A exposição dos peixes ornamentais ocorre no aquário da Secretaria de Agricultura e Pesca de Itaguaí.
Nome comum: carpa colorida, Nishikigois ou Koi;
Nome científico: Cyprinus carpio;
Origem: Ásia;
Hábito alimentar: onívoro;
Informações gerais: a carpa colorida ocorreu no Japão como uma variação das carpas comuns introduzidas na província de Niigata, que deu início ao seu cultivo para criação e consumo no ano de 781.
O inverno rigoroso daquela região fez com que o povo de Ojiya mantivesse um viveiro de carpas sob o teto de suas casas como uma garantia de sobrevivência naquele clima. As carpas coloridas surgiram como fruto de seleção genética e são caracterizadas por seus padrões de cores diversas e vibrantes;
Fonte: Fishbase.
Nome comum: cascudo abacaxi, Acari ou limpa vidro;
Nome científico: Pterygoplichthys pardalis;
Descrição: possuem uma boca de sucção e a usam para se fixar em superfícies de pedras, troncos e vidros (quando em aquários). Suas escamas são bem rígidas e cobrem todo seu corpo formando uma espécie de armadura;
Origem: América do Sul, região da bacia amazônica;
Hábito alimentar: é um animal onívoro, se alimenta de algas e pequenos invertebrados;
Informações gerais: são animais pacíficos, ou seja, podem conviver com outras espécies, possui hábito noturno, e costuma passar a maior parte do tempo em cavernas e, principalmente, no fundo do aquário. Alcançam até meio metro de comprimento (50 cm) e compõem os peixes chamados de bagres com outras 2.500 espécies.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Cachara;
Nome científico: Pseudoplatystoma fasciatum;
Descrição: corpo coberto de couro, com parte inferior mais clara e manchas verticais na pele;
Origem: América do Sul, região da bacia amazônica;
Hábito alimentar: Carnívoro na maior parte do tempo e se alimenta de presas como peixes, camarões e outros invertebrados;
Informações gerais: Comportamento sedentário e alcançam um grande porte, aproximadamente 100 cm quando adultos;
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Peixe-japonês, peixinho-dourado, peixe-vermelho ou Kinguios;
Nome científico: Carassius auratus;
Descrição: Tem uma cabeça triangular, corpo robusto e cauda ligeiramente alongada com diversos formatos possíveis, entre elas o formato em "V" e de véu;
Origem: Ásia Oriental, principalmente a China, Coreias e Japão;
Hábito alimentar: onívoro: crustáceos, anelídeos, fitoplâncton, larvas de insetos, ovos de peixes e alevinos, vegetação aquática e outros detritos;
Informações gerais: Estão entre os peixes mais conhecidos e amados no meio dos amantes de aquário, não só por sua beleza e graciosidade, mas também pelo toque refinado e tranquilo que dão ao ambiente.
Possuem muitas variedades de tamanho, forma, configuração de nadadeira e cor (várias combinações de branco, amarelo, alaranjado, vermelho, marrom, e preto). É muito famoso no mundo todo graças às suas variedades de formato e cores.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Paulistinha, peixe-zebra;
Nome científico: Danio rerio;
Descrição: Apresentam 5 listras em cada lateral do corpo, indo da cabeça passando pelas nadadeiras até a cauda;
Origem: Ásia (Paquistão, Índia, Bangladesh, Nepal e Mianmar);
Hábito alimentar: Onívoro, se alimentando de pequenos vermes, crustáceos, larvas de insetos e algas;
Informações gerais: O Paulistinha é um peixe que na sua fase adulta pode chegar a medir 4,5 centímetros de comprimento.
É uma espécie de comportamento pacífico e comunitário, deve-se manter em cardume de pelo menos seis indivíduos ou mais.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Barbo Sumatra;
Nome científico: Puntigrus tetrazona;
Descrição: Apresentam listras escuras como os tigres (o "tigrus" em seu nome científico), com corpo triangular e levemente alongado chegando até a 7 cm;
Origem: Ilha de Sumatra, Indonésia;
Hábito alimentar: Onívoro;
Informações gerais: O Barbo Sumatra é um peixe ornamental de beleza única, com corpo alongado e faixas verticais pretas distintas em seu corpo.
É conhecido por seu comportamento ativo e social, sendo recomendado para aquários comunitários e com grupos de 5 barbos ou mais. Quando não convivem com membros da mesma espécie tendem a ser agressivos.
