COMO TUDO COMEÇOU
O autor deste trabalho cresceu sob a doutrina da Igreja Presbiteriana do Brasil. Ainda que enquanto jovem se desviou do caminho, depois de adulto voltou, e se deparou com a necessidade de ajudar a compartilhar seu ensino tradicional, reformado e centralizado nas escrituras com toda sociedade, principalmente em um campo pouco explorado, as redes sociais.
Prova disso é que apesar de estarmos presente com este trabalho em várias redes, há muitas outras onde nosso perfil de trabalho foi BANIDO, por fazer o que faz, compartilhar textos e vídeos com a mensagem de Jesus Cristo, anunciada fortemente por João Batista, "arrependei-vos".
O interessante é notar que o forte fazer missionário que a Igreja Presbiteriana do Brasil tem hoje faz menção em sua história da chamada “Imprensa Evangélica” criada aqui no país para fortalecer o trabalho de evangelização no país.
Eu, o autor, não conhecia essa história quando comecei a fazer o presente trabalho, mas me surpreendi ao saber que não estou reinventando a roda, mas a trazendo para funcionar novamente, só que agora sem apoio, sem bandeira, em outro formato, o digital, e em "campo minado", pois é fato que só de entrar nesses meios o cristão irá se deparar com toda forma de tentação que varia da cobiça a sedução sexual.
Mas fui pesquisar a respeito da “Imprensa Evangélica” e descobri que a “Imprensa Evangélica” foi o primeiro jornal protestante do Brasil, lançado em 1864 pelos missionários presbiterianos. A publicação surgiu como parte do esforço dos pioneiros presbiterianos — especialmente o Rev. Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil — em difundir os princípios da fé reformada e dar voz às ideias evangélicas em um país ainda marcado pelo predomínio do catolicismo romano, que era a religião oficial do Império.
O jornal tinha um duplo objetivo: edificar espiritualmente os crentes e apresentar ao público em geral os fundamentos do protestantismo. Assim, abordava temas teológicos, notícias das igrejas, reflexões bíblicas e até questões sociais e políticas, sempre defendendo a liberdade religiosa e a importância da educação. Ela também era uma ferramenta para combater preconceitos e equívocos sobre os evangélicos, já que muitos viam com desconfiança a chegada dessa nova fé.
A “Imprensa Evangélica” teve grande relevância para a consolidação da Igreja Presbiteriana do Brasil e, de modo mais amplo, para o protestantismo brasileiro, porque foi um dos primeiros meios de comunicação a divulgar sistematicamente ideias como a autoridade suprema da Escritura, a centralidade de Cristo na salvação e a necessidade de uma vida de santidade. Além disso, foi uma importante experiência de imprensa livre em um tempo em que a pluralidade religiosa ainda estava se estabelecendo no país.
HISTÓRIA DA IGREJA
Para entender o surgimento da Igreja Presbiteriana do Brasil, é importante enxergar o caminho histórico desde Cristo, passando pela formação da Igreja primitiva, os grandes movimentos da cristandade, até a chegada do presbiterianismo em solo brasileiro. Vou estruturar em fases, destacando os principais pontos que marcaram esse desenvolvimento:
1. O nascimento da Igreja com Jesus Cristo e os apóstolos (século I)
A Igreja tem sua origem no ministério terreno de Jesus Cristo, que anunciou o Reino de Deus, morreu e ressuscitou, garantindo a redenção dos pecadores.
Após a ascensão, o Espírito Santo foi derramado em Pentecostes (Atos 2), dando início oficial à comunidade cristã.
Os apóstolos, sobretudo Pedro, Paulo, Tiago e João, lideraram a expansão do evangelho, estabelecendo igrejas em várias cidades do Império Romano.
Nesse período, a fé cristã era marcada pela simplicidade, pela centralidade na pregação de Cristo crucificado e ressurreto, pela comunhão fraterna e pela perseguição que fortalecia a fidelidade da Igreja.
2. A Igreja nos primeiros séculos e a institucionalização (séculos II–V)
A Igreja cresceu mesmo sob perseguição até o século IV, quando Constantino concedeu liberdade de culto e, posteriormente, o cristianismo se tornou religião oficial do Império.
