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Leia atentamente cada parte do conteúdo, não deixe a correria tomar conta.
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Saiba que quanto mais profundo for o seu conhecimento, mais Destaque-se dos outros alunos do seu curso. Todos podem acessar os mesmos cursos, mas as distinções que cada aluno faz no momento da aprendizagem
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Entenda que o aprendizado não acontece da noite para o dia você está tendo aulas, mas durante o dia. Prestar atenção às coisas ao seu redor pode permitir que você descubra elementos que reforçam o que foi aprendido.
Critique o que você está estudando, todos os dias. Quando será realmente colocado em prática.
SOBRE
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Queremos acreditar que já pode ter ouvido a se falar sobre Administração e Gestão de Recursos Patrimoniais ou simplesmente Logística e não saber o que pode ser, quem faz acontecer e área de actuação.
E a administração de recursos patrimoniais (Logística), trata da sequência de operações que, diferentemente da administração de recursos materiais, não se inicia pela identificação do fornecedor, ou pela compra de um bem, mas preocupa-se com sua conservação, manutenção e, eventual, alienação.
A gestão dos recursos materiais e patrimoniais é uma das partes mais importantes da gestão de qualquer empresa. Sem ela, qualquer negócio corre o risco de perder dinheiro e perder competitividade.
Afinal, um alto grau de competição de mercado tem forçado as empresas a prestar atenção máxima aos custos. Sem uma gestão eficaz dos recursos, são cometidos erros que afetam a gestão geral da empresa.
Além disso, não é novidade que as empresas façam grandes esforços para reduzir os custos de produção. Mas para isso, todas as áreas devem ser observadas com muito cuidado.
É aqui que entra em jogo a gestão dos recursos físicos e patrimoniais, que funcionará como uma gestão analítica geral. No artigo a seguir, explicamos em detalhes esse processo e sua importância para a empresa.
AUTORIA
Autor: Ernesto Ismael Sitoe
Tec. em Informática e Programação (GENEAD)
Tec. Básico em Administração e Gestão de Recursos Patrimóniais (ABRAFORDES)
Tec. Médio em Administração Pública e Autárquica (CATMOZ)
Tec. Superior em Direito (ISCED) em formação, 3º ano.
Revisor: Simbai Semente Massamba
Tec. Superior em Gestão de Recursos Humanos com habilidades para HST (UNI-PUNGUE-TETE)
TETE: 01 de Maio de 2023
INDICE
Os conceitos de patrimônio e bens patrimoniais mudaram ao longo da história da humanidade. Isso significa que herança anterior tem o mesmo significado que herança. Portanto, é propriedade do pai ou de outros membros da família e pertence sempre apenas aos seus filhos.
Assim, no passado, a herança era a prática de aceitar bens, direitos, dívidas e obrigações após a morte de um indivíduo. Atualmente, em termos de contabilidade, o significado de um ativo é diferente. Ou seja, quando relacionada a uma empresa, a propriedade mostra os direitos e obrigações de uma empresa ou de um indivíduo, que podem ser medidos em termos monetários. Juntos, esses direitos e obrigações são de propriedade da Empresa como um todo.
A busca constante pela eficiência da gestão organizacional é umas das principais preocupações de estudiosos e administradores nas últimas décadas. Então a eficiência desejada é baseada principalmente em tarefas e estrutura a gestão de materiais existe há muitos anos, desde a Revolução Industrial, período isso aumenta a concorrência no mercado e leva a melhorias significativas na comercialização de produtos torna mais lucrativo "comprar" e "compartilhar" importância.
Um período marcado por profundas mudanças na manufatura e armazenamento em massa, mas tudo feito à mão, pouco a pouco substituído por máquinas, tornando a produção mais avançado para que os estoques passem a ser vistos de forma diferente se tornou-se um dos principais objetivos da organização.
Os contadores são responsáveis por pesquisar os ativos de uma empresa. Afinal, um contador vai analisar todos os registros contábeis e movimentações do patrimônio de uma empresa.
Quando falamos de Administração e Gestão de Recursos Patrimoniais, as pessoas imediatamente pensam que esta palavra significa contar bens do local de trabalho, certo? No entanto, é importante ressaltar que a Administração e Gestão de Recursos Patrimoniais nada tem a ver com só simples contar.
A Administração e Gestão de Recursos Patrimoniais atua no gerenciamento do fluxo de materiais, preocupando-se com os custos que envolvem os processos. As empresas que mais utilizam a logística são aquelas destinadas a produto, ou seja, que tenha como resultado final de seus processos um produto.
Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais
Porém, o principal objetivo é optimizar a utilização dos recursos materiais da organização, ou seja, busca maximizar a utilização dos recursos da organização, a fim de evitar desperdícios.
planejar:
seguir ou fazer um plano;
projetar,
programar,
planejar.
Controle:
exercer controle, monitorar;
submeter-se ao controle;
controlar gastos;
ter domínio;
exercer poder;
conter-se,
dominar-se,
temperar-se.
A Revolução Industrial começou na Inglaterra com a invenção da máquina a vapor por James Watt em 1776. A aplicação da máquina a vapor no processo produtivo despertou uma enorme onda de industrialização, que rapidamente se espalhou pela Europa e América.
Desenvolveu-se em duas fases distintas: a primeira de 1780 a 1860. É uma revolução em que o carvão é a principal fonte de energia e o ferro é a principal matéria-prima. A segunda fase, de 1860 a 1914, foi a revolução da eletricidade e dos derivados do petróleo como novas fontes de energia, e do aço como novas matérias-primas.
A gestão moderna surgiu como resposta a duas consequências da Revolução Industrial:
A empresa começa a crescer em ritmo acelerado e desorganizado, e começa a precisar de uma gestão científica que substitua o empirismo e a improvisação;
As empresas precisam de maior eficiência e produtividade para enfrentar a concorrência acirrada do mercado e da concorrência.
A dificuldade é especificar até que ponto as pessoas na era antiga, medieval e até mesmo no início da era moderna estavam cientes de que estavam praticando a arte da administração.
No início do século XX, surgiu o engenheiro americano FREDERICK W. TAYLOR, que propôs os princípios da administração científica e da pesquisa gerencial como ciência.
Conhecido como o pioneiro da teoria da administração científica, Taylor defendeu a divisão do trabalho, enfatizou o tempo e os métodos para garantir seus objetivos e seguiu os princípios da seleção científica de trabalhadores, tempo padrão e tempo de trabalho para alcançar a produção máxima com o custo mínimo. Juntos, monitorem e enfatizem a eficiência.
Talvez, no meu entendimento, as relações humanas também entrem aí, e o bem-estar dos trabalhadores seja um dos fatores para que a organização funcione bem e alcance os objetivos traçados.
Na consideração de Taylor sobre a gestão científica, a organização é comparada a uma máquina que segue um projeto pré-determinado; os salários são importantes, mas não necessários para a satisfação dos funcionários; a organização é vista de forma fechada, desconectada do mercado; devido à divisão de tarefas realizada de forma monótona e repetitiva, a qualificação dos funcionários torna-se redundante e, por fim, a gestão científica utiliza-se da exploração dos funcionários para atender a interesses específicos da empresa.
Em 1911, Taylor publicou o livro "Principles of Scientific Management", conhecido como a bíblia dos organizadores do trabalho, que se tornou um best-seller mundial.
É reconhecido hoje que as propostas inovadoras de Taylor provocaram uma onda de racionalização que lançou as bases para o controle de qualidade total que surgiu no período pós-guerra.
Planeje: Estabeleça os objetivos da empresa e especifique como eles serão alcançados. Como parte de futuras investigações, desenvolva um plano de ação para atingir as metas estabelecidas. É a primeira função porque servirá como base orientadora para as outras funções operarem.
Comando: Deixar os subordinados fazerem o que deve ser feito. Assuma que as relações hierárquicas são bem definidas, ou seja, as formas pelas quais gerentes e subordinados interagem uns com os outros e o grau em que cada um participa e colabora para atingir os objetivos declarados são claros.
Organização: É a forma de coordenar todos os recursos da empresa, sejam eles humanos, financeiros ou materiais, alocando-os da melhor forma possível de acordo com o plano estabelecido.
Controle: Estabelecer padrões de desempenho e medidas para garantir que a atitude adotada atenda da melhor forma às expectativas da empresa.
Coordenação: A implementação de qualquer plano não é viável sem a coordenação de atitudes e esforços de toda a empresa em direção aos objetivos traçados.
Apesar do impacto negativo que as propostas de Taylor tiveram sobre a classe trabalhadora, não podemos deixar de reconhecer que elas representaram um enorme avanço no processo de produção em massa.
Como ensina Setúbal (2011),
Segundo Fernandes (1987), desde a origem dos tempos a atividade de material, já acontecia mesmo que de uma forma muito incipiente, pode-se citar a forma como realizavam trocas de caças e de utensílios e, continuando essa viagem no tempo passou-se também pelas trocas mercantis, até atingir os tempos modernos com a chegada da Revolução Industrial. Pode-se dizer que essa inevitável vontade do homem de produzir, estocar e trocar objetos e mercadorias existe tanto quanto a sua própria existência. No período da Idade Média, o consumo existente era em volume pequeno, por isso, não justificava o incentivo a produção e armazenagem de sobeja. Tudo que se produzia era somente para satisfazer às necessidades mais imediatas das pessoas.
