Os peixes dessa exposição estão presentes na UDEAI, prédio localizado próximo ao Lago da Secretaria de Agricultura e Pesca.
Nome científico: Oreochromis niloticus (a Tilápia do Nilo, na secretaria usa-se a linhagem Tilamax);
Origem: A Tilápia do nilo é nativa da região da África Oriental. Ela foi introduzida em diversos países do mundo para fins de aquicultura.
Hábito alimentar: A Tilápia é uma espécie onívora. Sua dieta é composta por uma variedade de alimentos, incluindo algas, plantas aquáticas, insetos, crustáceos e pequenos peixes.
Informações gerais: Seu corpo oval possui uma escamação prateada com tons escuros que formam um padrão no seu corpo. Alcança de 25 a 30cm em média e apresentam um crescimento rápido viabilizando seu uso na aquicultura.
Fonte: Fishbase.
Nome científico: Oreochromis niloticus;
Origem: Originada em Israel, a Tilápia Saint Peter é conhecida pela sua coloração vermelha, branca e com manchas pretas;
Hábito alimentar: A Tilápia é uma espécie onívora. Sua dieta é composta por uma variedade de alimentos, incluindo algas, plantas aquáticas, insetos, crustáceos e pequenos peixes;
Informações gerais: Seu corpo oval possui uma escamação prateada com tons escuros que formam um padrão no seu corpo. Alcança de 25 a 30cm em média e apresentam um crescimento rápido viabilizando seu uso na aquicultura.
Fonte: Fishbase.
Nome científico: Coptodon rendalli;
Origem: A Tilápia Rendalli é nativa da região da África Oriental.;
Hábito alimentar: A Tilápia é uma espécie onívora. Sua dieta é composta por uma variedade de alimentos, onde, os juvenis se alimentam de plânctons; os adultos se alimentam de folhas e caules de plantas subaquáticas, bem como algas e detritos vegetativos;
Informações gerais: Espécie grande, de corpo profundo, com perfil de cabeça escarpado, cabeça estreita e boca pequena; muitas vezes aparecendo acastanhado com uma barriga branca, alguns indivíduos têm barrigas vermelhas brilhantes;
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Lambari;
Nome científico: Astynanax sp;
Origem: América do Sul, região amazônica e no Panamá;
Hábito alimentar: Alimenta-se de zooplancton, detritos vegetais, plantas superiores e, às vezes, escamas de peixes;
Informações gerais: Tamanho médio da espécie é entre 10 a 15 cm, possuindo um corpo prateado e nadadeiras com cores que variam conforme as espécies, sendo mais comuns os tons de amarelo, verde e preto.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Tambacu
Nome científico: Híbrido entre as espécies Tambaqui e Pacu [Colossoma macropomum X Piaractus mesopotamicus];
Origem: Sua hibridação é resultado do ovócito da fêmea do Tambaqui com sêmen do macho de Pacu. Foi criado para combinar o maior crescimento do tambaqui e a resistência ao frio do pacu;
Hábito alimentar: Onívoro, com tendência a ser herbívoro, alimentando-se de frutos, detritos orgânicos e pequenos peixes;
Informações gerais: Possui uma cabeça menor que a do tambaqui e produz menos gordura também. Se adapta bem as variações da temperatura e tolera bem o frio, além de apresentar uma boa resistência à doenças.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Pirapitinga ou caranha;
Nome científico: Piaractus brachypomus;
Origem: América do sul. Região amazônica e bacia do Rio Orinoco;
Hábito alimentar: Sua alimentação é basicamente herbívora. Os principais itens da sua dieta são frutas, castanhas e segmentos vegetais em decomposição;
Informações gerais: É um peixe escamoso e redondo da região amazônica com pigmentação vermelha na região inferior. Alcançam até 88 cm podendo pesar 25 Kg.
Possui um corpo achatado nas laterais e forma arredondada.
