ESENA RH
Podemos dizer que a gestão de benefícios consiste em atitudes tomadas pelos empregadores para administrar os benefícios concedidos pela empresa aos trabalhadores.
Essa gestão engloba desde a escolha das vantagens oferecidas até o efetivo recebimento pelos colaboradores.
Não ter um sistema de gestão de benefícios pode ocasionar prejuízos sérios para a empresa. É possível que ela perca o investimento feito e não consiga atribuir valor aos cargos.
Do ponto de vista do empregado, pode ser que a empresa não consiga gerar valor para seu capital humano, promovendo um time desmotivado e menos produtivo.
É por isso que ter uma gestão de benefícios estruturada é fundamental para fortalecer o clima organizacional, motivar os colaboradores e garantir que eles alcancem seus objetivos profissionais e pessoais.
Investir em benefícios serve como uma propaganda efetiva da organização. Um colaborador satisfeito com seus benefícios falará sobre isso na primeira oportunidade, fortalecendo a imagem da empresa diante do público externo.
Voltaremos a falar sobre o conceito em torno da gestão de benefícios mais à frente
No contexto empresarial, os benefícios podem ser definidos como “regalias ou vantagens concedidas aos empregados como parte que se adiciona aos salários”.
Certamente, não estamos falando de valores que compõem, por lei, a remuneração de um trabalhador como a quantia devida por horas extras realizadas ou pelo adicional noturno, por exemplo.
Esses são benefícios obrigatórios apresentados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Benefícios são vantagens que a empresa não é obrigada a conceder a seus funcionários. Como você deve estar imaginando, a oferta de um pacote de benefícios nas empresas tem um custo.
É esse valor que pode fazer com que um empregador não entenda por que adotar essa estratégia em sua empresa.
A verdade é que existem bons motivos para que você veja a concessão de benefícios como uma forma de investimento e não como um custo adicional.
É com base nesse entendimento que diversas empresas como Unilever, Grupo Boticário e a Google abusam da criatividade para criar benefícios.
A seguir, apresentamos alguns impactos na relação com os funcionários para que você entenda por que conceder benefícios vale a pena, inclusive considerando as finanças de sua empresa.
Foi-se o tempo em que era considerado normal que empresários ou gestores enxergassem os funcionários como peças de uma engrenagem. Nos últimos anos, acompanhamos o aumento do apelo por uma relação mais humana no ambiente de trabalho.
As mudanças são um convite para que gestores entendam que a falta de compromisso ou de responsabilidade não são os únicos fatores possíveis por trás de atrasos ou faltas.
Em alguns casos, a falta de motivação para encarar a rotina de trabalho pode ser a justificativa. Algo que, por sua vez, não acontece somente por falta desinteresse.
Trabalhadores gostam de se sentirem valorizados no dia a dia e instigados a cumprir com suas tarefas.
Esse objetivo pode ser alcançado por meio de diferentes estratégias, como a concessão de feedbacks positivos e de benefícios.
Lembrar que eventuais dificuldades, profissionais ou pessoais, podem ser amenizadas ou recompensadas com as vantagens oferecidas pela empresa tende a contribuir para que o trabalhador queira fazer por onde colher os benefícios.