No entanto, se olharmos para a história mais recente, os estágios iniciais de produção e troca de materiais começam a ser de grande valor para o desenvolvimento dos povos como fatores de abastecimento. Nesses períodos, iniciam-se e desenvolvem-se as primeiras atividades comerciais, de compra e venda, para atender às necessidades da economia mercantil.
De acordo com Chiavenato (2003), à medida que a Revolução Industrial se estendeu de meados do século 18 ao século 19, ela levou a uma maior concorrência no mercado e melhorou as operações de marketing de produtos, com maior ênfase nos departamentos de compras e estoque. Esse período foi marcado por profundas mudanças nos processos de produção em larga escala e nos sistemas de armazenamento. O trabalho que antes era inteiramente manual, parcialmente substituído por máquinas, conseguiu elevar a produção a um estágio mais avançado tecnologicamente, e a gestão passou a olhar para o estoque de forma diferente.
Alguns fatores contribuíram para impulsionar à Administração de Materiais, dentre eles a evolução fabril, o consumo, as exigências dos consumidores, o mercado concorrente e novas tecnologias, com isso, passou a ser vista como uma arte e uma ciência das mais importantes, para que as organizações pudessem alcançar seus objetivos Setúbal (2011).
Segundo Francischini & Gurgel (2002), com o advento da mecanização, a busca por uma produção mais eficiente e a automação, o excesso de linhas de produção tornou-se cada vez mais um problema, assim, a gestão de materiais torna-se uma ferramenta essencial para o equilíbrio do estoque, para que não falte matéria-prima, mas não sobra. Pode-se dizer também que o objetivo da gestão de materiais é coordenar os interesses das necessidades de abastecimento com a otimização dos recursos financeiros e operacionais de uma empresa.
As duas grandes guerras mundiais podem ser citadas como fatos emblemáticos e confirmaram a gestão científica dos materiais. Acontece que a oferta, ou o fator de oferta, é um fator essencial para o sucesso ou fracasso de uma força.
FERNANDES, José Carlos de F. (1987). Função Material e Administração Pública. 3ª edição. São Paulo: Atlas.
CHIAVENATO, Idalberto. (2003). Introdução à teoria geral da administração. 7 ed. rev. Rio de Janeiro: Elsevier.
FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, Floriano A. (2002). Administração de Materiais e
do Patrimônio, São Paulo: Pioneira Thomson.
Setúbal, R. L.(2011). Histórico da Administração de Materiais. Disponível em: https://administradores.com.br/artigos/historico-da-administracao-de-materiais
TESTE OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O TEMA ABRA O TESTE 1
Caso seja necessário ou obrigatório, Imprima a declaração de estar a participar do curso de Administração de Recursos Patrimoniais (LOGÍSTICA)
Os bens patrimoniais podem ser classificados de diferentes formas. Uma das mais recorrentes é a distinção entre bens consumo e bens permanentes.
Item hereditário adquirido para consumo na hora ou em menos de um ano. Alguns exemplos são materiais de escritório, peças de reposição para máquinas e equipamentos de informática, produtos de limpeza, alimentos e toda e qualquer mercadoria que tenha vida útil curta.
Também conhecidos como ativos fixos, são os ativos mais duradouros nas operações de uma empresa. De acordo com, que trata do assunto, os itens a serem registrados nesta categoria devem ter vida útil superior a um ano e expectativa de geração de benefícios econômicos futuros.
Outro critério que as empresas utilizam para registrar esses itens é a capitalização, ou o valor do bem. Cada organização pode determinar o valor mínimo para registrar um item como um ativo fixo
Muitas vezes, uma das primeiras avaliações dessas commodities é sua presença física. De acordo com esta norma, pode ser dividido em duas categorias: tangíveis e intangíveis.
Ativos tangíveis: Ativos tangíveis, ou seja, ativos que podem ser vistos e tocados. Alguns exemplos são máquinas e equipamentos, móveis e utensílios, terrenos, instalações, etc.
Ativos intangíveis: Ativos que não possuem existência física, como software, marcas registradas, direitos autorais, etc.
Outra diferença é que os ativos tangíveis são depreciados, um reconhecimento contábil da perda de valor do bem pelo uso. Os ativos intangíveis são amortizados.
