Estudo 168
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Estudo 168
"Jesus, mesmo sendo o Filho de Deus, tirava momentos para se afastar da multidão e conversar com o Pai." (cf. Marcos 1.35; Lucas 5.16) nos mostra que a vida de comunhão e oração não é opcional, mas essencial para quem deseja viver segundo a vontade de Deus. O próprio Cristo, perfeito e sem pecado, sentia a necessidade de se retirar para lugares solitários a fim de buscar a presença do Pai. Ele não fazia isso por fraqueza, mas por dependência — uma dependência voluntária que revelava Sua total submissão e intimidade com Deus. Se o Senhor Jesus, que tinha todo poder e autoridade, considerava indispensável esse tempo de solitude e oração, quanto mais nós, frágeis e constantemente tentados, devemos cultivar esse hábito.
A oração não é apenas um momento de pedir bênçãos, mas de alinhar nosso coração ao coração de Deus, de receber direção, consolo e força para enfrentar a jornada. Afastar-se da multidão, do barulho e das demandas diárias é um exercício espiritual que nos protege de viver no automático e nos lembra que a fonte da nossa força não está em nós mesmos. Quando aprendemos com Cristo a priorizar a comunhão com o Pai, experimentamos paz em meio ao caos, clareza em meio às incertezas e coragem para cumprir a missão que nos foi dada. Assim, a vida de oração deixa de ser uma obrigação religiosa e se torna o oxigênio da nossa fé, sustentando-nos em cada passo do caminho.