Estudo 125
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Estudo 125
"Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do trabalho de amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto serviades aos santos; antes, vos lembrareis dos ensinamentos, porque um dia há de julgar os segredos dos homens, segundo o meu evangelho, pelo tempo que Deus estabeleceu, o qual testifica diante de seus próprios olhos, e com quem tenho por certo que também lhes está manifesto" (Romanos 2:6-8). O fato de Deus ainda não ter punido a nossa desobediência não significa que Ele a aprove ou que ela seja aceitável aos Seus olhos. A paciência de Deus é manifestação do Seu amor e misericórdia, uma oportunidade para que nos arrependamos e voltemos ao caminho da santidade. Contudo, essa misericórdia não anula a Sua justiça nem diminui a exigência divina de um coração puro e obediente. Deus chama cada crente a viver uma vida de santidade, pois Ele é santo e quer que Seu povo também o seja (1 Pedro 1:16).
A santidade de coração é mais do que uma simples observância externa de regras; é uma transformação profunda que só pode ser operada pelo Espírito Santo em nossa vida. Essa santidade revela-se em atitudes, pensamentos e ações alinhadas com a vontade de Deus, expressando um amor sincero e reverente a Ele. A demora no juízo não é sinal de permissão para a desobediência, mas um convite à reflexão, ao arrependimento e à busca constante de viver em comunhão com Deus. Portanto, é necessário estar vigilante, examinando a si mesmo, para que não sejamos surpreendidos pela justa retribuição divina. Deus deseja um povo que o honre não por medo do castigo, mas por amor genuíno e reverência, entregando-se a Ele de todo o coração e vivendo segundo Seus preceitos.