ROTEIRO PARA O MAPEAMENTO COLABORATIVO DE PROCESSO NO IFPA


Apresentação

A partir da atuação dos servidores em rede, de forma colaborativa, foi utilizado como processo piloto o processo “Progressão por Capacitação TAE”. O aprendizado com esse conjunto de atividades foi utilizado para a definição dos procedimentos necessários à construção do modelo de Mapeamento Colaborativo em Rede (MCR) para o Instituto Federal do Pará (IFPA).

As unidades de Gestão de Pessoas, bem como a representação do EGPGP dos Campi Parauapebas; Santarém e Marabá Industrial participaram, no período entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021, da validação do processo piloto. Também participaram todos os Campi e a Pró Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP).

Fases do modelo

FASE 1 - Planejamento: Diagnóstico, Priorização e Demanda

Essa é a fase do Planejamento, onde a unidade sistêmica como líder da Instância Colegiada (IC), apresenta o Termo de Mapeamento de Processos (TMP) para dar início à ação de mapeamento. Nesse documento devem constar informações do processo, resultado das seguintes etapas anteriores: (Diagnóstico e Priorização de processo).

Nessa fase o EGPGP Central inclui a demanda recebida na programação institucional de mapeamento de processos a partir do Plano de Ação.

Instrumentos Necessários:

· Termo de Mapeamento de Processos (TMP):

· Painel de gerenciamento de processos: Diagnóstico; Consolidação; Priorização; Aprovação; Divulgação; Status de Mapeamento ou de Melhoria do Processo.

FASE 2 - Elaboração da minuta, colaboração e elaboração da versão final do Procedimento Operacional Padrão (POP)

ETAPA 1 - Elaboração da minuta do Procedimento Operacional Padrão (POP): Essa etapa será conduzida pela Equipe de Analista de Processos (EAP) que é composta pela representação do EGPGP e de membros que atuam na área do processo em três campi. A indicação dos membros da EAP deverá constar no TMP e considerar o acúmulo de experiências no tema objeto do processo.

ETAPA 2 - Colaboração e Elaboração da Versão Final: Nessa fase é realizada a execução assistida do processo mapeado, por meio da participação de TODOS os campi, inclusive com a coleta de contribuições de usuários do processo.

Observação 1: Caso o demandante já apresente a minuta do POP no Termo de Mapeamento de Processos (TMP), a ETAPA 1 poderá ser suprimida.

Observação 2: O documento deve ser compartilhado em plataforma digital colaborativa, o que permite a participação efetiva de todas as partes interessadas.

Instrumentos Necessários:

  • Modelo do Procedimento Operacional Padrão (POP)

FASE 3 - Aprovação e homologação do processo mapeado

Consiste na aprovação e homologação do processo mapeado por meio da emissão do Termo de Aprovação do POP, sob a responsabilidade do demandante (unidade sistêmica), a homologação da aprovação do POP, de responsabilidade do EGPGP Central e a emissão da portaria do POP, de responsabilidade do Gabinete da Reitoria.

Instrumentos Necessários:

  • Modelo do Termo de Aprovação do POP

  • Modelo de portaria de institucionalização do POP


3.5 FASE 4 - Gerenciamento dos processos mapeados

Corresponde ao gerenciamento dos processos mapeados, onde o lançamento do POP no SIG do IFPA são de responsabilidade do demandante, o registro e a divulgação do registro do novo processo no SIGED são de responsabilidade do EGPGP Central. A ação de divulgação do POP é também de responsabilidade do demandante.

Instrumentos Necessários:

  • portaria de institucionalização do POP publicada

  • Procedimento Operacional Padrão (POP)

  • Termo de Aprovação do POP


VANTAGENS DO MODELO


  • DIFERENTES FRENTES DE TRABALHO


Cada unidade sistêmica poderá iniciar os trabalhos de mapeamento de seus processos, bastando para isso, instituir a instância colegiada que deverá ser composta por um representante da Unidade Sistêmica como presidente e 1 (um) representante de cada campus da IFPA, da unidade correspondente. Como exemplo, podemos citar o Fórum de Gestão de Pessoas do IFPA composto pelo Pró-reitor e os gestores de Gestão de Pessoas dos Campi.

  • SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA INTEGRA FERRAMENTAS JÁ EXISTENTES


A fase de gerenciamento dos processos, constitui uma das mais delicadas, uma vez que não se pode perder o controle das versões homologadas dos processos, para isso, em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), foi definida a utilização do SIPAC e do Sistema de Gestão Eletrônica de Documentos (SIGED).