Estudo 198
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Estudo 198
"Em se tratando de relação sexual entre marido e mulher, qualquer abuso é pecado; antes, tratem uns aos outros com respeito, desejo e bondade." Essa afirmação reflete a orientação bíblica de que a sexualidade dentro do casamento não é apenas um ato físico, mas também expressão de amor, cuidado e unidade espiritual. Paulo afirma em 1 Coríntios 7:3–4: "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e da mesma sorte o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher." A intenção divina é que o relacionamento sexual seja mútuo, respeitoso e prazeroso, servindo como canal de intimidade, afeto e fortalecimento do vínculo conjugal, e jamais como instrumento de domínio, coerção ou egoísmo. Qualquer forma de abuso quebra esse princípio, prejudica a confiança, a harmonia e desonra a imagem de Deus refletida na união do casal.
O casamento é chamado a ser uma expressão do amor sacrificial de Cristo pela igreja (Efésios 5:25–28), onde a prioridade é o bem-estar do outro, não apenas a satisfação pessoal. O respeito envolve ouvir e considerar o cônjuge, o desejo é a expressão saudável do carinho e da atração que Deus projetou, e a bondade garante que o ato sexual seja seguro, amoroso e edificante. Assim, a vida sexual do casal torna-se não apenas um ato físico, mas um exercício de santidade, fidelidade e comunhão emocional e espiritual. Quando o sexo é praticado com respeito, desejo e bondade, o casamento cumpre seu propósito divino: refletir o amor de Deus e edificar a intimidade do casal em todos os níveis.