Estudo 126
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Estudo 126
"Porque, quando vocês se julgam, não são condenados; mas quando são condenados, é porque não se julgam a si mesmos" (1 Coríntios 11:31). Nós recebemos o conhecimento moral não para julgar os outros, mas para julgar a nós mesmos e nos levar ao arrependimento. A consciência e a Palavra de Deus atuam primeiro no coração do crente, mostrando-lhe suas falhas, pecados e a necessidade constante de transformação. O verdadeiro exame pessoal é essencial para que evitemos a hipocrisia, aquela que aponta o erro alheio enquanto ignora os próprios defeitos. A finalidade do juízo interior é conduzir ao arrependimento sincero, à humildade e à busca pela santidade, pois somente assim crescemos na graça e no conhecimento de Cristo.
Julgar o próximo, sem antes julgar a si mesmo, não traz edificação, mas divisão e orgulho espiritual. O apóstolo Paulo exorta que o exame pessoal é um meio de manter a comunhão pura e evitar a disciplina da igreja, que muitas vezes resulta da falta desse autoexame. Além disso, a Bíblia ensina que somente Deus é o justo juiz e que nossa missão é amar e restaurar os irmãos com mansidão, não condená-los. Portanto, o conhecimento moral deve ser usado como espelho para a correção pessoal, promovendo arrependimento, humildade e mudança de vida, e não como ferramenta de acusação contra o outro. Dessa forma, a igreja cresce unida, refletindo a misericórdia e a justiça de Deus em suas relações.