Giras aos sábados, às 16:00h. Uso de máscara recomendado, em caso de sintomas de gripes e resfriados
Na cultura Nagô-iorubá, Oxalá é o Orixá da criação dos seres humanos. Segundo a tradição, Olódùmarè, o Ser Supremo, confiou a Oxalá a tarefa de modelar o corpo humano a partir do barro, que posteriormente receberia o sopro da vida. Por essa razão, Oxalá está profundamente relacionado à origem da vida, à criação, à espiritualidade e à própria existência humana.
Sua nomenclatura deriva da expressão Òriṣànlá, que se traduz por "grande Orixá" ou "Orixá supremo". É também conhecido como Ọbàtálá – termo associado a "Senhor" e "pano branco". Por isso, é tradicionalmente associado às vestes brancas, se tornando um de seus principais símbolos, representando a pureza, a serenidade, a paz, a elevação espiritual e a harmonia.
Na Umbanda, Oxalá é associado à fé, à paz, à sabedoria, ao equilíbrio e à elevação espiritual. Sua força convida à serenidade, à paciência e à consciência, lembrando que a verdadeira paz não significa ausência de dificuldades, mas a capacidade de atravessá-las com equilíbrio e confiança no sagrado.
No Brasil, Oxalá foi sincretizado com Jesus Cristo, associação construída historicamente durante o período colonial.
Branca
Flores: rosas brancas, flores do campo brancas (inclusive os crisântemos) e girassol.
Frutas e alimentos: canjica, pinha, atemóia, carambola, melão, milho canjica, arroz sem sal, batata doce branca e goiaba branca.
Ervas: manjerona, rosa branca, sálvia, alecrim, boldo.
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