Vale lembrar que alguns ativos não são depreciados nem amortizados. Por exemplo, a terra é um ativo tangível que geralmente não se desvaloriza ao longo do tempo, portanto, não há necessidade de falar sobre depreciação.
TESTE OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O TEMA ABRA O TESTE 2
O objetivo da gestão desses recursos é fornecer ao processo os materiais necessários e essenciais para completar os produtos produzidos pela empresa e satisfazer as necessidades dos clientes dentro da empresa.
A Autoridade dos Recursos Físicos e Patrimoniais estabeleceu um conjunto de objectivos e critérios para a sua gestão. Para manter a continuidade e continuidade do fornecimento, é necessário realizar uma análise criteriosa na hora de selecionar um fornecedor, que inclui produção, transporte e custos de transporte, processos que, na administração pública, estão implícitos nos editais.
A gestão dos recursos materiais e patrimoniais faz parte da governança corporativa.
Para que a empresa continue lucrativa e veja seu patrimônio físico e hereditário crescer, ela precisa administrar bem os custos operacionais e ter um controle apurado sobre os materiais.
Os gestores responsáveis pela gestão dos recursos materiais e patrimoniais devem ter uma visão ampla dos recursos naturais, mão de obra e capital, e entender como funcionam os mercados externos (fornecedores) de sua organização para que a empresa tenha sempre os materiais necessários para operar. A empresa está no momento certo e na quantidade certa para que não haja problema de produção e consequentemente aumento de custo.
Saber armazenar e controlar os estoques e saber quando comprar é essencial para ser um bom gestor de recursos físicos e patrimoniais.
É necessário conhecer as matérias-primas utilizadas em todo o processo produtivo até o produto acabado.
Na administração de materiais, a função responsável por verificar as entregas, incluindo a realização de testes apropriados, se necessário, é chamada de controle de qualidade.
A recepção é a área responsável por receber todos os suprimentos e conferi-los no momento da entrega.
As categorias de classificação dos dados devem ser compreendidas, como identificação, compilação, registro, catalogação.
Durante o processo de aquisição, ele deve ter em mente os principais materiais perigosos, prazo de validade e dificuldades de aquisição, e entender o mercado fornecedor o mais profundamente possível para garantir que o produto nunca acabe e as matérias-primas já em estoque não sejam perdidas . Ele deve conhecer o prazo de entrega do fornecedor e a situação de reposição do estoque, para que o material de produção não acabe e o estoque não ultrapasse o necessário.
Gestores de recursos materiais e patrimoniais devem entender a produção da empresa e ter um entendimento abrangente da organização para manter sua lucratividade.
O estoque de uma organização constitui todos os materiais que uma empresa possui e utiliza na produção de seus produtos e serviços.
TESTE OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O TEMA ABRA O TESTE 3
Identificar os tipos de ativos é importante, no entanto, eles são apenas parte de um processo maior conhecido como controle ou gerenciamento de ativos. Esta atividade é essencial ao controle, manutenção e preservação de todos os bens de consumo e permanentes.
Basicamente, o controle de patrimônio é responsável por identificar todos os itens que pertencem à empresa, a fim de identificar especificamente cada item existente e seu estado de conservação.
Identificação: Por meio de procedimentos padronizados, os ativos são identificados com etiquetas patrimoniais, permitindo que cada item seja identificado mesmo em caso de reatribuição ou alteração. Isso garante um grande aumento na eficiência e precisão do registro e reconhecimento físico.
Suficiência Contábil: Levantamento Contábil e Conciliação Físico x Contábil é um procedimento obrigatório para garantir que todos os itens sejam registrados na contabilidade
Gestão Correta: Toda empresa precisa adotar procedimentos relacionados à compra, venda e movimentação de ativos. Isso garante melhor controle e evita perdas e roubos.
Verificação da Depreciação: A depreciação é muito importante para as empresas porque tem um impacto significativo no cálculo do imposto de renda, além de ser um procedimento contábil e gerencial para avaliar o valor dos ativos. A gestão eficiente de ativos garante que os itens em operação sejam devidamente depreciados.
Esses são apenas alguns dos benefícios de implementar uma gestão de ativos adequada. Além de atender aos requisitos legais, essa atividade também contribui para um maior controle da empresa sobre seu patrimônio e uma visão de gestão mais apurada.
Em suma, administração e gestão de recursos patrimoniais são de extrema importância para as organizações por diversos motivos. Aqui estão algumas das razões pelas quais essa área é essencial:
Otimização dos recursos: A administração e gestão de recursos patrimoniais permite que as organizações otimizem o uso de seus ativos e recursos. Isso inclui gerenciar de forma eficiente equipamentos, instalações, estoques, tecnologias e outros bens tangíveis e intangíveis.
