Estudo 193
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Estudo 193
"Não pratique fornicação, não use da sensualidade e do sexo fora do casamento como recreação. Isso é ser libertino." Tal atitude ecoa com clareza os princípios bíblicos que tratam da pureza sexual como parte essencial da santidade cristã. A Palavra de Deus é direta ao afirmar: "Fugi da impureza sexual. Qualquer outro pecado que alguém cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo" (1 Coríntios 6:18). No plano divino, a sexualidade é um dom, mas seu lugar seguro e abençoado é dentro do casamento, união estabelecida por Deus para a edificação mútua e a expressão do amor fiel entre marido e esposa (Hebreus 13:4). Fora desse contexto, o uso do sexo como simples recreação não apenas distorce o propósito original de Deus, como também endurece o coração, levando o indivíduo a viver como se fosse senhor de si, sem submissão à vontade do Criador.
O libertino vê o prazer como fim último e ignora que a verdadeira liberdade está em viver dentro dos limites estabelecidos por Deus, pois esses limites não são prisões, mas proteção. A sensualidade explorada para seduzir e a fornicação praticada como passatempo alimentam a carne e sufocam o espírito, gerando um vazio que o pecado nunca é capaz de preencher. O chamado bíblico é para a santificação — não apenas como uma renúncia ao errado, mas como a busca ativa da pureza em pensamento, palavra e ação (1 Tessalonicenses 4:3–5). Rejeitar o caminho do libertino é abraçar a alegria mais profunda que vem da comunhão com Deus, onde o amor é mais do que desejo e o corpo é reconhecido como templo do Espírito Santo, consagrado para a glória dEle.