Pode ser distinguido do Tambaqui (Colossoma macropomum) pela coloração, Preta no tambaqui x vermelha na pirapitinga, e pela nadadeira adiposa (entre a nadadeira dorsal e a caudal) que apresenta raios no tambaqui x não apresenta raios na pirapitinga.
Fonte: Fishbase
Nome comum: Matrinxã ou jatuarana;
Nome científico: Brycon amazonicus;
Origem: Bacia amazônica;
Hábito alimentar: Onívoro, alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e de pequenos peixes;
Informações gerais: Possui um corpo longo, não muito alto e prateado com brilho muito acentuado.
Sua carne é muito conhecida e saboreada nas regiões do Centro Oeste e Norte do país.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Piauçu ou piauvuçu;
Nome científico: Leporinus macrocephalus;
Origem: Bacias do Paraguai e do rio Paraná;
Hábito alimentar: Onívoro, tem preferência pelo consumo de plantas, pode alimentar-se de pequenos crustáceos e moluscos;
Informações gerais: é um peixe de piracema, faz longas migrações rio acima para se reproduzir, podendo percorrer, em um só dia, mais de 4 km contra a correnteza.
Fonte: Fishbase.
Nome comum: Panga, Pangasius, Peixe-panga;
Nome científico: Pangasianodon hypophthalmus;
Origem: Em bacias do Sudeste Asiático e China. Principalmente rios como Mekong, Chao Phraya e Maeklong;
Hábito alimentar: Onívoro. Se alimenta de peixes menores, crustáceos, fragmentos de vegetais, algas, insetos, larvas de insetos e etc.
Informações gerais: Na natureza é um animal de comportamento migratório, sobem o rio Mekong para desovar nos meses de maio, junho e julho. Este comportamento é causado pela variação no nível de água, portanto, a época de reprodução pode variar conforme a bacia hidrográfica.
Prefere viver em grupos da mesma espécie, no entanto como pode alcançar até 130 cm quando adulto, não é recomendado para aquários menores. Conforme cresce perde sua listra cinza na lateral e adquiri uma coloração prateada na barriga.
Fonte: Fishbase
Nome comum: Catfish, peixe gato, bagre-de-canal e bagre;
Nome científico: Ictalurus punctatus;
Origem: O bagre-de-canal é nativo da América do Norte, encontrado em grande parte dos Estados Unidos, bem como em partes do sul do Canadá e do norte do México;
Hábito alimentar: É um animal com hábitos carnívoros evidentes, se alimentam de qualquer animal que consiga ingerir como peixes menores, gastrópodes, bivalves, crustáceos e matéria orgânica em decomposição;
Informações gerais: O bagre-de-canal tem um corpo alongado e cilíndrico, com barbilhões ao redor da boca, que são sensíveis a cheiros e ajudam na localização de alimentos. É um peixe de água doce que prefere habitats como rios, lagos, represas, riachos e pântanos, especialmente em locais com substratos rochosos ou de cascalho onde podem encontrar esconderijos e áreas de alimentação.
O bagre-de-canal é um dos peixes de água doce mais populares, valorizado por sua força e sabor. É um animal com alto impacto em ambientes naturais, sendo relatados como pragas em algumas dessas por causar a redução de espécies nativas ou até sua extinção.
Fonte: Fishbase
Nome comum: Jundiá;
Nome científico: Rhamdia quelem;
Origem: América Central e América do Sul;
Hábito alimentar: O jundiá é uma espécie onívora. Sua dieta é baseada em peixes, insetos, zooplâncton bentônico e crustáceos;
Informações gerais: Também conhecido como peixe de couro. Possui coloração acinzentada-escura e o ventre branco. Sendo uma espécie que se destaca por ser uma das mais promissoras no cultivo por meio da Aquicultura, uma vez que possui rápido crescimento, fácil adaptação à
criação intensiva, sendo facilmente induzido à reprodução.
Fonte: Fishbase.