Ao maximizar a utilização desses recursos, as organizações podem reduzir custos, evitar desperdícios e melhorar a eficiência operacional.
TESTE OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O TEMA ABRA O TESTE 4
A gestão de estoques é o processo que possibilita o planejamento, a execução e o controle dos recursos de armazenagem dentro de uma empresa.
Em seu livro "Gestão de Estoques", Bráulio Wilker diz que a gestão de estoques atua no processo de abastecimento.
Esses processos envolvem decisões sobre:
O que servir?
Quanto fornecer?
Quando estará disponível?
O autor ainda diz que o controle de estoque tem 3 objetivos:
Maximize os níveis de serviço ou os níveis de atendimento da demanda estocando mercadorias.
Reduza os custos totais de estoque por meio de reviravoltas ou redução de investimentos e custos.
Otimize a eficiência operacional do seu processo de abastecimento reduzindo custos.
Bráulio Wilker ressalta que esses objetivos conflitam entre si, portanto, ao tentar melhorar o desempenho de um, os demais podem ficar comprometidos.
Quando bem executada, a gestão de estoque vai te informar o quanto você está perdendo por não ter um controle efetivo do produto. Porém, se você ainda está se perguntando por que investir na gestão de estoque da sua empresa, a seguir contaremos por que ela é tão importante.
Gestão de inventário
Manter a produção funcionando;
Gerar satisfação do cliente ao encontrar um produto na gôndola;
Está diretamente ligada ao desempenho financeiro da empresa;
Esta é uma importante vantagem competitiva.
Agora que você já entendeu a importância dessa atividade na sua empresa, também é importante entender todos os seus tipos e em qual deles o seu negócio se enquadra. A seguir, conheça os principais tipos de ações e qual é a melhor para o timing e o formato da sua empresa.
Estoque esperado
É um estoque que as empresas mantêm como medida de precaução para garantir que haja oferta suficiente para atender à demanda futura.
Esse estoque normalmente é mantido durante períodos de aumento da demanda antecipada ou incerteza sobre a disponibilidade futura de matérias-primas ou produtos acabados.
Estoque em consignação
O estoque em consignação é um modelo de negócio em que um fornecedor ou fabricante entrega seus produtos a um varejista ou distribuidor que vende o produto em sua loja ou estabelecimento, mas ainda não o comprou. Em vez disso, o varejista paga apenas ao fornecedor ou fabricante pelos produtos vendidos em consignação.
Essa abordagem permite que os varejistas mantenham uma ampla gama de produtos em estoque sem incorrer em altos custos iniciais de compra.
Ciclo de inventário
É utilizado por empresas que vendem produtos sujeitos a ciclos de vendas. É um dos tipos de estoque mais difíceis de administrar, pois as empresas precisam manter estoques bem abastecidos para evitar perdas.
O objetivo é que a empresa atenda com eficiência à demanda dos clientes, sem excesso de estoque quando a demanda é baixa e sem falta de estoque quando a demanda é alta. Isso é especialmente importante em setores onde a demanda é altamente sazonal ou volátil, como o varejo.
Estoque ocioso (inativo)
É um estoque que não é vendido ou usado há muito tempo. Isso acontece quando um produto se torna obsoleto ou não é mais necessário para os clientes, ou quando a demanda por um determinado produto diminui significativamente.
Eles costumam ser um problema para as empresas porque ocupam espaço de armazenamento e levam dinheiro que poderia ser investido em outros produtos de maior demanda.
A venda direta é um modelo de negócio em que o varejista não mantém um estoque de produtos, mas quando um cliente faz um pedido, o varejista compra o produto de um terceiro, geralmente um atacadista ou fabricante, que então direciona o envio do produto para o cliente final.
Os varejistas não precisam se preocupar em armazenar, gerenciar ou enviar produtos porque todo o processo é feito pelo fornecedor.
O dropshipping permite que os varejistas ofereçam uma ampla variedade de produtos sem ter que investir pesadamente em estoque.
O estoque de conservação, também conhecido como estoque de segurança, refere-se ao estoque extra mantido além do estoque normal para atender a demanda imprevista ou mudanças na demanda do mercado.
O objetivo do estoque intermediário é garantir que haja produto suficiente para atender aos pedidos dos clientes e evitar interrupções na cadeia de suprimentos.
