de pinturas marcantes que representam figuras sepulcrais, como crânios e esqueletos..
A festa culmina no dia 2 de novembro com a popular "Alumbrada", quando os vários altares são iluminados com milhares de velas no Panteão Nacional..
Coincidindo com o festival “Dia dos Mortos”, é um dos festivais mais conhecidos de todo o México..
Realizado em Aguascalientes anualmente, recebe mais de 850 mil visitantes que vêm ao local para presenciar os mais coloridos desfiles e passeios feitos com pessoas disfarçadas de caveiras e esqueletos coloridos que dançam com música e velas visitando os diversos altares que estão em seu caminho..
Ao longo do festival são realizados eventos musicais e milhares de exposições, com o objetivo de homenagear o artista mexicano José Guadalupe Posada, criador da famosa figura cadavérica "La Catrina"..
Concluindo com o popular passeio noturno "Iluminar os pés dos mortos" onde se chega ao Cerro del Muerto.
O passeio é repleto de misticismo, lendas e inúmeras fantasias de caveira, música e o melhor da gastronomia.
Considerada uma das feiras mais importantes do México, é realizada em meados de abril e atrai milhares de turistas por ser uma das melhores exposições artísticas e culturais mexicanas..
A feira acontece há mais de 180 anos e é uma famosa feira taurina onde se apresenta a maior mostra de pecuária da América Latina, onde acontecem vários shows e atividades recreativas..
O bairro de San Marcos é cheio de cor e diversão para homenagear seu patrono degustando o melhor da culinária mexicana..
Listado como o segundo carnaval mais importante de toda a América Latina depois do carnaval popular do Brasil.
Durante uma semana, o porto Jarocho de Veracruz recebe milhares de pessoas de diferentes partes do mundo para presenciar desfiles incríveis que cruzam o Boulevard Manuel Ávila Camacho de aproximadamente 3,8 quilômetros.
O objetivo é testemunhar os carros alegóricos coloridos e as máscaras originais que os diferentes comparsas mostram. É uma semana cheia de charme com música, luzes e fantasias.
Virgem de Guadalupe
É uma importante festa onde se cultua a padroeira do México, a Virgem de Guadalupe..
A festa é celebrada todos os 12 de dezembro, começando na véspera com a interpretação da popular canção mexicana “Las mañanitas”, cantada por artistas e paroquianos, que iniciam uma peregrinação à Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe e ao grande Átrio das Américas. , considerado um dos lugares mais fervorosos do continente.
Recebeu esse nome graças à palavra zapoteca que significa "compartilhar"..
É uma das maiores e mais importantes festas do Estado de Oaxaca. Durante a festa que se celebra nas duas segundas-feiras após o dia 16 de julho, as diferentes regiões do estado se reúnem para mostrar seus melhores trajes, comidas e danças típicas..
É uma festa maravilhosa cheia de música e dança que homenageia a cultura mexicana em seu máximo esplendor, que acontece no famoso Cerro del Fortín..
Comemoração do dia da independência no México.
É comemorado em 16 de setembro e comemora o momento em que o México declarou sua independência pela primeira vez em 1810 por meio de “El Grito”, a famosa proclamação de independência feita por Miguel Hidalgo y Castilla, que tocou o sino de sua igreja no litoral cidade de Dolores para se opor ao governo espanhol no poder.
No dia 16 de setembro, todos os municípios recriam o grito de Dolores e na madrugada dos dias 15 e 16 o presidente entoa o famoso grito e agita a bandeira mexicana enquanto canta o hino nacional..
As cidades estão repletas de fogos de artifício, desfiles e danças enquanto é típico consumir tequila e o típico prato "Pozole", uma sopa feita com carne de porco e milho..
Os mexicanos costumam celebrar a famosa "Batalha de Puebla" todo 5 de maio, na qual, em 1862, uma pequena força de soldados e camponeses mexicanos derrotou o enorme exército francês que pretendia tomar a cidade de Puebla..
É comemorado como um dia histórico e de grande simbolismo, sendo considerado o dia de orgulho nacional mais importante de todo o México..
Desfiles alusivos são realizados em Puebla e em várias cidades dos Estados Unidos e do mundo, exibições e eventos são organizados para lembrar esse dia..
Constituem um importante festival cultural que se celebra no estado de Jalisco, Guadalajara. Eles começam na primeira sexta-feira de outubro e terminam na primeira sexta-feira de novembro.
Ao longo do mês, as diferentes localidades de Jalisco celebram diversos concertos e exibições de dança, dança e pintura..
É o mês perfeito para desfrutar da cultura mexicana em todo o seu esplendor. O festival começa com o tradicional desfile de carros alegóricos onde mariachis e carros alegóricos coloridos iluminam o local..
Santa Cecília, padroeira dos músicos e poetas, é homenageada a cada 22 de novembro em todo o mundo.
