Seção transversal de uma rodovia.
Fonte: Manual de Implantação Básica de Rodovia. DNIT, 2010, página 46.
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/manuais/documentos/742_manual_de_implantacao_basica.pdf
Faixa de domínio (1) – é a faixa que se desapropria para a construção da estrada, prevendo uma largura suficiente que permita, no futuro, sua expansão, facilitando também a execução de serviços de manutenção e a proteção das obras.
Pé do corte ou do aterro (6) – é o extremo inferior da rampa do corte, ou saia do aterro.
Crista do corte ou do aterro (7) – Crista do corte é a interseção da rampa do corte com o terreno natural. Quando a seção é toda em corte, existem duas cristas de corte, mas, se a seção é mista, há apenas uma crista de corte. Crista de aterro é a borda saliente da seção de uma estrada em aterro. Quando a seção é toda em aterro, existem duas cristas de aterro, mas, se a seção é mista, só há uma crista de aterro.
Faixa marginal (9) – é cada uma das faixas de terreno compreendida entre a crista do corte e o limite da faixa de domínio, no caso da seção em corte, ou entre o pé do aterro e o limite da faixa de domínio, no caso da seção em aterro.
Normas para o Projeto das Estradas de Rodagem (Portarias nº 19/1949 e 348/1950)
Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. DNER, 1999, página 174.
http://ipr.dnit.gov.br/normas-e-manuais/manuais/documentos/706_manual_de_projeto_geometrico.pdf