O estoque de proteção é calculado com base na variabilidade da demanda e no tempo necessário para reabastecer o estoque. A quantidade de estoque de proteção necessária pode variar dependendo do tipo de produto, da previsibilidade da demanda e da disponibilidade de fornecedores.
O estoque de contingência é uma quantidade adicional de estoque mantida em cima do estoque normal e do estoque de conservação para cobrir eventos imprevistos que podem afetar a cadeia de suprimentos. Esses eventos podem incluir atrasos no fornecimento de matérias-primas, desastres naturais, greves, interrupções na produção ou outros imprevistos que possam afetar a disponibilidade do produto.
Ao contrário dos estoques de proteção, que são projetados para lidar com mudanças normais na demanda, os estoques de contingência são mantidos em antecipação a situações que podem afetar a capacidade da empresa de atender aos pedidos dos clientes.
Existem diversos métodos no mercado para auxiliar na gestão de estoques que representam uma parte muito importante do controle gerencial. Portanto, neste tópico apresentaremos 6 métodos aplicados no mercado brasileiro. Verificar:
Este método atribui um valor a cada SKU. Portanto, use-o somente quando puder determinar o preço ou custo de cada item. Depois, você tem que somar tudo para chegar ao valor final do estoque.
No entanto, para o varejo, isso não é claro porque os estoques variam muito. Imagina ter que precificar um produto por vez e só de imaginar já fica cansativo...
A curva ABC divide os itens de estoque em três categorias distintas com base no valor monetário ou importância para o negócio. A classe A inclui os itens de estoque com maior valor ou importância, geralmente respondendo por cerca de 20% dos itens de estoque, mas respondendo por cerca de 80% do valor total do estoque.
A categoria B inclui itens intermediários e representa aproximadamente 30% dos itens de estoque, equivalente a aproximadamente 15% do valor total do estoque.
Por fim, a Categoria C inclui itens de menor valor ou importância e representa aproximadamente 50% dos itens do estoque, equivalente a aproximadamente 5% do valor total do estoque.
A curva ABC é útil para as empresas porque permite concentrar os esforços de gestão de estoques nos itens mais importantes ou valiosos, garantindo que esses itens estejam sempre disponíveis e minimizando o risco de interrupções na produção ou nas operações.
PEPS é um acrônimo para o método " Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair" que afirma que o primeiro item adquirido deve ser vendido ou usado antes do item mais recente.
Dessa forma, os itens mais antigos não se tornam obsoletos ou expiram no estoque, o que pode custar dinheiro à empresa.
O método PEPS é um dos métodos para controlar a saída de itens de estoque e manter a integridade das informações contábeis da empresa.
O importante aqui é " Último a Entrar, Primeiro a Sair" que os itens que chegaram mais recentemente serão os que foram vendidos anteriormente.
Manter o controle sobre os itens do estoque é fundamental para garantir boas vendas e, assim, otimizar os custos operacionais. Porém, apesar de sua importância para seus resultados, nem sempre recebe a atenção que merece dos gestores.
Pensando nisso, nos tópicos a seguir abordaremos práticas recomendadas para uma gestão de estoque eficaz antes que prejudique o seu negócio.
Existem registros de entrada e saída
Deixar de registrar entradas e saídas é um dos piores erros de gestão de estoque que uma empresa pode cometer. Como você não pode controlar tudo o que entra e sai, isso significa que você nunca terá informações precisas sobre quantos itens estão disponíveis.
Além de dificultar o acompanhamento das substituições de produtos, aumenta o risco de desabastecimento ou sobra. Além de dificultar o acompanhamento das substituições de produtos, aumenta o risco de desabastecimento ou sobra. Para evitar esses problemas, mantenha um registro de todas as ações executadas.
Nesse contexto, vale lembrar também a importância do controle das entradas e saídas envolvidas no processo de trocas e devoluções - para que o monitoramento seja totalmente preciso.
Fazer acompanhamento dos produtos
O giro de material pode ser definido como o tempo que cada item permanece no estoque antes de precisar ser reabastecido. Quando a frequência de entrega é alta – devido a grandes volumes – dizemos que o item é de alta rotatividade.
O acompanhamento dessa métrica é necessário para saber a hora certa de ligar para o fornecedor para evitar a perda do produto. Por outro lado, itens de baixo giro indicam que esses produtos não são vendidos, o que significa que o ideal é evitar comprá-los e fazer aquisições mais longas ou pequenas.
No entanto, registrar entradas e saídas, ou seja, dias de estoque até a saída, é fundamental para essa atividade.