Diversos músicos de várias cidades e lugares do mundo se reúnem para homenagear Santa Cecília, e aos ritmos mariachi e à popular canção “Las mañanitas”, todo o México está repleto de atividades recreativas e musicais, perfeitas para quem gosta de um bom conjunto de mariachis.
Este é um jogo tradicional da realeza maia que é praticado nas ruas há centenas de anos, principalmente na Península de Yucatán.
Geralmente é praticado principalmente por meninos, porque se assemelha muito ao beisebol. Em vez de usar uma bola, é usada uma pequena vara de madeira de no máximo 10 centímetros cujas pontas têm uma terminação cônica. A outra haste maior, com cerca de 20 centímetros, é o morcego.
No chão, é pintado um círculo de cerca de 2 metros de diâmetro, que terá um quadrado de 15 centímetros dentro de cada lado, onde a kimbomba descansará para ser batida.
Cada equipe é composta por 3 jogadores; um morcego equipe para marcar mais runs e a outra equipe cabeça -los a kimbomba para fazer três fora s e ter a sua vez no bastão.
Outro modo de jogo é individualmente, no qual cada jogador tentará atingir a kimbomba ainda mais. Quem o conquistou vencerá.
É outro jogo típico da península de Yucatán que geralmente é praticado por meninas. Estima-se que sua origem seja precisamente mexicana, porque os maias já jogavam algo semelhante, embora sua prática tenha se espalhado por toda a América Latina e também seja conhecido como avião ou amarelinha.
Consiste em desenhar no chão uma grade que simula um avião, com figuras de 1 a 10, e neste último é desenhado um grande círculo.
Por sua vez, cada jogador jogará a jaqueta – que pode ser uma pedra ou uma bola pequena – para pular um ou dois pés de acordo com a grade, sem pisar nas listras até o local onde o objeto repousa.
É também um jogo típico de Yucatán que consiste em passar um fio henequen, ou qualquer corda, através de um tabuleiro redondo com um buraco.
O jogador que conseguir girar o disco o maior tempo possível vencerá. Pode ser jogado individualmente ou em equipes de duas e até cinco pessoas.
É um jogo que remonta aos egípcios; Também foram encontrados sinais em escavações na Indoamérica que sugerem que ela foi tocada por séculos no continente. Mármores são bolas de materiais diferentes, como vidro, argila ou metal, que são lançadas com precisão.
Existem inúmeras maneiras de iniciá-los e modos de jogo que variam em cada país. Por exemplo, no México, um dos jogos mais famosos é o cocol ou losango, que consiste em desenhar um losango no chão, sobre o qual serão colocadas as bolinhas de gude.
O objetivo é jogar as bolinhas de gude para tirar as que já estão no cocol. O jogador que não é eliminado vence.
Um dos jogadores está enfaixado para que ele não possa ver. Ele vira várias vezes para a direita e esquerda para confundir e deixá-lo tonto.
Tateando, ele tem que pegar alguns dos outros jogadores. O jogador que for pego será o novo frango cego.
Com um bastão em forma de “Y”, uma liga é colocada nas duas extremidades, que se estende para servir como uma catapulta para o lançamento de objetos.
Pode ser usado para caçar pequenos animais ou fazer tiro ao alvo, entre outras atividades. Embora seja bastante comum, a primavera foi proibida em escolas e bairros porque seu uso a transformou em uma arma e não em um brinquedo.
É um objeto em forma de gota de água que geralmente é feito de madeira ou plástico com uma ponta de metal. É enrolada uma corda na qual é dado um puxão rápido para fazê-la dançar.
Existem vários modos de jogo; Uma é fazer um círculo no chão e colocar um top para dançar, enquanto o resto dos jogadores tentará tirá-lo com seus tops.
É um jogo muito comum para descartar jogadores. Uma mão está escondida nas costas; dizendo “pedra, papel ou tesoura, 1, 2, 3” ao mesmo tempo, cada jogador deve mostrar sua mão fazendo uma das figuras.
O punho fechado para a pedra, a palma aberta para o papel e dois dedos para a tesoura. A tesoura corta o papel, a pedra bate na tesoura e o papel cobre a pedra.
É um jogo típico das grandes festas em que uma figura alegórica feita de papelão e decorada com papel colorido é pendurada, cheia de doces ou brinquedos pequenos.
Por sua vez, ele vai bater com um pau para quebrá-lo. A dificuldade está no fato de que os olhos do lançador estão enfaixados e eles lhe dão algumas voltas para confundi-lo e que ele não consegue lidar facilmente com o golpe.
Um jogador terá os olhos fechados, dando tempo para seus companheiros se esconderem. Sua missão é encontrá-los um por um.
Ao encontrá-los, ele precisa correr para o local onde estava contando e gritar “1, 2, 3 por …” e mencionar o nome do jogador que encontrou; Assim, esse jogador já será descoberto e será o único a encontrar os outros
Se um dos que estava escondido conseguir sair de seu esconderijo sem ser descoberto, ele corre para o local da contagem e grita “1, 2, 3 por mim e por todos”, liberando seus companheiros para continuar contando a mesma pessoa.