São resistentes e adaptáveis, preferindo águas levemente ácidas a neutras e temperaturas entre 24°C e 28°C.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Piranha, piranha caju;
Nome científico: Pygocentrus nattereri;
Descrição: possui dentes afiados, barriga amarelada e escamas brilhantes por todo o corpo. Em média alcança os 34 cm de comprimento;
Origem: América do sul, bacias do rio amazonas e Paraguai-Paraná;
Hábito alimentar: é uma predadora que se alimenta de peixes vivos inteiros ou de parte deles. Também podem se alimentar de outras espécies como moluscos ou de cadáveres de aves, mamíferos e peixes;
Informações gerais: é um animal de perigosa manipulação. Representa um risco para determinados ecossistemas por ser um predador resistente. Troca de dentição uma parte de cada vez, permitindo sempre caçar.
Quando adulta costuma caçar ao entardecer, noite e amanhecer. As mais novas caçam durante o dia.
Apresenta uma excelente audição e bons instintos para caça.
Fonte: Fishbase e nas.er.usgs.
Nome comum: Tanicts;
Nome científico: Tanichthys albonubes;
Descrição: Corpo alongado e fino com uma linha preta na lateral do corpo conectando os olhos e a nadadeira caudal, que possui uma pinta com coloração vermelha no entorno. Tons de verde e dourado são presentes também nas escamas do Tanicts;
Origem: Foi descoberto no Monte Baiyun ou Baiyunshan, na China. Atualmente é considerado praticamente extinto da Natureza;
Hábito alimentar: Alimenta-se de plâncton, algas e larvas de insetos aquáticos;
Informações gerais: É um peixe muito popular por sua beleza e comportamento social nos aquários. Prefere nadar em grupos e possui comportamento gregário, nadando em cardume de maneira ágil e organizada.
Alcança em média 3 cm de comprimento e pode viver de 3 a 5 anos.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Molinésia negra, molinese negra e molly;
Nome científico: Poecilia sphenops;
Descrição: Corpo robusto e preto com nadadeira caudal arredondada.
Origem: América Central e do Sul: do México à Colômbia.
Hábito alimentar: Alimenta-se de algas, vermes, crustáceos, insetos e outras matérias vegetais;
Informações gerais: Gostam se alimentar das camadas de algas que se formam no aquário, além disso sua característica pacífica o tornam boa alternativa para aquários comunitários.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Guppy, guppi, barrigudinho;
Nome científico: Poecilia reticulata;
Origem: América do sul;
Hábito alimentar: Alimenta-se principalmente de pequenos invertebrados como insetos, anelídeos e larvas;
Informações gerais: É conhecido pelo seu corpo fino e barriga acentuada, sua nadadeira caudal tem forma de leque e possui cores brilhantes.
Se alimenta de insetos e por isso pode ser usado para controle, no entanto corre risco de se perder o controle da população devido a facilidade de reprodução.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Plati, Platy;
Nome científico: Xiphophorus maculatus;
Origem: México e América Central;
Hábito alimentar: Onívoro, se alimenta de pequenos invertebrados e deve ingerir material vegetal como spirulinas e outras algas com frequência;
Informações gerais: Possuem um comportamento pacífico na maior parte do tempo, mas pode se tornar agressivo durante o período reprodutivo em espaços menores. A fecundação é interna na fêmea.
Possuem corpo alongado e robusto com nadadeira caudal arredondada e com padrão de cores variados (laranja, vermelho, amarelo, azul, preto, branco ou uma combinação de cores).
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Colisa mel, colisa chuna;
Nome científico: Trichogaster chuna;
Descrição: Possui um corpo achatado com uma vistosa nadadeira na parte inferior do corpo. A variedade colisa mel 'sunset' apresenta uma coloração amarela e dourada, mas em outras variedades sua nadadeira pode ser laranja, vermelha ou azul, com manchas escuras na parte superior do corpo.
Origem: É originário do norte da Índia, Nepal e Bangladesh;
Hábito alimentar: Onívoro;
Informações gerais: Se adapta em áreas com pouco oxigênio devido a uma modificação no corpo que permite trocar oxigênio por difusão com o meio. Este órgão é chamado de Labirinto e permite que sobreviva até em águas lênticas ou quase paradas.
Os machos da espécie constroem os ninhos bolhas na superfície da água, posteriormente as fêmeas depositam os ovos para os machos fertilizarem.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Espadinha, peixe espada,
Nome científico: Xiphophorus hellerii;
Origem: América do Norte e Central: Rio Nantla, Veracruz no México ao noroeste de Honduras. Algumas populações dessa espécie já foram relatadas no continente Africano;
Informações gerais: A fêmea da espécie pode ser confundida com peixes platy, o macho apresenta um 'espadarte' ou apêndice caudal que o destaca nadando na água. São bem agitados e estão sempre em movimento.
Em época de reprodução deve-se ter cuidado com hibridizações com os platys e os guppis.
Fonte: Fishbase.