Não permita a falta ou o excesso de itens no estoque
A falta de controle sobre o fluxo de produtos pode levar à escassez e excesso de mercadorias em estoque. Isso acontecia devido à falta de monitoramento do volume de negócios e das quantidades dos itens, o que fazia com que o departamento de compras não tivesse informações precisas sobre o que as compras precisavam fazer.
Essas deficiências afetam as vendas – quando há escassez de produtos, mas há demanda – aumentando os custos e aumentando o risco de perdas e desperdícios, o que se reflete no desempenho financeiro da empresa.
Ao abordar os problemas de controle de entradas e saídas e reciclagem de materiais, a proporção de faltas e sobras acabará por ser bastante reduzida.
Faça o inventário de materiais
O estoque de materiais envolve a contagem de itens de estoque, comparando as quantidades disponíveis com as informações registradas nos controles utilizados.
Este método mantém o banco de dados sempre atualizado. Isso reduz o risco de quebra de estoque e melhora a qualidade dos dados repassados para compras. Para manter o inventário físico x contábil o mais preciso possível, o ideal é fazer esse balanceamento regularmente, considerando um grupo de itens por vez - e fazer o inventário geral anualmente, ou sempre que possível. conforme o gestor julgar mais adequado. .
Tenha um banco de dados de projetos padronizado
A falta de padronização no cadastro de materiais abre espaço para erros e duplicidades. Dessa forma, corre-se o risco de vazamentos de estoque e comprometimento do controle do vendedor, que tem pouca ou nenhuma ideia se o produto "x" realmente está esgotado ou apenas cadastrado de outra forma.
Para resolver isso, é necessário definir uma forma padrão de criação de códigos e descrições, além de utilizar apenas um código e uma descrição para cada tipo de item.
A integração do setor de ações e outros campos
Como você pode ver até agora, tanto as compras quanto as vendas dependem das informações de estoque para realizar seus trabalhos com mais eficiência. Portanto, deixar de integrar essas áreas e investir no compartilhamento de informações é um dos maiores erros da gestão de estoque.
Para evitar esse problema, o compartilhamento de informações e a comunicação tranquila é a solução ideal para garantir uma gestão de estoque eficaz. Além disso, tenho medo de investir em um sistema de gerenciamento de estoque integrado que automatize essas rotinas e facilite a troca de dados.
Não faça a administração do estoque manualmente
A quantidade de dados gerados nas rotinas de inventário e a necessidade de monitorar e controlar as informações tornam o investimento em tecnologia essencial.
Portanto, permitir que os processos sejam executados manualmente aumenta o risco de erro, reduz a produtividade e diminui a segurança e a confiabilidade das informações.
A adoção de um sistema de gestão de estoques simplifica a execução de tarefas, reduz custos, permite que os funcionários assumam um papel mais estratégico – e não totalmente operacional – e apoia a tomada de decisões, entre outras vantagens.
Organize seu inventário
Deixar mercadorias desordenadas em um único departamento sem espaço para os funcionários se movimentarem é uma má escolha porque, além de ser um sinal claro de desordem organizacional, pode cobrar um preço enorme desse departamento.
Para evitar a perda de estoque, aqui estão algumas dicas importantes:
Garanta que o estoque tenha um espaço para que os funcionários transitem;
Separe as mercadorias por departamento;
Deixe seu estoque arrumado e limpo;
Coloque placas de sinalização em cada departamento para que fique mais fácil saber a localização de cada produto;
Mantenha os espaço arejado;
Adote medidas preventivas para que insetos ou ratos não apareçam.
É imprescindível definir um estoque máximo e um estoque mínimo para cada produto para manter seu estoque no tamanho ideal. Porém, sabemos que esse movimento é bastante complicado, mas com o auxílio de uma boa ferramenta essa atividade se torna mais tranquila e eficaz.
Existem várias ferramentas de organização e gestão online e gratuitas. Mas, sem dúvida alguma, a mais assertiva é ter um Sistema de Gestão Empresarial, o famoso ERP disponível no site Casa Magalhães
O sistema ERP é uma plataforma integrada que gerencia informações e processos em todos os setores da empresa, incluindo compras, vendas, finanças e estoque. No caso do estoque, um sistema ERP pode ajudar a:
Controlar o nível de estoque: o sistema pode monitorar o fluxo de entrada e saída de produtos, evitando o excesso ou a falta de estoque.
Otimizar a gestão de armazenamento: o sistema pode auxiliar na organização do estoque, separando produtos por tipo, data de validade, localização, entre outros critérios.
Reduzir erros: o sistema pode automatizar processos de registro e controle de produtos, reduzindo a possibilidade de erros humanos.
