No tema de hoje, retrataremos a cultura indígena do Brasil, de duas formas diferentes.
Falaremos sobre como é a cultura dos indígenas no Brasil e seus costumes sendo eles:
Morar em casas de palhas, fazer jarros entre outras coisas com argila, usam tinta corporal; pois é a cultura deles.
Os povos indígenas, vivem em tribos diferentes, sendo algumas delas:
Assurinis do Xingu, tapirapés, caiapós, tapirapés, ricbactas e bororos.
E na nossa cultura, nós temos algo um pouco diferente, pois nós não temos tribos e nem nós pintamos por cultura.
Porém, nossa cultura veio por conta da chegada dos portugueses no Brasil que foram modificando os índios e assim nossa cultura “nasceu”.
Na nossa cultura, somos mais da tecnologia e mais festeiros, nós temos o carnaval, festa junina, natal e ano novo que são as mais festejadas e com mais ânimo.
Nós fazemos a feijoada, que sim foi criada pelos escravos! Ela foi feita quando seus patrões davam restos de porco e feijão e para eles não passarem fome, e os escravos a criaram para se alimentar.
Aqui temos muitos imigrantes, de diferentes lugares, como, por exemplo, no final do século XIX e XX, tivemos mais um processo migratório, dos italianos, eles vieram trabalhar nas lavouras de café e tentar uma vida nova no Brasil.
Houve outro fluxo durante a segunda guerra mundial, com os judeus, japoneses e alemães pois buscaram refúgio nas terras brasileiras.
No nosso país, temos diferentes culturas e pessoas, mas nós temos nossa cultura graças a tudo isso e todos esses acontecimentos que marcaram na nossa história.
Após a morte de um homem negro conhecido como George Floyd, provocada por um policial na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos, famosos e pessoas anônimas tem usado o termo Black Lives Matter (em tradução livre, 'vidas negras importam') como uma forma de apoio ao movimento antiracista e uma crítica às autoridades negligentes.
Citado nos cartazes em forma de protesto como BLM, a organização Black Lives Matter foi criada em 2013 por três ativistas norte- americanas: Alicia Garza, diretora da National Domestic Workers Alliance (Aliança nacional de trabalhadoras domésticas), Patrisse Collours, diretora da Coalition to End Sheriff Violence in Los Angeles (coligação contra a violência policial em Los Angeles) e Opal Tometi, ativista pelos direitos dos imigrantes. De início, gerou uma onda de protestos contra a absolvição de George Zimmermann, um vigilante de bairro, pelo assassinato de Trayvon Martin, um jovem negro de 17 anos. Porém, o movimento tomou força em 2014 com o assassinato de Michael Brown, na cidade de Ferguson. No mês de Agosto do mesmo ano, o BLM organizou uma "marcha pela liberdade" com mais de 500 ativistas.
Manifestações de famosos também foram válidas. Beyoncé, Chris Rock, Rihanna e outros nomes conhecidos fizeram um vídeo intitulado "As 23 maneiras que um negro pode acabar morto", falando sobre 23 vítimas negras da violência policial nos últimos anos, nos Estados Unidos.
Desde que o movimento ganhou grande impacto, uma grande disseminação do tema em fontes audiovisuais foi apontada. Os acontecimentos das últimas semanas contribuíram para que a indústria pop fizesse seus protestos.
Rádios, gravadoras e o Spotify, se juntaram à campanha "The Show Must Be Paused" (o show tem que parar), que propõe a interrupção de suas atividades, em protesto contra a brutalidade que matou George Floyd.
Gigantes do Streaming como Netflix e Amazon, também estúdios renomados como Warner e Disney, deram declarações públicas de denúncias de racismo e em defesa da comunidade negra.
Tudo isso trouxe uma onda poderosa de músicas de protesto, novas faixas e clássicos revividos. Músicas como "Alright- Kendrick Lamar", "FTP- YG" e "PIG FEET- Terrace Martin" esboçam a indignação e críticas sobre o racismo e o preconceito.
“A luta do movimento negro no Brasil vem de séculos atrás. Se nós não tivéssemos nos organizado, jamais teríamos sobrevivido neste país que, desde a escravidão, opera um projeto sistemático de eliminação da população negra", diz Mônica Oliveira, membro da Coordenação da Rede de Mulheres Negras de Pernambuco.
No ano passado, o presidente da República, Bolsonaro, nomeou Sérgio Camargo para presidir a Fundação Palmares, responsável por promover a cultura negra no país. Assim como o presidente, Camargo se posiciona contra a existência do Dia da Consciência Negra (20 de novembro), além de defender que a escravidão teria sido benéfica para os descendentes de africanos escravizados e que “racismo existe nos Estados Unidos, não no Brasil”.
Zulu Araújo, ex-presidente da Fundação Palmares e atual presidente da Fundação Pedro Calmon, defende a formação de uma frente ampla contra o racismo, inspirada na mobilização dos Estados Unidos, para rebater as medidas ultraconservadoras do Governo. “Temos a oportunidade histórica de juntar pretos e brancos antirracistas nessa luta, algo que, depois de muito esforço, o movimento negro norte-americano conseguiu alcançar.”
“A questão racial no Brasil é ainda mais grave que nos Estados Unidos”, afirma Zulu, em referência à última edição do Atlas da Violência, que, no período de uma década, registrou aumento de 33% no número de pessoas negras assassinadas.
O movimento negro brasileiro busca fomentar campanhas permanentes de apoio à causa, como a Seja Antirracista, que tem colhido assinaturas de pessoas e empresas em nome de um compromisso de longo prazo na luta contra o racismo. “Não precisamos de mais pessoas negras morrendo para ter um engajamento contínuo na pauta racial”, prega a campanha.