Havia inúmeras aldeias nórdicas na Escandinávia, área geográfica e histórica que envolve as atuais Dinamarca, Suécia, Noruega e Islândia. Algumas dessas aldeias se tornaram importantes cidades com intensa atividades portuárias, militares, culturais e religiosas, tais como as cidades: Ribe (a mais antiga da Dinamarca, fundada no século VIII), Hedeby, Kaupang, Sigtuna, Upsália, Visby, Skara etc.
Os habitantes viviam de agricultura além de intensa atividades comerciais através do mar, pois eram excelentes na construção de barcos (Drakkar). Esses aldeões treinavam combates por meio da caça e de lutas esportivas como é o caso da glíma, e, com isso, todos os aldeões mantinham-se preparados para as explorações e eventuais combates.
Os aldeões, portanto, eram chamados de karl, ou seja, pessoas livres da aldeia que desempenhavam funções de agricultores, mercadores, marinheiros, guerreiros etc.
Fonte:
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Os aldeões são as cartas de Guerreiro mais numerosas (são 5 aldeãs e 5 aldeões). Como qualquer Guerreiro, os aldeões podem ser usados para a formação de um exército onde valem 1 Força e podem fazer combinações de runas caso pedido pelo Herói. Também são usados como reforço ao exército formado, mas não irão valer para combinação de runas e serão colocados ao lado do cartão de Reino. Os aldeões usados como reforços são descartados ao final do combate. São poderosos ao lado da Heroína Aldeã Heróica e, ao serem usados como reforços, junto com a Heroína Sinmara, Rainha Jotun.