ORIGEM DA CIDADE
A cidade inicialmente foi habitada pelos índios tupis e paiacus, que viviam às margens da Lagoa de Guajiru
No ano de 1607, uma parte de terra foi concedida a jesuítas, que tinham como principal objetivo a catequização dos indígenas. Os jesuítas também foram os principais responsável pela construção da igreja de São Miguel e pelo estabelecimento da missão do Guajiru. Isso também fez com que a sociedade tribal fosse sendo influenciada pela doutrina cristã.
Os jesuítas foram expulsos em 1759, e a povoação tornou-se a primeira da Capitania do Rio Grande do Norte com a categoria de vila. A 3 de maio de 1760 passa a se chamar "Vila Nova de Estremoz do Norte". Nesse tempo a vila tinha 1 429 habitantes e era um importante centro econômico e pecuarista. Até aos dias de hoje, moradores nativos preservam várias lendas a respeito da história de Extremoz, como a do tesouro, cujo desfecho foi a destruição da capela de São Miguel, que teria sido demolida na tentativa de os moradores encontrarem o tal tesouro. Nos dias atuais a capela se encontra em ruínas e foi tombada em 1990, no mesmo espaço, se encontra um cruzeiro, que era o marco dos jesuítas, quando chegavam para um lugar para a missão.
Em 18 de agosto de 1855 a Vila Nova de Estremoz do Norte foi incorporada ao povoado de Boca da Mata, com a denominação de "Vila de Ceará Mirim". Já em 1892, foi criado o distrito de "Extremoz" e anexado ao município de Ceará-Mirim. Em 4 de abril de 1963, Extremoz foi desmembrado de Ceará-Mirim e tornou-se novo município do estado do Rio Grande do Norte. A instalação oficial do município ocorreu em 2 de fevereiro de 1964.
Seu nome é uma homenagem à cidade portuguesa de Estremoz, no Distrito de Évora.
Fonte: https://www.wikiwand.com/pt/Extremoz