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Detalhe da Notícia
Aguarelas retratam padrões de trajes taurinos
Exposição de pintura de Helena Vitorino
Está patente, no Museu João Mário, em Alenquer, de 2 a 23 de Maio, uma exposição de 13 aguarelas de Helena Vitorino, intitulada “A Flor do Risco”.
A minúcia da descrição dos padrões da indumentária do toureiro é a característica principal das peças que apresenta nesta exposição. Segundo comentários do escritor Mário Cabral, “não viu nada quem viu esta exposição depressa. Há que pousar demoradamente os olhos nos ramalhetes e cornucópias e outros padrões pintados, imaginar o tempo que foi preciso empenhar neste ofício e, deste modo, supor o gozo da mão trabalhadora”.
Nas suas aguarelas a pintora dá maior relevo aos corpos e às mãos das figuras humanas em detrimento dos rostos. A preocupação com a simetria das formas e com utilização de cores exuberantes é já uma imagem de marca de Helena Vitorino.
Nascida em Almada em 1960, reside atualmente em Angra do Heroísmo, nos Açores, onde é professora do ensino secundário. Já expôs em vários locais da Ilha Terceira e, em Portugal Continental, já apresentou os seus quadros em Arruda dos Vinhos e Cuba.
A exposição “A Flor do Risco” é uma organização do pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Alenquer.
O Cartaz das Artes apresenta-lhe uma exposição desta artista apaixonada pela pintura e pela tauromaquia. É por isso um prazer completo quando pode juntar as duas, como acaba de fazer na exposição A Flor do Risco, patente no Centro Cultural do Morgado, em Arruda dos Vinhos, até dia 10 Março. Quinta-feira dia 25/02/2010 na TVI.
O programa repete em TVI 24 , Domingo ás 10.30h da manhã
“Um Céu de Janelas” é o título da exposição de Helena Vitorino que a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro expõe a partir do dia 1 de outubro.
A artista, que já expôs noutras regiões do país, revela neste conjunto de aguarelas a sua visão sobre Angra do Heroísmo, retratando fragmentos da paisagem da cidade.
Para além destas obras, a exposição será complementada com documentos sobre Angra do Heroísmo, pertencentes ao Arquivo Regional.
A residir na ilha Terceira há cerca de 30 anos, Helena Vitorino cedo sentiu a carga cultural arquitetural, histórica e vivencial da cidade Património Mundial, o que despertou em si a necessidade de passar para a tela os seus olhares sobre a mesma.
O trabalho realizado nos últimos anos é agora possível de visitar e de adquirir no espaço da entrada da Biblioteca, até ao dia 31 de janeiro.