É uma variante do esconde-esconde. Um dos que se esconde chuta o barco para que aquele que vai contar o levante enquanto os outros correm para se esconder.
Se quem procura encontrar alguém, o barco soa e quem acaba de ser descoberto deve continuar procurando seus amigos.
As crianças costumam fabricá-las com vários materiais leves e recicláveis, como madeira, borracha, papel, barbante e um rabo de trapos velhos que ajudam a decolar e manter o equilíbrio.
De forma hexagonal, esses papéis voam durante os meses de ventos fortes. Além do simples exercício de contemplação, as crianças costumam brincar quem derruba mais pipas, qual fica mais alto e qual fica mais tempo no ar.
É um jogo típico das partes em que é colocado um desenho de um burro que não possui cauda. Por sua vez, os participantes com os olhos vendados tentarão colocar a cauda no burro no local mais preciso possível, quem colocar a cauda mais próxima do lugar certo vencerá
Os participantes ficam dentro de grandes sacos ou sacolas de pano. A idéia é percorrer uma distância nas malas e quem cruzar a linha de chegada vencerá primeiro.
As meninas costumam praticá-lo e consiste em pular uma corda. A modalidade mais comum é a de um par de meninas segurar a corda em cada extremidade e, por sua vez, as outras pularem.
Assim, eles jogam o carteiro, no qual recitam versos diferentes para animar o jogo e explicá-lo. A garota que pula mais vezes sem se envolver em saltos ou contando ganha.
É preciso uma bola de borracha e uma dúzia de coroas de metal ou plástico. As coronitas são descartadas e, durante cada salto da bola, você deve coletar as coronitas ou valetes. Em cada lançamento, é preciso aumentar o número de peças que devem ser coletadas.
São distribuídos cartões com desenhos diferentes, além de um punhado de feijões ou pedras para marcar as figuras.
Uma pessoa será responsável por cantar os diferentes desenhos de acordo com o baralho que tiver; as outras devem marcar se têm ou não a figura que disseram. Quem encher primeiro o papelão, vencerá.
Também é conhecido como “os trais”. Um dos jogadores será responsável por perseguir e tocar os outros companheiros de equipe quando eles se separarem de um local onde estão seguros. Assim que ele conseguir agarrar o primeiro, será quem “o trará” e será sua responsabilidade pegar o resto.
Tradicionalmente, é um jogo de homens em que sua força será medida. Sentados um de frente para o outro, com uma mesa no meio, eles darão as mãos apoiando os cotovelos de frente para o outro na mesa. Quem conseguir dobrar o braço do outro vencerá até que ele toque na mesa.
É jogado em pares. Um pega pelas pernas o parceiro que deve correr com as mãos até cruzar a linha de chegada. É um jogo muito comum em feiras e festas ao ar livre.
Duas equipes são reunidas, uma será da polícia e outra de ladrões. A polícia deve escolher um local para a prisão. Lá eles devem levar todos os ladrões que pegam.
Os malfeitores devem fugir ou se esconder para evitar serem capturados. Os policiais ganham se eles conseguem pegar todos os ladrões, ou os bandidos se eles conseguem fugir.
Duas crianças seguram as mãos pela ponte e por baixo elas passam pelos participantes, tiradas da cintura e com um movimento em zigue-zague como cobras, enquanto todos cantam: “Para a víbora do mar / aqui eles podem passar / os que estão na frente eles correm muito / os que ficam para trás ficam … ”
Quando a ponte decidir, abaixe os braços e pegue o jogador, que escolherá por trás de qual membro da ponte será colocado. Além disso, esse jogo geralmente é realizado em casamentos, onde a noiva e as mulheres solteiras são as participantes.
Os participantes formam um círculo e no meio haverá uma pessoa. No final do canto, o coro “Para as estátuas de marfim / uma, duas, três e mais”, as crianças do círculo assumem a forma de uma estátua e permanecem imóveis.
O filho do meio escolhe o que mais gosta e muda de lugar colocando-se no centro.
Uma das crianças será o lobo e as outras terão que fugir. As crianças cantam uma rodada perguntando ao lobo onde ele está e ele responderá dizendo que realiza várias atividades ao se aproximar do círculo.
Quando ele estiver muito perto, ele terá que perseguir seus companheiros e o primeiro que ele pegar se tornará um lobo.
Meninos e meninas de mãos dadas em círculo, cantam e giram. Quando o dístico terminar, a criança que foi nomeada deve se virar; assim será até que todos fiquem de costas para o centro.
A música que é cantada é: “Ao volante, ao volante / de San Miguel, San Miguel / todos carregam sua caixa de mel / para os maduros, para os maduros / para virar (fulana) para o burro”.