Nessa fase, surgiram os grandes concílios (Niceia, Constantinopla, Éfeso, Calcedônia), que definiram doutrinas fundamentais, como a divindade de Cristo e a Trindade.
Aos poucos, a Igreja foi se institucionalizando, ganhando estrutura hierárquica, com destaque para o bispo de Roma, que começou a exercer maior influência.
O período também trouxe o monasticismo e os primeiros pais da Igreja (Agostinho, Atanásio, Jerônimo), que moldaram profundamente a teologia cristã.
3. A Idade Média e a consolidação da Igreja Católica Romana (séculos VI–XV)
A Igreja tornou-se a instituição mais poderosa do Ocidente, exercendo autoridade espiritual e política.
O papado se fortaleceu, e práticas como indulgências, veneração de santos e ênfase em tradições humanas cresceram.
Houve momentos de renovação, como a obra de monges e missionários, mas também crises de corrupção e afastamento das Escrituras.
Apesar disso, preservou-se a fé em Cristo, e a Bíblia continuou sendo copiada e transmitida. Pré-reformadores, como John Wycliffe e Jan Hus, já apontavam para a necessidade de reforma.
4. A Reforma Protestante (século XVI)
Em 1517, Martinho Lutero desencadeou a Reforma, ao contestar abusos da Igreja Católica e afirmar a salvação somente pela fé, a autoridade exclusiva das Escrituras e a graça de Deus como fundamento.
Outros reformadores se destacaram: Ulrico Zuínglio (Suíça) e João Calvino (Genebra), sendo este último central para o presbiterianismo.
Calvino enfatizou a soberania de Deus, a centralidade da Palavra, a disciplina eclesiástica e a simplicidade do culto.
Da Reforma nasceu a tradição reformada, que se espalhou pela Europa, formando igrejas presbiterianas especialmente na Escócia, com John Knox.
5. O presbiterianismo na Europa e nos Estados Unidos (séculos XVII–XIX)
A Escócia tornou-se o grande berço do presbiterianismo, influenciada por Knox, que organizou a igreja segundo princípios calvinistas: governo por presbíteros (anciãos), culto centrado na Palavra e disciplina fiel.
Esse modelo espalhou-se para outras regiões, especialmente a Inglaterra, a Irlanda e posteriormente para a América do Norte.
Nos Estados Unidos, o presbiterianismo cresceu fortemente, estabelecendo seminários e missões. Ali foi forjada a cultura missionária que levaria pastores e obreiros para outras partes do mundo, incluindo o Brasil.
6. A chegada do presbiterianismo ao Brasil (século XIX)
O presbiterianismo chegou oficialmente ao Brasil em 1859, com o missionário Ashbel Green Simonton, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.
Simonton fundou a primeira Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro em 1862, e depois foram estabelecidos um jornal (“Imprensa Evangélica”) e um seminário (Seminário Teológico em 1867).
A mensagem reformada encontrou espaço no Brasil, em meio a uma sociedade marcada pelo catolicismo romano, e trouxe ênfase à pregação bíblica, à educação e à liberdade de consciência.
Outras missões presbiterianas também atuaram no Brasil, ampliando a obra e fundando novas comunidades.
7. O crescimento e organização da Igreja Presbiteriana do Brasil (século XIX–XX)
Em 1888, foi criado o Sínodo da Igreja Presbiteriana do Brasil, dando autonomia à igreja brasileira em relação à norte-americana.
A IPB se expandiu pelo país, formando igrejas locais, presbitérios e sínodos, mantendo a estrutura de governo representativo.
O presbiterianismo destacou-se por sua contribuição na educação (colégios e universidades), na imprensa evangélica e na defesa da fé reformada.
Ao longo da história, surgiram divisões internas (Igreja Presbiteriana Independente, Igreja Presbiteriana Conservadora, entre outras), mas a IPB se consolidou como a maior denominação presbiteriana do Brasil.
8. A Igreja Presbiteriana do Brasil hoje
A IPB é hoje uma das maiores igrejas reformadas da América Latina, com presença em todo o território nacional.