Aumentar a eficiência: o sistema pode facilitar a comunicação entre diferentes setores da empresa, como compras e vendas, permitindo uma melhor gestão do fluxo de produtos e informações.
Tomar decisões mais precisas: o sistema pode fornecer relatórios e indicadores que permitem aos gestores tomar decisões mais precisas e estratégicas em relação ao estoque e à empresa como um todo.
A Casa Magalhães tem diversos sistemas e um ERP completo, que podem te ajudar a desenvolver a gestão, garantir um fluxo mais organizado e com mais ganhos.
Casa Magalhães: Gestão de Empresas, Gestão de Estoque. Data: 25/04/2023. Disponível em: https://www.casamagalhaes.com.br/blog/gestao-de-estoque/gestao-de-estoque/
TESTE OS TEUS CONHECIMENTOS SOBRE O TEMA ABRA O TESTE 5
A história da administração de recursos patrimoniais desde a Segunda Guerra Mundial até os dias de hoje é marcada por diversas mudanças e evoluções. Aqui está uma visão geral desse período:
Após a Segunda Guerra Mundial, muitos países enfrentarão a reconstrução de suas economias devastadas. Nesse contexto, a administração de recursos patrimoniais desempenhou um papel crucial na gestão eficiente dos recursos disponíveis. Houve um foco na otimização da produção e no uso adequado dos materiais, a fim de obter o crescimento econômico.
Na década de 1950, com a expansão da produção em massa e o aumento da competitividade, coincidiu com a Administração de Materiais. Essa disciplina tinha como objetivo garantir a disponibilidade adequada de materiais, evitando escassez ou excessos, por meio de técnicas como previsão de demanda, controle de estoque e compras eficientes.
Na década de 1960, a abordagem voltou-se para a eficiência operacional e a redução de custos. Surgiram abordagens como o Just-in-Time (JIT), que buscavam minimizar o estoque mantendo um fluxo contínuo de materiais e eliminando desperdícios. Além disso, técnicas de controle estatístico de processos foram amplamente aceitas para melhorar a qualidade e a produtividade.
A partir dos anos 1970, com a evolução da tecnologia da informação, a administração de recursos patrimoniais começou a incorporar sistemas informatizados para gerenciar melhor os dados e as operações. O desenvolvimento de sistemas integrados de gestão empresarial (ERP) permitiu uma visão mais abrangente e integrada dos recursos patrimoniais, abrangendo áreas como compras, produção, estoque e distribuição.
Nos anos 1990 e 2000, a globalização e o avanço tecnológico acelerado trouxeram desafios e oportunidades adicionais para a gestão de recursos patrimoniais. A gestão da cadeia de suprimentos se tornou uma prioridade, com a necessidade de coordenar com eficiência todas as etapas do processo, desde os fornecedores até os clientes finais. A logística, o transporte e a coordenação das operações se tornaram áreas cruciais de foco.
Nos dias de hoje, a administração de recursos patrimoniais enfrenta desafios como a sustentabilidade e a responsabilidade social. A preocupação com o uso sustentável dos recursos naturais, a redução do impacto ambiental e a ética na cadeia de suprimentos se tornaram temas importantes. Além disso, o avanço da tecnologia continua a impactar a administração de recursos patrimoniais, com a introdução de conceitos como a Internet das Coisas (IoT), a inteligência artificial e a automação.
Em resumo, ao longo desse período, a administração de recursos patrimoniais passou por uma transformação, incorporando novas abordagens, tecnologias e preocupações. A busca por eficiência, qualidade, integração e sustentabilidade tem sido o cerne dessa disciplina, com o objetivo de maximizar o valor dos recursos e garantir o sucesso das organizações
Casa Magalhães: Gestão de Empresas, Gestão de Estoque. Data: 25/04/2023. Disponível em: https://www.casamagalhaes.com.br/blog/gestao-de-estoque/gestao-de-estoque/
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Querido formando, parabéns por mais uma etapa vencida nessa vida, graças a muitos ao teu esforço nesta batalha e dedicação. Lembre-se sempre de reconhecer o quanto você batalhou e persistiu para conquistar tudo isso. Não se esqueça de que esse é só início, tenho certeza de que você ainda dominará o mundo com a sua dedicação. Peço que Deus abençoe imensamente os seus caminhos.
Essa conquista é simplesmente o reflexo da sua dedicação, seu foco e determinação, que te mantêm firme e forte no caminho. Após todos esses tempo que estivemos junto, lutando dia após dia, você teria seu retorno. Você é uma pessoa incrível, merece todas as melhores coisas.
BOA SORTE.