Imagine que temos um barco de madeira e que, todo ano, substituímos uma tábua do barco por outra nova. No fim de cinqüenta anos, não resta nenhuma das tábuas originais do barco, e, apesar disso, em nenhum ponto dessa sequência de eventos tivemos de dizer que não se trata mais “do mesmo barco”, aliás nem pensaríamos que não estava havendo uma mudança contínua nesse barco [...] (LEWIS, 1999)