Mantém firme seus princípios históricos: autoridade das Escrituras, salvação pela graça mediante a fé, soberania de Deus, culto reverente e governo presbiteriano.
Além da evangelização, atua em áreas sociais, educacionais e missionárias, enviando obreiros a outros países.
Sua história mostra a continuidade da obra de Cristo desde os apóstolos até os dias atuais, passando pela Reforma e chegando ao Brasil como testemunho fiel da fé reformada.
EM RESUMO
O desenvolvimento histórico vai de Cristo e os apóstolos, passando pela Igreja antiga, a Idade Média, a Reforma Protestante, a consolidação do presbiterianismo na Europa e EUA, até o estabelecimento da IPB no Brasil no século XIX, com Ashbel Green Simonton, e sua expansão até hoje.
ONDE ESTAMOS
A história de vida cristã deste autor (da Renova-me Deus Meu), parece nascer para ajudar, ainda que timidamente na continuidade deste trabalho, mas de forma quase que anônima, já que tudo que não queremos é fazer crescer o nome do autor, mas unicamente de seu trabalho.
Diferentemente dos livros ou blogs comuns, o presente material (todo conjunto de obras e este site) foi escrito sem um roteiro definido, sem uma lista de capítulos, e sem um planejamento de execução. O que tínhamos e ainda temos é somente uma direção, o que é mais importante. O que Deus toca durane os estudos diários do autor, é sobre isso que iremos escrever.
A direção de nossos escritos é a conversão. Tanto dos que ainda estão perdidos pelo mundo, quanto (e costumamos dizer, principalmente) os que estão apenas convencidos de sua conversão.
Esta proposta nasce da experiência do próprio criador do antigo Grupo Deus é Maior e hoje denominado RDM Renova-me Deus Meu, que por muito tempo esteve convencido e não convertido em Cristo Jesus, e que, após uma caminhada na fé, ao encontrar o verdadeiro caminho no Senhor, passou a se deparar também com muitas situações que vocalizavam a palavra de Deus mas que refletiam as ações do inimigo, e isso o abalou.
No entanto, como a própria palavra diz, “após trevas, luz”, aprouve ao Senhor (pois o autor deste trabalho não tem mérito nenhum neste fazer), mover seu espírito para provocar tanto o querer quanto o realizar esta obra.
Assim nasceu esse trabalho, cujo foco inicial é proclamar a palavra de conversão e arrependimento segundo o evangelho de Jesus Cristo, dentro e fora das redes sociais.
Agindo dentro das redes sociais constituímos canais no YouTube, Facebook, Instagram, TicTok, Kwai e muitas outras. Fora das redes sociais, esperamos alcançar escolas, igrejas, hospitais, asilos, casas transitórias e demais instituições, através de vocês leitores, que poderão imprimir este material e distribuir gratuitamente.
Queremos em algum momento, levantar fundos, para unicamente adquirir cópias do material e distribuir gratuitamente pelo mundo a fora.
No presente momento, estamos lançando estes materiais na língua portuguesa (Brasil), e diferentes outras línguas usando somente os recursos do Google Doc. Queremos que esta versão alcance o mundo sendo distribuído gratuitamente por meio digital.
O custo de sua criação, registro, e distribuição digital é feita unicamente por nós, e graças ao nosso Deus, temos tido condições de fazê-lo sem necessitar de qualquer apoio.
Agradecemos a Deus por nos confiar, e dar condições de o fazer, e pedimos, que a Seu tempo nos ajude a exercer esta ação também fora das redes sociais. Seja na impressão e distribuição feitas por vocês, seja no levantamento de doações, para que nós possamos contratar tradução e divulgação on-line.
Nosso contato é grupodeusemaior@gmail.com, aceitamos ideias e sugestões para melhor compartilhar o que temos feito, e estamos dispostos a aprender com o processo de realização desta obra.
Entre em contato com o grupo, ajude-nos nesta tarefa!
O grupo que neste momento tem apenas um responsável, teve início no mês de abril de 2020, em meio a pandemia de Covid 19, e esperamos que seu trabalho nunca mais termine, aliás, que somente termine com a volta de Cristo.
Faça parte deste trabalho você também!
Que Deus nos abençoe.